História Midnight City •GumLee• - Capítulo 9


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Conde de Limãograb, Finn, Fionna, Gunter, Hudson Abadder, Jake, Lady Íris, Marshall Lee, Mordomo Menta, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada
Exibições 204
Palavras 1.562
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - O chá e uma hipótese que assustava.


Fanfic / Fanfiction Midnight City •GumLee• - Capítulo 9 - O chá e uma hipótese que assustava.

Apenas se separaram pela falta de ar. Pois caso não precisassem respirar, Marshall ainda estaria à provar os lábios de Gumball.

-Eu... Amo você, Bubba... - Marshall acariciou o rosto de Gumball e lhe deu um beijo na testa.

O menor apenas deu um sorriso divertido em resposta, o abraçando e mordendo o lóbulo da orelha direita de Marshall.

-Obrigada... Por cuidar de mim... - O rosado sussurrou, logo se levantando e mexendo nos bolsos de sua calça. -Hmm... Vou sair para o trabalho daqui a pouco. A confeitaria ficou muito tempo fechada... É hora de voltar, não é mesmo? - Ele deu um sorriso fraco.

-Sim... Quer que eu te acompanhe?

Marshall estava preocupado, isso não era novidade para ninguém. E se Gumball tentasse mais uma vez se matar? E se ficassemos lhe importunando com perguntas? O moreno apenas queria cuidar de Bubba como se fosse sua própria vida.

-Não precisa... - Ele dizia como se não quisesse incomodar. -É tão perto da confeitaria... Não se incomode...

Marshall se levantou, abraçou o menor e lhe deu um beijo breve, acariciando seu rosto e colando ambas as testas.

-Não me incomoda... Além disso, não tenho nada para fazer... Seria ótimo passar um pouco mais de tempo com você...

-Cuidado para não enjoar... - Bubba disse de forma divertida, andando lento até o quarto, com o indicador enganchado no dedo médio de Marshall.

O rosado vestiu calças jeans pretas apertadíssimas, com um rasgo em cada joelho, uma camisa social apertada, rosa pink extremamente forte, com uma blusa de tweed, rosa claro e sapatos pretos.

Marshall o acompanhou até a porta, que foi trancada atrás de ambos, Gumball o abraçou pelo pescoço e Marshall laçou sua cintura, enquanto o menor iniciava um beijo intenso e voraz.

Bubba era descontrolado quando se excitava. Marshall o segurava pelos cabelos agora, com tamanha firmeza que chegava à puxar um pouco. Suas línguas se acariciavam violentamente e aconteciam muitas mordidas e chupões durante aquele beijo.

O menor roçava sua ereção no moreno, propositalmente, com a clara intenção de mostrar quão excitado estava e o quanto queria transar com Marshall.

-Droga, Marshall... - Gumball sussurrava ao pé do ouvido do outro, com um sorriso safado. -Eu poderia tirar minhas roupas agora, aqui mesmo e abrir as pernas para você.

Marshall deu um riso baixo. Isso foi tudo que pôde fazer, pois, por mais que estivesse adorando estar ali com Gumball, ele não estava excitado, seu membro não estava duro e não entendia o motivo. Era estranho por nunca ter sido assim, e era agoniante pois realmente queria se deitar com Gumball.

-É melhor eu ir... - Bubba dizia com um sorriso delicado. -Espero poder lhe servir de algo, quando voltar...

O maior deu-lhe um beijo simples na bochecha e o viu se afastar aos poucos, até entrar no elevador e desaparecer completamente.

Aquilo seria um jogo difícil para Marshall. Não sabia se era algum problema de verdade ou se era emocional, mas não queria ser um babaca com disfunção erétil. Ele era extremamente jovem, isso não poderia estar acontecendo.

De qualquer forma, voltou para o interior de sua casa, disposto à pesquisar a fundo e achar uma solução para seu problema.

Entrou em casa, tirando o celular do bolso e indo diretamente para seu quarto, de paredes cinzas, com varias palavras escritas por Marshall, com tinta spray. Carpete macio e uma cama enorme.

Se sentou sobre o colchão e abriu uma guia anônima no navegador de seu celular, pesquisando algo que lhe causava vergonha.

O que causa disfunção erétil?

E então o Google lhe deu algumas possíveis causas de seu problema.

Distúrbios psicológicos, doenças hormonais, doenças neurológicas, doenças vasculares, que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada do sangue ao pênis, consumo excessivo de medicamentos, cirurgias pélvicas, doença de Peyronie ou fibrose dos corpos cavernosos, alcoolismo e tabagismo.

No entanto tudo parecia tão longe da realidade de Marshall... Ele havia feito uma consulta com um médico antes de vir se mudar, e estava tudo ok. No entanto, ele foi alertado de algo que deveria se tratar durante a consulta: o stress.

Então algo veio à sua mente, uma ideia que brilhou em sua cabeça como uma lâmpada em desenhos animados. Apagou a pesquisa anterior e digitou outra.

Stress causa disfunção erétil?

Deslizou por alguns sites e viu um que lhe chamou atenção, era um site sobre a saúde do homem, e a matéria era clara e direta; "disfunção erétil causada por stress.".

Havia algo sobre os vasos sanguíneos do pênis produzindo óxido nítrico, que dilata as artérias e relaxa a musculatura do órgão, mais sangue chega ao pênis, favorecendo a ereção, quando surge o estresse aumenta a adrenalina que em excesso, impede o óxido nítrico de agir.

