História Minha "Doce" Vizinha - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Lésbico, Romance
Exibições 138
Palavras 2.263
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Depois que assisti alguns episódios de uma das minhas séries, fui tomar banho e me arrumar. Depois de pronta, desci para esperar Diego na sala.

— Aonde você vai? – Eu pergunto para Ricardo, vendo-o todo arrumado também.

— Vou na boate também. Diego me chamou. – Diz ele, me olhando dos pés a cabeça. — Hum, está querendo chamar a atenção de quem? Da carla? – Ricardo diz, com um sorriso malicioso.

— Claro que não. Carla é só minha amiga. – Digo. A campainha toca e Ricardo abre a porta, revelando um Diego bem arrumado.

— Olá meus amores. Podem me abraçar mas não toquem no cabelo. – Diego diz, fazendo Ricardo e eu rir.

Saímos, já que eu não bebo então sou eu que vou dirigindo. A boate estava lotada, ficamos na fila um tempo antes de conseguirmos entrar. Os meninos logo se separam de mim e vão para a pista. Vou até o balcão pedir uma água e acabo ficando por lá. Me viro para olhar as pessoas dançando e é quando a vejo, Carla. Ela está dançando na pista deixando um cara se esfregar nela. Não era do feitio dela deixar um homem se aproveitar assim.

Tirando o homem atrás dela, Carla dançava de um jeito provocante. Em algum momento seus olhos fixam nos meus e ela passa a dançar de um jeito muito mais sensual e com um sorriso malicioso. Não consigo desviar meus olhos. Mesmo sendo minha amiga, eu não podia negar, ela era muito bonita. Ficamos assim por muito tempo, nos encarando.

Sem avisar, Carla para de dançar e vem na minha direção, parando ao meu lado e pedindo uma bebida. Não sei que bebida era pois não escutei o que ela pediu, só sei que virou de uma vez. Pediu outra e depois mais outra. Na quarta, segurei seu braço antes que bebesse.

— Você está exagerando Carla. – Digo, visivelmente preocupada. Carla não era de beber muito e do jeito que ela estava, virando uma bebida atrás da outra, dava para perceber que tinha algo acontecendo.

— Me deixa Mel. – Carla diz, ainda sem me olhar.

— O que está acontecendo Carla? – Falo. — Você mudou, está estranha. – Seguro seu rosto, virando para mim.

— Não é nada. – Carla diz, enrolando um pouco as palavras. Pelo visto ela estava bebendo bem antes de os meninos e eu chegarmos. — Vem dançar comigo. – Ela me puxa pela mão até a pista e começa a dançar.

Começo a dançar um pouco tímida mas logo me solto. Os movimentos de Carla ficam mais sensuais e ela me puxa, dançando bem coladinha comigo. Carla passa seus braços ao redor do meu pescoço e por reflexo coloco minhas mãos em sua cintura, ganhando um sorriso dela. Não sei se era a música envolvente, seus olhos nos meus ou seu jeito de dançar que estava me deixando quente, e quando digo quente era excitada.

Com esse jogo todo eu acabei não prevendo o próximo passo, Carla se aproxima de mim e me beija. Eu ainda nem tinha esquecido o gosto do beijo dela e agora estava ali, sendo beijada por ela novamente. Sabe, naquela hora ali, provando aquele beijo, eu simplesmente só queria deixar rolar. Ficamos muito tempo ali, só nos beijando, curtindo.

Depois de muitos beijos, Carla vai para o balcão e vou atrás dela. É a mesma coisa, vira uma bebida atrás da outra. Carla já nem conseguia andar direito sem esbarrar em alguém, estava muito bêbada. Fui até os meninos e disse que ia embora e ia levar Carla para casa. Se eu não fizesse isso logo, outra pessoa faria e poderia se aproveitar dela naquele estado.

Levei-a até o carro e coloquei-a no banco do carona, liguei o carro e fui para a casa dela. A casa estava toda escura, os pais de Carla tinham viajado para o interior para visitar os avós de Carla. Destranquei a porta e quando entrei, tranquei a porta novamente. Subi com Carla até o quarto dela, foi difícil mas consegui.

— Você precisa de um banho gelado. – Falo, procurando uma roupa para ela. Encontrei uma calcinha e uma blusa. Carla não dizia nada, só me olhava.

— Vem. – Estendo a mão e ela a aceita, levo-a até o banheiro e lá abro o chuveiro no máximo para a água ficar fria. Me viro para ela.

— Vou te ajudar. – Me aproximo dela e subo sua blusa até tirar. Naquele momento, vendo Carla daquele jeito, eu sabia que ela precisava de mim, uma amiga. Ajudo a tirar sua saia e ela fica só de sutiã e calcinha. Em nenhum momento Carla deixa de me olhar. Tiro seu sutiã, sendo recompensada com aquela bela visão e ajudo a tirar sua calcinha. Carla mal se segurava nas pernas.

