História Mine Little Doll - Capítulo 8


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Categorias Carly Rae Jepsen, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Carly Rae Jepsen, Chapeuzinho Vermelho, Justin Bieber, Obsessão, Possessão, Psicopata, Virtual
Exibições 312
Palavras 873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MIL DESCULPAS PELA ENORME DEMORA!!!
Eu sei que estou demorando muito para atualizar, é que eu estou muito ocupada trabalhando em uma one shot... Enfim, me perdoem.
IMPORTANTE
Eu pretendo atualizar aqui dia 19/10 pq completamos mais um mês de MLD e dou carta branca para vcs me "apertarem" nas mensagens (:
Sério, eu quero muito conseguir postar um novo capítulo dia 19.
AGRADEÇO IMENSAMENTE AOS FAVORITOS (JÁ SOMOS MAIS DE CEM, EU TÔ MUITO FELIZ ) E PRINCIPALMENTE PELOS COMENTÁRIOS
O capítulo tá meio fofinho por isto dedico ele a todas as lindezas que comentaram no capítulo passado.

~LuaSama838
~Mandinha22
~Thalita_Bieber
~dudafxxxs
~glendavcjl
~PerigosaMalik
~Larissa32145
~miitaino
~EricaSptmhd69
~soraya21
~julia1404juju
~Elizabete13

Capítulo 8 - Fragile


Fanfic / Fanfiction Mine Little Doll - Capítulo 8 - Fragile

Dando uma última olhada no movimento deu uma risada entrecortada e caminhou até seu carro, arrumando o paletó antes de realmente entrar. Ta na hora de ver como minha bonequinha está.

POV Narradora On

Elizabeth saiu do banheiro já vestida e se sentou na cama estremecendo, correu até a janela e a fechou. Sabia que Justin chegaria a qualquer momento e torcia para que ele continuasse a ignorando, principalmente porque teria que ficar sozinha com ele. Eleonor havia ido embora depois de receber um telefonema.

Cansada de ficar olhando pro nada pegou um controle ao seu lado e ligou a TV, navegando pelos canais até parar em um que passava uma reportagem que chamara sua atenção.

— O corpo foi encontrado a cerca de meia hora e os policiais estão esperando sair o laudo do IML para ter certeza de suas suspeitas. Agora vamos falar com o delegado Howard.

Sim, July. Desconfiamos que ele tenha sofrido um ataque cardíaco, porém, pelas marcas que encontramos pelo corpo, pode ter sido causado intencionalmente por alguém. E se nossas suspeitas estiverem certas, procuraremos este alguém por onde quer que ele esteja.

— E já podemos revelar a identidade da vítima, para comunicar a família?

Certamente, a vítima se chamava... Harold Lawson [...]

Primeiro veio o choque. Lizzy, de alguma forma, se congelou no lugar com a mão erguida, segurando o controle, sem acreditar no que acabaram de dizer.

Depois veio a voz atrás de si. A voz que à poucos minutos ela queria não ouvir mas que agora parecia o menor de seus problemas.

— Sinto muito, Elizabeth.

Justin se aproximou da cama e abaixou o braço de Lizzy, a colocou no colo e se sentou na cama, deixando a garota livre para usá-lo como consolo.

Por quê?

Aos poucos a ficha ia caindo e a cada pouco era um soluço rouco e sofrido tentando ser, falhamente, abafado por ela.

Por quê, papai?

Ao passar dos minutos, que a cada segundo pareciam mais horas, o choro aumentava, a tremulidade se tornava frenética e a mão de Bieber fazendo um cafuné em seu mar castanho se tornava mais carinhosa, assim como sua voz que dizia que tudo iria ficar bem. Mentiras.

Elizabeth deu seu último urro de dor, um suspiro desesperado procurando por fôlego, limpou o catarro do nariz com a gravata e adormeceu nos braços de seu dono

Por quê?

(...)

Do pó vieste ao pó retornarás!

O padre falava e falava no velório de Harold. Poucas pessoas estavam presentes ali, apenas o dono do bar, alguns amigos do antigo trabalho, Eleonor e a órfã. Eleonor que estivera ao lado de Elizabeth o tempo todo, a auxiliando na organização dos papéis.

Agora sim a garota poderia dizer que não tinha como piorar. Seu pai era a única razão real que lhe dava motivos para seguir em frente e talvez motivação para uma possível fuga. Mas agora essa esperança morrera com ele e será, igualmente, enterrada.

Agora tinha certeza que não havia saída e não tinha o porquê de ao menos tentar lutar, pois, mesmo se conseguisse fugir para onde iria? Com quem ficaria? Por quê fugiria, aliás? Não tinha ninguém a esperando, ninguém para ficar preocupado com ela.

Agora seria apenas ela, morta por dentro e, com um maníaco no seu pé.

(...)

— Me ligue se precisar de alguma coisa, querido. E se ela continuar parada desse jeito me ligue também e chame um médico.

— Ela está sentanda aí desde que vocês chegaram? 

— Sim, acho que nem piscando direito está. Estou tão preocupada com ela, tem certeza de que não quer que eu fique? Não tem proble-

— Pode ir Eleonor, eu cuido dela.

— Do mesmo jeito que tem cuidado dela nos últimos dias?

Justin bufou irritado e revirou os olhos.

— Pode ir, eu realmente cuidarei dela.

— Eu não devia, mas, vou confiar em você. Depois conversamos.

A doce mulher caminhou até o sofá e deixou um beijo carinhoso na testa da garota que continuou imóvel e saiu da casa.

Bieber fechou a porta e fez o mesmo caminho que a mais velha fizera à pouco tempo atrás e chamou por Lizzy, que o ignorou.

— Elizabeth.

Bufou novamente e parou ajoelhado de frente para a moça. Olhou atentamente para as íris azuladas que estavam opacas de um jeito que jamais vira e isso serviu para que ele mudasse rapidamente sua expressão facial.

— Ah, bonequinha, venha aqui.

E pela segunda vez naquele dia a pegou nos braços e se acomodou no sofá, começando a embala-la. 

Dessa vez não teve choro, soluços, suspiros e nem nada disto.

E isso estava começando a preocupa-lo, mas não o suficiente para parar de a embalar e perder a maravilhosa sensação do corpo pequeno e quente de sua bonequinha em seus braços.

Ele sabia que dessa vez ela não fugiria, estava frágil demais para tal ato, e seu lado egoísta estava adorando isto e o fazia ter vontade de tirar mais alguém importante pra garota para poder tê-la deixe jeito sempre. Tão frágil e submissa... Poderia fazer o que quisesse com ela naquele momento, mas, sentir o corpo de sua garota amolecer enquanto entrava em um profundo sono e se viciar no cheiro embriagante que seus cabelos liberavam já era o suficiente. Sim, era o suficiente.


Notas Finais


Que gracinha o JB consolando ela, nem parece que foi ele que mandou dar um fim no papai <3
ME PERDOEM SE ENCONTRARAM QLQR ERRO É QUE EU AINDA ESTOU meio PERTURBADA COM FNAF SL
COMENTEM se quiserem fazer uma autora ainda mais feliz <33333

tt: @luh_crigger


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