História Mine - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Candice Swanepoel, Maxwell Andrade, Thiago Silva, Zlatan Ibrahimovic
Personagens Candice Swanepoel, Zlatan Ibrahimović
Exibições 261
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Que o sorriso de Zlatan consiga nos tirar um pouco dessa triste realidade que estamos vivendo...
Boa Leitura!

Capítulo 16 - Capitulo 16


Fanfic / Fanfiction Mine - Capítulo 16 - Capitulo 16

Zlatan se manteve calado e foi para o quarto. Lidar com a minha desobediência não é algo que ele tenha se acostumado, afinal, todo mundo faz o que ele quer, menos eu.

Fico com uma dualidade de sentimentos, será que estou fazendo a coisa certa ou estou me equivocando? Então resolvo ligar para minha mãe.

- Como foi na consulta? – ela já atende o telefone assim.

Dou risada.

- Oi, calma. Foi tudo bem... Isabella disse que na próxima consulta já podemos tentar descobrir o sexo. – digo.

- Ai meu Deus... eu estou ansiosa! – ela diz animada.

Meus pais estavam felizes com minha gravidez, os pais de Zlatan estavam do jeito deles mais acho que estavam também.

- Nós também. – digo.

- Hum... mais pelo o que eu te conheço, você não me ligaria só para falar da consulta. – ela diz.

Sorrio. Mães nos conhecem até a quilômetros de distancia.

- É que... eu e Zlatan estamos num impasse, na verdade acabamos de nos desentender. – começo.

- Isso não é bom para a gravidez, você precisa de tranquilidade. – ela fala.

- Eu sei e por isso estou te ligando. Eu quero uma opinião sua. – digo.

- Hum... fale.

- Lembra do plano inicial? De Zlatan ir para a Inglaterra e eu ficar? – pergunto.

- Lembro e concordei com você. – ela fala.

- Eu quero continuar com ele, mas Zlatan não quer... ele quer que eu largue tudo e siga o sonho dele. – falo.

- Espera um minuto. Ele não quer que você siga o sonho dele, eu acho que tudo isso é zelo... ele aceitou essa ideia inicialmente, concordou que você ficasse em Paris, enquanto ele iria para a Inglaterra, só que agora a situação é outra. – ela fala.

- Mãe... eu não quero ir para Manchester, eu me sinto bem aqui em Paris, me sinto em casa aqui. – argumento.

- Eu sei disso, mais agora não é só você que estar bem... você tem uma criança dentro da sua barriga, tem o pai dessa criança que quer cuidar de vocês, que quer acompanhar vocês. – ela fala.

Suspiro.

- Eu estou errada, não é? – pergunto mesmo sabendo a resposta.

- Sim, não digo que completamente, mais você está. – ela diz.

- É que... tudo sempre foi difícil... larga tudo assim... – ela me interrompe.

- Você sempre fala bem do seu chefe, então converse com ele, talvez ele consiga encontrar uma solução para isso... talvez você possa trabalhar a distancia...

- Eu irei fazer...

- Agora desligue esse telefone e vá conversar com o seu marido.

- Obrigada.

- Sou sua mãe, não precisa agradecer. – ela diz.

Desligo o telefone e vou até o quarto.

Zlatan estava deitado e mantinha os olhos fechados. Me dirijo até a cama e me sento ao seu lado.

Mesmo sentindo minha presença, ele não move um músculo.

- Zlatan... – chamo.

Ele continua sem se mover.

Esse é o jeito dele, ele se fecha.

- Eu conversei com minha mãe e ela me mostrou o caminho que eu devo seguir... – começo.

Ele se mexe um pouco.

- Eu reconheço o meu erro em querer ficar... mais eu também quero que você olhe pelo o meu ponto de vista. – peço.

Ele abre os olhos e me encara.

- Todos falam do meu egoísmo, mais quem está sendo egoísta é você. – ele solta.

Talvez ele não saiba o efeito que essas duras palavras causam em mim.

- Não é isso Zlatan... eu lutei para chegar até aqui, lutei muito. Eu sai do Brasil assim que terminei a escola, fiz vestibulares em varias universidades da Europa... fiz isso sem necessidade, porque meu pai tinha dinheiro e influencia para me colocar em qualquer clube brasileiro. – começo.

Me machuca ser chamada de egoísta.

- Eu passei varias noites em claro, deixei de viajar, ir a festas e tudo isso porque eu queria traçar o meu próprio caminho. Quando eu insisto em ficar, não é só pensando em como eu estou bem aqui, é pensando no sonho daquela garota de dezessete anos que largou tudo no Brasil e veio em busca de um sonho. – digo sentindo meus olhos lacrimejarem.

Droga de hormônios.

- Eu confesso que pensei em mim, mais eu não hesitei em pensar em você também. Eu poderia ter te pedido para ficar e não fiz isso, mais você não vê isso, você só enxerga o meu erro.

Ele se senta na cama.

- Me desculpe... eu acabei não pesando minhas palavras. – ele diz.

- Eu vim aqui te dizer que vou conversar com Nasser, tentar entrar num acordo com ele para poder ir para a Inglaterra com você. – digo.

Ele fica alguns segundos apenas me encarando.

- Isso é sério? – ele pergunta.

- É Ibra. – digo.

Ele faz careta.

- Não me chama de Ibra. – ele pede.

Reviro os olhos.

- Chamo como eu quiser. – digo.

Ele ri.

- Não estou vendo motivo para a graça. – digo séria.

- Eu estou feliz que você vai comigo, estou feliz que vou poder acompanhar cada dia da sua gravidez. – ele diz.

Filho de uma mãe, ele sabe que me amolece quando usa as palavras certas.

- Vou tentar falar com Nasser amanhã. – digo.

- Podemos falar com ele hoje mesmo. – ele diz.

- Nem pensar. Pare de usar o poder do seu nome com ele. – peço e ele ri.

- O meu nome só tem poder com ele? – ele pergunta.

- Só. - Digo.

- Não estou fazendo o meu trabalho direito... – ele diz me puxando para perto.

- Nem vem. – digo.

Eu também queria ele, mais não ia ser assim de bandeja.

- O que a minha mulher quer que eu faça? – ele pergunta me puxando para dentro das suas pernas e me abraçando.

Cachorro.

- Em? Pede que eu falo. -ele diz e sua boca deixa beijos no meu pescoço.

Ele joga muito sujo.

- Para de ser mandão que já está de bom tamanho. – peço.

Ele ri e me morde.

- Você gosta. – ele diz.

- Só as vezes. – rebato.

- É? – ele pergunta enfiando a mão dentro da minha blusa.

- Zlatan... – gemo.

Eu estava com algumas partes do meu corpo sensíveis e ele sabendo disso estava se aproveitando.

Ele ri.

- Vamos nos exercitar... – ele diz.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Bjsss!


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