História Minha "Doce" Vizinha - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Lésbico, Romance
Exibições 163
Palavras 1.965
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Capítulo 12


A sexta vem e vai assim como todos os dias, não aconteceu nada de novo, só vejo a Nanda uma vez depois dela voltar do almoço e a Nat me oferece carona na hora de ir embora, que logo recuso.

Chego em casa a noite e Diego e Carla estão lá me esperando, vão dormir lá e nem me avisaram. Já até sei onde Carla vai dormir.

— Oi. – Eu digo para os três na sala. Ricardo está lá assistindo televisão com eles dois.

— Oi princesa. – Ricardo diz, sorrindo. Ele me chamava assim de princesa já a Milena ele chamava de fadinha.

— Ai mona, como você demorou. – Diego diz, vindo me abraçar. — Decidimos fazer essa surpresa para você, agora que virou importante não quer saber mais dos amigos.

— Eu faço estágio a tarde Diego, vejo vocês todos os dias de manhã e aos finais de semana e sem contar que eu comecei ontem no estágio.

— Oi gostosa. – Carla diz baixinho no meu ouvido me abraçando e voltando a se sentar no sofá.

— Mas é só começar a ganhar dinheiro que logo vai se afastar dos pobres. – Diego continua falando, com cara de sapeca.

— Até parece. – Eu falo para ele.

— Vou tomar banho e já desço. – Subo para o meu quarto. As coisas dos meus amigos já estavam lá, iam passar o final de semana todo aqui.

Entro rápido no banho pois estou morrendo de fome. Assim que saio do banheiro, Carla está lá me esperando, ainda bem que eu me troquei no banheiro porque do jeito que Carla estava me devorando com os olhos era capaz de arrancar a toalha e me jogar na minha cama para se saciar.

— Você é tão linda Mel. – Carla diz, mordendo o lábio de um jeito sexy.

— Carla não começa vai. – Digo, já me preparando para sair correndo daquele quarto. — O jantar está pronto, só estão nos esperando.

— Eu sei minha gostosa. – Ela diz, levantando da minha cama e vindo na minha direção parando na minha frente. — Antes eu vou tentar falar com o Rodrigo, esclarecer tudo.

— Boa sorte. – Digo e me viro para sair. Carla me segue para fora do quarto e vai em direção a porta de Rodrigo enquanto eu desço para a cozinha.

— Cadê a Carla? – Diego pergunta. – Você cansou tanto ela que provavelmente nem conseguiu levantar da cama né? – Ele fala, fazendo minha mãe se engasgar.

— Porque a Carla está cansada? Vocês estavam brincando? – Milena me pergunta.

— Elas estavam brincando de ginecologista. – Diego responde no meu lugar fazendo Ricardo cair na risada e me deixando roxa de vergonha.

— O que é gine... ahn... essa coisa aí? – Milena e suas perguntas.

— Eu te explico outro dia meu amor. – Mamãe diz para Milena. — Isso não é assunto para a hora do jantar. – Mamãe fala, agora olhando feio para Diego.

— Ela foi falar com o Rodrigo. – Eu falo, dando língua para Diego.

Depois de algum tempo desce Carla e Rodrigo, não sei que milagre Carla fez mas ela conseguiu tirar Rodrigo da toca. Será que ele ia voltar a falar comigo normalmente? Bom, ninguém comentou sobre o sumiço dele nos jantares até para não o assustá-lo e ele voltar correndo para o quarto.

Depois do jantar nos reunimos na sala para uma partida de banco imobiliário. Todos iriam jogar, até a mamãe. Só a Milena que não pois já tinha ido para a cama. Jogamos em meio a risadas e piadas. A parte mais engraçada foi quando Rodrigo perguntou:

— Qual o nome do país de duas sílabas e que se tirar uma, vira uma coisa de comer? – Ricardo logo grita:

— CUBA, é CUBA!

Diego e Carla se dobram de tanto rir, minha mãe fica olhando para Ricardo sem entender e Rodrigo olha com uma cara muito estranha para Ricardo. Eu chego perto de Ricardo e digo no seu ouvido:

— A resposta é Japão. – Tento não rir. Essa piadinha eu já conhecia.

— Eu não entendi. – Mamãe diz ainda pensando.

