História Min fortid har bla oyne. - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Origem dos Guardiões, Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Elsa, Jack Frost
Tags Elsa, Frost, Jack, Olhos Azuis, Passado, Pretérito, Recordações
Exibições 82
Palavras 1.540
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HELLO
:D
Capítulo novo, snowflakes :3
Tradução:
Hele sannheten- Toda verdade.

Boa leitura <3

Capítulo 5 - Hele sannheten.


Fanfic / Fanfiction Min fortid har bla oyne. - Capítulo 5 - Hele sannheten.

“Amar pode curar

Amar pode remendar sua alma

E é a única coisa que eu sei

Eu juro que fica mais fácil

Lembre-se disso em cada pedaço seu

E é a única coisa que levamos conosco quando morremos.”

Ed Sheeran- Photograph.

 

– Não é tão fácil e rápido assim, sua pena é de cinquenta anos na cadeia por crimes hediondos, Dimitri. – O advogado falou, utilizando de sua paciência extrema para convencer o cliente.

– Olhe aqui seu filho da... – O grisalho parou de falar, vendo que os guardas o observavam com reprovação. – Você é meu advogado, e eu te pago para isso!

– Sinto muito senhor Frost, mas aqui o senhor não tem poder nenhum como tinha lá fora. Os Snow estão mortos e isso lhe trancafiou, além de seus crimes de assassinato em massa, tráfico ilegal de...

– Já entendi Schütler. – Sussurrou com raiva o sobrenome do ruivo. – Se tu não der um jeito, eu vou ter que dar meus pulos e você vai ser o primeiro da minha lista. – Socou a mesa, se levantando. Os policiais o pegaram pelo braço e o levaram de volta para a solitária.

Point of View Elsa

O jantar fora bem animado e a comida estava deliciosa. Por mais que eu me sentisse meio desconfortável às vezes com a presença do pai do meu filho, o sorriso de John me alegrava imediatamente.

Depois que terminamos de comer, eu, ele e Jack fomos brincar. Sim, brincar. Tirei meus sapatos e todos nós três fomos correr pela casa, recebendo algumas reprovações de Mary, que ria.

Passamos horas ali, a casa estava alegre como nunca fora.

Olhei o relógio e vi que passava das dez. Eu percebi que John estava com sono. Jack fazia cócegas no pequeno, mas ria tanto quanto o mesmo, muito. Eu os observava, e ás vezes entrava na brincadeira.

– Sinto muito crianças, – sorri também me referindo á Jack – mas John tem que dormir, tem natação amanhã de manhã.

– O mãe! – Resmungou, ainda rindo com o rosto todo vermelho. O adulto se levantou, fazendo uma reverência de soldado, em sincronização com meu filho, rubro como um tomate.

– Sim senhora. – Sorriu, dando um abraço em John.

– Papai, fica até eu dormir. – O loiro adulto olhou para mim como se pedisse autorização e eu assenti.

°°°

Terminei de colocar o lençol de cobrir o meu filho, que estava bem cheiroso e pronto para dormir. Alguém bateu na porta e logo a abriu, com o sorriso maior que o rosto.

Andou até o outro lado da cama, sentando-se lá e observando o rosto de John que após uns minutos adormeceu.

– Ele é tão parecido comigo. – Sorriu, sussurrando com cuidado para não acordar a criança.

– Tão lindo quanto. – Disse.

Logo me repreendi mentalmente por ter dito isso. Um sorriso formou-se ainda mais – se é que isso é possível – e ele olhou diretamente para mim.

– Ahn... Obrigado Elsa, mas ele realmente puxou a beleza da mãe. – Riu, e eu senti minhas bochechas esquentarem. – Desculpe, não queria te deixar envergonhada.

– Não, tá tudo bem... Só... Vamos conversar em outro cômodo. – Eu disse com um sorriso inevitável, me levantando e dando um beijo na testa do menino antes de desligar o abajur. Jack fez o mesmo e me seguiu.

Eu tinha muitas perguntas e iria aproveitar que estávamos bem para questioná-lo. Tudo estava indo rápido demais e eu não sabia como processar tudo mentalmente.

Eu queria saber, principalmente, por que ele me deixara sozinha com um bebê na barriga, o filho dele. Por que ele voltou e o que aconteceu na vida do mesmo após tudo.

Por mais que eu já o tenha perdoado, ainda precisava saber dessas questões. Todas essas perguntas martelam na minha mente, e por mais que eu quisesse seguir em frente, preciso de respostas.

Desço as escadas e vejo que não havia ninguém transitando pela casa, Mary e Camilla já haviam ido embora. Sento-me no sofá e me escoro, suspirando em seguida.

– Eu tenho algumas perguntas para você, sente-se. – Eu disse, tentando formular falas na minha mente.

– Fale. – Ele assim o fez, prensando as mãos.

Eu. Preciso. Saber.

– Por que me deixou? – Fui direta com a pergunta. Jack olhou para mim com milhares de emoções passando-se em seus olhos azuis e os fechou, balançando a cabeça e passando as mãos em seus cabelos. Olhou-me novamente.

– Foi para sua segurança, eu juro.

– Segurança de quê? Diga-me. Eu juro que vou te escutar.

Point Of View Jack

Eu sabia que esse momento da verdade chegaria.

