História Minato - De pai para filho - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki
Tags Romance Revelações
Exibições 35
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Eu amo o personagem Minato e sou shipper forever de MinaKushi ~♡ Aqui vou escrever os sentimentos do Minato e a relação com seu filho Naruto e mais algumas surpresas :D acompanhem a história e vejam o que acham.

Capítulo 1 - Você é capaz


Fanfic / Fanfiction Minato - De pai para filho - Capítulo 1 - Você é capaz

~♡Minato ON♡~

Kushina estava na sala dê parto para ganhar nosso bebê. Porém, a situação era pior do que imaginava.

9h antes...

- Adoro flores querido, muito o-obrigada.

- Eu sabia que gostaria delas meu amor - Disse tirando as flores do buquê ajeitando sobre o vazo por cima do vão da janela, onde a luz do sol batia juntamente com a brisa.

- Apesar de saber que elas têm um ciclo: embelezam, murcham e morrem.

Surpreso com aquilo que a mesma dizia, virei preocupado para seu lado segurando suas mãos.

- Não foi minha intenção amor! É só pra manter o seu quarto bonito!

- Tudo bem querido eu te amo tanto.

- Eu também te amo muito.

- Ai... Estou com tanta dor.

- Vou chamar a enfermeira.

- N-não querido, fique aqui comigo, por favor...

- Tá... To aqui com você!

Segurei suavemente suas mãos acariciando enquanto Kushina apertava as minhas ficando extremamente nervosa.

- Não aguento mais...
Dattebane...!

Minha esposa se queixava de dor e os enfermeiros em equipe resolveram à levar para outra sala, na qual ganharia nosso bebê. Não pude entrar junto, era somente Kushina e a equipe médica.

***

Já fazia umas nove horas que estávamos no hospital, tentei tomar alguma coisa quente para aquecer o corpo mas só o que encontrava era corredores lotado de gente esperando o atendimento. Meus nervos estavam irritáveis, consequência da minha inquietude e lógico, tristeza. Voltava à porta onde minha mulher estava, podia ouvir os gritos da Kushina e logo não ouvi mais nada por alguns minutos, apenas choro dê neném, naquela pequena abertura de vidro, via minha mulher segurando nosso filho, ela sorria alegremente enquanto ainda estava deitada.

- Entre pai, sua família te aguarda!

Caíram lágrimas no meu rosto e ao olhar minha família me aproximava.

O choro do nosso filho invadiu o quarto, Kushina balançou levemente à criança que parou de chorar. Enxuguava os olhos e sentava ao seu lado, ela disse para o bebê, que à encarava com bolotas azuis sem ao menos desviar o olhar:

- Olha o papai filho...

Quando meu filho me encarou, chorou manhoso.

- Segure-o querido.

- S-será?

- Claro meu bem, vamos segure-o!

Não sabia como segurar um bebê tão pequeno, a Kushina com amor me deu orientação e logo nosso filho acalmava em meu colo.

- Viu só? Tão facilmente conseguiu- cof cof...

"Oh não!".

- Por favor alguém!!

- Pai precisamos que você se retire, agora.

Pegaram meu filho dos meus braços, extressado afastei a enfermeira de mim segurando as mãos da minha mulher, falando com a voz fraca:

- Eu só quero que você entenda que estarei aqui para sempre querido. Por mais que as coisas compliquem... Vou estar por perto, prometo.

- Amor, não diga essas coisas, você ficará bem eu prometo!

Levantei com tudo derrubando as coisas.

- Salvem a minha mulher-

Foi preciso seguranças me levarem para fora do quarto três deles.

- Solte-me!
Tenho que ficar ao lado dela!

- Isso é impossível, se acalme!

Sentia meus braços livres e a porta ficou trancada novamente, com um segurança fiscalizando.

- Droga... Não deixem ela morrer...

Naquele banco de espera fiquei por mais volta de uma hora com a cabeça baixa.

- Minato Uzumaki?

- Sou eu! - Levantava o olhando.

- Venha até mim.

