História Miami Bitches - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Amor, Beijos, Gravidez, Literatura, Litoral, Mar, Melhor Amigo, Poesia, Praia, Professor, Sexo
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Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Mas que fantasia?


Fanfic / Fanfiction Miami Bitches - Capítulo 12 - Mas que fantasia?

Todos estavam parados esperando alguma reação minha. Minha visão estava girando, hora ficava escura, hora voltava ao normal. Olhei pra tras e  vi a garrafa quase vazia de vodka na grama. Dei um sorriso fraco em forma de agradecimento e subi as escadas correndo. 

Escutei passou atrás de mim, provavelmente era o Leo  tentando saber o que tinha acontecido, não olhei pra trás. Quando entrei em meu quarto escutei uma voz feminina fechando a porta.

- Você não gostou?

Me virei e vi Brooke com as costas encostadas na porta, ela vestia um vestido preto e vermelho bem curto, com um espartilho preto que favorecia muito mais as curvas do seu corpo. Ela tinha uma capa curta amarrada em seu pescoço e usava um salto alto vermelho com meias finas três quartos.

- Por que raios você está vestida assim?- estreitei os olhos.

- Ue, chapéuzinho vermelho- ela disse

Tentei lembrar da cena que vi quando todos saíram gritando surpresa, e foi aí que eu percebi, todos naquela sala estavam fantasiados.

- Eu e Lucas preparamos uma festa surpresa a fantasia pra você, a gente sabe o quanto você gosta dessas coisas- disse interrompendo meus pensamentos.

- Hm -respondi.

- Você tá bem?

- Não- Eu ri- virei uma garrafa de vodka inteira enquanto estava vindo pra casa.

- Camille...

- Não começa com sermões, você tá sem moral nenhuma pra isso.

Ficamos quietas por alguns segundos e ela suspirou.

- Vem, vou te ajudar a se arrumar- disse pegando na minha mão.

- Não quero- puxei de volta

- Camille, a festa é sua, você TEM que estar lá em baixo- disse em tom serio e puxou novamente minha mão.

- Eu disse que não quero- puxei de volta.

Ela me encarou séria.

- Olha, não é minha culpa se tentamos fazer algo bom pro seu aniversário e você me enche a cara.

Sacudi os ombros. Eu só queria deitar na minha cama e chorar até dormir.

- Não quero festa- falei baixo.

- Ótimo, na hora que você parar de ser  uma babaca bebada e agir como criança se troca e desce- falou em tom alto. Logo depois ela saiu e bateu a porta com força.

Fui para o banheiro tropeçando nos meus próprios pés e joguei uma água no rosto. Olhei para o espelho e eu estava pessima, encostei minha cabeça na parede e deslizei lentamente até sentar no chão. Chorei até não aguentar mais, até me sentir forte o bastante pra enfrentar toda aquela gente.

Me levantei, e olhei para o colar de concha azul no meu pescoço. " Pra você lembrar que é forte". Pra mim lembrar que eu sou forte....Sou forte.

- Sou forte -disse encarando a mim mesma no espelho. Tomei um banho rápido e fui até o armário tentar inventar alguma fantasia para mim. Vesti um vestido preto que colava no corpo, tinha as mangas até os cotovelos e um decote generoso. Coloquei uma 3/4 fina e um salto branco.

Fui até o banheiro e fiz uma maquiagem lembrando um gato, e coloquei um arco de orelhas pretas. Minha visão ainda estava embaçada. Antes de sair me olhei no espelho por alguns segundos.

- É só ser simpática com todos que ninguém vai perceber- Pensei alto.

Desci as escadas lentamente por causa do salto. A música estava tão alta que eu n conseguia ouvir minha própria voz. Cumprimentei todos que consegui enquanto isso eu procurava pelo Leo, mas nenhum sinal dele. Fui até minha cozinha e quando entrei me deparei com Lucas e a tal se beijando ansiosamente. 

Senti um nó em minha garganta e um acabei soltando um soluço para conter as lágrimas. Fui até a geladeira, peguei uma água lá dentro e fechei a porta com força. Nisso eles pararam de se beijar na hora e Lucas se virou escondendo a calcinha que estava em uma de suas mãos no bolso.

- Oi- ele disse sem graça. Ele usava uma fantasia que realçava seus músculos. Parecia algo como Indiana Jones.

