História Minha Babá. - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Exibições 295
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, voltei =3
Como disse, essa fic ainda terá um pouco de drama.


-Já disse e repito, amo esse cosplay ↓ ↓ ↓ ↓ ;) Calma Karina, meu amor é somente seu <3 Imaginem o Sesshy de 17 anos como ele.

Boa leitura.

Capítulo 24 - Capitulo 24.


Fanfic / Fanfiction Minha Babá. - Capítulo 24 - Capitulo 24.

 

Uma semana depois.

Rin ainda não havia contado sobre o estupro ao Sesshoumaru. Além do mais, ela fez o rapaz esquecer-se do assunto, sobre sua ‘virgindade’ de outras formas.

Lembrar-se do assunto era difícil, pois os dois não saiam de cima um do outro. Os únicos intervalos eram quando Rin ia trabalhar, quando o Sesshoumaru estava na escola, ou quando não conseguiam ficar sozinhos; e ficar a sós, eles sempre conseguia dar um jeito.

Era uma linda tarde de quarta-feira. 14h45min, e os dois estavam a sós, no quarto da Rin.

Inuyasha estudava na escolinha das 8 a 17, então não estaria em casa para atrapalha-los, assim como os mais velhos que, estavam no trabalho.

Porém, Kaede também estava em casa, só que na cozinha, sem suspeitar de nada. Será? Ate parece, pois Kaede era única que sabia dos dois, mas sem eles perceberem que ela sabia de tudo. Ela notou desde o primeiro momento que isso aconteceria e, não seria ela que iria atrapalhar esse lindo romance de amor entre eles.

-Ah, Rin! –Sesshoumaru gemeu, vendo a garota cavalgar em cima dele, enquanto se apoiava em seu peito com as duas mãos, deixando várias marcas no local com as unhas; rasgando a pele alva do rapaz.

Suados, sentiam aquele entra e sai gostoso, deixa-los loucos de tanto prazer.

As mãos grossas do Sesshoumaru que antes estavam na cintura fina da baixinha, seguiram de encontro às nádegas firmes, apertando-as com força pra fazer Rin senti-lo mais fundo.

Rin já não tinha mais medo de ser tocada pelo Sesshoumaru, ate por que descobriu o que menor conseguia lhe dar um dos melhores prazeres nunca imaginado por ela.

Ah, como era gostoso, descer e subir naquele mastro grosso e grande que, chegava a toca-lhe o útero.

-Sesshy!!! –Gemeu alto, sentindo-o acertar sem parar seu ponto 'G' do prazer. -Mais, amor! Mais!!! –Pediu alucinada.

Sesshoumaru colidia sua pélvis contra a dela, sentindo seu pau pulsar descontrolado.

Ele revirou os olhos, sentindo as paredes vaginais apertarem seu membro pulsante.

Podia já ser um homem, mas o prazer que ele recebia da Rin, era tão intenso que, o Sesshoumaru às vezes se sentia um garotinho indefeso desesperado para receber tudo aquilo de uma vez.

-Tô perto, Rin! –Urrou de prazer.

-Eu também, amor. –Acelerou até onde não podia mais.

A cama batia freneticamente na parede, assim como seus corpos um no outro, enquanto suavam.

-Ah!!! –Gemeram juntos, sentindo o orgasmo chegar no mesmo ritmo.

Rin parava de se movimentar aos poucos, ate finalmente parar cansada e desabar em cima dele.

-Amor, você é muito gostoso. –Sussurrou, fazendo o rapaz abrir um largo sorriso.

-Assim como você é. –Circulou os braços na cintura dela.

-Será que Kaede nos ouviu? –Com dificuldades, o fitou nos olhos.

-Acho que não. –Sorriu de lado. -Eu não me importo, que ela tenha nos ouvido.

-Você sabe que não podemos ser descobertos.

-Argh! Lá vem você com essa história de novo.  –Ele sempre ficava chateado com isso.

-Estou falando sério, Sesshy. –Fez bico. -Vão nos separar se descobrirem, por isso é melhor que espere até os seus 18 para revelarmos a verdade.

-Ta. –Revirou os olhos. -Você vai trabalhar hoje? –Começou a fazer um carinho nas costas dela.

-Uhum. Hoje começo as 18 e só volto à meia noite.

-Tudo isso? –Juntou as sobrancelhas. -Eu queria ir mais você. –Demonstrava ciúmes.

-Mas não pode ir, seu ciumento. –Beijou a pontinha do nariz dele. -Não se preocupe, eu só tenho olhos pra você. Tire da cabeça que irei te trocar por outro, por que não vai acontecer. Eu. Te. Amo! –Disse sorrindo.

