História Minha Dona - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien, Adrinette, Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Marinette, Plakki
Exibições 946
Palavras 2.865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


VOLTEI CAMBADA DE PANQUECAS!!!! AGORA EU TÔ DE FÉRIAS MESMO!!!! UHHHHHHHHHHH
PUTS PUTS QUERO VER 🎶
TAVA COM SAUDADE DE VOCÊS T-T
Hey panquecas lindas carameladas com geleia de framboesa :3
MUITO OBRIGADA AOS COMENTÁRIOS E FAVORITOS SEUS LINDOS :3
Nem tô feliz né :v
Bom, reuni todos aqui nesta noite por alguns motivos:
Primeiramente, me desculpem pela demora. Eu já disse mas vou repetir: no começo foi por nervosismo por ter perdido uma prova, depois por falta de tempo por estudar pras provas e por fim foi por ter de arrumar as coisas aqui pois vou viajar amanhã (hoje cedo).
Segundamente: houve muitas mudanças em como a história vai acontecer. Agora eu tenho dois finais para ela, um mais curto e outro bem mais longo. Vou ir postando e dependendo de como a história for "se saindo" eu decido qual final ela terá.
Terceiramente: o ano está acabando e eu queria fazer um ASK meio diferente com vocês. Eu quero conhecer vocês, por esse motivo eu queria fazer perguntas pra vocês então: vocês responderiam? E poderiam perguntar também, vai que né :v
Então, um dia ai eu vou por as perguntas e vamos ver se o pessoal responde ou me deixa no vaco :/
Quartamente: pra quem não sabe, eu faço almofadas e ursinhos de feltro. Como estamos no fim do ano, eu tô pensando em sortear entre as 3 fics que eu atualizo (essa, Jogos e The Menace Ladybug). No dia do "ASK" vou perguntar quem quer participar. Ah vão ser almofadas de Miraculous tá?
Quintamente: essas palavras nem existem...
Olha, não corrigi o capítulo e por isso ignorem os erros ok? *-*
Espero que gostem, não me matem e boa leitura :3

Capítulo 10 - Controvérsias


Fanfic / Fanfiction Minha Dona - Capítulo 10 - Controvérsias

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS OK? OK!

Sabine estava sentada na cama, ainda era muito cedo, provavelmente três horas da manhã. Ela deveria acordar mais de duas horas depois, mas perdera o sono devido a um sonho que teve, na verdade, uma lembrança bem antiga.

A jovem de mais ou menos dezesseis anos estava já vestida para dormir e as luzes da casa já estavam todas apagadas, mesmo assim Sabine estava bem alerta. Conversava, ou melhor, dava um sermão em seu companheiro de “treino”.

— O Mestre pega no meu pé sim — insistiu o garoto, que tinha a mesma idade da outra, ele usava um traje de luta preto, seus olhos estavam cobertos pela máscara de mesma cor e em seus cabelos as afrontosas orelhas de gato se misturavam a seus cabelos cor de noite.

— Se você parasse de brincar durante as lutas e os treinos isso não aconteceria Hu — falou fazendo um bico engraçado enquanto penteava seu cabelo, que caia até os quadris — Nosso inimigo é forte e você sabe disso.

— Shi não me chame pelo nome quando eu estiver transformado — disse fazendo sinal de silêncio e ela revirou os olhos — Eu sei disso Bine, mas, algumas brincadeiras para descontrair não vão fazer a China ser destruída — ela o olhou com a sobrancelha erguida e ele suspirou — Trouxe um presente para você.

Tirou de um dos lados do traje uma caixinha redonda. Era pequena, cabia na palma da mão, pintada de um, rosa perolado e com desenhos, quase invisíveis, de arabescos que começavam debaixo da caixa.

— Não é nada muito luxuoso, mas espero que você goste e lembre-se de mim — HeiMao* falou observando e dando corda na caixinha que ainda estava em suas mãos. Sabine o analisou com atenção, os cabelos negros e lisos que formavam uma franja e caiam por cima dos olhos, pretos a quem olhasse rápido, mas que na realidade eram do azul-marinho dos mares das histórias antigas.

