História Mine Your and Our – Wincest - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, John Winchester, Sam Winchester
Tags Bottom!sam, Colegial, Dean Winchester, Romance, Sam Winchester, Sexo, Top!dean, Weecest, Wincest
Exibições 267
Palavras 1.979
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ PERSONAS, NOVA FIC
Vai ser tipo muito curta. Três capitulo.
Esse é o primeiro, o segundo sai sábado, e o terceiro sai terça, encerrando a fic com um lemon bem gostoso u.u
PS: ESSA FIC É TODA CULPA DA PAULA (@PaulinhaTate). Participamos de um grupo juntos de Wincest no FB e ela tá sempre compartilhando umas imagens Wincest hot que me inspiram muito, então continue e essa fic é pra vc =)
Aliás, a imagem dessa capa foi ela quem compartilhou u.u

Capítulo 1 - Primeiro Ato: Apresentando o Problema


Fanfic / Fanfiction Mine Your and Our – Wincest - Capítulo 1 - Primeiro Ato: Apresentando o Problema

Primeiro ato: Apresentando o problema

 

Sam abriu a porta do Impala e a fechou com força. Deu as costas aos dois homens que ainda permaneceram no carro e saiu pisando duro em direção à escola.

  – Deixa que eu falo. – Dean disse ao seu pai quando ele fez menção de ir atrás do filho.

Eles iriam novamente se mudar de cidade, e, consequentemente, Sam de escola.

O moreno já não aguentava mais as constantes mudanças; nunca passava mais de seis meses na mesma turma.

Ele nunca tinha arranjado um amigo por mais tempo do que a estadia que seu pai lhe permitia ficar na escola.

Ele odiava isso. Odiava a vida de caçador. Odiava ficar se mudando. Odiava seu pai por obriga-lo a fazer essas coisas.

Dean era seu único amigo, mas ele estava sempre se agarrando a alguma vadia da escola nova.

Sam também odiava isso.

Odiava quando seu irmão Dean o ignorava ou o deixava de lado para ficar se esfregando com alguma menina dentro de salas vazias, ou embaixo das arquibancadas do campo de futebol ou baseball. —dependendo da escola onde estavam.

Ele sentia muito ciúme do seu irmão. Nem sabia ao certo explicar o porquê disso. Ele só sentia.

John parecia que tinha orgulho de saber que seu filho mais velho e primogênito era um garanhão.

Sam descrevia aquilo como ser babaca.

O mais velho dos Winchester’s desceu do carro e se despediu de seu pai.

John e Sam tinham discutido no carro porque o pai tinha dito que amanhã de manhã iriam para o Collorado, e novamente Sam teria que entrar em uma nova escola; contar a mentira que sempre contava para esconder o que sua família fazia, e tentar o mínimo de contato com os colegas de classe.

Não queria se apegar a ninguém; sabia que não iria durar.

  – Sammy! – Dean chamou andando rápido para tentar alcançar o mais novo, mas não conseguindo.

O moreno passou pelas portas de entrada da escola e correu para o refeitório, sentando na mesa mais distante que conseguiu achar e colocando sua mochila sobre a mesa.

Dean sentou ao seu lado logo em seguida, passando o braço por cima de seus braços e o abraçando.

  – Maninho... você sabe que o velho não tem culpa – disse ele, soando calmo e apaziguador. Sam também odiava quando o irmão queria defender o pai. – , sabe que a vida como levamos não pode ficar parada...

Dean ia dizer mais alguma coisa, mas Sam o cortou.

  – Esse é o problema! Eu não quero essa droga de vida! Eu odeio essa merda! – disse ele, alto o suficiente para que todos no refeitório ouvissem. – Eu quero poder ficar em uma escola mais do que seis meses! Eu quero poder ter amigos! Eu quero... eu quero conhecer alguém e poder dar o meu primeiro beijo! – continuou falando alto, enquanto todos no refeitório voltavam os olhares para eles. Se arrependeu de ter gritado a última frase e corou intensamente, enquanto afastava o irmão de si e saia correndo do refeitório.

Dean ficou paralisado no lugar enquanto absorvia as coisas que seu irmão mais novo lhe dissera.

Sim, a vida que levavam era dura. Por vezes uma droga. Mas não imaginava que Sam a odiasse tanto.

Sabia que o mais novo não gostava de ter que ficar mudando de escola sempre. Estava dois anos atrasado por não conseguir fazer algumas provas durante essas mudanças.

