História Mine, Your and Our – Wincest - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, John Winchester, Sam Winchester
Tags Bottom!sam, Colegial, Dean Winchester, Romance, Sam Winchester, Sexo, Top!dean, Weecest, Wincest
Exibições 304
Palavras 2.110
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tô com mó preguiça de escrever aqui, então só... Boa leitura u.u
Nos vemos nas notas finais

Capítulo 2 - Segundo ato: Pare de ser o soldadinho dele


Fanfic / Fanfiction Mine, Your and Our – Wincest - Capítulo 2 - Segundo ato: Pare de ser o soldadinho dele

Segundo ato: Pare de ser o soldadinho dele.

 

Dean viu o irmão se afastando e suspirou longamente.

Ele realmente não gostava nem um pouco da escola. Nem pretendia fazer uma faculdade ou algo do tipo.

Ele queria continuar a fazer o que sempre fez. O que sempre lhe foi ensinado ser o certo.

Ele não conhecia outra vida à de caçador. Não queria outra. Ou ele assim pensava.

Levantou-se do chão, onde ainda estava, e seguiu para a sala de aula.

Dean nem iria as aulas naquele dia, mas não estava nem um pouco a fim de se encontrar com Megan. – o loiro acabou lembrando o nome da garota com quem estava saindo.

Abriu a porta e entrou na sala sem pedir licença ou dirigir a palavra ao professor, só procurou a primeira carteira que viu e se deixou cair esparramado nela.

 

Sam bateu na porta da sala da aula de História e quando recebeu permissão, entrou.

  – Me desculpe professor, houve um imprevisto e eu...

  – Sente-se, meu querido. – disse o professor no seu irritante bom humor de sempre, interrompendo o moreno.

Sam foi até a carteira que geralmente costumava sentar e colocou sua mochila em cima dela cuidadosamente.

  – Ei, Sam. – disse o ruivo a sua frente, se virando e o cumprimentando.

Era o único garoto com quem Sam tinha falado nesses três meses que estava na escola.

  – Oi Chad.

O moreno disse sem muita animação.

O ruivo notou os olhos vermelhos e levemente inchados do amigo e se apressou em perguntar:

  – Aconteceu alguma coisa?

Sam suspirou e baixou os ombros. Pensou em mentir e nem avisar ao garoto que iria embora no outro dia, mas se arrependeu logo em seguida.

Chad havia sido um cara legal com ele durante o tempo que Sam tinha ficado ali.

  – Eu vou embora amanhã...

A resposta de Sam para o amigo saiu quase num sussurro.

Chad soltou um audível “Ahh” entristecido.

  – Mas por que? – foi o que o ruivo sardento disse logo em seguida.

Isso Sam não podia falar a verdade. Além do amigo não acreditar que eles estavam se mudando porque o pai iria caçar um covil de bruxas, Sam prometeu nunca falar para gente de fora sobre o que faziam.

  – Meu pai arrumou um emprego novo no Collorado.

O que ele disse não era totalmente mentira. Era realmente um trabalho novo. Mas não com mecânica.

  – E vocês já vão ir assim, do dia para a noite? – Chad falava num tom preocupado demais para um amigo que tinha conhecido a apenas três meses.

  – Sim... – suspirou Sam. – Eu não queria; as provas já estão aí e com certeza vou perder algumas, mas é ele quem decide, então eu não posso fazer nada. – o tom ao falar de seu pai foi de uma raiva quase palpável.

Sam não tinha nem vontade de falar com o amigo, ou ex amigo.

Só conseguia ficar pensando na oportunidade que teve de contar o que sentia ao irmão e deixou passar; sendo seco com ele ao invés disso.

Dean não decidia para onde iam.

Ele só obedecia ao pai.

Igual a Sam.

O que o moreno queria, era que o irmão mais velho parasse de acatar ao seu pai como um soldadinho.

Ele não era um soldadinho.

Tinha uma personalidade muito forte. Mas isso parecia ruir quando o assunto era John.

A aula foi passando. Sam nem abriu sua mochila naquele dia. O que iria adiantar escrever o que o professor falava sobre a segunda guerra se na outra escola provavelmente eles estariam fazendo outra coisa.

Sam olhava o nada, perdido em seus pensamentos e ignorando seu amigo Chad. O ruivo notou e estalou os dedos na frente do rosto do mais velho algumas vezes para ele prestar atenção em si.

  – ... Sam! Tá dormindo? – perguntou ele num tom brincalhão. – O sinal já tocou. Vem, quero falar com você.

O ruivo de olhos castanhos levantou de sua cadeira e puxou Sam para fora da sala.

