História Miami Bitches - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Amor, Beijos, Gravidez, Literatura, Litoral, Mar, Melhor Amigo, Poesia, Praia, Professor, Sexo
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Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Professor D


Fanfic / Fanfiction Miami Bitches - Capítulo 11 - Professor D

Já estava terminando de ler uma poesia qualquer que achei no meio do livro quando o sino bateu. Começei a recolher minhas coisas e guardar na mochila. Leonardo não apareceu na aula de Literatura e devido a isso eu estava bem desanimada, e queria ir logo pra casa, olhei meu celular, nenhuma mensagem do Lucas ou da Brooke, meu aniversário de 17 anos seria no próximo dia e eu estava realmente quererendo fazer alguma coisa com eles, mas ninguém me respondia.

 Senti alguém tocar levemente meu ombro e me virei devagar, o sr.D estava com um papel na mão e significativamente perto do meu rosto. Ele me comia com os olhos pela maneira que me encarava dos pés a cabeça. Estremeci por um moemento.

- Sua prova- ele estendeu o papel

-Ah...Obrigada- disse meio sem jeito- Até amanhã sr.D.

- Onde pensa que vai? Ainda não terminei Srta.Moraes - parei onde estava, agora estávamos bem longe um do outro. Olhei pra ele e ele fez um "vem cá" com o dedo. 

Hesitei antes de caminhar até ele. Assim, ele veio até mim, passando a mão pelas carteiras, sem tirar os olhos dos meus. Sua boca estava entreaberta, ele me envolveu com seus braços definidos e aproximou seu rosto lentamente.

Meu coração estava acelerado, percebi que minha respiração também. Começou a passar a barba levemente em meu pescoço dando beijos leves subindo até meu queixo. 

Arfei, não, eu não podia fazer isso, além dele ser meu professor de Literatura eu estava com o Leo. Fui andando para tras com a tentativa de me afastar, até que esbarrei na mesa, creio que era a mesa do professor. Vi que não tinha escapatória e cedi, tentei em cima da mesa e passei minhas pernas pela cintura do Sr.D.

Finalmente nossos lábios se encostaram, suas mãos seguravam fortemente minha cintura, o beijo era com desejo e muito fogo. Logo suas mãos passaram para baixo do meu short e comecaram a abrir o zíper, minhas mãos passavam por seu peito chegando até ao botão da calça.

Fiquei sem ar e tive que parar para respirar, o que fez nós ficarmos nos encarando por um tempo.

- Muito bem Srta.Moraes- disse sorrindo com os lábios quase nos meus.

- Por que?- Perguntei.

- Por que oque?- uma das mãos agora estavam em meu pescoço.

- Por que isso? Por que eu?

- Você me chama atencão desde sempre, não é o tipo de menina que a presença passe em branco. Digamos que, eu sempre curti meninas mais novas.

No mesmo momento me subiu uma raiva enorme da situação, eu não devia estar fazendo isso, além de ser errado ele era um babaca que só queria colocar mais uma na sua listinha de alunas que comeu. Respirei fundo e fingi um gemido, continuamos a nos beijar, até que com toda a força que pude mordi seu lábio inferior tirando um pouco de sangue dali.

Isso o fez afastar-se de mim, me dando uma chance para escapar, saltei da mesa e sai em disparada da sala. A única coisa que consegui ver foi o Sr.D com o dedo no lábio verificando o sangue. Corri pelos corredores pintados de azul triste até chegar no refeitório. 

Não tinha mais ninguém na escola, o sino havia batido já fazia muito tempo, lembrei da saída que tinha atrás da cozinha mas pra isso tinha que voltar ao andar Onde o sr.D estava, provavelmente furioso, corri para o banheiro feminino e liguei pro Lucas.

- Atende, atende, atende- Pensei alto- Droga Lucas!

Sai do banheiro e desci as escadas em direção a cozinha, antes de virar no próximo corredor escutei barulho de porta abrindo, o sr.D estava saindo da sala dos professores. Não tive escolha a não ser entrar dentro de um armário que estava aberto. Fiquei um tempo la e resolvi sair.

Corri em direção às portas dos fundos e senti alguém puxar minha mochila me fazendo cambalear um pouco.

- Você gosta dessa brincadeira- ele disse, seus olhos pareciam ter sede por mim.

- Lógico, assim é muito mais excitante- fingi- minha mãe me ligou, preciso ir pra casa.

Ele fez que não com o dedo e deu um sorrisinho de canto.

- Não antes de terminar o trabalho.

Engoli seco. Dessa vez eu não escaparia. Respirei fundo e aceitei, apenas fiz oque precisava fazer, ou melhor, o que ele queria que eu fizesse. Fomos até a sala dos professores e ele se sentou no sofá. Continuei em pé.

