História Millennium - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Yu-Gi-Oh!
Tags Magia, Romance, Sobrenatural, Suspense
Exibições 14
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Bishounen, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Crepúsculo


– Estão vivos? – questiona uma mulher de pele parda e longos cabelos loiros, observando com atenção os três homens desacordados no recinto.

– Sim, Paladin. – determina uma outra figura feminina, de joelhos dobrados perante um dos três homens no local. – A Spy os encontrou e os trouxe diretamente para cá.

– Ainda acho um tanto quanto perigoso. – articula a loira, colocando a mão direita sobre a cintura, mantendo seu olhar desconfiado para o trio de homens desacordados. – Mesmo que tenhamos ordens para ajudar qualquer ferido em nossos territórios, eu tenho maus pressentimentos em relação a esses homens.

O local é como uma espécie de tenda indígena. No chão, três jovens homens permanecem sem consciência, refugiados em armações de madeira, folhas e pedras. Da direita para a esquerda, descansam aqui: Arikato Van Hell´s, Rokaro Dragon e Kamikuro Hamuro. Além do trio e da dupla de mulheres, se faz presente neste local uma sexta figura.

– Sage, Paladin, não precisam se preocupar. – declara uma mulher de idade bem avançada, ao fundo da área, assentada com as pernas cruzadas.

Assim como as duas mais jovens, a senhora usa trajes típicos de seu povo: a tribo das lendárias Amazonas. Mantendo seus olhos fechados e o corpo em Posição de Lótus, a mais velha dos presentes prossegue com suas serenas palavras:

– Foi o destino que os trouxe até aqui. Portanto, não há motivos para preocupações.

Sage, por sua vez, usa sua mão direita para tomar para si uma espécie de cajado que estava ao chão até o presente momento. Fechando suas pálpebras e recitando algumas estranhas palavras, a mulher de cabelos azuis vai movimentando seu objeto sobre o corpo dos três homens. Ao mesmo tempo, a senhora ao fundo recita outras palavras, tão estranhas quanto. Na sequência, a anciã ergue suas mãos, fazendo com que misteriosos símbolos mágicos sejam formados ao redor de si mesma.

– A magia xamânica da Sage e da Spellcaster é capaz de curar as feridas físicas e espirituais de qualquer ser vivo... – reflete Paladin, observando com atenção o ritual realizado pelas outras duas mulheres presentes. – Até mesmo eu nunca deixo de me impressionar com suas habilidades...

De repente, tanto Sage quanto Spellcaster se calam – e a senhora abaixa seus braços. Consequentemente, os símbolos convocados pela senhora desaparecem. Segundos depois, um dos três jovens, o do meio, abre seus olhos com certa dificuldade.

– O-onde estou...? – se pergunta Rokaro, tentando reconhecer o lugar, olhando para todos os lados enquanto vai recobrando sua consciência.

De olhos abertos outra vez, Sage, ainda assentada sobre suas próprias pernas, mantem seu olhar fixo em Rokaro. Logo, se pronuncia:

– Vocês estão nos territórios das Amazonas. Foram resgatados por uma de nós e tratados para que se recuperem logo.

Estranhando todas as informações, mais que depressa, Rokaro ergue seu dorso, se colocando assentado na armação de madeira, folhas e pedras que o manteve em repouso até então. Logo, o jovem percebe que o seu amigo Kamikuro permanece inconsciente ao seu lado direito.

– Vocês são Espíritos de Duelo!? – Rokaro, extremamente confuso, alterando seu olhar entre Sage e Paladin. – Este é o Mundo Espiritual!?

– Sim, meu jovem. – pontua a senhora ao fundo, ainda na mesma posição, e de olhos fechados, assustando-o por não ter sido notada pelo mesmo até agora. – Vocês, do outro mundo, chamam os seres deste mundo como Espíritos de Duelo. Se prefere tal classificação, use-a como desejar.