Dean e ele já haviam passado muitas horas conversando sobre o que Sam faria depois que pudesse seguir sozinho.

O moreno sempre falava em fazer faculdade, mas Dean nunca levava muito a sério. Afinal, ele ainda tinha apenas 16 anos e não tinha noção que o que faziam era muito importante.

Mas no que Dean mais matutou foi que seu irmão mais novo ainda não tinha beijado nenhuma garota.

Isso fez brotar um pequeno sorriso em seus lábios vermelhos. Não suportava a ideia do seu pequeno Sammy se agarrando com uma garota qualquer pelos cantos da escola.

Ele com essa idade já pegava o Impala escondido e levava as garotas para quartos de hotel baratos. Mas com ele era diferente. Nesses momentos Sam ficava sozinho.

Seu pai, é claro, nunca ficou sabendo disso, caso contrário castigaria Dean por deixar o mais novo sozinho na casa que ele alugava quando ficavam mais tempo em uma cidade.

Ficou alguns minutos parado encarando o lugar vazio onde seu irmão estivera, e quando Cassi – Ou será que seu nome era Taylor? Ele não lembrava o nome da garota, não significava nada para ele. – tocou seu ombro, ele despertou dos pensamentos, olhando para a garota, que sentava em seu colo, confuso.

  – Oi Dean. – ela disse sorrindo e aproximou seu rosto do garoto com quem estava saindo a alguns meses para tentar beijá-lo.

Ela pensava que era exclusiva, mas estava muito enganada. Dean saiu com várias outras durante esses meses, que na cabeça dela, eram um namoro.

Dean afastou o rosto dela e a tirou, sem nenhuma gentileza, de seu colo.

  – Hoje não, gata. – disse ele dando um sorriso maroto e uma piscada para ela, saindo do refeitório e indo atrás de Sam.

A garota ficou furiosa e o xingou de todos os palavrões possíveis. As pessoas no refeitório, antes em silêncio e sérias pela discussão dos dois irmãos, riram alto da cena que se desenrolou e voltaram as suas funções de antes.

Dean saiu pela porta carregando a mochila de Sam e começou a procurar o mais novo pelos corredores. Ainda pensando no fato de Sam nunca ter beijado ninguém.

Ele já tinha visto Sam sair com umas duas garotas, e pensou que já tinha rolado até algo a mais para o irmãozinho, e esse simples pensamento o deixava irritado.

Fazia alguns anos que ele nutria algo a mais do que o simples e puro amor de irmão que deveria sentir por Sam.

No começo ele negou, fez de tudo para tentar achar uma explicação para aquilo. Mas quando viu que não tinha mais explicação, apenas aceitou o fato de que todas as noites tinhas sonhos molhados com seu irmão mais novo e que estava apaixonado por ele.

Tentava fazer isso parar, pois sabia que nunca poderia realizar o que tanto queria.

Então ficava com o maior número de garotas possível, para tentar de alguma forma tirar o moreno de olhos verde azulados de seus pensamentos.

O sinal tocou e Dean ainda não tinha achado o mais novo.

Os corredores começaram a ficar vazios, e ele deveria ir para a aula, mas não estava se importando. Era seu último dia nesse colégio mesmo, não faria diferença.

Passou pelas salas de biologia e química e quando virou o corredor viu Sam agachado em baixo das escadas que levavam para o segundo andar.

O moreno estava com a cabeça entre os joelhos, apoiado na parede fria de concreto. Soluçava baixinho, fazendo seu tronco se mover levemente.

A cena cortou o coração do loiro. Ele odiava ver seu irmãozinho chorar.

Aproximou-se dele e se abaixou até ficar na mesma altura que ele, tocando seu ombro levemente e testando sua reação.

O mais novo não o afastou, por isso ele se aproximou mais e o envolveu em seus braços.

  – Shh, calma Sammy. Eu tô aqui. – sussurrou Dean enquanto afagava os cabelos castanhos compridos de Sam.

O moreno abraçou Dean de volta e tentou controlar suas lágrimas para poder falar sem parecer um bebê chorão.

  – D-Dean... – cochichou ele e o loiro o abraçou mais forte, lhe passando segurança. – Eu n-não quero mais isso. Eu quero poder ter uma vida. Isso que o papai nos força a viver não é vida. – disse tudo o que estava sentindo de uma vez só.