- Senta aqui- Ele disse dando tapinhas em sua perna. 

Fui o mais devagar que consegui e sentei de frente para ele. Queria que acabasse logo, eu realmente não estava afim. Ele começou estimulando carinhosamente minha genital, sentia impulsos vindo passando por meu corpo, eu só não sabia se aquilo era prazer ou raiva.

 Não demorou muito para que ele me colocasse de quatro com as mãos apoiadas no sofá e começasse as estocadas, o processo foi rapido , na hora que acabamos ele ficou abraçado comigo alguns minutos.

Minha mente estava longe, como sempre, a única coisa que eu conseguia pensar era no Lucas. Suspirei.

- O que foi? - disse plantando um beijo em meu pescoço.

- Eu, realmente preciso ir pra casa- disse gaguejando.

- Ok, tudo bem Srta.Moraes- disse me livrando de seus braços. 

Me vesti o mais rápido que consegui, peguei minhas coisas e sai em disparada. Antes de sumir pela porta escutei o sr.D falar algo como " Nao precisa nem fazer mais minhas provas". Argh! Esse foi o pior erro da minha vida. No caminho pra casa resolvi parar na praia pra pensar um pouco, precisava da minha mente limpa antes de voltar, e apenas o mar conseguia esse poder.

Sentei na areia em baixo de uma palmeira solitária, tirei os tênis brancos e coloquei de lado, encostei minha cabeça no tronco e fechei os olhos. Começei pensando no Leo, e qual seria a reação dele se descobrisse isso, mas não demorou muito para que ele invadisse meus pensamentos, Lucas. 

Tentei pensar em várias outras coisas mas tudo me lembrava ele, começei a ficar irritada, por que ele não saia da minha cabeça? A última coisa que eu queria era ficar pensando no Lucas o dia inteiro. Meu corpo estava cansado, e ficar com os olhos fechados estavá começando a me dar sono. 

Amoleci e acabei adormecendo na areia morna. Acordei meio atordoada, parecia que tinha levado uma paulada na cabeça, estava tudo escuro e o único barulho que eu ouvia era do mar em meio a escuridão. As luzes da cidade iluminavam minhas costas. Olhei meu celular "19:30". Meu Deus! Eu estou dormindo desde as 17 ?

Não havia nenhuma mensagem no meu celular, nenhuma ligação. Uma lágrima  escorreu pelo meu olho, amanhã seria meu aniversário e hoje estava sendo o pior dia do ano. Levantei e resolvi voltar logo pra casa.No caminho avistei um quiosque que já estava fechando,  por causa do horário. Quis continuar andando mas meu impulso foi maior. 

Corri até o local onde um homem barbudo com a camisa suja estava fechando tudo e disse:

- Quero uma garrafa de vodka.

O homem me olhou dos pés a cabeça, e estreitou os olhos.

- Indentidade.

Suspirei, mexi na minha mochila pequena e tirei o documento. Entreguei a ele com as mãos tremulas.

- Olha você faz aniversário amanhã, parabens viu- disse rindo, colocou o documento em cima do balcão e foi pegar a garrafa.

Estava torcendo pra desistir da idéia mas continuei firme. Fazia tempo que eu não tinha tanta vontade de beber assim, mas eu queria beber até não poder mais. Paguei o que precisava e peguei a garrafa. Começei a andar mais devagar do que antes pela rua.

Abri a garrafa e comecei a beber, o gosto não era nem um pouco agradável mas minha vontade era muito maior. Começei a chorar, a bebida estava fazendo efeito, olhei pra garrafa e já estava quase no final. Ainda não sei como não cai no chão dura.

Ainda faltava algumas quadras pra chegar em casa, então meu telefone tocou.

* Melhor Amigo ligando*

- Que merda! Você não me deixa em paz em lugar nenhum- disse me lembrando dos pensamentos.

- Que?- Ele disse

- Nada, o que foi xuxuzinho- Eu estava sem noção do que falava.

- Onde você está?- disse com a voz firme

- Tô indo pra casa- dei uma risadinha.

- Você tá bêbada? 

- Naaaaao- ri- Alo? Alo? Desgraçado desligou na minha cara.

Cheguei em casa e todas as luzes estavam apagadas, se eu encontrasse Charles brigando com minha mãe de novo eu ia fazer uma besteira. Joguei a garrafa na grama e segurei fortemente meu colar. 

Procurei as chaves na minha mochila e comecei as destrancar a porta. Entrei e estava tudo escuro. Vi um balão pendurado do lado da porta. Mas que merda é essa? Pensei comigo mesma. Até que todas as luzes foram acesas e um coro de várias pessoas que estavam escondidas gritou:

- SURPRESA!





Notas Finais


Tadinha da Camille. Comentem aí o que estão achando.


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