História Milagres em Dezembro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Personagens Originais
Tags Chanyeol, Mistério, Romance
Exibições 7
Palavras 3.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se gostar deixe aquele apoio moral, não seja um leitor fantasma. Boa leitura :*

Capítulo 1 - Eu Olho Com Saudade


O lugar era lindo e eu me sentia tão exótica naquele momento, afinal... que tipo de pessoa acha lindo um lugar tão triste como um cemitério? Ainda mais quando se tem pessoas chorando no sepultamento de alguém que com certeza era muito querida por todos a sua volta, a comoção de seus amigos e familiares chegava a doer em mim, e eu nem conheci a defunta.

O toque do piano e a voz doce do garoto que cantava sobre amor e partida, sem dúvidas piorava tudo, o que me fez pensar sobre o dia da minha morte e sobre o quanto eu não queria de jeito nenhum, que fosse triste daquele jeito.

Algumas doses de Soju, minhas músicas preferidas e meus amigos balançando a raba, com certeza encerraria minha passagem por aqui com chave de ouro.

Merda... do que eu estava falando? Já fazia cinco anos que JB havia partido e eu sequer era capaz de pensar nele sem desabar, eu sequer consegui permanecer em seu velório, passei tão mal que acabei ficando internada por um longo tempo.

Foram os piores momentos da minha vida.

Quem conseguiria dar uma festa diante da partida de alguém que se ama? Meus amigos ficariam arrasados se eu morresse primeiro, acho que não dariam uma festa.

Mas só acho mesmo, porque daqueles loucos se podia esperar qualquer coisa.

Joguei a cabeça para trás bebendo a maior quantidade de Soju possível em um único gole e me deitei no chão despedaçando o restante das rosas até cair no choro novamente, por um longo tempo, como uma criança.

Os soluços e a bebida aliviavam a minha dor, embora eu soubesse que seria passageiro e que no dia seguinte quando todo efeito do Soju tivesse passado... eu voltaria a me arrastar por aí, sorrindo e sendo alegre mesmo estando morta por dentro, somente para não ter que falar com ninguém sobre toda dor que eu sentia e sobre aquela sensação de que nunca iria passar. Dito e feito.

Acordei em frente ao meu prédio com o rosto em uma poça de baba e o taxista irritado me xingando em mandarim achando que eu não entendia uma palavra do que ele estava dizendo.

Ele disse que eu fui o caminho todo cantando Gangnam Style com o corpo para fora da janela e que iria se lembrar do meu rosto para nunca mais parar o táxi para mim.

Não discuti, saltei do táxi antes que aquele cara me desse um soco ou infartasse e quando fui lhe pagar ele me disse que já estava pago, então saiu em alta velocidade me deixando meio confusa.

Eu precisava parar de beber daquele jeito e estava ciente disso, uma hora eu beberia até não me lembrar de nada e acabaria acordando em algum quarto pequeno e sujo. Sequestrada.

– Como você está? – Tae surgiu ao meu lado com um cigarro entre os dedos e a atenção voltada para um ponto qualquer do outro lado da rua. Não eramos muito bons em contato visual, era como se um pudesse enxergar a alma do outro, então evitávamos.

– Vai passar. – repeti o que eu vinha dizendo todos os anos naquela mesma data.

Era sempre daquele jeito, Tae me perguntava como eu estava, eu respondia que ia passar e em seguida bebiamos até cair. E nós bebemos.

– ... ele me abraçava forte e dizia que quando debutasse iria ter dinheiro o suficiente para se casar comigo... – eu sorria, chorava, soluçava. Tudo ao mesmo tempo – Eu me casaria com ele de qualquer jeito, eu não me importava com o dinheiro... Eu o amo tanto, Tae, nunca vai passar.

Tae secava minhas lágrimas com um lenço e eu secava as suas. Era algo bizarro de se ver.

Nossos narizes escorriam enquanto nós riamos com as lembranças e chorávamos com as mesmas, até termos secado garrafas e garrafas de Soju e estarmos deitados sobre os diversos lenços sujos, no chão da sala do apartamento que dividiamos já fazia um ano, desde que o casamento número três da minha mãe acabou e ela decidiu voltar para Nova York.

Mais tarde eu descobri que ela estava tentando voltar com o meu pai, o casamento número um.

Naquele dia acordei com o toque do meu celular. Minha cabeça doía e eu estava na cama, embora não me lembrasse de como exatamente havia ido parar nela.