Não entendia direito, mas o segui, nossos passos eram lentos e os corredores largos, as enfermeiras encaravam, tentei não demonstrar a preocupação, embora o fato dê me olharem dessa maneira me deixou realmente preocupado.

- Aqui pai, o seu filho.

Apontou o dedo na sala de bebês ele era o único menino galego, sorria de felicidade e orgulho da Kushina.

- Pai,
Seu filho vai precisar muito de você...

Emocionado focava no meu filho.

- Siga-me novamente por gentileza.

Então o segui, dois seguranças veio atrás junto e minutos depois o corredor onde estávamos era frio, só significava o ar condicionado ligado no máximo. A pouco, estranhava o local encontrado vazio e perguntava;

- Onde estamos doutor?

- Por cerca de meia hora foi feito um exame médico, autópsia-

- Minha mulher...

O médico suspirava fundo desviando o olhar.

- Sua mulher não sobreviveu, senhor Uzumaki.

Sentia a alegria dentro do meu ser desaparecer, tudo escureceu, fiquei muito preocupado mas não tinha outra alternativa. Teve o parto, meu filho nasceu e minha esposa não conseguiu, á perdi...

- Sentimos muito senhor.

- Onde ela está?

- Fique a vontade...

Um aparelho do lado de fora da porta continha números, o doutor digitou alguns, deveria ser a senha e logo a porta abriu-se, minha esposa estava em uma cama simples coberta com um lençol branco, pude notar que era ela, pois seus fios vemelhos estava sobrecaído, os fios de cabelo que eu tanto adorava a mulher que eu amava estava morta eu não podia acreditar-

- Não!

Meus olhos doem, doem tanto como se enfiassem uma faca perpendicularmente arrancando a retina de ambos. Doem como se fossem ferida aberta sangrando, era inevitável não expôr minha loucura agora.

- Não! Amor, não me deixa, por favor! Não não não não...

Dói cada lágrimas que escorria, lágrimas amargas como ácido que corrói minha face.
Retirava o lençol coberto sobre ela, seu corpo era pálido e muito gelado, lhe dava um selinho e sua boca que antes era vermelha como a cereja, estaria sem cor, seus cabelos que antes tinham tons vermelhos castanhos agora estaria desbotado.

***

1h depois...

- Senhor Uzumaki, meus pezames mas precisamos ajeitar o corpo para o velório de mais tarde, neste caso o senhor tem que se retirar agora.

Lamentava a perda por cima do corpo da Kushina, toda angústia e sofrimento ficaria ali naquele quarto, saí do necrotério do hospital para o banheiro, onde lavei as mãos e o rosto, demorei um pouco e as forças surgiram quando dei conta do meu filho.

"Papai já ta indo te buscar".

- Arrumamos as coisas do bebê para você papai! - Uma das enfermeiras disse.

- Obrigado - Respondi agradecido.

*Ao som de Dying in the sun - The Cranberries*

"Do you remember the things we used to say...?"
Tradução:
"Você se lembra das coisas que costumávamos dizer...?"

Segurei meu filho no colo todo embrulhado pelas enfermeiras e a sua bolsa nas minhas costas. Fui à caminho de casa, ainda com as lágrimas escorrendo.
Pegando a trilha da floresta, onde eu e a Kushina costumávamos nos encontrar. Tudo estava como esperado, menos minha esposa ao meu lado, quando pensei que choraria meu filho soltou um leve choro.

- Chu...chuchu... Filho o papai ta aqui, não tem do que se preocupar.

"Naruto Uzumaki... Fruto do nosso amor, Kushina."

***

Naquela noite.

Me abraçaram bem apertado, um gesto desesperado de conforto para minha dor. As crianças dê conhecidos corriam por volta do quintal, enquanto comiam fatias de bolo.

- Não corra, você vai cair! - Mikoto, à amiga da minha esposa, gritou tentando impedir seu filho de continuar a correr.

- Sinto muito de coração!

Nem consegui observar quem era, apenas me abraçava e se afastava em seguida, pegando também uma fatia de bolo.