– Vocês são participantes da Guerra Milenar, correto? – indaga Paladin, tornando-se o novo foco de atenção do olhar do jovem. – Como vieram parar neste mundo?

As magias de campo utilizadas durante as batalhas da Guerra Milenar são uma espécie de meio termo entre o mundo dos humanos e o mundo dos Espíritos de Duelo, o local em que ambas as existências conseguem se encontrar. No entanto, são raras as ocasiões em que um consegue atravessar tal limite e invadir o espaço do outro. Raras, mas não impossíveis...

– Sim, somos. – confirma Rokaro, encarando a loira, notando a hostilidade do olhar da mesma, algo que não encontrou nos olhos da outra jovem mulher presente. – Porém, eu não me lembro muito bem o que aconteceu...

Franzindo a testa, abaixando o rosto e levando a mão esquerda para sua cabeça, Rokaro parece se esforçar para refrescar suas últimas memórias antes de acordar neste lugar. Tudo o que consegue adquirir, no entanto, são flashs muito vagos de sua batalha ao lado de Kamikuro contra Kaze. De modo algum, é capaz de lembrar do desfecho da mesma.

– Eu realmente gostaria de me lembrar do que aconteceu... – afirma, abaixando sua mão e voltando a olhar para Paladin. – Mas...

– Não se preocupe. – recomenda Sage, levantando-se e colocando-se ao lado esquerdo da loira. – Vocês podem ficar aqui até se recuperarem por completo. Quando isso acontecer, Spellcaster será responsável por enviá-los de volta ao seu mundo. – e indica a senhora ao fundo com seu olhar.

Novamente, Rokaro olha para a senhora ao fundo, mas instantes depois, joga toda a sua atenção sobre Sage e Paladin outra vez.

– Muito obrigado por nos ajudar. – articula ele. – No entanto, eu gostaria de entender como viemos parar aqui.

– Olha, vocês têm sorte, viu. – se pronuncia Paladin, suspirando de leve. – Esta é uma das áreas mais seguras deste mundo. E mesmo a nossa tribo já foi muito hostil com estrangeiros, mas os tempos mudaram desde que a nova rainha assumiu o trono.

– Caso vocês tivessem caído em uma área mais perigosa, como a área das Harpias ou o Mundo Obscuro... – Sage toma suas palavras, por sua vez. – Ou até mesmo aqui, tempos atrás, não receberiam o mesmo tipo de saudação.

De repente, uma outra mulher adentra o local, vindo da abertura da tenda que está a alguns poucos metros de Rokaro. Caminhando em direção ao grupo, a morena de longos cabelos escuros logo se posiciona entre Sage e Paladin.

– Chain Master...? – Paladin, um tanto quanto surpresa com a aparição de sua companheira.

Olhando por alguns instantes para a loira, mas desviando toda a sua atenção para Rokaro logo em seguida, a morena se pronuncia:

– Nossa rainha deu ordens expressas para que os convidados fossem levados até sua presença assim que despertassem.

– Apenas ele recobrou a consciência. – afirma Sage, lançando seu olhar sobre Rokaro logo em seguida, completando: – Sua Energia Espiritual é mesmo louvável. Conseguir despertar tão rápido, mesmo considerando o tratamento xamânico que recebeu, é de fato bem impressionante...

– Não importa se apenas ele acordou. – declara Chain Master, roubando toda a atenção outra vez, mas mantendo todo o foco do discurso e de seu olhar sobre o jovem do outro mundo. – Apenas um deles já é suficiente. A rainha exige a sua presença imediatamente.

– O que ela quer de tão importante comigo? – indaga Rokaro, em uma mistura de curiosidade e receio.

– Tratar de um assunto estritamente importante. – garante a morena, encarando-o com a mesma firmeza de antes. – Para este e para o outro mundo...

 

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Enquanto isso, em um lugar muito distante dali...

Leona e Krest perante Kazuya – e acima do mesmo, uma aterrorizante e macabra figura: Pumpking, Rei dos Fantasmas.