Então talvez fosse isso.

Porém, o site também possuía uma solução, mesmo que entrelinhas. Quando o stress ou a ansiedade chegassem à ponto de atrapalharem seu desempenho sexual, a única solução era relaxar e não se preocupar com o seu desempenho, apenas manter a mente limpa e deixar as coisas fluírem.

-Não se importe com o quão duro seu pai vai estar... - Marshall zombava. -Deixe a cabeça limpa e depois pense na sua vizinha gostosa pagando um boquete para você.

Tudo que Marshall fez foi suspirar e fechar a aba da pesquisa. Ele até tinha algumas pílulas que poderiam lhe ajudar, no entanto, era simplesmente vergonhoso demais e iria ferir seu ego.

Deu de ombros jogando o celular dentro do bolso novamente e caminhou até a cozinha, fervendo água e revirando uma caixa com sachês de chá.

Escolheu um pequeno saco com cascas secas e picadas de marapuama, uma planta conhecida por combater diretamente a disfunção erétil e desempenhos sexuais. Era um chá afrodisíaco sem erros.

Logo que ficou  pronto, levou uma xícara cheia de chá para a mesa montável de madeira, na sala, sentou-se na cadeira e começou à beber. Marshall usava uma mesa e duas cadeiras que havia ganhado de um dono de boteco que havia ido a falência. Isso lhe rendeu uma ótima vantagem em não precisar comprar mesa nem cadeira nenhuma.

O chá não era muito doce e estava realmente quente, e logo, sentiu seu celular vibrar em seu bolso.

Era um SMS, de Gumball.

Gumball:
Por acaso estou falando com o cara mais gostoso do mundo? XD
[15:30]

Marshall:
Hmm... Temo que eu seja o segundo... Vc é o primeiro, não é? Haha.
[15:30]

Gumball:
Me deixou excitado, sabia?
[15:31]

Um arrepio correu pelas costas de Marshall, talvez isso fosse o início de algo importante. Caso se esforçasse, ficaria excitado. Então apenas deixou a mente limpa e se concentrou no momento.

Marshall:
E oq eu poderia fazer para satisfazer meu príncipe?
[15:32]

Gumball:
Príncipe? Gostei disso.
[15:32]

Gumball:
Dê uma olhada nisso, estou no banheiro do trabalho. Não abri a confeitaria ainda.
[15:32]

Gumball:
(Gumball sent a photo)
[15:33]

Gumball havia enviado uma foto, era uma selfie, estava com a calça abaixada e a camisa levantada, só podia ver de sua boca para baixo. Bubba segurava seu membro excitado, com a mão por cima do tecido de sua cueca branca. Mordia o lábio.

Isso definitivamente havia deixado Marshall excitado. Sentia um calor em sua região pélvica e isso o animou. O chá fazia jus à sua fama.

Gumball:
Não consigo parar de pensar em vc. Como faz isso?
[15:34]

Marshall:
E eu não consigo parar de pensar em vc tb. Mal posso esperar para qd chegar, Bubba...
[15:34]

Gumball:
Eu estou louco para ver vc. Sabe oq eu quero fazer?
[15:34]

Gumball:
Tô louco pra sentar em vc, Marsh, te sentir dentro de mim... Caralho... Vou ter q me masturbar...
[15:34]

Gumball:
(Gumball sent a photo)
[15:35]

A foto que Gumball havia mandado era extremamente indecente. Ele estava sentado sobre a tampa do sanitário e estava se masturbando. Marshall podia ver pouco de seu abdome e a imagem se concentrava no membro extremamente excitado de Gumball e sua mão o segurando.

Aquilo realmente o havia excitado, Marshall realmente sentia um volume crescer em sua calça e apertou com a mão. Realmente estava bastante excitado.

Marshall:
Vc está me deixando louco, sabia?
[15:35]

Gumball:
Posso te ligar? Eu tô sozinho aqui.
[15:35]

Marshall:
Claro q pode, bebê.
[15:36]

Marshall voltou à seu quarto, antes de responder, já imaginando o que aconteceria a diante, logo se deitando sobre a cama com os joelhos dobrados.

Ouviu a chamada de Gumball e não se demorou à atender a ligação do menor.

-Eu... Te liguei porque queria fazer isso com você... - Gumball disse, com uma voz pedinte. -Você tá excitado? Porque...

-Claro que estou, Bubba... - Marshall disse, com uma voz rouca, involuntária. -Realmente estou...

Marshall abriu o zíper de sua calça e se masturbou junto de Gumball, ouvindo seus gemidos pelo telefone, que apenas o excitava cada vez mais, estavam tão envolvidos naquilo que acabaram gozando juntos. O moreno soltou um gemido longo e baixo logo que sentiu seu líquido escorrer, acompanhado de um orgasmo enlouquecedor.

-Droga... - Gumball parecia preocupado. -Acho que Finn e Jake chegaram... Vou desligar... Mas nos vemos mais tarde, Marshall...

-Sim, tudo bem. Bom trabalho, bebê.

Logo após se despedir, Bubba desligou.

Marshall não sabia de havia ficado excitado por conta do chá que havia ingerido ou por mérito próprio.

No entanto, ainda não confiava totalmente em sua capacidade, apesar de aquilo ter sido ótimo.




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