História Min fortid har bla oyne. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Origem dos Guardiões, Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Elsa, Jack Frost
Tags Elsa, Frost, Jack, Olhos Azuis, Passado, Pretérito, Recordações
Visualizações 111
Palavras 1.415
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO
Capítulo narrado em terceira pessoa por que achei melhor assim, ok? Espero que gostem desse assim como eu gostei muito de escrever <3
Leiam as notas finais.
Tradução:
Bare vennskap, Jack: Apenas amizade, Jack.

Boa leitura <3

Capítulo 4 - Bare vennskap, Jack.


Fanfic / Fanfiction Min fortid har bla oyne. - Capítulo 4 - Bare vennskap, Jack.

“Asas cortadas, eu era algo partido.

Tinha uma voz, mas não conseguia cantar

Você tinha me desgastado

Eu lutei enquanto estava no chão

Tão perdida, havia passado do limite

Tinha uma voz, mas não conseguia falar

Você me segurou

Eu luto para voar agora

 

Mas há um grito lá no fundo que todos tentamos esconder

Nos seguramos tão forte, não dá para negar

Nos come vivos, oh, nos come vivos

Sim, há um grito lá no fundo que todos tentamos esconder.”

Sia- Bird Set Free

 

Elsa se sentia confusa em relação a tudo que estava acontecendo nos últimos dias. Definindo em apenas uma palavra: Jack.  Queria perdoa-lo, queria mesmo. Porém não seria algo tão fácil.

Um dia depois daquilo, pela manhã, ela tomou enfim uma decisão.

– Sarah? – Perguntou, de frente para a mesa da mesa. A morena olhou para a loira por cima de seus óculos e voltou a atenção para a mesma. – Eu preciso de um favor.

– Sim?

°°°

– Eu consegui, espero realmente que esteja certo senhora. – Entregou o papel na mão de Elsa, que logo sorriu parcialmente cansada. Ela não havia dormido muito bem na noite anterior.

– É o que verei. – Disse, se levantando com a chave do carro e a bolsa em mãos.

Procurou confiança até de onde não tinha e ligou o automóvel, dirigindo até seu destino. O tempo parecia estar passando tão rápido quanto a velocidade das batidas de seu coração, num ritmo nervoso e desregulado.

Estacionou e encostou a cabeça no volante, parando alguns segundos para tomar coragem.

– Eu vim até aqui, não vou desistir agora, não mesmo. – Sussurrou com a voz já trêmula, colocando um óculos escuro e soltando o cabelo. Essa vestimenta dava uma aparência de atriz de Hollywood dos anos quarenta ou cinquenta, irreconhecível e com certo humor.

Pegou a bolsa e saiu do carro, travando o mesmo em seguida com o papel em mãos. Andou lentamente até a porta de vidro do apartamento e logo viu o porteiro, parando á frente da mesa do mesmo.

– Eu gostaria de ir até o apartamento 202. – Sorriu amigavelmente, suspirando em seguida.

– Nome? – Pegou o interfone, ligando para o apartamento.

– Sophie Frost. – Mentiu. Precisava para que fosse menos embaraçosa a chegada dela lá.

– Jackson? Tem uma moça aqui dizendo ser uma tal de Sophie Frost, deixo subir? – Disse.

– Oh, sim. Mas... Pergunte para ela qual foi nosso primeiro animal de estimação, para confirmar se é mesmo minha irmã.

– Ele está perguntando qual foi o primeiro animal de estimação.

– Sempre a mesma pergunta, Jack não muda nunca esse “código”. – Sorriu. – Foi Clark Kent, um labrador.

– Ela disse que foi Clark Kent, tipo o Superman. – Riu.

–Deixe-a subir. – Riu fraco, pensando em ver a irmã.

O porteiro desligou o interfone, voltando a atenção para a loira que parecia muito ansiosa.

– Seu irmão te deixou subir, Sophie. – Ela assentiu.

– Para qual lado fica?

– Lado esquerdo, sétimo andar.

Respirou fundo, indo em direção ao elevador. Clicou no número sete e esperou pacientemente – nervosamente – o mesmo parar.

Andou lentamente para fora da grande “caixa metálica” e procurou o apartamento do seu... Amado?

200, 201, 202!

Respirara fundo antes de tocar a campainha, estranhamente aliviada por ele demorar a atender. Teria mais tempo para pensar – e também falar uns bons palavrões no pensamento.

Tirou os óculos e colocou dentro da bolsa, fazendo um coque frouxo em seu longo cabelo platinado.

Jack levantou-se do sofá de couro e olhou para o espelho, vendo suas olheiras, que ficavam mais a mostra por conta de sua pele aproximada ao tom albino. A campainha continuava tocando insistentemente e ele logo fora vencido pelo cansaço. Andou até a porta de madeira clara mais parecendo um zombie e a abriu.

Os dois trocaram olhares e soltaram um longo suspiro.

– Eu posso... Entrar? – Perguntou em um sussurro.

– Ah... Claro. – Disse baixo, dando espaço para a mais baixa entrar.

Ela andou até o sofá e sentou-se, sentindo toda a sua confiança esvair com mais uma troca de olhares. O loiro andou até o sofá da frente da mulher e fez o mesmo, esperando que a loira falasse algo.