– Leona, precisamos lutar! – exclama Krest, erguendo seu braço direito ao máximo, segurando uma carta com seus dedos. – Cavaleiro-Gema Mestre Diamante, eu te invoco!!

Uma poderosa luz arde nesta área macabra a partir da carta utilizada por Krest. Então, uma figura humanoide, manejando uma grandiosa espada, se posiciona à frente do seu convocador.

– Aqui estou, mestre! – declama Mestre Diamante, encarando Pumpking.

– Veja, Kazuya! – exclama o usuário do Olho do Milênio, ao longe. – Estou vendo, Kazuya!!

Um tanto quanto perdida com a situação, incapaz de digerir tantas informações novas ao mesmo tempo – afinal, jamais cogitou que seu vizinho e seu companheiro de trabalho estivessem metidos na mesma guerra mágica que ela e seus amigos –, Leona fecha seus olhos, suspirando profundamente.

– Se vocês vacilarem... – se pronuncia Kazuya, entre algumas risadas. – Irão morrer!! Ataque: Turbilhão Espectral!!

Abrindo sua grande boca, a abóbora gigante atira um poderoso feixe de energia negra contra o Cavaleiro-Gema. No entanto, Krest declama:

– Ataque: Espada-Diamante!!

Com um rápido movimento de sua lâmina, o Cavaleiro-Gema dispara um feixe de luz cortante de sua espada. Os dois ataques, então, se encontram neste cenário, causando uma pequena explosão ao se chocarem. É quando Leona ergue seu rosto, reabrindo seus olhos com uma determinação sem igual.

– Eu posso não saber quem realmente sou, nem por qual motivo eu estou vivendo todas essas coisas... – se pronuncia, chamando novamente a atenção tanto de Krest quanto de Kazuya. – Mas de algo eu tenho certeza! – e, com sua mão direita, leva a carta do seu Espírito de Duelo ao alto. – Não estou aqui para ficar parada!

Um forte brilho arde na carta. Determinada, a funcionária do Midlucy Chief declama:

– Anja Cibernética Vrash, eu te invoco!!

O fenômeno de invocação ocorre normalmente. E, através do mesmo, o anjo feminino se apresenta levitando bem acima de Leona.

– Habilidade Oculta, ativar! – a jovem prossegue. – Explosão da Ascensão!

E, para a surpresa de Leona, nada ocorre. Ao mesmo tempo, Kazuya se entrega às gargalhadas.

– Não adianta! – garante ele. – A Habilidade Oculta do Pumpking, Realeza das Trevas, cancela qualquer Habilidade Oculta alheia enquanto permanecemos em um ambiente de energia negativa. – e, continuando a rir, abre seus braços, indicando o terrível lugar em que estão batalhando. – Existe lugar de energia negativa mais pesada do que isto? Existe, Kazuya? – após algumas longas risadas, responde para si mesmo: – Claro que não, Kazuya!

– Não importa! – declama a garota, irritando-se. – Se acha que isso vai me deter, realmente, você não me conhece...

Mais que depressa, Vrash voa diretamente contra Pumpking, impressionando tanto Krest quanto Kazuya com a velocidade do anjo feminino. Logo, após se aproximar o suficiente, Vrash acerta um chute com sua perna direita em Pumpking, atirando-o para longe no ar.

– Um tipo Fada lutando fisicamente!? – reflete Kazuya, um tanto quanto surpreso, mantendo seu olhar em sua própria criatura, voando para longe. – É de se espantar...

Girando no ar após se recuperar do ataque, Pumpking volta a se colocar em direção aos inimigos. No entanto, Vrash, mais uma vez, se aproxima à toda velocidade.

– Ataque, Pumpking: Turbilhão Espectral!! – exige Kazuya.

Forjando o mesmo ataque de antes, a criatura dispara seu turbilhão de energia negativa contra Vrash. Apesar disso, sem cessar seu avanço, a figura angelical dispersa o golpe com apenas um simples movimento de uma de suas quatro mãos.