Dean sentiu um nó se formar em sua garganta com a sinceridade que sentiu nas palavras do mais novo.

  – Sammy... eu sei que a nossa vida é dura, mas você sabe que o que fazemos é muito importante. – Dean o afastou levemente, só para olhar em seus olhos intensamente indecifráveis. – Nós salvamos vidas, Sammy. Vidas!

Dean disse com um sorriso de canto, tentando passar credibilidade ao que falava.

  – E a gente, Dean, como fica? Não vivemos? – ele disse com mágoa, olhando dentro dos olhos esmeraldas do mais velho. – Você também não gosta disso. Eu sei que não gosta. Você só finge que gosta porque não quer decepcionar o papai. Eu não escolhi isso, Dean. Eu não escolhi essa droga toda. – Sam se afastou do loiro, e ele baixou os braços ao lado do corpo. – Você sabe como é querer tanto algo mas não poder ter?

Dean soltou um riso de escárnio. Ele sabia. Ele sabia muito bem.

  – Eu nem sei beijar, Dean. E eu acho que nunca vou beijar ninguém. Toda vez que eu penso em me aproximar de alguém para tentar alguma coisa, o papai diz que estamos indo embora.

Dean ouviu tudo calado.

Sentia a tristeza e a aspereza nas palavras do mais novo. E o entendia.

  – E tudo que eu mais queria, eu nunca vou poder ter.

Dean pensou que o que ele estava falando era sobre uma vida normal, mas a menção que Sam fez a aquela frase foi outra.

Sam sentia muito ciúme do mais velho. Queria o irmão só para si. E ele vivia com um rabo de saia pendurado no pescoço.

O mais novo não sabia quando isso tinha começado. Talvez estivesse ali desde sempre. No começo ele pensou que era só birra de criança por não ter toda a atenção do irmão para si.

Mas depois de alguns anos aquele sentimento foi clareando mais, e ele pode ver que o que sentia pelo mais velho não era só ciúme. Ele amava Dean. Não só como irmão. Ele queria Dean de outra forma. Amava ele como homem.

Sentia nojo de si próprio só de pensar nesse tipo de coisa. Se Dean descobrisse era muito provável que lhe desse uma surra. Para fazer ele virar “macho”.

Toda a vez, depois que se masturbava pensando no loiro de olhos verdes, ele chorava.

Não era uma coisa que conseguia controlar. Os pensamentos simplesmente vinham, e quando ele se dava conta do que estava fazendo, a culpa recaía sobre si. Mas aí já era tarde demais. Já estava gemendo para o Dean de seus pensamentos ir mais rápido, até ele gozar em seu peito. Os orgasmos que tinha quando pensava no irmão eram os mais intensos. Sempre o sujavam por inteiro.

  – Sammy... você vai beijar uma garota sim. – disse o mais velho a contragosto. – E também, quando tiver idade suficiente, vai... poder viver uma vida normal e ter tudo que mais quer. – completou ele, incerto.

Dean não conseguia nem pensar na hipótese de viver longe do seu irmão. Só essa ideia lhe doía o peito.

Sam chacoalhou a cabeça para os lados sarcasticamente.

  – Acha que tudo que eu mais quero e sair dessa vida? – perguntou olhando debochado para Dean. O loiro assentiu, achando estranho. – Vamos dizer então que essa é a segunda coisa que eu mais quero.

Dean ouviu aquilo e franziu a testa confuso.

  – E então o que está em primeiro lugar?

Sam pensou em lhe falar tudo que sentia. Não aguentava mais guardar tudo para si. Mas ao olhar aquelas enormes orbes verdes o encarando, ele perdeu a coragem.

– Não é nada. Esquece. – abafou ele, passando as mãos pelos olhos e limpando as últimas lágrimas que escorriam dali. – Vamos, a aula já começou. – continuou Sam, levantando-se e colocando sua mochila no ombro.

– Não precisa entrar nas aulas se não quiser, Sammy. – informou Dean para tentar continuar a conversa com o mais novo. – É nosso último dia nessa escola idiota mesmo. – riu-se baixo o loiro.

Sam revirou os olhos avermelhados e chacoalhou a cabeça.

– Eu não sou você, okay? Eu estou na escola porque eu gosto de estudar, não porque me obrigam. – Sam disse seco e saiu dali, indo para o seu primeiro horário de aulas.

 

Fim do primeiro ato.


Notas Finais


O que acharam?
Comentem aí ^^
Até sábado


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...