Peguei o celular de cima do criado mudo e encarei a tela por um momento sentido todo sangue fugir do meu rosto ao ver foto de Julian refletida nela, então como se não houvesse amanhã eu me levantei aos tropeços e corri até o banheiro afim de jogar o celular dentro de vaso sanitário e puxar a descarga, depois eu fingiria que nunca havia recebido sua ligação e ficaria tudo numa boa, mas por acidente, no meio do percurso eu deslizei meu dedo pela tela e sua voz de moleque ecoou pelo banheiro. Foi uma terrível falta de sorte.

– Angel? Já estava pensando que não queria me atender. – riu sabendo que era verdade.

– Eu não queria atender. – falei mesmo.

Ele gargalhou escandaloso. Nunca teve vergonha na cara.

– Eu já estava me perguntando... – deu uma pausa, com certeza para tirar um trago do rolinho de câncer que certamente ele tinha aceso entre os dedos – quem viria me buscar no aeroporto se você não atendesse.

Congelei. Não queria acreditar que ele estava em Seul, eu não queria ele por perto de jeito nenhum.

– Você não está em Seul... está? – arrisquei perguntar e fechei os olhos esperando pela bomba.

– Estou no aeroporto... Você me busca ou me passa o endereço e eu vou de táxi? – cara de pau, filho da mãe.

– Pegue o próximo avião e volte para NY, Julian! Eu não quero problemas, eu não quero você aq...

– Eu não tenho mais para onde ir. – me interrompeu aos berros, ele já estava dando escândalo no aeroporto – Eu estou falido, irmã! – começou a chorar dramaticamente.

– Como é que é?!

Não foi muito difícil encontrar o ruivo no meio daquele monte de asiáticos, estava todo mundo olhando em sua direção e ele estava adorando aquilo. Julian adorava chamar atenção.

Seu rosto estava normal, nem parecia que ele estava se desmanchando em lágrimas no celular, minutos antes. Talvez ele nem tenha chorado realmente, nunca saberei, Julian sempre foi um manipulador de primeira.

– Angel? – droga, ele me viu e estava caminhando em minha direção, não tinha mais como fugir – Olha só para você... está tão linda. – me analisou por um momento antes de me envolver em um abraço apertado de mais.

Eu mantive meus braços ao lado do corpo enquanto era esmagada por seus músculos, não é que eu não o amasse, Julian era meu único irmão, eu o amava de verdade e justamente por isso eu queria ele longe, para evitar que eu o matasse.

– Por que tantas malas? – dei dois tapinhas em suas costas e quando fui me desvencilhar do seu abraço ele me apertou ainda mais contra seu peito chorando escandalosamente e me matando de vergonha. Todo mundo estava olhando. – Vamos tomar café então você me conta tudo. – disse e ele parou de chorar no mesmo instante. Era um ator mesmo.

Já fazia umas meia hora que Julian havia voltado a chorar e eu já estava perdendo a paciência, faltava pouco para mim enfiar mão em sua cara quando ele se tocou da bixa escandalosa que era e decidiu contar de uma vez que em uma certa noite animada, ele foi para Vegas e perdeu toda sua fortuna em cassinos. Era uma besta mesmo.

– Você nunca vai mudar? Não tem vergonha na cara não? – dei um tapa forte em sua cabeça e ele fez bico – Você tem 23 anos, Julian! Sabe que não tem coragem para trabalhar, poderia pelo menos ter preservado sua herança. – nunca fui boa em controlar minha língua. Falei sem dó.

– Eu não sei ser pobre, você precisa me ajudar, Angel. – ele se jogou no chão de joelhos e chorou de verdade com a cabeça em meu colo, chegou até a babar. Que escrotidão.

– O que espera que eu faça? – puxei seu cabelo com força e ele se levantou com cara de dor, massageando seu coro cabeludo.

Era um sem vergonha! Julian respirou fundo secando suas lágrimas e me olhou fundo nos olhos se sentando na cadeira novamente enquanto eu bebericava meu café.

– Me deixe ficar no seu apartamento por alguns dias, eu não tenho mais para onde ir. – colocou uma mão no rosto, cobrindo metade dele enquanto fazia seu bico infantil.

Porra! Era só o que me faltava.

Julian realmente não tinha mais para onde ir, uma vez que sua homossexualidade assumida arruinou seu relacionamento com seus dois pais homofóbicos. Mamãe tinha um espirito livre, ninguém nunca sabia onde ela estava, com quem estava ou o que estava fazendo, de vez em quando ela aparecia em Seul com um copo de Rum na mão e histórias incríveis sobre os milionários que se apaixonavam por ela e lhe ofereciam o mundo se ela aceitasse o pedido de casamento. Ela nunca aceitava, dizia para eles que já tinha ficado presa por muito tempo e que era jovem de mais para se prender outra vez, então desaparecia de suas vidas indo parar no meu apartamento somente para me atualizar sobre sua lista de pretendentes e me perguntar quando era que eu iria... superar o passado e me permitir amar novamente.