Coloquei-a debaixo do chuveiro e comecei a ensaboá-la, cada parte dela. Depois do banho, ela se vestiu e nós descemos. Preparei um café bem forte para tentar curar o resto da bebedeira.

— Obrigada. – Ela diz, com uma xícara nas mãos. — Por cuidar de mim.

— Não foi nada. – Digo, dando um sorriso triste. — Você se arriscou muito bebendo daquele jeito, alguém poderia ter se aproveitado. – Eu falo, em tom de advertência.

— Eu sei, desculpa. – Ela diz, triste.

— Para você beber daquele jeito, tem alguma coisa que queria esquecer não é? – Pergunto, e como não obtenho resposta eu falo novamente. — Qual o problema?

— Você ainda não sabe? – Ela pergunta, com um tom sarcastico. — Deveria, porque envolve você. – Carla me analisa.

— É por causa do beijo né? – Pergunto e ela afirma com a cabeça. — Você prometeu que continuaríamos sendo amigas. – Falo mais do que desesperada. Não suportaria perder a amizade dela.

— Aconteceu tá? Quando eu percebi já estava envolvida, não consegui parar de pensar em você nem um instante sequer. – Ela diz, agora em pé, visivelmente desesperada também.

— E agora? Você vai se afastar de mim? – Pergunto. Na verdade nem deveria ter perguntado aquilo, eu tinha medo da resposta.

— Não.

— O que você sente por mim? – Pergunto.

— Eu não sei. Isso é tão estranho. – Carla diz, jogando o cabelo para trás com a mão. Sinceramente, eu achava aquele gesto simplesmente sexy, em qualquer mulher. — Eu não posso dizer que estou apaixonada por você, se nem mesmo entendo isso ainda. Só sei que não paro de pensar em você, no beijo de quarta e agora no de hoje lá na boate. Eu que nunca tinha ficado com nenhuma mulher antes, agora me vejo atraída pela minha melhor amiga e tudo por causa de um beijo. – Carla parece não saber o que fazer, fica andando pela cozinha enquanto fala. Eu não sabia o que dizer.

— Amanhã a gente conversa melhor. – Falo.

— Vai fugir do problema? – Carla me encara, com uma sobrancelha levantada.

— Não. Só acho que deveríamos conversar amanhã. – Encaro ela de volta. — Posso dormir aqui? – Pergunto sem jeito. Carla afirma com a cabeça.

Subimos para seu quarto.

— Dorme na minha cama comigo? – Ela pergunta.

— Tá. Está tarde para arrumar colchão mesmo. – Carla arruma a cama dela, colocando mais um travesseiro. Vamos dividir o edredon, que por sinal é enorme. Ela também me empresta uma blusa e um short, que eu troco no banheiro.

Nos deitamos e eu faço o máximo para não ultrapassar o meio do colchão. Já era estranho demais minha melhor amiga estar ''possivelmente'' apaixonada por mim e ainda mais eu estar deitada com ela vestida com uma calcinha e uma blusa. É de enlouquecer qualquer um. Acabo dormindo, um sono leve. Me preocupo de Carla passar mal.

— O que você está fazendo? – Pergunto, sentindo Carla em cima de mim e passando sua mão em minha barriga. Estava um pouco escuro mas dava para vê-la. Era madrugada ainda, nem sei se cheguei a dormir muito.

— Só deixa rolar. – Ela diz, me beijando. Minhas mãos vão para sua cintura. Sigo seu conselho, vou deixar rolar.

Suas mãos ficam mais ousadas, chegando aos meus seios. Suspiro quando ela aperta de leve o bico do meu seio esquerdo. Ela interrompe o beijo e passa para o meu pescoço, me dando leves mordidas e alguns chupões. De repente ela para e se senta em cima de mim tirando a própria blusa e me presenteando com seus belos seios.

Carla sorri para mim maliciosamente. Levo minhas mãos até seus seios, passando a acariciá-los e ganhando um gemido de Carla. Nossa, eu nunca pensei que era tão bom escutar uma mulher gemer. Meu coração estava disparado em meu peito.

Levanto também mas sem deixar que Carla tire suas pernas ao meu redor. Nunca vi mulheres transando antes, então sigo meu instinto. Vou direto no seio direito de Carla, passando a língua no biquinho e depois chupando com gosto. Carla segurava meu cabelo com força e gemia bem perto do meu ouvido. Passo a fazer a mesma coisa no seio esquerdo ganhando mais gemidos dela.

Carla me interrompe para poder tirar minha blusa e logo meu sutiã. Ela parecia ter pressa.

Assim que meu sutiã é arrancado e arremessado sei lá onde, Carla me deita e passa a chupar um dos meus seios. Uau, que sensação era aquela. Acabei deixando escapar um gemido baixo.