Ela pegou a caixa das mãos dele, percebendo que era feita de porcelana e a abriu com cuidado, fazendo o quarto ser preenchido por uma melodia calma e harmoniosa, que lembrava um pouco uma valsa.

— Sabine — o rapaz chamou sua atenção, que permanecia voltada para a caixinha.

— Si… — ela falou levantando os olhos, mas foi interrompida pelos lábios macios do garoto. Era um beijo calmo e simples, que terminou tão repentino como começou.

— Tenho que ir. Te espero no treino amanhã Piáochóng* — e então ele saiu pela janela, deixando-a sozinha mas, ainda embalada pelo som da caixinha.

Sabine suspirou com as lembranças, não era comum ela sonhar com seu passado e, isso queria dizer alguma coisa. Olhou para o lado e viu que o marido ainda dormia profundamente, levantou com cuidado e foi de maneira rápida, porém silenciosa, até o porão. Depois de retirar algumas coisas do lugar ela achou um grande baú, onde ficavam guardadas as coisas de sua juventude, mas que precisariam tornar-se seu presente.

* * *

“Me ama e depois leva isso de mim
Oh, eu odeio isso, eu adoro isso
Porque você está me deixando louco”
(Patience – Shawn Mendes)

* * *

* * * 10:15 h / quinta-feira * * *

Já fazia alguns minutos que a última aula do dia havia começado e os alunos do 3ºA não tinham nem notado que a professora não aparecera. Não que isso fosse motivo de preocupação, na verdade era bom ter uma folga da rotina cansativa do colégio. Então todos estavam fazendo o que sempre faziam turante a troca de professores: conversavam, desenhavam, observavam suas paixões, secretas ou nem tanto, e alguns simplesmente discutiam por bobagens.

— Ei pessoal — Rose falou chamando a atenção de todos da sala e, consequentemente, corando um pouco com isso. Já não era mais tão tímida como antes, até mesmo deixou os cabelos crescerem e chegarem ao seu queixo, porém continuava com a personalidade romântica e apegada a seus amigos — Já que pelo que parece a Srta. Bustier não veio hoje, que tal se fizéssemos alguma coisa, juntos?

— Como um jogo ou algo assim? — Kim perguntou já se interessando e um burburinho de ideias começou até que uma voz sobressaiu.

— A gente podia brincar de verdade ou desafio — Juleika propôs olhando discretamente para o garoto de cabelos vermelhos, esse que acompanhado de outros dois pares de olhos examinaram uma certa mestiça sem discrição nenhuma.

— Isso é coisa de criança — Chloé interveio com a voz enjoada. Então viu os olhos de Adrien colados em Marinette, que como sempre, estava sentada a seu lado, e deu um sorriso de canto — Mas pode ser interessante para ver se as coisas mudaram aqui na sala.

Alguns por concordar com a loira, outros por querer alguma coisa, no fim todos acabaram aceitando a ideia. Depois de algumas mesas e cadeiras movidas finalmente todos sentaram-se em círculo no chão. Não foi difícil arranjar uma garrafa e logo já estavam brincando. Não podiam negar, apesar de algumas perguntas indiscretas e desafios piores ainda, esse era um bom jogo para fazer todos se envolverem. Muitas risadas foram dadas, paixões descobertas e até mesmo casais improváveis pareciam começar a se formar, mesmo com a parte divertida algumas verdades eram meio, difíceis de engolir, como o fato de Adrien já ter ficado com Chloé por uma semana e algumas outras vezes durante o ano, o sentimento nem tão secreto que Kim havia começado a nutrir por Marinette. Talvez o mais chocante para a maioria da sala foi saber que Rose “ficaria” com Juleika caso ela aceitasse.

Aos poucos os desafios e as verdades foram ficando mais intensas, até que finalmente Chloé sentiu que poderia se divertir e tirar algum proveito da situação. A ordem para rodar a garrafa era o sentido horário e finalmente, estava na sua vez. Ela deslisou as unhas, compridas e bem pintadas, pela garrafa e a girou sem muita força fazendo com que depois de mal girar, a boca da garrafa fica-se apontada para a mestiça que estava sentada com as pernas cruzadas ao lado de Adrien.