- A assistência médica durante o parto deveria ter garantido a prevenção de possíveis complicações e mesmo assim a Kushina morreu...

- Coitadinho do bebê, vai nascer sem mãe!

O que eu mais tenho ouvido durante o velório inteiro.
Continuei onde estava mesmo e o padre proferiu suas palavras generosas. Por fim o velório terminou, meus grandes amigos vieram e o máximo que conversamos foi sobre a perda da Kushina, fala sério eu estava cansado de ouvir somente isso por hoje, desejei voltar pra casa com meu filho imediatamente.

***

- Bom... Naruto somos só eu e você!

Naruto resmungava baixinho.

- Oh filho, não faça isso, papai ta aqui.

Balançava o berço para a esquerda e direita, o sino como chaveiro balançou junto tocando.

- Ei filhão, amanhã é o seu batizo e seu padrinho com a mãe escolheram seu nome; Naruto!
Gostou?

Naruto pegava no sono lentamente, assim, lhe dava um beijo na sua pequenina testa.

- Tudo bem meu filho, durma bem.

Algumas horas depois, Naruto chorava sem parar.

- Filho... Não chore, aqui está a mamadeira.

Naruto abocanhou a mesma tomando todo leite morno, arrotando após e logo chorou de novo.

- Isso acontece filho - Falei acalmando o bebê alisando as costas.

- Dormiu? Sim... Ufa!

Aproveitei o tempo livre para ler alguns livros;

Como ser um bom pai -
Aprendendo a ser papai -
Tal pai tal filho.

***

- É hoje Naruto!

O deixei no carrinho e fomos até a igreja, tinha alguns pais com as mães e os bebês recém nascido aguardando a espera de benzer a criança. "Provavelmente sou o único pai aqui só!".
Avistei à amiga da Kushina que logo veio ao meu encontro.

- Olá Minato... Como você e o bebê estão?

- Estamos bem, muito gentileza a sua.

- Que ótimo! Outro dia ouvi seu bebê chorar muito, saiba que se precisar eu moro aqui na rua vizinha, posso ajudar sempre ta! - Mikoto era uma das únicas Uchihas muito gentil e eu não sei como mas, me senti muito feliz.

- Obrigado! - Retribui o sorriso.

- Vamos é a nossa vez.

- C-claro vamos.

Eramos os últimos a ser atendidos e o padre segurou o pequeno bebê da Mikoto o benzeno com o nome escolhido pela família de Sasuke.
Logo em seguida foi o meu filho, o padre benzeu com o nome escolhido, Naruto. Orou por nossos filhos.

- Prontinho, que Deus abençoe essas crianças...

- Arigato senhor! - Falamos juntos e saímos da igreja nos despedindo.

- Sinto que nossos filhos serão grandes amigos!

- Verdade, com a mesma idade é possível.

- É...

- Algum problema Mikoto - perguntei pois sua expressão teria uma profundidade de tristeza.

- Bem, é que eu amava a Kushina e... Olhar vocês dois, me deixa comovida.
Minato!

A olhava seriamente surpreso.

- Estou aqui para o que precisar, por favor conte comigo!

- Obrigada novamente Mikoto, Kushina te elogiava por demais. Aliás, eu arrumei uma babá para olhar o Naruto enquanto trabalho.

Senti um toque de leveza em seu olhar e nos meus um alívio.

- Esta certo, se cuidem!

Acenavamos com tchau.

- Viu filhão, sozinho você não ficará, agora vamos para casa que a babá vai chegar logo.

***

Estou sofrendo, sim... Estou, mesmo que não aparente para os demais, cada manhã que acordo, antes mesmo de lavar o rosto, penso na Kushina, eu à amo tanto tanto e o que mais dói é perceber que ao amanhecer do dia, não irei vê-la fazendo um café da manhã, não iremos dar juntos um bom dia para nosso filho. Na varanda me peguei chorando novamente olhando o sol que nasceu com Naruto deitado no carrinho ao meu lado.


Notas Finais


Adoraria opiniões ~obrigada por ler.♡


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