História Mine Your and Our – Wincest - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, John Winchester, Sam Winchester
Tags Bottom!sam, Colegial, Dean Winchester, Romance, Sam Winchester, Sexo, Top!dean, Weecest, Wincest
Exibições 143
Palavras 3.080
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


QUERIDA, CHEGUEEEEEEI.
Era pra ter postado ontem? Era.
BUt, eu escrevi o capitulo todo e não consegui chegar a uma conclusão que me agradasse.
Todo mundo vai gostar desse fim? Provavelmente não. Porém eu queria muito ser o Tom e.e
A fic era uma short msm, e eu adorei escrevê-la.
Novamente obrigado a quem acompanhou; favoritou e comentou. Amo vcs.
Essa fic era de presente pra Paula (@Paulinhatate) que está sempre postando ótimas fotos Wincest/Padackles nos grupos do gênero u.u
Tanto que foi ela quem me inspirou a essa fic com uma imagem; a da capa. Se repararem eu recriei todos os quadros da capa e.e
Boa leitura e até as notas finais!

Capítulo 3 - Terceiro ato: Eu não preciso de mais ninguém além de você


Fanfic / Fanfiction Mine Your and Our – Wincest - Capítulo 3 - Terceiro ato: Eu não preciso de mais ninguém além de você

Terceiro ato: Eu não preciso de mais ninguém além de você

 

Os dois irmãos entraram no banheiro afoitos; os hormônios e o tesão dominando suas ações.

Sam tinha as pernas ao redor da cintura de Dean, e o mais velho beijava e chupava o pescoço de Sam.

Sam sentia sua cueca já molhada com o liquido seminal. A cabeça do seu pau estava inchada e seu comprimento estava duro como nunca antes. Ele suspirava e gemia com os toques de Dean em si.

O mais velho queria provar e marcar seu irmãozinho; mostrar pra todo mundo que ele já tinha dono.

Várias marcas se estendiam pelo pescoço e ombros de Sam. Seus lábios mais vermelhos e inchados pela constante pressão que Dean fazia quando o beijava.

  – Uhm... Dean... – gemeu Sam, enfiando os dedos no cabelo cor de areia do irmão enquanto jogava a cabeça para trás e fechava os olhos com força.

Ele mal estava acreditando. Tudo que ele mais sempre quis estava se realizando ali e agora e o mais novo queria aproveitar tudo que pudesse.

Dean estava tão ocupado se deliciando nos lábios do mais novo que nem percebeu quando ele desceu a mão até o seu membro.

O loiro sentiu uma mão apertar seu pau e gemeu alto cortado.

  – S-sammy...

Sua voz saiu manhosa e rouca, fazendo Sam se arrepiar e morder o lábio.

Dean andou mais alguns passos e colocou Sam sobre a pia do banheiro escolar. Desceu as mãos pelo seu corpo e apertou toda a pele que encontrou.

Sam estava em brasa e ele também.

Seu pau doía dentro da cueca e o pré-gozo estava por toda a sua glande pulsante.

Eles pararam por apenas dois segundos.

Se encararam nos olhos e não disseram nada. Apenas tocaram suas testas e se beijaram.

Esse não foi um beijo desesperado e voluptuoso.

Foi um beijo cheio de amor.

Não só o amor carnal.

Mas também o amor de irmãos que sentiam um pelo outro. Expressado da forma mais simples e verdadeira que conseguiam.

Separaram-se a contragosto quando o ar lhes faltou, voltando novamente a deixar o tesão os dominar.

Sam enfiou uma mão por baixo da camisa do irmão e tocou seus músculos rígidos e bem trabalhados. A pele de Dean estava quente, e se arrepiou imediatamente quando Sam a tocou.

O mais novo mordeu o lábio e Dean o puxou para lhe beijar.

As mãos curiosas do moreno percorriam cada músculo duro de Dean. Iam de seu peito até deu abdômen e depois seus mamilos, se demorando neles. Apertando e os excitando.

Sam mantinha Dean preso com suas pernas ao redor da cintura do loiro, fazendo ele esfregar seu membro mais que duro nas suas coxas.