-Eu também te amo, meu amor. –Começaram um beijo apaixonado.

[...]

18 horas.

-Já vou. –Estava no quarto do rapaz para dá-lhe um beijo de boa noite.

-Amanhã de manhã, antes que eu vá para escola, passo no seu quarto pra te dar um bom dia, já que você vai estar cansada pra vir até o meu. –Sorriu e deu um beijo de tirar o fôlego em sua querida babá.

-Tudo bem. Te amo, meu amorzinho. –Beijou a testa dele.

-Te amo. –Sorriu e logo ela se foi.

Dia seguinte.

Sesshoumaru acordou animado e depois de ter tomado seu banho matinal junto da sua higiene pessoal, se vestiu com o uniforme escolar.

Pronto, seguiu de fininho para o quarto da sua babá.

Ao entrar, estranhou não vê-la na cama, porém ao ouvi-la vomitar no banheiro, correu desesperado até ela.

-O que você tem, amor? –Preocupado, se aproximou mais dela.

-Não sei... –Voltou a colocar tudo pra fora.

-Você não está bem. –Ergueu os longos cabelos da baixinha, passando em seguida a fazer um leve carinho nas costas dela.

-Deve ter sido algo que eu comi no restaurante. –Pegou a escova junto do creme dental.

Após escovar a boca, Sesshoumaru a pegou no colo, sentindo-a repousar a cabeça em seu ombro.

Ela se sentia tão protegida nos braços dele.

-Não vou pra escola. Vou ficar aqui, cuidando de você. –Falou carinhoso.

-Nada disso mocinho. Não pode faltar na escola, pois você está em época de provas bimestrais. –Disse com a voz fraca.

-Não quero deixa-la sozinha, ainda mais nesse estado.

-Vá sem preocupação, meu amor. –Puxou-o para um selinho rápido. -Por favor? –O persuadiu com seu jeito manhoso.

Sesshoumaru revirou os olhos.

-Ta, mas não deixa de me ligar se não estiver passando bem.

-Aviso sim. Agora vá.

-Te amo.

-Também te amo.

Beijaram-se uma última vez, e ele se foi.

Rin sorriu. Como não ficar apaixonada por esse garoto?

Ele era tão... Perfeito pra ela.

Colocou o antebraço esquerdo sobre os olhos e tentou dormir, porém uma ligação em seu celular não a deixara fechar os olhos.

-Alô, Kanna? –Era do restaurante.

-Oi, Rin.

Kanna é dona de um dos restaurantes que a Rin frequentava como chefe gourmet.

-Vai precisar de mim hoje, é isso? –Sua voz saiu baixa.

-Não, hoje não. É que meu pai, o Naraku, chegou hoje aqui, no Japão.

-Verdade???? –Rin se animou.

Ele é dono do melhor restaurante, em Nova York.

-Sim, e tem outra... Eu falei tanto de você, que ele quer te conhecer. Quem sabe você não receba alguma proposta pra trabalhar com ele? Rin, essa é a sua chance! –Incentivou-a.

-Deus! –Colocou a outra mão na boca. -Kanna, não sei como te agradecer! –Disse morta de felicidade.

-Amiga, vá ao shopping e escolha um vestido elegante, pois hoje à noite você vai vir de convidada e quem sabe meu pai não peça pra provar um dos seus pratos?

Rin subitamente sentou-se na cama.

-Tenho que surpreendê-lo. –Indagou nervosa.

-Pense em algo especial, pois ele é muito exigente... Tá combinado para às 19 horas.

-Obrigado!!! –Agradeceu com o coração a mil de tanta felicidade.

-De nada, você merece por todo seu esforço. Te desejo sorte.

Desligaram a ligação.

Rin ansiosa, mesmo não estando muito bem, correu pro banheiro para tomar banho.

Finalmente iria realizar seu sonho. De ser uma chefe gourmet valorizada, uma das melhores na verdade.

Entretanto, ela não pensou na possibilidade da separação dela e do Sesshoumaru, se passasse na experiência com o Naraku.

Eventualmente, se ela ganhar a vaga de ser chefe gourmet, no restaurante do Naraku, Rin teria que se mudar para Nova York.

Deixará o seu adorado Sesshoumaru.

Com um sorriso nos lábios, enquanto tomava banho, esse pensamento lhe veio à cabeça.

-Desculpe Sesshoumaru, mas você vai ter que me entender. –Sentiu as lágrimas salgadas tocar seu rosto, sentindo-as se misturar com a água do chuveiro.

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Notas Finais




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