Era evidente que todos nós tínhamos certos problemas, seria menos complicado se cada um tivesse que lidar  somente com o seu.

– Você vai ter que trabalhar se quiser ficar no meu apartamento. – mandei na lata.

– Como assim trabalhar? – perguntou horrorizado.

– Você não tem opção Julian, vai ter que batalhar para se reerguer, eu não vou te dar um centavo. – fui firme, usei toda raiva da minha ressaca para colocar aquele inconveniente em seu devido lugar. Mesmo morredo de dó depois.

Julian foi o caminho todo em silêncio e isso era bom, ele realmente precisava ficar de boca fechada para refletir sobre as merdas que fazia.

Tae ficou tão animado com a volta de Julian, que acabou me deixando totalmente de lado por longas horas, como nos velhos tempos. Fiquei furiosa, mas só até Gik resolver dar as caras e se juntar a mim na cozinha, falamos mal dos dois mesmo. Como nos velhos tempos.

– De quanto ele precisa dessa vez? – Gik perguntou desconfiado, com os cotovelos apoiados no balcão.

Ele me entendia como ninguém, por isso eramos melhores amigos desde a escola. Relutei em contar, por mais merda que Julian fizesse ele era meu irmão e eu jamais iria expor seus problemas assim...

– Já sabe que ele perdeu todo dinheiro que tinha, nos cassinos de Las Vegas? – não me contive. Fofoquei.

Os olhos de Gik brilharam com maldade e eu sorri de canto entendendo perfeitamente o que ele queria dizer.

– Ah, aí estão vocês. – Tae disse animado. Eu queria matá-lo por ele ter me trocado por Julian como fazia no passado.

– Parece que as coisas só pioram para você, Julian. – Gik deu um tapinha de leve em suas costas já que Julian havia se sentado no banquinho ao seu lado – Além de rejeitado pelos pais agora você também é... é... é... po... po... pobre. – sorriu exibindo seus dentes brancos perfeitos que em contraste com seus lábios que tinham um tom rosado escuro, se tornavam ainda mais brancos e brilhantes.
Não era como se Gik tivesse algo contra as pessoas menos favorecidas financeiramente, ele só queria mesmo era provocar Julian que sempre foi um babaca milionário que nunca se importou com ninguém além dele mesmo. Nunca ajudou uma instituição de caridade sequer, era mais fácil ele pedir para que elas arrecadassem dinheiro para ele. Se é que ele já não tinha feito isso.

– Essa gagueira escrota ainda não passou? – Julian provocou deixando Gik vermelho de raiva – Eu tive pena de você todo esse tempo Gikwang, você nunca vai conseguir sair do armário vivendo nesse país tão homofóbico. Por isso é tão frustrado. E se saísse, duvido muito que alguém fosse te querer, gago desse jeito. – rebateu Julian e eu arregalei os olhos tomando o copo de whisky da mão de Tae, que correu para colocar a pipoca no microondas. Adorávamos uma boa briga.

A discussão ficou calorosa quando Gik disse, com toda sua gagueira, que preferia ser frustrado a já ter feito todo mundo gozar.

Tivemos trabalho para desgrudar um dos cabelos do outro, nunca ri tanto, mas esse clima descontraído se dissipou a noite, quando Tae convidou Julian para dormir em seu quarto. Porra, Tae era meu!

Na manhã seguinte eu nem tomei café da manhã, eu estava cheia de trabalho e não queria ter que aturar Julian e Tae sendo tão amigos logo cedo. JB nunca me trocaria por outra pessoa.

Era irritante me pegar comparando JB e Tae, era doloroso me dar conta de que JB não estava mais alí... ao meu lado, me apoiando até mesmo nas idéias mais estúpidas que eu tinha.

  O simples ato de andar pelas ruas de Seul já era um tormento para mim, talvez naquela época eu fosse um pouco sadomasoquista pois apesar de tudo eu permanecia alí, me torturando dia após dia, vendo K-idols em grandes outdoors no alto dos prédios luxuosos, por toda parte da cidade, e imaginando JB estampado em cada um deles.

Por mais que eu tentasse evitar, eu não conseguia não pensar que se JB não tivesse partido ele também estaria estampando grandes outdoors pela cidade, ostentando sua beleza, seu sorriso fácil, docemente provocante.

Pensar sobre isso me deixava cega de ódio, o que fazia com que eu tivesse cada vez mais certeza de que tal sentimento estava ficando cada vez maior e mais forte.