  – D-dean... Hummm. – o mais novo gemeu alto quando sentiu o pau do irmão em contato com o seu.

  – Sammy, você é tão gostoso... puta que pariu maninho. – disse Dean entre os gemidos que saíam incessantemente da sua boca.

Dean ergueu a camisa flanela do mais novo e a jogou em cima do box mais próximo-

Ele já tinha visto Sam sem camisa. Eram irmãos e conviviam juntos; era inevitável.

Mas dessa vez ele não o estava olhando coo irmão.

Estava olhando como homem. Com desejo. Com luxúria. E lubricidade.

Molhou os lábios e desceu pelo corpo do mais novo. Beijava e mordia com gula os ombros e peitoral de seu irmão mais novo.

Sam não era musculoso. Mas ele tinha seu abdômen definido e ombros largos. Seu peito era forte e bronzeado.

Dean deixava uma trilha de saliva por onde passava com sua boca.

Chegou aos mamilos de Sam e não resistiu ao ver os dois botões rosados a sua frente.

Abocanhou um de cada vez com gana.

Chupou e lambeu cada um até deixá-los duros e vermelhos e seu irmão gritar de prazer.

  – Shh, Sammy. – disse o loiro rindo malicioso. – Estamos na escola ainda.

“Ainda”.

Aquela palavra ecoou pela mente de Sam e ele sentiu sua entrada se contrair com o pensamento da possibilidade de que poderia ter Dean assim outra vez.

Sam revirava os olhos e tentava ao máximo controlar seus gemidos para não serem tão altos. Mas com Dean dando chupões na sua barriga era quase impossível.

O loiro chegou ao cós da calça de Sam e olhou a enorme ereção contornando a calça.

Sam devia ser do seu tamanho e ainda tinha só 16 anos.

Riu malicioso e olhou para o irmão em expectativa.

  – Puxou seu irmãozão aqui?

Sam sorriu malicioso e apenas concordou com a cabeça.

Dean contornou o membro de Sam com os dedos e apertou com força ao final, fazendo Sam morder os lábios com força para não gritar de tesão.

Dean sentia o mais novo pulsando em sua mão por cima da calça.

O membro do loiro babava pré-gozo e estava gritando dentro da calça para ser liberto.

Dean desafivelou o cinto do mais novo enquanto ele o olhava ofegante e com o rosto corado.

Sam soltou as pernas da cintura de Dean para deixar o irmão tirar sua calça.

A visão da cueca de Sam marcada pela sua gigante ereção e úmida de pré-gozo fez Dean sentir um arrepio na coluna e uma onda de tesão passou pelo seu corpo.

Ele segurou o pau de Sam firme e mesmo com a cueca, começou uma lenta masturbação.

Sam não sabia se já tinha sentido um prazer tão grande na vida. Provavelmente não.

A mão quente e ágil de seu irmão mais velho era deliciosa. Fazia todo o seu corpo se arrepiar.

Dean não aguentou mais a tortura que ele mesmo empunha a Sam e rasgou a cueca vermelha do mais novo.

  – Ei! – protestou o moreno. Não conseguiu dizer mais nada que fizesse sentido quando sentiu a língua de Dean na cabeça do seu pau e logo depois sua boca toda nele.

Levou a mão até os seus cabelos loiros ralos e começou a acompanhar os movimentos um pouco descoordenados de Dean no seu membro.

Deveria ser a primeira vez do mais velho fazendo aquilo, mas ele fazia de uma forma incrível.

O loiro subia e descia sua cabeça no pau do irmão, passando a língua por todo o comprimento e se demorando mais na glande. O mais velho enfiava a língua na fissura e sorvia tudo que seu irmão lhe dava.

O gosto do pau de Sam era delicioso. Ele chupava como a um pirulito.

Pirulito sabor Sam. Só dele e de mais ninguém.

Continuou chupando o membro do mais novo, ouvindo seus gemidos altos e sentindo seus cabelos sendo puxados com força. Dean segurou o pau de seu irmão na mão e, sem parar a masturbação, desceu para suas bolas, chupando e engolindo tudo que podia delas.