— Pode ser Cuba também. – Diego diz, depois que consegue parar de rir.

— Ainda estou sem entender. – Mamãe fala.

— Deixa quieto mãe. – Eu falo.

Terminamos o jogo depois de meia noite, pensei que não ia acabar nunca. Carla, Diego e eu fomos para o meu quarto, suas camas já estavam arrumadas.

— O que você falou para o Rodrigo? – Eu pergunto para Carla, ela estava deitada em seu colchão e Diego no dele.

— Nada demais, só disse que estava curiosa para saber como era ficar com uma mulher mas que eu não tinha gostado da experiência. – Ela diz.

— Hum. Só isso? – Pergunto.

— Só. – Carla responde.

— Amores eu já vou dormir porque estou cansado. Boa noite. – Diego diz, virando para o lado e indo dormir. Damos boa noite e fazemos o mesmo.

Sou acordada com uma Carla deitando em minha cama de madrugada.

— Vai para sua cama. – Eu falo sussurrando para não acordar Diego.

— Eu quero você. – Ela diz, também sussurrando. Carla prende meus braços acima da minha cabeça e me beija, um beijo lento, gostoso.

Só percebi que ela soltou um dos meus braços quando ela coloca sua mão por dentro da minha calcinha me fazendo suspirar. Depois de eu já estar bem excitada, Carla passa a me penetrar com dois dedos, tento conter meus gemidos puxando ela para um beijo.

— Dá para fazer silêncio aí, eu quero dormir. – Diego reclama da cama dele.

— Vai dormir viado. – Carla diz, sem deixar de me penetrar.

— Aqui não é motel não. – Diego fala.

Carla me penetra mais rápido me levando ao orgasmo. Acho que arranhei ela pra valer. Ela nem deixa eu me recuperar, tira meu short junto com a calcinha e passa a me chupar com vontade. Ainda bem que o cobertor estava cobrindo. Dessa vez não consigo segurar por muito tempo e meu gozo vem forte junto com gemidos altos que também não consegui abafar.

Carla me dá um leve beijo e depois levanta silenciosamente e volta para seu colchão me deixando ali daquele jeito, sem as ''calças'' literalmente. Visto minha calcinha e meu short novamente e tento dormir, sem sucesso. Meu desejo só tinha aumentado e agora não podia ir até Carla porque ela estava deitada bem ao lado de Diego, ele ia me expulsar do meu próprio quarto. Deixa ela, eu ia me vingar.

Consegui cochilar lá pelas seis da manhã e ainda sonhei que Carla dançava para mim totalmente nua. Acordei às oito horas e fui direto no banheiro, nem vi que estava ocupado. Carla estava tomando banho, fiquei na porta olhando-a, ela estava de costas para mim. Entrei em silêncio e tranquei a porta, me despí e abri o boxe lentamente. Carla só percebeu que eu estava ali quando encostou em mim e se virou.

Não dei chance dela falar, encostei-a na parede e a beijei. Carla envolveu seus braços em meu pescoço e eu coloquei minhas mãos em sua cintura. Interrompi o beijo e desci para seus seios, passando a chupá-los e a massageá-los lentamente. Carla já estava tentando empurrar minha cabeça mais para baixo.

— Paciência. – Eu digo.

— Isso é tudo o que eu não tenho nesse momento. – Ela diz, ofegante.

Depois de muito tempo me deliciando em seus seios, vou percorrendo lentamente seu corpo em direção ao seu sexo. Coloco uma perna dela em meu ombro para facilitar e começo meu ótimo trabalho, minha língua em nenhum momento deixa seu clítoris e sei que Carla está perto do orgasmo. Seus gemidos são altos, uma melodia maravilhosa. Depois de Carla ter seu orgasmo eu me levanto rápido para segurá-la antes que caia, acho que suas pernas estão fracas.

Depois que ela recupera o fôlego, tomamos banho e bem no final Carla diz:

— Agora eu quero você. – Carla vem passando as mãos em meus seios.

E é isso o que faço, simplesmente saio do chuveiro sem falar nada deixando ela lá, morrendo de vontade. Me arrumo rápido e quando estou saindo do quarto ela sai do banheiro de toalha.