– Eu... Eu vim aqui para escutar realmente o que v-você queria me falar, eu sei que fui bem... Bem idiota com você, Jack. – Fez uma pausa, suspirando. – É um direito seu conhece-lo e eu não posso impedir de John de conviver com o pai.

– Me sinto feliz por você ter repensado sobre a sua antes insensata decisão. – Sorriu. – Quando poderei vê-lo?

– Hoje? – Mexeu nas mãos, dando um ar de ansiedade. – Eu preciso conversar com ele primeiro para não ter surpresa, ele é só uma criança.

– Eu acho que você é uma ótima mãe, sempre teve muito jeito com crianças.

Eles sorriram.

– Lembra quando você foi à minha casa depois da escola e a mamãe pediu pra eu cuidar de Sophie e Jamie? Eu senti muita raiva, nunca achei que gostaria de ser pai.

– É claro, você ficou brincando de cavalinho com Jamie enquanto eu tive que cuidar da sua irmãzinha descabelada, suja e...

–Uma verdadeira pestinha loira. – Riram. Era o apelido que Jack havia dado para a irmã.

– Lembro que houve um dia em que Jamie teve uma febre e você correu na velocidade da luz para o hospital, nunca te vi tão preocupado. Nem sabia dirigir e pegou o carro da sua mãe escondido.

– Uma febre? Meu irmão parecia que ia derreter.

– Só estava com trinta e sete graus, dramático.

– Olha quem fala. – Revidou, segurando o riso. – “Jack, tem certeza que é seguro andar de bicicleta? E se eu cair vou relar o joelho, ficar com febre e não vou poder ir ao baile de formatura!” – Imitou uma fala da loira de alguns anos atrás, rindo.

– Você ainda lembra? – Ela perguntou, com uma voz engraçada.

– É claro que sim, nunca vou esquecer que eu que te ensinei á andar de bicicleta, Elsa, você queria usar rodinhas pelo resto da vida!

– Não foram só boas influências, Frost. No dia do baile, eu me embebedei, você também, eu fui para sua casa e nós... Ah, você sabe, nós...

– Nós transamos. – Riu.

Ela corou, retomando a postura ao perceber aonde o assunto havia chegado. Jack se sentia aliviado por ela estar de bem com ele.

– Eu acho que seria melhor que aparecesse lá na hora da janta, ainda são uma e meia da tarde.

Elsa pegou um papel e uma caneta dentro da bolsa, anotando o endereço.

– Obrigado. – Ele sorriu tão abertamente que Elsa até sorriu também.

O silencio reinou e só se ouvia as respirações ansiosas dos dois.

– Eu preciso ir embora, a empresa precisa de mim. – Disse, um pouco sem jeito. Levantou-se rapidamente e andou até a porta, Jack fez o mesmo.

– É... Tchau. – O homem sorriu, com um sorriso maior que o rosto.

– Até. – Ele avançou para abraça-la, porém a beijou.

Elsa contribuiu – obviamente –, mas logo se separou, sem o sorriso de antes.

– Olha Jack, eu lhes perdoo, porém não é como antes. Nós apenas somos pais de John, e possivelmente até amigos um dia. Não... Não me beije para bagunçar meus sentimentos de novo. Seremos apenas amigos, Jack.

A norueguesa o fitou por alguns esperando reação, ele apenas assentiu com tristeza e acenou quando ela virou-se para ir embora.

°°°

– O papai? Eu vou conhecer meu papai? – John perguntou á mãe, com os olhinhos azuis brilhando de felicidade.

– Sim. – Ela confirmou, sorrindo. Logo recebeu um abraço caloroso do pequeno que sorria como nunca antes. – Em torno de vinte minutos Jack chegará, e, por favor, comporte-se bem, okay?

– Sim mamãe. Eu estou tão feliz. – E saiu correndo para procurar o Hulk, para mostrar ao pai. Sentia-se ansioso.

Minutos se passaram, e a mesa estava posta. Elsa e o filho assistiam á um desenho na televisão da sala enquanto esperavam o homem.

A campainha tocou e Mary foi atender a porta. Os dois que antes estavam no sofá se levantaram, a loira segurou a mão do filho e pediu para ele esperar.

– Eu posso entrar?

– Claro, Elsa está a sua espera. – Sorriu amigavelmente.

Ele andou para dentro da casa e olhou para todos os lados, procurando a mulher e seu filho.

– Estamos aqui, Jack. – Ela falou, soltando a mão de John.

O loiro olhou para os dois e sorriu.

– Então esse é John? – Disse, quase que avisando para si mesmo. – Meu filho.

Ela olhou para o pequeno vendo-o sorrir.

– Vá lá meu amor, abrace seu pai.

E foi isso que ele fez. Correu e pulou para os braços do pai, que sorria de felicidade. 


Notas Finais


OWWT
Estão vendo? A El não iria ficar tão casca grossa como no capítulo passado.
Vão ter mais flashbacks da estória deles no passado, eram tão adoráveis.
Desde que pensei nessa fanfic, determinei que teriam apenas dez capítulos, e é assim que vai ser.
Ainda vai ter muuuita coisa pela frente, muita mesmo.
A El enganou o porteiro KKKKKKK
Mesmo depois de tanto tempo ela ainda cora, BOM SINAL.

Obrigada por ler <3


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