Talvez até tenha sido motivada por este ódio que enquanto eu visitava seu túmulo, naqueles cinco anos desde sua morte, cheia de certezas eu tomei aquela decisão que mudaria a minha vida: Eu me vingaria, lenta e dolorosamente na primeira oportunidade que eu tivesse.

Meu celular tocou no meio de uma sessão de fotos e eu nem deveria ter atendido quando vi a foto de Tae na tela, só atendi porque eu não queria parecer uma criança birrenta, mas me arrependi de ter atendido assim que ele disse que havia conseguido uma entrevista exclusiva e o fotógrafo havia desaparecido do mapa, então ele precisava da minha ajuda.

Tae me passou o endereço e só quando cheguei nele foi que percebi que era um dos prédios da S.M Entertainment. Ele sabia que eu odiava aquele tipo de lugar, eu estava furiosa.

– Ah, aí está você. – Tae disse animado assim que pisei na sala onde as fotos aconteceriam, após ter sido conduzida por uma staff falante e me curvado mil vezes diante dos mais velhos.

Pareciam estar todos animados de mais alí, eu levei alguns segundos para entender o motivo de toda euforia. Eram os nove membros do EXO prontos e deslumbrantes para a sessão de fotos.

Tae havia conseguido uma entrevista com o EXO e não bastasse isso, o que todos alí estavam dizendo era que Xiumin e ele eram estranhamente parecidos.

O rosto, o sorriso, os lábios, até mesmo os mínimos detalhes.

Eu não ia suportar aquela comparação estúpida por muito tempo, não quando JB e Tae eram gêmeos e comparar Tae com Xiumin era o mesmo que comparar JB com aquela gente que eu odiava com todas as minha forças, não quando eu sabia que Tae era muito mais que aquilo e não precisava ficar tão contente com tal comparação.

Eles me cumprimentaram educada e animadamente enquanto eu contava até dez mentalmente em uma tentativa de não surtar.

– A Angelina é uma fotógrafa renomada, uma das mais disputadas da atualidade, e ela só tem dezenove anos. – Tae disse atraindo toda atenção para mim novamente. Me concentrei na lente da minha câmera enquanto sentia meu rosto queimar.

– Eu estive na exposição das suas fotografias. – a voz grave atraiu minha atenção para o garoto magro e alto de orelhas grandes. Um arrepio percorreu meu corpo e eu senti todo sangue fugir do meu rosto – Seu trabalho é realmente incrível, será uma honra posar para você. – ele sorriu e puta que pariu... que sorriso.

"Será uma honra posar para você"

– Talvez um dia você realmente queira posar para mim. Então faremos isso direito. – pisquei para ele e sorri de canto me afastando de costas enquanto Tae se engasgava com a própria saliva.

Tirei as fotos como se não tivesse acabado de fazer aquela proposta para um dos membros do EXO, um dos grupos de K-pop mais populares da atualidade, o grupo que eu odiava com todas as minhas forças.

Eu não fazia ideia do que diabos estava fazendo, eu era tão anti-fã, não tinha cabimento ter feito aquela proposta. Já pensou se ele aceitasse?

– Hey? – a voz rouca ecoou logo atrás de mim e todos os pêlos existentes no meu corpo se arrepiaram. Continuei olhando para a tela da câmera e andando como se não tivesse escutado.

A buzina do carro que se aproximava em alta velocidade ecoou atraindo minha atenção, estava tão em cima que eu não pude fazer nada além de fechar os olhos e aguardar o impacto do carro contra meu corpo, e quando o senti... desejei ter uma morte rápida e sem dor, pensei no quanto Tae e Gik sofreria, no quanto Julian desejaria que eu queimasse no fogo do inferno por não ter deixado nada de herança para ele, pensei também em JB e por fim me senti feliz. Finalmente ficaríamos juntos!

Algo se mexeu e gemeu embaixo de mim e isso me trouxe lembranças calientes. Seria JB?

– Você está bem? – gemeu o dono da voz grave com a boca colada na minha orelha. Eu congelei olhando para o céu.

Movi apenas os olhos me certificando de que era mesmo quem eu estava pensando e tive certeza. Era ele! Era Chanyeol!

Pensei em ligar para Gik e pedir ajuda para sair daquela situação sem ser vista mas era óbvio que não daria certo, Chanyeol me ouviria e pensaria que eu era louca então tive que ser prudente e lidar com a situação delicada de maneira madura. Me levantei e saí correndo como se não houvesse amanhã. Foi vergonhoso mas foi necessário.


Notas Finais


Vou ficar um tempo sem postar, ver como anda a popularidade do primeiro cap, enquanto isso vou escrevendo os outros, se alcançar minhas espectativas eu volto a postar. Obg! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...