- Oi- respondi tomando um gole da agua- vocês querem um quarto?- perguntei em tom irônico. 

- Não, já estavamos voltando pra festa, né amor- disse passando a mão no cabelo dele.

Ela vestia uma fantasia ridícula de pirata, seus seios estavam pulando pra fora do vestido. Sem ao menos disfarçar ela tirou a calcinha fio dental azul clara de dentro do bolso traseiro do Lucas e colocou de volta. Não parávamos de nos encarar um segundo.

Ela saiu de cima da pia e voltou para festa. Lucas continuou no mesmo lugar com a cabeça baixa , parecia estar com vergonha.

- Ia comer ela na minha cozinha, serio?

- Não- ele levantou o olhar e pareceu surpreso- Você tá gostosa.

- Como é?- disse não acreditando no que ouvi.

- Por que tá bebendo água?- Perguntou na tentativa de mudar de assunto.

Não respondi, apenas tomei outro gole e antes de me retirar da cozinha ele veio e colocou seu braço por cima de meu ombro. 

- Vamos tomar algumas doses juntos.

- Não, eu não quero- mas como a porta da cozinha já havia sido aberta, não consegui escutar nada do que ele falou por causa da música.

Fomos até uma mesa no canto da sala que estava cheia de bebidas.

- Vocês capricharam- Gritei na tentativa dele me escutar.

Ele balançou a cabeça concordando e sorriu. Serviu uma dose pra mim e outra pra ele. Viramos juntos, e servimos de novo, e de novo, e de novo. Quando percebi eu estava em cima da mesa gritando junto com a Liv , que estava de viuva negra. 

A música que tocava parecia que estava abafada em meus ouvidos. Até que senti ela me puxar de cima da mesa até os fundos da minha casa. Chegando lá ela tirou um baseado do sutiã e riu.

- Eu não vou fumar isso -disse gritando e rindo ao mesmo tempo.

- Experimenta, vai dar uma relaxaaaada.

Ela acendeu e deu a primeira puxada. Ficamos revesando e depois de umas quatro tragadas começei a sentir meu corpo leve, parecia estar flutuando. Minha visão parecia um sonho tudo estava engraçado.

Começamos a rir sozinhas, até que eu parei e encarei a Liv.

- O que foi?- disse ainda rindo.

- Você...- Eu disse sem pensar- meu Deus eu tô com muita vontade de te beijar- Eu ri olhando pra sua boca.

- Então beija ue- ela riu de volta.

Nos aproximamos rapidamente e começamos um beijo rápido e cheio de desejo. Demorou alguns minutos ate que eu me dei por conta do que estava fazendo. Parei o beijo e fiquei sem reação, Liv continuou com os olhos fechados.

 Sai correndo e entrei em casa de novo. Agora a música parecia mais abafada ainda, meu corpo ficava com frio e com calor em menos de cinco minutos, acho que era os efeitos da droga. Alguém que eu não reconheci veio falar comigo e eu cai no chão, até que a Brooke veio até mim e me ajudou a levantar.

- Por que você bebeu mais ainda?- ela gritou devido a música. 

Eu apenas ri, até que vi o Lucas dançando sozinho, deixei Brooke falando sozinha e fui até ele, encaixando meu corpo no seu.

- Você tá dançando? Como assim?

- Se solta- Eu disse no ouvido dele. A única fantasia que eu queria ter naquele momento era com o Lucas, mas por que? Nós éramos apenas amigos, apenas amigos repeti pra mim mesma.

- Cade sua namorada?- Perguntei

- Ela não é minha namorada- ele respondeu- e cadê seu namorado?

Foi quando me lembrei de Leo, não tinha visto ele em lugar nenhum. Parei de dançar e sai em disparada para vomitar no banheiro, a possibilidade dele não ter vindo no meu próprio aniversário me causou enjôo. Isso foram as únicas coisas que eu lembro, depois das 3 da manhã foram só borrões.

Acordei de manhã e eu estava na minha cama, só de roupa íntima, olhei para o grande espelho ao lado de minha cama e vi uma trilha de chupões que começavam em meu pescoço e desciam por meus seios.

 Espreguicei e percebi que tinha alguém do meu lado. O perfume não era estranho, cheguei mais perto e pude ver seu rosto. Lucas...


Notas Finais


Vou confessar que antes de escrever esse capítulo nem eu sabia o que poderia acontecer. Comentem aí o que estão achando.


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