História Mind Control (YoonSeok) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Angst, Drama, Fluffy, Hoseok Bottom, Jikook, Lemon, Namjin, Sobrenatural, Sope, Vkook, Vkookmin, Vmin, Vminkook, Yoongi Top, Yoonseok
Visualizações 35
Palavras 573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ah, uma pequena dica pro6.
Cada cap "???" é como se fosse uma dimensão paralela, mas que se "estende" fisicamente dentro do lugar onde se passa, e apenas nele (laboratório).
E eles sempre vão ser narrados pela mesma pessoa, prestem muita atenção.
É isso, então...
LET'S GO!
AH, E EU AMO VOCÊS, 35 PESSOAS AQUI.
TOMARA QUE VOCÊS ACHEM UNS 50 REAIS NO CHÃO <3

Capítulo 7 - Chapter ???


**????????? On**


De longe eu encarava aquela senhora, que estava parada diante do corpo da jovem que era sustentada por fios e aparelhos, embora eu já tivesse dito que a menina não precisava daquilo, a eutanásia estava livre. 

Que de fato não é bem uma eutanásia, a garota está viva por aí.

Ou melhor, viva até demais.

Dasom a mantinha ali, suportava a ideia de que apenas o corpo de sua filha era imperfeito.

Então permitiu a mesma de viver sem um corpo.

A Senhora, que era cega, é como uma mãe pra mim. Ela fez com sua filha a mesma coisa que fez comigo. Lhe deu a liberdade de não precisar de um corpo, em meio a todos aqueles fios e ambiente laboratorial.

Observei a Senhora se virar. Ela sabia que eu estava ali, e eu sabia que ela sabia disso. E nós sabíamos de alguém mais no lugar. 

- Não podemos demorar. - a ouvi se pronunciar. 

- De jeito algum, milady. - esperei um pouco. - Você ainda pretende continuar conforme o plano? 

- O plano Gamma continua a partir do momento em que estamos aqui. E lhe dou liberdade para fazer o que desejar com ele. 

- Total? 

- Total e absoluta.

- Não te decepcionarei, milady. 

Um clarão se fez presente, e como de costume, Dasom sumiu do lugar. 

Ouvia passos.

- Sabia que você estava aqui. Não tem nada para fazer, não?

- Cale a boca.

- Me obrigue.

- Não sou obrigado.

- Ui, olha ele. - riu, caminhando até o vidro onde o corpo estava ligado as máquinas. 

Seu corpo.

- Vocês dois e essa história de plano Gamma, quando vocês pretendem parar? Já passou da hora da minha mãe se internar na ala psiquiátrica. - disse, quebrando o silêncio.

- Não fale assim de Dasom.

- Você que a vê como uma deusa.

- Ela apenas está acertando contas.

- Acertando contas? - a mais nova me olhou. - Você chama isso de acertar contas?

- Eu chamo. 

- Ela enfeitiçou você.

- Não entendo sua cisma de ir contra ela. Ela só purificou sua existência.

- Você a segue cegamente apenas por que ela lhe deu a vida novamente?

- Exato, eu lhe devo a minha vida.

- Besteira. - revirou os olhos. - Eu acho exagero matá-lo...

- Eu não disse que ia fazer isso. - dei de ombros.

Ela abriu um sorriso macabro. Credo.

- Vamos apostar algo? 

- O quê, exatamente? - correspondi o sorriso.

- A vida. Se você conseguir cumprir o plano Gamma, você ganha. Se eu conseguir protegê-lo e interromper o plano, eu ganho. 

- E qual os prêmios? - fingi pensar, aquilo ia ser fácil. 

- Se você ganhar, está feito, ele estará morto mesmo. Eu lhe cedo parte das minhas capacidades, você sabe que Dasom nos "criou" de maneira diferente. - propõe. 

- Interessante. 

- Mas se eu ganhar, você larga Dasom, eu a interno, e a outra ainda tem de ser solta.

- Vai ser fácil.

- Não me subestime. 

- Eu tenho a Senhora ao meu lado.

- Grande merda. Isso é apenas uma lavagem cerebral. - replicou. 

- Quem lhe garante? 

- Eu. Ela te faz de cobaia de magia, só um pequeno avisinho sobre a minha mãe.

- Magia? Tch, isso não existe.

- Você quem pensa. Já ouviu falar sobre... Lilith?

- Quem? 

- Veremos... - e a jovem desapareceu novamente, o típico cheiro de orquídeas e álcool gel do laboratório antigo.

- A área da genética do laboratório é bem interessante até... - encarei o corpo ligado aos aparelhos novamente. 

***

**????????? Off**


Continua... 


Notas Finais


Eu amo escrever esses capítulos...
Outra dica: não necessariamente eles seguem o tempo espaço natural da fic...
MWAHAHAHAHAHAH
Até breve ♚


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