— Marinette, verdade ou desafio? — a azulada pensou um pouco, ponderando qual seria menos pior.

— Verdade.

— Você ainda ama o Adrien? — assim, na lata. O loiro a olhou com um misto de pena e curiosidade, como praticamente todos na sala.

— É verdade que eu já fui completamente, apaixonada, por ele — soltou uma risadinha — E também que eu parecia uma idiota no começo. Mas sabe Chloé, com o tempo isso passou e agora ele é só o meu melhor amigo. E o cara que me irrita quase a aula toda — falou sorrindo para o loiro que abriu um sorriso forçado. O fato de ela não amá-lo mais o incomodava, mas talvez fosse apenas por ter de admitir que Kim tinha razão.

O jogo continuou normalmente, pelo menos até Adrien ser desafiado por Sabrina a dar um “beijo de cinema” em Chloé, o que desencadeou uma série de eventos que teriam sérias consequências mais tarde. Um desses eventos foi Marinette ter aceitado o desafio de Rose e dado um beijo em Nathanael. Ela estava mexida com o fato de seu melhor amigo ter ficado com sua maior inimiga, confusa pelo seu relacionamento com Chat e, naquele momento, ela viu uma oportunidade de fuga. Quem não gostou nada disso foi o loiro sentado a seu lado, não admitiria que era ciúmes, isso nunca, mas não negava que ver outra pessoa que não fosse ele, provando o sabor dos lábios da azulada o havia deixado com muita raiva.

* * *

Finalmente o sinal que anunciava o fim das aulas tocou e acabou com o jogo. Marinette e Adrien ajudaram a arrumar a sala e rapidamente saíram da escola, seguindo para a casa da azulada como sempre faziam. Só que, dessa vez o clima estava estranho, um estranho bem ruim.

— Você tá bem? — Mari perguntou assim que eles pararam no farol.

— Tem motivo pra não estar? — ele respondeu sem nem olhar para ela. A garota bufou, desde o começo do ano ele começou a ter momento assim, não que ela se incomodasse muito, todos temos problemas, afinal.

— Adrien, olha pra mim — disse segurando o braço dele e olhou em seus olhos — Sabe que eu vou descobrir, então conta logo.

Ele não respondeu de imediato, continuou um tempo ali, apenas observando o azul profundo dos olhos dela. O farol já abrira, as pessoas já haviam atravessado e eles continuavam ali, até ele virar a cabeça bruscamente e voltar a andar sem esperar por ela.

— Por que você teve que beijar o Nathanael?

— Sério que é isso? — Mari revirou os olhos — E você beijou a Chloé, por quê?

— Era só um jogo Marinette — falou ainda emburrado e ela o olhou com a sobrancelha erguida — Tá, mas sair com ele no sábado faz parte do “verdade ou desafio”?

— Você está com ciúmes? — inquiriu um tanto incrédula e ele deu um sorriso debochado, um sorriso que a fez lembrar de Chat.

— Mas é claro que não.

— Então qual o motivo disso tudo, Adrien? Mas, por favor, um bom motivo!

Ela parou de frente para ele, com os braços cruzados, esperou por um bom tempo a resposta que ele não tinha. Depois de vê-lo abrir e fechar a boca várias vezes ela virou-se de costas começou a atravessar o parque que ficava de frente para sua casa.

— Mari, espera — mas ela continuou andando sem se importar com ele. O loiro correu até ela e a puxou pelo braço, fazendo ela bater contra seu peito. A azulada tentou se afastar, mas ele passou os braços pelas costas dela prendendo-a num abraço forçado e desajeitado — Mari eu… me desculpa.

— Não — falou num tom grave, ele a soltou e arregalou os olhos — Eu já tô cansada Adrien. Cansada de sempre ser magoada e fingir que não tem nada acontecendo. Sabe, ano passado, quando o Nino e a Alya começaram a namorar e a gente ficou próximos, eu percebi o quanto você era diferente do que eu pensava, o quanto você era “imperfeito” como todos os garotos, mesmo assim eu continuei te amando, pensei que em algum momento você pudesse me dar uma chance.

