História Mileven Returned - Capítulo 26


Escrita por: ~, ~FinnTheHero e ~JWByers

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Hopper, Dustin, Eleven (Onze), Karen Wheeler, Lucas, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Tags Drama, Eleven, Fillie, Michael, Mike, Mileven, Onze, Romance, Suspense
Exibições 71
Palavras 1.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pensando no que dizer...... Ah essa semana tem capitulo quase todos os dias.

OBS: PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A MINHA FANFIC SIGA-ME NO TWITTER COM NOTICIAS DIÁRIAS SOBRE A MESMA ---> @HerikcBrecher2

Sem mais delongas boa leitura.

Capítulo 26 - O desabafo


Fanfic / Fanfiction Mileven Returned - Capítulo 26 - O desabafo

Jennifer se levanta de sua cama, jogando alguns livros que estava por cima de si para o pé da cama, lembrando que tinha pegado no sono enquanto estudava até tarde. Lembra também de ter se despedido de Max, que logo conseguiu ver que a mesma saiu correndo atrás de Mike. Quando interrompida por um breve flashback de algo que não reconhecia.

 

No flashback, Jennifer vê tudo como se fosse um sonho, só se via deitada em uma cama coberta de flores, seminua quando vê pela porta um homem alto passando, de cabelos loros e brilhantes, em formato de uma tigela em sua cabeça.

 

Quando novamente volta para o mundo real, ao olhar para o relógio se assusta com a hora, e sai correndo até o banheiro para fazer a sua higiene diária, que ao sair do quarto coloca a sua roupa escolar de costume, e desce até a cozinha, sem dizer muitas palavras vê a sua mãe sentada na mesa a esperando. De forma acelerada a garota come algumas torradas, pegando a sua mochila pela alça segue até a porta se despedindo de sua mãe, que ao abrir a porta se depara com Max.

 

Sem muito incomodo, as duas seguem até a escola sem perceber que estavam a pé, seguem o restante do caminho conversando sobre as suas vidas, de como eram os flashbacks da garota e o que havia acontecido com Max ao sair da escola com o garoto. Max sabia que aquele era um segredo especial de Mike, então inventa uma história bonita em que saiu com ele para ir no cinema. Além do mais Max não queria estragar a sua amizade com Mike e o deixar mais abalado do que já estava.

 

Ao chegarem na escola não veem nenhum dos garotos, levando as diretamente para a sala de aula, que por um motivo que elas não sabiam estava vazia. Resolvendo ir de porta em porta verificar se não tinha mais ninguém, concluem que a escola estava totalmente vazia pelo que parecia.

 

“Oi queridas, não souberam? Hoje não vai ter aula, anteciparam o acampamento” Aparece o diretor, por um dos corredores que antes aparentava estar vazio.

“Aaah, não me diga que perdemos o ônibus?” Questiona Max preocupada.

“Tu sabia que era hoje Jenny?” Pergunta Max, se virando para Jenny.

“Não, não sabia” Responde a garota, de olhos cabisbaixos.

“Se quiserem eu posso leva-las de carro, já que eu tenho que ir para lá ver se estava tudo em ordem” Se oferece o diretor, pegando a chave de seu bolso e chacoalhando de um lado para o outro, formando o barulho agonizante de chaves se chocando de um lado para o outro.

 

As garotas despreocupadas seguem o seu caminho com o diretor, adentrando o seu carro, que liga-se dando para ouvir o ronco do motor preparado para uma longa jornada até o acampamento.

 

Com o homem de terno sentado na direção com os seus olhos vibrados na estrada, e as duas garotas nos bancos de traz afivelados pelos cintos, e as janelas do carro abertas possibilitando um forte vento adentrar ao carro.

 

O vento forte adenta pelas janelas, de um lado da janela e do outro, levando os cabelos das duas a subir pelos ares e se embaraçarem, que logo em seguida caiem novamente a frente de seus rostos, as deixando totalmente embaraçadas, e cheias das gargalhadas, que vieram a tona se tornando inevitáveis.

 

“Deixa eu ajeitar o seu cabelo” Fala Jennifer passando a sua mão pelo cabelo ruivo e comprido de Max.

“Aii! Essa doeu, agora é minha vez” Enfurece Max, agora pegando o cabelo de Jennifer com uma mão, e usando a outra como pente.

“Aiiii! Essa doeu mais” Geme em um grito a garota.

“Você que pediu” Brinca a outra, continuando a puxar o cabelo da amiga.

“Como somos idiotas!” Dizem as duas ao mesmo tempo, levando as duas a se encararem por alguns segundos, caindo nas gargalhadas uma das outras.

“Chegamos garotas” Fala o homem, saindo do carro e abrindo a porta como um verdadeiro cavaleiro, para as garotas saírem.

 

*---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*   *---*  

 

“O que? Como você pode ser eu?” Questiona o garoto dando um passo para traz no meio daquele espaço inteiramente preto, e de sua mesma forma infinitamente grande.

“Eu sou você, e se quiser posso te explicar” Responde a garota calmamente.

“Você me destrói, faz eu matar centenas de pessoas boas e agora quer me como conseguiu fazer isso?!?!” Ataca o garoto em palavras descontroladas que siam de sua boca, em tom de ira, com os seus olhos vermelhos.

“Will eu tenho pouco tempo, nós chegamos até aqui agora precisamos terminar antes que ele volte” Intervém novamente a entidade que diria ser o garoto.