  – Chad... para onde estamos indo? A aula de Química é pro outro lado! – Sam perguntou quando percebeu que o amigo estava o puxando na direção contrária a da aula que teriam nesse horário.

O ruivo mordeu o lábio nervosamente.

  – Eu quero.... falar com você. E tem que ser antes da aula acabar. E já que vai embora mesmo, não faz a menor diferença assistir as aulas de hoje ou não.

Sam franziu a testa e estranhou. Chad era um dos garotos mais nerds da escola e sua matéria favorita era Química.

O que era tão importante que faria ele perder a aula que ele mais gostava?

Continuou andando na direção das arquibancadas do campo do time de futebol e quando chegaram, Chad o levou para baixo delas.

Sam já estava ficando irritado com todo aquele suspense. E por que tinha que ser num lugar escondido?

O moreno revirou os olhos e cruzou os braços no peito quando Chad parou e ficou o encarando.

 

Dean estava andando para sua próxima aula, quando notou seu irmão passar sendo praticamente arrastado por um garoto ruivo magricela.

Resolveu os seguir. Sam não era de matar aulas, e a direção que ele estava indo era a do campo do time.

 

  – Sam... o que eu queria dizer é que... – o ruivo estava completamente envergonhado e sem graça pelo que iria contar ao amigo. Desde que Sam tinha chegado ali, ele tinha ficado vidrado no moreno.

Ele era o garoto mais lindo que Chad já tinha visto.

Seus olhos. Seu cabelo. Seu corpo. Seu sorriso.

Tudo era perfeito naquele moleque. E Chad sentia que estava apaixonado por ele.

Ele nunca iria se declarar, é claro. Mas Sam iria embora hoje.

Seria sua última chance.

E se o moreno correspondesse?

Ele não podia ficar na dúvida.

  – Fala logo, Chad. – pediu Sam um pouco seco quando Chad começou a gaguejar e ficou em silencio.

Sam não fazia a menor ideia dos sentimentos do amigo para si.

Tudo que tinham e poderiam ter era amizade.

  – Eu te amo! – Chad disse alto fazendo Sam arregalar os olhos e ficar boquiaberto.

O ruivo ficou intensamente vermelho com a confissão.

Um silencio constrangedor e cheio de culpa se instalou sobre os dois jovens embaixo das arquibancadas.

Sam estava sem reação.

Deixou os braços caírem ao lado do corpo e ficou olhando o amigo.

  – Fala alguma coisa...

Chad sussurrou depois de alguns minutos.

Só então Sam percebeu que estava prendendo a respiração. Soltou o ar e desviou o olhar, virando-se de costas e passando as mãos pelo cabelo.

  – Chad... isso... como assim você me ama? A gente só se conhece a três meses! – disse Sam, soando calmo. Não queria que o amigo achasse que ele estava bravo ou algo do tipo. Sam só não correspondia aos sentimentos dele. E nem acreditava que alguém o pudesse amar sem nem o conhecer direito.

  Chad se aproximou dele.

  – E o que tem isso? E-eu... amo você. Eu... eu não sei explicar. – respondeu o ruivo.

Sam virou-se para encarar o amigo.

O ruivo o olhou nos olhos e avançou na sua direção. Era sua última chance.

Prensou Sam em uma das vigas de sustentação das arquibancadas e o beijou nos lábios com desespero.

Sam ficou sem reação. Não correspondeu ao beijo e nem conseguiu afastar o amigo.

 

Dean ouviu toda a conversa dos dois jovens atrás de um armário de lata.

Sentiu seu sangue ferver de raiva e ciúme quando o ruivo disse que amava seu Sammy.

Seu Sammy.

De mais ninguém.

Ficou observando a cena se desenrolar e ficou um pouco enfezado quando o irmão não mandou o ruivo para o quinto dos infernos.

Mas Sam não era assim. Dean sabia disso.

Quando Sam se virou e o ruivo avançou para cima dele, atacando seus lábios, Dean sentiu seu coração quase parar de bater.

O ar se tornou denso e seus pulmões queimaram.

Ele estava se afogando de tanto ciúme que sentiu. Esperou um reação negativa de Sam.

Queria que o moreno o afastasse e desse um soco em sua cara sardenta abusada.

Mas essa reação não veio.

Sam apenas ficou parado.

Dean baixou o olhar e sentiu seus olhos queimarem.

Se apoiou no armário e seu peso o fez cair, fazendo um alto estrondo.Quando Sam ouviu o barulho alto e estridente de alumino batendo no chão, ele se deu conta do que estava acontecendo.

Empurrou Chad, o fazendo cair no chão e limpou a boca.

