História Minha Babá. - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Exibições 555
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, voltei =3
Obrigado aos comentários anteriores e aos novos favoritos. <3
Boa leitura.

Aviso: Não estou incentivando certas cenas.

Capitulo editado: Sesshoumaru tem 15 anos.

Capítulo 20 - Capitulo 20.


Fanfic / Fanfiction Minha Babá. - Capítulo 20 - Capitulo 20.

Dia seguinte. 6 horas da manhã.

Sesshoumaru bocejou e, ao sentir o cheiro doce da sua babá, despertou sorridente.

Esfregou o nariz contra o vale dos seios e passou deferir selinhos na pele macia.

A garota tinha um sono pesado, e Sesshoumaru olhou para cima, tentando ver se ela despertava com aqueles simples toques.

Vendo que não, sorriu malicioso.

Tão novo, mas já era tão safado.

Com quem será que ele estava aprendendo essas safadezas?

Soltou com cautela, o corpo da moça, fazendo-a ficar de barriga pra cima.

Sumiu entre o lençol, que os cobria da cintura pra baixo, indo ate o caminho da felicidade.

Sutilmente, puxou o shortinho de malha preta, que Rin vestia como pijama, retirando junto com ele a calcinha de renda rosa.

Arfou, ao ver a intimidade rosada da garota.

Lisinha e, parecia atrai-lo de uma maneira inexplicável.

Segurando com delicadeza, as coxas roliças femininas, abriu-as, fazendo com que, a feminilidade da moça ficasse bem visível.

Rin se remexeu e, rapidamente o Sesshoumaru olhou para fora do lençol, percebendo de que ela não havia acordado.

Suspirou aliviado, voltando a sumir por de baixo do lençol.

Mordeu o lábio inferior, ansioso para insanidade que estava prestes a cometer.

De inocente, esse rapaz não tinha nada.

Levou com cuidado, os dedos para os lábios vaginais, abrindo espaço e, descobrindo o potinho rosado que estava escondido pelo monte de carne rosado.

Desceu ainda mais a cabeça, e enterrou o nariz naquela região, querendo sentir aquele cheiro inebriante da sua babá.

Não retardou para estudar, com carinho aquela linda região.

Usou então, sua língua. Tocando com a pontinha dela, o clitóris rosado.

Rin suspirou, porém, quando o garoto agarrou todo o clitóris, chupando e o enfiando todo na boca, dando agora um beijo em sua feminidade; a menina abriu os olhos.

Surpresa e sentindo algo prazeroso no meio das pernas, foi em busca do que estava lhe fazendo aquele carinho... Ousado.

Olhou para baixo, reparado que o lençol estava com um relevo. Segurou o pano, vendo de imediato quem era que, estava chupando seu clitóris.

-Oh, céus! S-Sesshoumaru. –Disse em gemido.

Sesshoumaru engolia, babava, chupava e lambia; lascivamente sua boceta.

-Menino... Oh, deus! –Arqueou o tronco, como se quisesse sentir mais daquele prazer.

Sesshoumaru não parava, parecia ate saber o que estava fazendo. Contudo, ele descobria cada pedaço da feminilidade da sua amada.

Rin enterrou as mãos, nos longos cabelos prateados, e ajudou o rapaz; empurrando a cabeça dele contra sua intimidade.

Queria mais... Sim! Muito mais.

Estava tão bom. Aquela pequena língua movia-se louca, desesperada e inexperientemente contra sua boceta, que molhada, misturava os fluidos com a saliva quente do garoto.

-Ah... –Mordeu o lábio inferior.

Seu corpo parecia convulsionar, suas pernas tremeram e seu ventre contraiu, sentindo que havia se desmanchado na boca do menino.

Sesshoumaru parecia um felino, tentando limpa-la; porém bebendo o gozo da menina.

Com a feminilidade limpa; ele saiu de baixo do pano e deitou ao lado dela, tentando buscar ar para os pulmões.

-Que gostoso te chupar. –Falou sorrindo.

As bochechas do rapaz estavam coradas, mas pela falta de fôlego, e as da Rin, estavam pela vergonha.

-C-Como... –Foi interrompida pelos lábios do garoto.

Sesshoumaru a beijava, como havia feito na feminilidade dela, fazendo-a sentir o seu próprio gosto na boca.

Posicionou-se entre as pernas dela e passou a movimentar o quadril.