Sam arqueou as costas e quando Dean levantou o olhar para ele com os lábios molhados e inchados pelo boquete que o loiro tinha feito nele, o moreno não aguentou e gozou gemendo alto o nome do irmão.

  –  Ahhhhh Dean!

Dean não teve tempo de reagir quando percebeu que seu irmão iria gozar. A única coisa que fez foi abrir a boca o máximo que pode.

Os jatos de esperma densa e gosmenta de Sam mancharam o rosto do mais velho. A maior parte foi para sua boca, e o loiro aproveitou daquele gosto doce que para ele era como um néctar dos deuses.

Sam arfava rápido e Dean, da posição que estava, conseguia ver sua entrada se contraindo furiosamente.

Mordeu os lábios com aquela visão e seu pau pulsou somente com o pensamento de estar dentro do irmão mais novo.

Dean subiu beijando o abdômen, peito, mamilos, pescoço e por fim os lábios de Sam, dando a ele a oportunidade de experimentar do seu próprio gosto tão delicioso.

Sam correspondeu ao beijo, mas quando separou os lábios do mais velho, fez uma careta.

  – Eca! É amargo. – disse ele, sobre o gosto do próprio gozo.

Dean franziu a testa e passou o indicador pela bochecha, levando mais go incrível gosto de Sam para dentro de sua boca.

  – Do que está falando? É delicioso! – riu-se Dean e colou seus lábios nos do moreno. Sam riu junto entre o beijo e abriu mais suas pernas, deixando Dean se encaixar nelas melhor. O membro duro do mais velho roçava em suas coxas ainda protegido pela calça e cueca.

Suas roupas foram tiradas com urgência. Sam queria ver o corpo musculoso de Dean e lambê-lo por inteiro.

Ver Dean completamente nu e duro feito pedra, fez o pau de Sam endurecer na hora. Mesmo tendo gozado a poucos minutos.

O membro do loiro latejava. Implorava por alívio.

Sam queria tocá-lo, mas estava um pouco constrangido. Desceu sua mão pelo corpo de Dean lentamente enquanto ele beijava seu pescoço e chupava a pele do moreno. Ele estava determinado a marcar Sam como seu. Para mais nenhum engraçadinho sequer pensar em chegar perto do seu Sammy.

Sam envolveu o pau do irmão com a mão e começou uma lenta masturbação, sentindo todas as veias estufadas e a cabeça melada de pré-gozo. O pau de Dean era tão alvo quanto ele e a cabeça era tão rosada quanto a um pirulito de morango.

A boca dele salivou só de pensar em chupar o pirulito sabor Dean.

  – Ah... S-sammy... – Dean gemeu quando Sam apertou forte sua glande e passou o dedão pela fissura, espalhando ainda mais o liquido perolado que escorria dali.

Sam queria sentir seu irmão dentro de si. Queria ser dele. Só dele.

O mais velho beijou mais uma vez os lábios inchados e vermelhos de Sam e o olhou nos olhos.

Eles se entenderam só com o olhar e souberam que ambos queriam o mesmo.

  – Não quero te pressionar, maninho. Se não quiser... tudo bem. – avisou Dean dando um selinho nos lábios de Sam.

O mais novo não tinha outra coisa em mente se não Dean o fodendo. Não queria nem saber se não poderia andar depois. Ele só queria sentir que era de Dean.

  – Dean... eu quero isso. Quero sentir você dentro de mim. Quero sentir que eu sou seu. – seu tom era baixo e manhoso e isso só atiçou ainda mais o loiro.

  – Eu também quero... vai doer no começo, mas eu vou fazer de tudo pra não te machucar, tudo bem?

O moreno chacoalhou a cabeça em concordância e sorriu.

Dean devorou seus lábios demoradamente mais uma vez antes de descer até a sua virilha e levantar suas pernas.

Sam corou e mordeu o lábio com a posição em que estava e que via Dean.

A boca do mais velho salivou ao ver a entrada de Sam se contraindo, implorando para ser preenchida; implorando para ter o pau de Dean ali dentro.

O loiro juntou toda a saliva que tinha em sua boca e cuspiu no anel de músculos rosado de Sam.

As pernas do mais novo estavam sendo sustentadas pelas próprias mãos dele, o que deixava Dean livre.