– Não pode ser... – Krest, ao longe, refletindo bem impressionado. – O golpe que o Mestre Diamante enfrentou de igual para igual foi repelido tão facilmente...?

Em seguida, o funcionário de Midlucy Chief desvia seu olhar para a sua colega de trabalho, posicionada bem ao seu lado direito. É quando o jovem percebe a densa determinação espantada no rosto da mesma.

– Leona... – articula, impactado.

Vrash se aproxima o suficiente de Pumpking. E, então, a sessão de golpes físicos começa. Chutes e pontapés descem sobre a criatura fantasmagórica em uma velocidade tão impressionante que tanto Krest quanto seu Espírito de Duelo são capazes, apenas, de observar.

– Você é mesmo uma tola, Leona. – articula Kazuya, voltando às suas risadas. – Habilidade Passiva, ativar! Ilusões das Trevas!!

As raízes da abóbora fantasmagórica, como tentáculos, envolvem Vrash em meio aos seus golpes físicos, paralisando-a instantaneamente. O olho de Pumpking, então, brilha de modo tão rápido que é quase imperceptível. Sequencialmente, Vrash, aprisionada pela criatura, começa a se remexer e se debater em meio às raízes da criatura inimiga.

– Leona! – Krest chama por sua companheira, vendo a determinação da mesma se desmanchar.

Perdendo sua consciência, Leona vai caindo rumo ao chão, mas o seu companheiro de trabalho a pega nos braços antes que tal coisa aconteça.

– O que você fez com ela!? – se revolta, redirecionando seu olhar para Kazuya enquanto mantem a prima de Silver em seus braços.

– A Habilidade Passiva do Pumpking forja ilusões, como Kazuya já havia dito. – se pronuncia o usuário do Olho do Milênio. – Disse mesmo, Kazuya!! Assim que as raízes de Pumpking entraram em contato com Vrash, tanto ela quanto a mestra dela caíram em um sono profundo de pesadelos sem fim... Kazuya avisou que o circo de horrores ia começar, não avisou?

Novamente, o sujeito começa a gargalhar. Ao mesmo tempo, Pumpking atira Vrash para o chão como um saco de lixo jogado ao entulho.

– Maldito... – articula Krest, exibindo um olhar mortal para Kazuya enquanto coloca a inconsciente Leona ao chão. – Você vai pagar por isso...

– Kazuya acha que você deveria parar de atuar. Está ficando chato, afinal, você se aliou à Valquíria. – articula o outro. – Isso mesmo, Kazuya!!

– Alguém como você não poderia me entender, nem tem o direito de me classificar. – argumenta Krest, voltando à sua posição ereta após colocar sua companheira ao chão. – Por outro lado, não tenho a mínima intenção de perder tempo conversando com sujeitos do seu tipo.

O Cavaleiro-Gema Mestre Diamante executa um impressionante salto, erguendo sua espada luminosa. Ao mesmo tempo, o convocador do Espírito de Duelo em questão declama:

– Ataque: Espada-Diamante!!

Como antes, o Cavaleiro-Gema dispara um feixe de luz cortante de sua lâmina contra Pumpking. Por outro lado...

– Turbilhão Espectral!! – declama Kazuya.

O mesmo golpe de antes é atirado pela criatura de Kazuya. Tal como na primeira vez, os dois golpes se colidem no ar e causam uma pequena explosão no ambiente.

– O Colar do Milênio está completamente vulnerável enquanto Leona permanecer desacordada. – conclui Kazuya, em seus pensamentos, observando a inconsciente garota de costas ao chão, ali ao longe. – Sem tempo a perder, essa batalha tem de acabar agora!!

Um poderoso fluxo de energia negativa começa a envolver Pumpking, chamando a atenção de Krest. Por sua vez, o mestre do Zumbi vai articulando:

– Uma área cheia de espíritos errantes como esta é o palco perfeito para a Habilidade Milenar do Pumpking...