O pênis sob a cueca, endurecido, vibrava com aquela fricção.

Era um vai-e-vem mútuo e gostoso.

Rin estava hipnotizada, com aqueles lábios saborosos.

Sesshoumaru, sendo levado pelo momento, retirou a cueca.

Intimidade com intimidade, simulavam um prazeroso ritual de vai-e-vem, sem o contato da penetração.

O pênis do rapaz sumia entre as dobras vaginais, deixando-os com um enorme frio na barriga.

O pré-gozo se misturava com o gozo da garota, deixando as intimidades escorregadias.

-Rin, me deixa... Ah! Entrar. –Pediu manhoso.

Com esse pedido, Rin acordou do transe. Jogou o menino para o lado, deixando-o confuso.

-O-O quê foi? –Perguntou ofegante.

-Está errado, Sesshy. –Vestiu a calcinha e o short.

-Errado por quê?

-Ainda pergunta? Você só tem 15 anos, isso não é coisa que façamos juntos. –Levantou da cama e foi ate a porta.

-Rin... Eu te amo. Não é errado, fazer isso com a pessoa amada.

-É sim! Não insista com isso novamente. Eu já disse, cresça primeiro. –Saiu brava, do quarto.

Rin correu para o quarto e se trancou.

Seu coração pulava frenético no peito.

Ela queria ser dele, mas era errado. Ele ainda era somente um menino, e não podia fazer esse tipo de coisas com eles; não agora.

Roçou as coxas uma na outra, estava excitada e, ainda sentia seus fluidos melar a sua calcinha.

Seguiu pro banheiro e foi tomar um banho.

****

Sesshoumaru em seu quarto; puxava frustrado, a franja suada que caia sobre os olhos.

Reparou na ereção no meio das pernas e, seguiu para banheiro.

Levou a mão ate o falo rígido, e o tocou, gemendo manhoso em seguida.

Desceu e subiu o prepúcio, o apertando, sentindo de olhos fechados como se estivesse entrando e saindo, da cavidade da Rin.

Masturbou-se, enquanto pensava na Rin, ate se saciar.

-Ah, Rin... –Gemeu ao gozar.

[...]

Rin permaneceu no quarto amanhã toda, estava com receio de descer e encontrar com o Sesshoumaru. Estava sem apetite mesmo, então esperaria pelo almoço.

Porém, antes que saísse do quarto para fazer a rejeição, foi abordada por Sesshoumaru que estava sério.

-Por que se trancou e não saiu pra tomar café? –Puxou a garota pelo pulso, e a fez sentar na cama, sentando em seguida ao lado dela.

-Você me deixou com vergonha. –Não conseguia fita-lo nos olhos.

-Só por causa daquilo? –Juntos as sobrancelhas.

-Como assim: "Só por causa daquilo?!" –Fez uma pergunta retorica. -Não está certo, você é somente um menino. –Olhou seria para ele.

-Rin, você sabe como sou curioso. E se não percebeu, já sou um bem grandinho pra certas coisas, e também sinto meus hormônios aumentar com o passar dos dias. Fico a cada dia com mais curiosidade, pra fazer várias coisas com você.

-Coisas? Que tipo de coisas? –Fitava-o perplexa.

-Você sabe... –Corou. -Sinto vontade de tocar todo o seu corpo, de beija-lo. Na verdade... Tenho vontade de fazer tudo com você.

-Olha, Sesshoumaru. Quero que pare de ver certas besteiras, na internet. Você é muito novo pra isso.

-Posso prometer, se você me prometer algo em troca.

-Como você é chantagista. –Revirou os olhos. -O que você quer em troca?

-Que quando eu completar 17 anos, você me faça homem de uma vez.

-Se eu prometer isso, você vai parar com essas coisas e, vai ser um menino normal ate lá?

-Prometo. –Levantou o dedinho, enquanto abria um largo sorriso.

-Então, tá. –Envolveram os dedinhos. -Nos seus 17 anos, iremos fazer amor. –Disse corada. -E ate lá, nada de ficar ouvindo, vendo ou fazendo safadezas, ok? –Beijou a testa dele.

-Tudo bem. –Abraçou-a. -Quero muito que os meses, se passem rapidamente, pois assim terei você em meus braços como desejo. Será minha, somente minha! –Sussurrou as últimas palavras no ouvido dela, fazendo Rin sentir um grande arrepio pelo corpo.

 


Notas Finais


Bye. Sem previsões.


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