Tocou primeiro com seu indicador e estou a reação de Sam.

O mais novo gemeu baixo manhoso, como se pedisse por mais contato.

Dean o atendeu prontamente, circulando seu indicador e o adentrando lentamente.

As paredes do canal anal do moreno esmagavam o dedo de Dean. Seu pau pulsava e tremia de tanta vontade que ele estava de foder o mais novo. Mas teria que se controlar.

Mesmo com Sam preparado, Dean tinha noção de seu tamanho. Tinha noção de que seu corpo era maior do que o de Sam e não machucaria seu irmãozinho nunca.

Sam arqueava as costas e gemia com pequeno desconforto do dedo de Dean dentro dele.

A dor inicial veio quando Dean colocou um segundo dedo.

Seu rosto de contorceu de dor e ele mordeu o lábio inferior com força.

  – Ahnnn. – Sam respirava rápido e apertava suas próprias coxas. – D-dean... uhh...

Dean, percebendo a dor de Sam, parou de introduzir seus dedos, mas sem tirá-los.

  – Quer desistir, maninho? – perguntou ele inseguro. Não queria parar agora, mas se essa fosse a vontade de Sam...

  – Não! Já vai passar... só vai logo e para de ficar enrolando. – Sam corou intensamente com as palavras que disse, mas não desviou o olhar do sorriso malicioso de Dean para ele.

O loiro molhou os lábios de tesão e introduziu os dedos tudo de uma vez, começando a fazer movimentos rápidos com os dedos, tirando tudo e empurrando tudo de volta.

Sam gemia e rebolava nos dedos de Dean. O desconforto já tinha passado; e agora tudo que ele mais queria era ser fodido pelo pau do irmão.

Sua respiração era descontrolada e seu rosto se contorcia de prazer.

  – Dean... eu... eu tô pronto... ah-uh. Me fode... por favor. – implorou o mais novo manhoso, gemendo. Não se importava nem um pouco em implorar para o irmão.  Era exatamente isso que queria.

Dean não pensou duas vezes. Retirou seus dedos de Sam e o mais novo continuou rebolando mais algumas vezes; protestando logo em seguida pela falta de contato.

O mais velho sempre tinha lubrificante e camisinhas na sua jaqueta, mas não iria precisar das camisinhas com seu Sammy.

Pegou três sachês de lubrificante. Abriu um com a boca e despejou sobre seu pau e a entrada inchada de Sam.

Dean se aproximou do irmão e ele o enlaçou com as pernas.

  – Relaxa maninho, eu vou te fazer meu... Eu vou te fazer completamente meu.

Sussurrou o loiro no ouvido de Sam, colando seus lábios co os dele logo em seguida.

Dean segurou firme seu membro e o direcionou para a entrada do novo. Sam gemeu em expectativa ao sentir a cabeça do pau do irmão o tocando e entrando dentro dele.

O mundo ao redor de Sam parou.

Ele não ouvia e não sentia mais nada se não o irmão a sua frente.

Cada centímetro que o adentrava era como se o rasgasse e o levasse ao céu ao mesmo tempo. O mais novo estava completamente dividido entre o prazer e a dor.

Apertou forte as costas de Dean e ele colou seus lábios para abafar os gemidos de ambos.

Dean entrava lentamente, com cuidado para não machucar seu pequeno e apertado Sam.

Ah, tão apertado.

E quente.

Muito quente.

Era a única coisa que Dean conseguia pensar naquele momento.

Tinha esperado muito tempo por isso, e agora sentia que cada segundo tinha valido a pena.

Quando seu pau estava completamente dentro de Sam, ele parou e olhou o mais novo nos olhos. O beijou e acariciou seu rosto.

  – Tudo bem? – perguntou doce e preocupado.

Sam abriu a boca para responder, mas a única coisa que saiu dela foi um gemido misto de dor e prazer.

Seu irmão era grande. Mas ele só precisava se acostumar.

Meneou que sim com a cabeça e abraçou as costas do loiro.

Dean sentia as paredes do canal de Sam o apertarem, e a cada vez que ele pulsava era o paraíso.