“Antes que quem volte?!? Tem mais alguém aqui?!?” Abisma-se o garoto olhando para todos os lados em pânico, com os seus olhos aberto até os seus limites.

“Tem o seu outro você” Responde a entidade.

“Como assim? Tem três de mim?” Questiona o garoto, ainda mais abismado que antes, com as inúmeras possiblidades de torturas que vinham a sua mente a degenerando.

“Na verdade quatro” Responde a garota.

“O que?” Questiona o garoto.

“Como isso é possível” Que continua se questionar sobre a situação alucinante.

“Deixe que eu explico, acho que ele vai me entender melhor” Intervém a garota, de cabelos longos e castanhos com algumas pontas loras, que vinham até os seus ombros.

“Will, isso tudo já era predestinado a acontecer desde que você foi sequestrado pelo demogorgon”

“O que? E como vocês sabem disso? Vocês sabiam que eu ia ser torturado e continuaram! QUAL O PROBLEMA DE VOCÊS!!!??”

“Por que nós viemos do futuro para tentar te salvar, do pior que está por vir” Intervém a entidade, que até então se lacrimejava ao lado da garota.

“Tem coisa pior ainda?” Abisma-se o garoto.

“Infelizmente sim, e você é o único que pode deter, mas para isso precisa nos ouvir”

“Tudo bem, não tenho nada para fazer aqui mesmo”

“Primeiro eu vou lhe explicar tudo que está acontecendo” Começa a garota a dar introdução a toda explicação.

“O demogorgon é você do futuro em seu apse, a voz é você depois de ser sequestrado pelo demogorgon, é você antes de se tornar louco o bastante para aí sim virar o demogorgon” Inicia a garota, que com alguns movimentos conseguiu emitir uma ilusão a sua frente. Com algumas ilusões mostrando todo o processo, de como era feito.

“Eu sou você curado, depois de se torna um monstro, e se tornar a voz, mas isso tudo piorou depois, e por fim você é a quarta versão do Will” Intervém a entidade que agora saia do seu esconderijo escuro no meio das sombras escuras, e se mostrava para ele com a sua feição mais adolescente e perturbada.

“Você é a única salvação de você mesmo, a voz que te atordoa fui eu que mandei ela atrás de você de proposito” Completa a outra versão do garoto, se aproximando em passos lentos.

“Seu cretino, eu era só uma criança eu não merecia isso, e ainda não mereço, o que eu fiz para merecer isso?”  Responde Will indignado com o que ouvira a instantes

“EU TAMBÉM ERA QUANDO ACONTECEU COMIGO!!!” Responde o adolescente em gritos horripilantes, destorcendo a sua voz por completo, mas sem assustar o garoto resolve contra argumentar.

“Mas diferente de você eu não tive ninguém nesse momento para me salvar...” Responde novamente a entidade, sem chances de Will responder antes, deixando um suspiro pesado no ar, que todos observavam sem respostas com as suas feições mudas.

“Calma, a voz é o que te deu a chance de se salvar, se ela não viesse você já estaria louco e nem existiria mais, a voz fez você lutar e querer sobreviver, nos dando mais tempo, os seus amigos quando inseriram a cura em ti eles destruíram uma parte dela... a forma física... mas não a ... psicológica...” Intervém a garota de cabelos medianos novamente, antes que a situação fique fora do controle para os dois lados.

“Agora você precisa vencer o seu lado psicológico, e só tem um jeito de fazer isso” Continua a garota, tentando finalizar a conversa anteriormente iniciada.

“Não me diga que vou ter que morrer..., ou ...qualquer outra coisa ....pior, eu só quero ter a ...minha ...vida de volta.... o que não tenho a muito tempo” Responde o garoto com medo das próximas palavras que poderiam vir a seguir.

“Você vai ter, mas tem que colaborar, eu vou fazer você sofrer mais um pouco, vou o atordoar, na verdade não eu, a sua voz o segundo Will, você vai se cansar, vai sofrer, vai chorar, e isso vai doer muito, mas você vai ter que aguentar até o final para nos dar o restante do tempo que precisamos” Avisa a garota.

“Vai ter que suportar toda a dor, se por algum motivo você desmaiar ou não suportar, teremos poucas chances de conseguir te salvar novamente” intervém a entidade, que até então já tinha passado por aquilo inúmeras vezes.

“De novo? Quantas vezes vocês fizeram isso?”

“Dez vezes, essa vai ser a decima primeira” Responde os dois ao mesmo tempo.

“Se você falhar, não vai matar somente a si, vai matar a ela, na última tentativa ela se sacrificou para te dar mais tempo” Continua a responder a entidade se lembrando de cada segundo sofrido.

“Se você falhar, a Eleven morre... e você morre... por que se não eu morro, não pode falhar de forma alguma”

“Espero que dê certo, e o que era aquilo que eu estava vendo?”

“É a mulher-gavião, que te acompanha desde a primeira tentativa” Responde Eleven que estava atirada contra o vulto se apoiando em uma parede invisível criada por ela.

“Nesse momento ela está sofrendo de alguma forma, quando você vencer ela irá se lembrar de tudo das suas onze vidas, e ira te acompanhar nessa até a sua morte”


Notas Finais


Comentem o que acharam :).

OBS: PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A MINHA FANFIC SIGA-ME NO TWITTER COM NOTICIAS DIÁRIAS SOBRE A MESMA ---> @HerikcBrecher2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...