– Habilidade Milenar!? – Krest, um tanto quanto receoso.

– Habilidade Milenar, ativar!! – declama Kazuya, erguendo suas mãos ao alto. – Castelo das Ilusões das Trevas!!

A energia negativa envolvendo Pumpking se dispersa, criando uma nuvem negra acima da criatura. Logo, um segundo ser se forma: uma espécie de castelo flutuante de colossais proporções. Diante da cena, tudo o que Krest é capaz de fazer é arregalar seus olhos.

– Você não deveria estar lutando com Kazuya. Não é mesmo, Kazuya!? – articula o usuário do Olho do Milênio. – Neste momento, o Olho do Milênio está lendo todos os seus pensamentos, todas as suas emoções... Diante do poder desta Relíquia do Milênio, a força do seu Espírito de Duelo é insignificante. E agora...

Kazuya se entrega às gargalhadas outra vez. Krest, por outro lado, articula:

– Diamante, destrua aquele castelo à distância. Não se aproxime dele, poderá ser perigoso.

– Sim, meu senhor! – a criatura acata a ordem, colocando sua mão esquerda sobre o punho de sua espada, reunindo-a com a outra mão.

Direcionando a lâmina contra o grande e obscuro castelo ao longe, o Espírito de Duelo ergue a espada ao máximo, parecendo estar disposto a dar tudo de si em seu ataque.

– Espada-Diamante!! – proclama Krest.

Movimentando a espada de cima para baixo em extrema velocidade, o Espírito de Duelo dispara uma potente rajada cortante de luz, ainda mais rápida e brilhante do que antes. Em instantes, o grande castelo negro recebe o impacto, mas absolutamente nada acontece, para o espanto de Krest.

– Não pode ser... – o funcionário de Midlucy Chief, boquiaberto.

– Você não entende, não é? – indaga Kazuya. – Ao invés de lutar, deveria ajudar ao Kazuya, já que a garota do Colar está desmaiada. Não é, Kazuya? – e ri. – Claro, Kazuya!!

Pumpking parece se preparar para atacar. Kazuya, por sua vez, volta a falar:

– Por acaso, você teria ideia do que a Habilidade Milenar de Pumpking realmente faz...?

Não há resposta. Mesmo assim, o usuário do Olho do Milênio determina:

– O Castelo de Ilusões das Trevas é uma fortaleza indestrutível que receberá todos os golpes contra Pumpking em seu lugar! Além disso, amplia o poder de ataque dele ao máximo!!

Uma grande onda de energia escura, proveniente do Castelo de Ilusões das Trevas, cai sobre Pumpking, demonstrando receber uma grande reserva de poder. Enquanto tal fenômeno acontece, Kazuya ri cada vez mais alto e descontrolado, avisando em seguida:

– Prepare-se, Krest Alexander Adamas Leonhart! Este é o chamado do seu funeral!

 

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Um ambiente completamente sombrio, sem nenhuma luz, sem nenhuma vida, sem nada... Apenas escuridão. Neste lugar, Leona se vê de pé, sozinha, solitária...

– Onde estou? – se indaga a jovem, olhando para todos os lados, tentando encontrar qualquer coisa além de trevas... E fracassa. – Alguém aí? Alguém?

“Você sempre será a luz que me guiará na noite... Sempre será o astro principal de toda a minha vida... Não importa quantas pessoas eu conheça neste mundo, nenhum laço será mais forte do que o meu amor por você...”

Ao ouvir tais palavras ecoando pelo ar, Leona arregala seus olhos. De imediato, eles se enchem de lágrimas, sendo ela incapaz de deter o correr das mesmas por seu rosto. Ao mesmo tempo, aquele nome, o nome que jamais deveria ter esquecido, vem à sua mente. Uma felicidade absurda, algo como nunca antes, toma toda a essência da usuária do Colar do Milênio. E é em meio a tudo isso que a jovem é capaz de proferir:

– Thoma...



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