Depois de alguns minutos percebeu que Sam estava pronto e começou uma lenta e tortuosa penetração.

Saía inteiro e se empurrava de novo com força, tocando fundo em seu irmão.

Sam apertava e arranhava suas costas a cada estocada, gemendo alto de prazer.

A dor e o desconforto inicial já tinham sido completamente substituídos pela aquela sensação maravilhosa que era Dean entrando nele.

O loiro gemia e afastava mais as nádegas do irmão. Ia cada vez mais fundo nele, fazendo o moreno gemer cada vez mais alto.

Ambos já se encontravam suados, o membro de Sam era pressionado e estimulado com os movimentos da barriga de Dean sobre Sam.

Sam enfiou a mão entre seus corpos e começou uma masturbação rápida, acompanhando os movimentos de Dean dentro dele.

  – S-sammy! Ahhh... – Dean gemeu alto e atacou os lábios de Sam. O menor correspondeu como pôde.

Dean metia fundo, e Sam pedia para ele ir cada vez mais rápido.

Quando Sam gritou alto de tesão e gozou forte na sua barriga, contraindo sua entrada no pau de Dean, o loiro não aguentou e se derramou dentro de Sam.

A respiração dos dois era descoordenada. Eles se olhavam e sorriam um para o outro, felizes por terem se entregado ao desejo de tanto tempo.

Sam puxou a cabeça do loiro e o beijou.

Este era diferente dos beijos cheios de tesão e volúpia de antes. Este era carregado de amor, compreensão, carinho, cuidado... Tudo que sentiam um pelo outro.

Ao desgrudarem os lábios, Sam olhou profundamente nos olhos verde-esmeralda de Dean e confessou:

  – Eu te amo, Dean... Eu te amo muito.

Dean sorriu largamente e o beijou estalado nos lábios.

  – Eu também te amo, maninho. – disse sorrindo e acarinhou o rosto fino de Sam. – Promete que nunca vai me deixar?

Sam passou os braços ao redor do pescoço do irmão e o beijou rapidamente.

  – Prometo. Eu sou seu, pra sempre, Dean.

Dean saiu do enlace do irmão mais novo com muita dificuldade; queria ficar ali para sempre. Mas pelo menos quando chegassem em casa ainda teriam um tempo antes do pai vir busca-los.

O loiro pegou algumas toalhas de papel e limpou o abdômen de Sam.

Vestiu suas roupas e ajudou o mais novo a se vestir.

Quando Sam desceu da pia do banheiro, sentiu um dor entre as pernas. Sabia que algo assim iria acontecer quando implorou para ser fodido mais forte, só que agora não ia reclamar.

Isso até que tinha um lado bom. Lembrava que que Dean o tinha feito dele; e que acima de tudo, eles se amavam incondicionalmente.

Dean notou o desconforto do mais novo e se ofereceu para carrega-lo no colo, mas como iriam explicar o motivo disso?

O mais novo negou e sorriu bobo com a preocupação de Dean com ele.

Saíram do banheiro, e foram em direção a saída.

Naquele momento, Sam percebeu que não importa o quanto essa vida seja ruim. Não importa o quanto ele brigue com o pai. Não importa o quanto ele tenha que mudar de escola. Dean vai sempre estar com ele e vai sempre o amá-lo e era só isso que importava.

Dean era dele.

Ele era de Dean.

E esse era o mundo deles.

No banheiro, um professor moreno de olhos azuis chamado Thomas se recuperava do orgasmo mais intenso de sua vida.

Quando os jovens entraram no banheiro, ele pensou em sair. Mas quando os viu  arrancando a roupa e se beijando daquela forma voluptuosa, ele não conseguiu fazer nada a não ser abrir seu zíper, tirar seu pau duro para fora e os observar pela fresta da porta.

 

Fim do terceiro ato.

Fim da história.


Notas Finais


E aí, o que acharam?
Comentem suas opiniões; digam se querem mais assim, com eles mais novos que quem sabe um dia eu faço ota sz
Obrigado por lerem e pra quem ainda não favoritou e não comentou, por favor né? Tsc, tsc, tsc. Dps que levam umas palmadas não sabem o por quê u.u
Até a próxima!


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