Direcionou seu olhar para o local do estrondo e viu Dean o encarando fixamente.

O loiro sustentou o olhar por dois segundos, antes de sair correndo em direção aos corredores vazios da escola.

Sam correu atrás dele, gritando seu nome e o pedindo para esperar.

Logo estava atrás do loiro.

Suas pernas eram maiores, por isso ele conseguia correr rápido.

  – Dean! Espera! Não é o que você tá pensando... – disse Sam aos berros para o irmão loiro parar.

Dean parou. Virou-se e só então percebeu suas lágrimas escorrendo.

  – Não é? Então você não estava beijando aquele garoto?

Sua voz saiu cheia de mágoa, e Sam se perguntou por que ele estava magoado e não furioso.

  – Não! Ele me beijou.

Dean soltou uma risada de escárnio.

  – Sério Sammy? Por que eu não vi você afastar ele até o armário cair. Quem sabe se eu não tivesse esbarrado nele você estivesse montado nele agora.

Dean se arrependeu das palavras que disse no segundo em que as disse.

Sam o olhou com um olhar furioso.

  – O que quer dizer com isso? Que eu sou gay? Talvez eu seja! – gritou o moreno. Suas vozes faziam eco pelos corredores. – Mas eu não quero beijar o Chad!

Dean arregalou os olhos diante da quase confissão de Sam.

Engoliu em seco e o olhou atentamente, perguntando ironicamente:

  – E quer beijar qual garoto então?

Sam percebeu a ironia, mas dessa vez ele não iria dar para trás.

Já estava mais do que na hora de falar sobre seus sentimentos para Dean.

  – Você.

Sussurrou ele, baixando o olhar.

Dean sentiu seu coração palpitar e sua pele formigar.

Será que tinha ouvido direito?

Sam queria o beijar?

Isso só podia significar que...

  – Desculpa. Eu sei que você deve querer me bater agora e deve sentir nojo de mim – Sam começou. Segurou as lágrimas e sua voz saiu estrangulada. –, mas eu não consigo controlar o que eu sinto por você. Eu já tentei parar com isso, mas não dá. Simplesmente não dá...

Ao final da confissão, Sam deixou rolar uma única lágrima pelo seu rosto.

Dean o olhou no fundo dos olhos e viu que tudo que ele falava era verdade.

Os sentimentos que Dean tanto tentou reprimir e negar eram correspondidos.

Ele não podia estar mais feliz. Um sorriso enorme brotou em seus lábios.

  – Ei, Sammy. Eu não tenho nojo de você, e u com certeza não quero te bater.

Disse ele calmo, se aproximando e limpando a lágrima que escorria pelo rosto do seu irmão.

Sam o encarou e com a voz chorosa perguntou:

  – Não?

  – É claro que não. Eu te amo maninho...

Foi a única coisa que Dean disse. Puxou o mais novo para si e o beijou nos lábios lentamente.

Sam ficou sem reação, arregalando os olhos no início, até que entendeu o que estava acontecendo e correspondeu ao mais velho.

Dean levou uma mão ao cabelo comprido e a outra a cintura do mais novo.

Sam colocou os braços ao redor do seu pescoço e subiu em cima de seus pés para ficar da altura do irmão.

Terminaram o beijo quando o ar faltou, dando vários selinhos, como se não quisessem se separar.

Os dois estavam abraçados, olhando um nos olhos do outro, compreendendo tudo que um sentia pelo outro.

Sorriram e voltaram a se beijar.

Nenhuma palavra precisava ser dita.

O beijo dessa vez foi voraz. Desesperado. Cheio de vontade.

Ambos esperaram e imaginaram isso por muito tempo.

Dean desceu suas mãos para a cintura e depois o quadril do mais novo e o virou, prensando-o nos armários e fazendo um barulho alto.

Ambos riam e voltaram a se beijar.

O mais belho desceu os beijos para o pescoço de Sam, e o mais novo enfiou os dedos entre o cabelo cor de areia do irmão.

Ele gemia baixo e se sentia o pau do irmão na sua barriga. Duro como pedra.

Ele estava igual.

Seu membro marcava a calça jeans surrada.

Dean desceu mais as mãos e as levou a bunda do mais novo, o levantando no colo sem parar de o beijar.

Esfregaram suas ereções e gemeram juntos um nos lábios do outro.

  – Banheiro. Agora. – os dois disseram ao mesmo tempo e riram. Estavam muito excitados e queriam fazer tudo naquele exato momento.

 

Fim do segundo ato.


Notas Finais


Eaí, o que acharam?
Comentem. Plse. Não tô pedindo nada demais e.e
Valeu por lerem e até quarta!


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