História Mine - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Candice Swanepoel, Maxwell Andrade, Thiago Silva, Zlatan Ibrahimovic
Personagens Candice Swanepoel, Zlatan Ibrahimović
Exibições 274
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capitulo já nos tempos atuais!
Boa Leitura!

Capítulo 12 - Capitulo 12


Fanfic / Fanfiction Mine - Capítulo 12 - Capitulo 12

Foi maravilhoso passar alguns dias na ilha Davenso, lá é incrivelmente tranquilo. Aproveitamos os poucos dias para pescar, tomar um pouquinho de sol e fizemos muito sexo. Mais como tudo o que é bom dura pouco, Zlatan tinha que se juntar aos companheiros de seleção para o ultimo compromisso com a seleção sueca e eu tinha que dar um pulo no Brasil para ficar com minha família.

- Joana, esse é o quinto quindim que você come. – minha mãe me alerta.

- O que eu posso fazer se eu sinto falta da comida brasileira?

Aquilo estava delicioso, na realidade tudo estava delicioso. Minha mãe quer controlar minha comida mais faz moqueca de camarão para o almoço e quindim para a sobremesa.

- Você comeu dois pratos, enormes, de moqueca e ainda está comendo essa quantidade toda de quindim... vai acabar passando mal. – ela fala.

- Nem me fale... esses dias eu andei passando mal e no voo também. – comento.

- Passando mal como? – ela pergunta.

- Eu comia uma coisa com muita vontade, só que minutos depois meu estomago revirava. No avião tinha uma mulher com um perfume terrível... juro que quase vomitei umas três vezes. – digo e faço careta.

Só de lembrar meu estomago revira.

- E desde quando você está assim? – ela pergunta curiosa.

- Sei lá mãe... com toda essa agonia da mudança de Zlatan eu não me lembro. – digo e enfio mais um pedaço de quindim na boca.

- Você sabe o que isso significa não é? – ela pergunta.

- Não. – digo com a boca cheia.

Na verdade eu nem entendi ao que ela se referia, estava entorpecida pelo sabor da iguaria.

- Você está gravida. – ela diz.

Eu me engasgo na hora e sou acudida por ela, que levanta os meus braços e bate nas minhas costas.

- Como assim gravida? – pergunto em meio a tosse.

Minha mãe vem para minha frente.

- Como fica gravida? – ela pergunta.

Reviro os olhos.

- Não é a isso que eu me refiro... não pode ser... eu sempre me cuidei. – digo não acreditando nessa possibilidade.

- Você está sofrendo com mal estar, está sentindo uma fome louca, fica enjoada com cheiros... isso, com toda certeza é gravidez. – ela diz.

Ai meu Deus!

Não pode ser. Não agora.

- Quer ter certeza? – ela pergunta.

Eu estava atônica demais para responder.

- Eu vou comprar um teste de gravidez. – ela avisa.

Eu não estava conseguindo fazer mais nada. Fiquei paralisada ali, na varanda de casa, pensando na possibilidade de minha mãe está certa.

Não sei quanto tempo fiquei ali, só sei que foi o suficiente para minha mãe ir a farmácia e comprar o bendito teste.

- Vai lá fazer xixi. – ela fala me entregando a sacolinha.

Eu só conseguia olhar para ela. Ela solta o ar pela boca e segura meu braço.

- Vamos lá, eu te levo... apesar que na hora de fazer o bebe você não precisou de ajuda nenhuma. – ela diz.

Se a situação não fosse tão séria eu juro que iria ri.

- Vai dar negativo. – digo tentando me convencer.

Ela ri.

Entro no banheiro e olho para os dois testes na minha mão.

- Vamos lá... eu vou fazer vocês e vocês vão colaborar com a mamãe aqui... não, mamãe não. Vocês vão colaborar comigo.

Só porque eu estava precisando fazer xixi, eu estava sem vontade. Fiquei uns cinco minutos tentando até finalmente conseguir. Espero os três minutos do resultado mais me falta coragem para olhar o que havia dado, então eu chamo minha mãe. Ela vem rapidamente.

- Iai? Vou ser avó? – ela pergunta.

- Olha você, eu não tenho coragem. – digo.

Ela revira os olhos e olha os dois testes.

- Teremos um bebê em breve! – ela diz animada.

Bato a mão na testa. Que merda.

- Onde está a sua felicidade? – ela pergunta.

- Isso está errado, eu tenho certeza. – digo me desesperando.

- Não estou entendendo essa sua reação... vamos conversar. – ela diz me puxando para fora do banheiro e me arrastando para a sala.

Nos sentamos frente a frente.

- Por que você não quer estar gravida? – ela pergunta.

- Mãe... esse assunto nunca esteve em discussão entre mim e Zlatan... ele já tem Vin e Max e eles vivem tanto com a gente que... – ela me interrompe.

- Você pode gostar deles, mais eles não são seus. – ela fala.

Solto o ar pela boca.

- Essa é uma péssima hora para engravidar... Zlatan está de mudança para a Inglaterra e... e eu não sei se sou capaz de lidar com tudo isso. – desabafo.

Minha mãe fica me encarando e sorri.

- Você sabe lidar com isso, todas as mulheres sabem. Nós nascemos para isso e mesmo aquelas que dizem não querer, sabem lidar com a maternidade. – minha mãe diz.

Solto o ar pela boca e olho para o lado.

- Ele tem dois filhos, tenho certeza que irá adorar receber mais uma criança em sua vida. – ela fala.

Esse é o problema, eu não tenho essa certeza. Eu e Zlatan nunca conversamos sobre filhos, nunca cogitamos ter filhos e logo agora que ele vai mudar de país eu descubro isso.

- Eu vou dar uma volta. – digo me levantando.

- Esfrie a cabeça e se acostume com a ideia. – ela diz.

Saio de casa e vou caminhar na praia. Ando um pouco e me sento na areia. Fico observando a beleza de Trancoso e meus pensamentos vão para o sueco.

Olho para minha barriga coberta pela camiseta e suspiro.

- Será que essa é a hora certa? – pergunto a minha barriga.

- Deus sempre sabe o que faz... se ele mandou esse bebê agora é porque é a hora certa. – meu pai responde.

Olho para o lado e encontro ele de pé.

- Não tinha te visto... – digo.

Ele também se senta na areia e me abraça de lado.

- Quando você surgiu na nossa vida, nós não estávamos vivendo um bom momento... brigávamos, não tínhamos dinheiro, eu estava desempregado e... um bebê naquele momento parecia só piorar as coisas. – ele começa.

Fico olhando para ele enquanto ele encara o mar.

- Sabe quando uma coisa muda tudo? Pois foi isso que aconteceu. Eu tomei um sopro de vida e as coisas pareciam estar entrando nos trilhos e como se isso tudo já não fosse bom o suficiente, no dia em que você nasceu eu fiquei sabendo que tinha acertado na loteria. – ele diz e me olha.

Sorrio.

Meu pai adora dizer que eu trouxe sorte para ele. Ganhar na loteria no dia do meu aniversario é algo que ele adora contar a todo mundo.

- O que eu quero te dizer é: a gente pode achar que não é o momento certo mais lá na frente vamos ver que era a hora... esse bebê. – ele diz e aponta para minha barriga.

- Será a pessoa mais importante da sua vida. Quando ele vier ao mundo, você vai saber o significado da palavra amor. – ele diz.

Encosto minha cabeça em seu ombro e deixo algumas lagrimas escorrerem.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Bjsss!


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