— Vai me deixar assim? – Ela pergunta. Olho para ela com um sorriso.

— Você também me deixou assim de madrugada. – Eu falo saindo do quarto deixando que ela troque de roupa.

Desço para tomar café e encontro Diego e Ricardo lá.

— O que aconteceu com Diego? Ele está num mal humor dos infernos. – Ricardo me pergunta. Dou de ombros.

— Eu vou dizer chuchuzinho. – Diego diz, sarcástico. — As duas de madrugada me acordaram com gemidos. – Ele diz de cara fechada.

— Quando a vontade vem temos que saciá-la né viado. – Carla entra na cozinha e comenta, ela me dá um olhar irritado.

— Sei. Aquele quarto não é motel para vocês fazerem isso. – Diego diz, ainda irritado. — Eu estava lá.

— Desculpa tá? Eu prometo que não vai mais acontecer. – Eu falo com uma cara de culpada.

— Desculpa aceita. – Diego diz, suspirando. — Até porque eu já fiz pior mona. – Ele diz, piscando para mim e sorri.

— Então porque essa confusão toda? – Carla pergunta.

— Estava implicando com vocês. – Diego passa a comer. — Pena que vocês não me chamaram para a brincadeira.

— Nem pensar, a Mel é só minha. – Carla diz, me olhando com olhos semicerrados. Esse comentário de Carla fez meus pelos se arrepiarem. Eu não queria que isso se tornasse uma obsessão ou ciúmes doentio.

Tomamos café da manhã e simplesmente nos fazendo uma pergunta: O que faríamos esse final de semana?

— Já sei, agora a tarde podemos dar uma passeada no shopping e mais tarde vamos a um barzinho o que acham? - Diego diz, olhando cada um.

— Pode ser. – Carla diz.

— E amanhã? – Eu pergunto.

— Amanhã é outro dia, vamos viver o hoje. – Diego fala.

Depois do café da manhã, nós enrolamos até a hora de ir para o shopping. Nos arrumamos e saímos, Ricardo também foi.

Andamos um pouco e logo fomos para a praça de alimentação. Pedimos um lanche e enquanto comíamos, Diego mexia com as pessoas ao nosso redor. Ele ficava pegando nossas batatas fritas e jogava aleatoriamente em alguém, quando a pessoa procurava então abaixávamos as cabeças e fingíamos que não sabíamos de nada.

— Você ainda vai meter todos nós em confusão Di. – Eu falei.

— Vou nada. – Diego fala tranquilamente.

Depois do lanche, andamos mais um pouco pelo shopping. Lá pelas oito saímos em direção ao barzinho. Estava lotado mas tinha algumas mesas vazias ainda, nos sentamos. Todo final de semana nesse barzinho tocava música ao vivo, hoje era sertanejo. Eu não gostava de sertanejo mas Carla e Diego adoravam, vou dizer do que eu gosto, de Pop. Para ser mais específica, eu sou louca pela cantora Britney Spears, sou fã dela.

Mas como não tinha Britney então vamos de sertanejo né, fazer o que.

Lá pelas nove e meia eu tive uma surpresa, ela mesma, a Nanda estava lá e junto com ela a Nat e outras mulheres que eu não conhecia mas julgava ser da empresa. Ela como sempre estava linda, usava uma regata branca, uma calça jeans azul apertada e uma sandalia.

A Nat também estava linda mas não tanto igual a Nanda. Fiquei olhando-as e vi que a Nat tinha sussurrado algo para a Nanda que logo me olhou. Fernanda me deu um sorriso lindo e prontamente lhe sorri de volta.

Foi a noite inteira assim, nos olhando.

— Vai falar com ela? – Ricardo me pergunta.

— Não. – Eu digo. — Ela está com as amigas dela.

— Mas você está doida para ir lá. – Ricardo diz. Sim, eu estava mas o que eu falaria quando chegasse lá? Só faria papel de boba.

No meio de uma música e outra, Diego levanta e sai indo em direção ao cantor. Provavelmente ia pedir uma música.

Eu logo descobri que não foi uma música que ele pediu, na verdade foi também mas foi mais que isso, Diego me fez pagar o mico do ano. Eu queria sair correndo e me jogar na frente de um carro, tamanha era a minha vergonha.



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