– Dois dias depois do baile eu fiquei sozinho em casa novamente, porém você havia ido comemorar o aniversário da sua mãe e não poderia ir para minha casa. Nós havíamos terminado a escola e eu não tinha nada para fazer em casa. Um telefone tocou e vinha do escritório do meu pai, eu fui atender.

 

Entro no escritório e ligo as luzes, indo atender ao telefone que já me estressava pelo barulho.

– Alô? – Eu falei.

– Dimitri, a carga chegou, está na fronteira com o Canadá, em Michigan, você sabe o local exato. Venha para cá o mais rápido possível.

Desliguei antes de ele falar mais algo e ignorei.

 

– Dias se passaram e eu comecei uma pequena investigação no escritório toda vez que meu pai saia. Um dia achei um documento assinado por ele ilegal, que alegava o transporte de drogas e medicamentos não testados em laboratório. Fiz uma Xerox desse documento e tirei fotos, porém ele chegou antes que eu saísse de lá.

 

Salvei as fotos e abri a gaveta para devolver esse documente maldito. Assustei-me ao ouvir a porta ranger, e me escondi debaixo da mesa. Puta merda, meu celular. Eu estou com a Xerox, mas e as fotos oficiais?

Passos foram ouvidos e um som de questionamento, engoli a seco.

– Alguém veio aqui. – Escuta-se um longo suspiro de meu pai. – Espere um pouco, esse é o celular de Jack?

Pronto, agora fodeu.

Alguns segundos se passam e a porta é aberta novamente, ele saiu.

– Jack? Jack, cadê você? – Gritou rude do lado de fora, com muita raiva.

Olhei para a janela e era bem alto. Dá pra pular Jack, coragem.

 

– Então foi por isso que você na minha casa com dor nas costas e mentiu, dizendo ter sido do jogo.

Respirei fundo, confirmando.

– Continuando... Seu pai era policial, então eu logo falei com ele.

 

– Tem certeza do que fala Jackson? – Perguntou Hendrik, incerto. Ah, qual é!

– Olha... Eu sei que não gosta nem um pouco de mim. Nem um pouco mesmo. Mas eu tenho como provar o que falo. – Entreguei o papel e o meu sogro leu com atenção.

– É uma afirmação séria.

– O que pode fazer a respeito disso?

– Tirando ainda querer socar sua cara mais do que já fiz por ti ter engravidado minha filha... Vou falar com o delegado.

 

– Ele conseguiu que investigassem. Conseguiram mais provas ainda e estavam prontos para prendê-lo, mas Dimitri descobriu que eu ajudei não sei como até hoje. O que você não sabia, é que foi usada como ameaça.

 

– Seria uma pena se o rostinho lindo da sua garota fosse todo cortado, não?

– O que diz com isso? – Eu disse com raiva, cerrando os punhos. Eu jamais deixaria ele fazer algo com Elsa, não mesmo.

– O que digo com isso, filho traidor? Eu descobri que você está ajudando a polícia á me prender. – Infeliz.

– Eu...

– Olha aqui, olhe bem para meus olhos. Se você me entregar para a polícia, como eu sei que você vai fazer assim que sair de casa, pode esquecer Elsa, eu faço questão de mata-la pessoalmente. – Dito isso, eu me senti totalmente sem saída. Aquela norueguesa é o amor da minha vida, e ainda tem nosso filho que vai nascer. Preciso protegê-los.

 

– Por isso que nós fomos morar numa casa afastada da capital, onde você ficaria em segurança, assim como John.

Ela arregalou os olhos azuis, e olhou para os lados, pensativa.

– Depois de meses, eu tive que voltar, a poeira já havia abaixado e você estava segura, eu iria entregar meu pai á polícia. Mas já havia perdido a confiança dos mesmos, e tive que arranjar provas novas, e novos flagrantes foram feitos.

– Ele matou meu pai.

– Eu sinto muito, mas... Seu pai foi um herói Elsa. – Eu falei.

 

Uma bala se dirigiu a mim, mas eu não fui atingido, mantendo meus olhos fechados.

Abri meus olhos e vi Hendrik no chão, enquanto outros policiais iam atrás do carro que Dimitri estava.

Ajoelhei-me e coloquei a mão em cima do ferimento, olhando para meu sogro.

– Obrigado, Hendrik.

– Prenda-o e volte para minha filha, para meu neto. Não vou sobreviver.

– Não diga isso.

– Cuide da minha família Jackson.

 

– Após isso, meu pai ficou foragido por um ano e meio. Eu não me aproximei de você para ele não saber sua localização, e mesmo assim sempre estava em alerta. Um fazendeiro, meu amigo e vizinho seu, dizia tudo que acontecia com você, isso inclui o nascimento de nosso filho. Após alguns meses, eu consegui reunir provas e também a localização do meu pai, ele fora preso numa mansão pouco longe da capital. Procurei por você, mas não a achei, o fazendeiro disse que você havia viajado. E bem... Só lhe encontrei agora.

Elsa avançou para perto de mim e me deu um abraço caloroso. 


Notas Finais


EITA
AGORA VOCÊS SABEM TUDO O QUE ACONTECEU
Gostaram? Espero que sim :)
Esse Dimitri vai dar trabalho.
AVISO: Próxima semana vou ter provas, então demorarei a postar.

Obrigada por ler <3


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