História Minha Amada: Atração Proibida - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Romance
Exibições 7
Palavras 565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Califórnia, 4 de março.


Nunca tive uma vida medíocre, pelo contrário. Sempre fui feliz pela minhas escolhas e principalmente pela minha família, mas eu sempre percebi que eles não eram tão satisfeito com a minha presença. Eles precisavam de outro alguém. Um alguém complementar. É como a matemática, Há os Conjuntos. Os conjuntos de união, interseção e os conjuntos complementares. A minha família neste exato momento se enquadra nos conjuntos complementares. Não é para menos. Meus pais sempre quiseram ter outro filho porém, infelizmente isto nunca foi possível, até que entraram num processo de adoção. É, adoção. Adotar uma criança, essa era a maior vontade deles e não digamos uma criança, era específico, era uma menina. Como um futuro psicólogo eu entendi isto. É uma limitação que eles querem ultrapassar, mas como filho é como se eu não suprisse as suas expectativas. Então, basicamente a três meses atrás eles conheceram uma garota no orfanato e este tempo foi sendo alimentado como pais e filha. Quando temos tempo para conversar como uma família normal, eles me descrevem a tal garota. E um fato marcante que eles impõem a dizer, é que ela é adolescente. Dizer que eu não estou esperando muita coisa seria subestimar o fato. É por isso que estou aqui neste aeroporto na sala de desembarque esperando a garota. Estou atrasado há uns vinte minutos e impaciente há ponto de retirar a chave do carro do meu bolso e ir embora.

- Santo Deus! É ela! - Mamãe gritou expondo sua enorme placa branca escrita com letras cursivas " Bem-Vinda, Ana"

Tentei procura-la em meio as pessoas que passava, mas nada, completamente nada fez com que eu assemelhasse com a criatura que meus pais descreviam. Até que uma garota com um sorriso esculpido nos lábios caminhou a nossa direção. Os cabelos revoltos cor de mogno caindo sobre os ombros, uma pequena mochila apoiada firmemente nos ombros e um violão na mão esquerda. É ela?

Minha mãe, Grace Trevelyan Grey assim como Meu Pai, Carrick Grey a abraçaram fortemente. É ELA!

Observei a tensão emocional ser liberada naquele aperto de inclusão familiar, onde eu, não faço parte. Quando meus pais caminharam a minha direção juntamente com a garota meu mundo oscilou de temperatura sobre os meus pés. É que mais que a Califórnia seja quente e mais que estejamos no verão, conhecer a nova integrante da família fez-me surtar e pensar que as descrições que meus pais fizeram eram corretas. Ela era uma garota ou uma mulher? Eis a questão que me fez a encarar. E ela me analisava minuciosamente, com a cabeça levemente inclinada para seu lado esquerdo. Atenciosa e curiosa. Seus olhos curiosos azuis claros. Um rubor surgiu em suas bochechas.

- Oi...- Eu disse e esperei um pouco para quê não errasse seu nome. Seria uma grande merda não saber o nome da filha adotiva dos meus pais. - Ana?

Ela assentiu ainda me analisando. Meus pais ão nosso redor como públicos ansiando num aperto de boas-vindas coletivo.

- Esta é a famosa Ana. - Meu pai sorriu passando um braço pelo ombro da garota. - Ana, este é o nosso filho, Christian Grey.

Não sei exatamente se era sexto sentido, se era algo mais forte ou profundo, mas quando eu a vi eu tive a noção que ela levaria o meu mundo de ponta a cabeça, e isto não era uma suposição era uma certeza.



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