Carla passa a chupar meus seios intercalando, ora em um, ora em outro. Provavelmente vai deixar marcas. Puxo ela para um beijo. Tiro a sua calcinha sem parar de beijá-la, quando consigo tirar, troco de posição ficando por cima. Observo-a toda nua, linda. Carla sorri para mim e segura minha nuca me puxando para mais um beijo.

Trocamos de posição novamente e Carla tira meu short e volta para tirar minha calcinha com os dentes, bem lentamente. Fico completamente nua, sendo observada por ela. Carla começa me beijando, primeiramente na boca, descendo para meu pescoço deixando várias marcas. Provavelmente eu teria que me explicar para minha mãe mas não queria nem saber, só queria que ela continuasse.

Ela desce sua boca parando em meus seios brevemente. Sua pressa era visível. Carla continua fazendo o trajeto, passando por minha barriga, depositando beijos e mordidas e desce mais chegando à minha virilha e logo em meu sexo que estava bastante molhado. Antes dela ''cair de boca'', ela beija o interior de minhas coxas. Eu já estava ficando maluca.

— Carla... para de enrolar. – Tento dizer entre um suspiro e outro. Carla me olha de um jeito safado.

— O que você quer? Me pede que eu faço tudo. – Ela diz, sorrindo e beijando minha virilha novamente.

— Carla, por favor? – Carla dá um risinho e faz o que eu peço. Sinto sua língua de leve em meu clítoris, me levando a loucura. Eu nunca tinha sentido nada assim antes. Carla continua o belo trabalho, agora dando alguns chupões de leve. Seguro sua cabeça para que ela não resolva parar o que está fazendo e obvio, ela não para, parece querer isso tanto quanto eu. Carla me penetra bem devagar.

— Se doer você me avisa. – Carla diz e aceno com a cabeça.

Carla passa a me chupar mais intensamente e nem sinto mais a dorzinha que senti quando me penetrou. Carla coloca mais um dedo, me penetrando agora com dois dedos, suas estocadas ficam mais rápidas e sua língua em meu sexo também. Não consigo parar de gemer. Tenho meu primeiro orgasmo, que por sinal foi arrebatador.

O que falar sobre isso? Não tenho palavras para descrever como foi incrível. Dizem que nunca esquecemos a nossa primeira vez, assim como nosso primeiro beijo e é a pura verdade, Carla me proporcionou tudo isso e eu vou lembrar pelo resto da minha vida.

Carla vem subindo, distribuindo beijos até chegar na minha boca. Ainda estou ofegante o que a faz sorrir. Sem querer perder tempo, troco de posição com Carla e faço tudo o que ela fez comigo mas ao contrário dela, faço sem pressa, tentando memorizar cada reação sua, cada gemido.

Chego em seu sexo pronta para dar prazer a ela. Passo a língua em seu clítoris e depois em todo seu sexo, sentindo aquele gosto maravilhoso. Carla segura firme em meu cabelo e geme sem parar. Depois de torturá-la muito, penetro ela com dois dedos num ritmo de vai e vem lento.

— Mais... rápido... Mel. – Carla fala em meio aos gemidos. Faço o que ela manda, penetrando-a mais rápido. Passo a chupá-la mais intensamente até ela explodir em um orgasmo.

Carla mal se recupera e encaixa nossos sexos em um um ritmo de vai e vem. Carla me olha nos olhos e sorri me fazendo gemer. Minhas mãos envolvem sua cintura. Vendo-a daquele jeito, gemendo e vendo-a rebolar, eu ficaria ali o ano inteiro com ela.

Carla acelera o movimento, fazendo com que cheguemos ao orgasmo juntas, ela me beija e deita encostando a cabeça em meu ombro. Eu estava exausta. Passei a fazer carinho no cabelo de carla.

— Você gostou? – Carla pergunta insegura depois de alguns minutos de silêncio.

— Foi incrível. – Digo, sendo recompensada com um sorriso dela.

— Doeu muito? – Carla pergunta me olhando.

— Só um pouquinho.

— É normal sentir dor, tem mulheres que nem sentem enquanto outras sentem mais. – Ela diz, ainda me olhando e agora passando a mão lentamente em meus seios e minha barriga.

— Eu fiz direitinho? – Pergunto. Carla dá uma risada.

— Você dá de dez a zero em muitos homens com quem já fiquei. – Carla diz, sorrindo. — Mas não fica se gabando não hein. – Ela diz, me fazendo rir.

— Tenta dormir um pouco. – Digo dando um beijo em sua cabeça.

— Você também, deve estar exausta. – Ela diz sorrindo de um jeito safado. Afirmo com a cabeça, sorrindo. — Dorme bem. – Carla diz, me dando um beijo rápido nos lábios.

— Você também. – Digo, dando um beijinho na ponta do seu nariz. E é assim que dormimos, com Carla abraçada a mim.



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