— Mari… — começou, mas ela interrompeu-o.

— O tempo passou e quando eles foram embora pra fazer intercâmbio e você chegou pra mim um dia e disse que eu era sua melhor amiga, aquilo mexeu comigo de um jeito que… eu fiquei magoada e feliz ao mesmo tempo. Então você começou a ficar com a Chloé, a Chloé, a garota que pega no meu pé desde o fundamental, e você vinha pra mim pedir concelhos e contar as coisas, todas as vezes que você ficava com alguma daquelas modelos era pra mim que você corria. E eu dizia pra mim mesma que você não sabia que eu gostava de você, mas eu sei que você sempre soube. Até mesmo quando você tentou empurrar o Pierre pra cima de mim, você sabia — parou retomando o fôlego e limpando as várias lágrimas que já rolavam por seu rosto — E quando eu finalmente paro de gostar de você, quando eu começo a me aproximar de um cara legal e que eu tenho certeza que gosta de mim, você faz isso? Tem ideia de como isso me magoa?

Ela parou e realmente esperou uma resposta. Mas ele continuou com a cabeça baixa sem saber o que dizer.

— Eu aguentei tudo isso até agora, por que eu gosto muito de você e da sua amizade mas, agora você começa com isso e pelo quê? Seu orgulho? — ela virou-se de costas novamente — Acho que, assim como o que sentia por você, a nossa amizade também acabou.

A garota foi para a casa num passo apressado, deixando para trás um garoto confuso e com algumas lágrimas nos olhos.

* * *

Marinette estava pensativa, debruçada sobre o balcão da padaria e mexendo num fio solto de seu avental enquanto esperava dar a hora de fechar o estabelecimento. Seus pais já estavam em casa, e a essa hora, por volta das sete e meia, nunca havia muito movimento. O som do sino da porta a fez sair de seus devaneios sobre Chat e Adrien, com um suspiro cansado ela levantou os olhos para encontrar um par de esmeraldas a analisando.

— Tudo bem Mari? — o garoto loiro perguntou com um sorriso gentil. Ele usava uma jeans escura meio larga e com alguns rasgos, coberta pela grande blusa de moletom preta que dava destaque em seus cabelos loiros bagunçados e os grandes olhos verdes.

— Sim, só estou com tédio mesmo — respondeu sorrindo contagiada pelo sorriso dele.

— Se quiser — ele falou aproximando o rosto do dela — Eu posso acabar com esse seu tédio — propôs com a voz rouca e de modo galanteador. A azulada riu.

— Agradeço a oferta Pierre, mas logo eu já vou fechar a padaria e ir fazer lição de casa. Então, o que deseja?

— Além de você? Uma caixa de Canelés* por favor.

Rindo a azulada lhe entregou a caixa com os doces. Eles conversaram e riram até a hora dela fechar a padaria, as oito da noite, quando se despediram e ela foi para seu quarto para mais uma sessão de lição de casa e ficar deprimida pensando no melhor amigo e no gato cafajeste. Chat não apareceu em sua casa desde que ela deu a entender que eles não iriam mais repetir o “erro” daquela noite, e depois do momento que tiveram vendo o pôr do sol, eles não conversaram muito durante os ataques de akumas. 

Não muito tempo depois de começar a lição de francês ela desistiu de tentar se concentrar. Com um gemido deitou a cabaça sobre a mesa e Tikki pousou ao lado de seu rosto.

— Em que está pensando? — perguntou com sua vozinha enquanto fazia carinho no rosto da maior.

— Que eu sou uma completa idiota. Perdi meu melhor amigo, Chat com certeza cansou de ficar correndo atrás de mim e agora é muito tarde para desmarcar com Nathanael mas, eu não quero iludir ele e sei que não vou começar a sentir o mesmo que ele sente por mim. Eu sou uma pessoa horrível — choramingou.

— Você não é uma má pessoa Marinette, só tomou algumas decisões de maneira precipitada e agora está confusa. Isso acontece com todos em algum momento da vida, é só você dar tempo ao tempo e seguir seu coração.

— Obrigada Tikki, você sempre sabe o que dizer pra me deixar melhor — fez carinho na cabeça da amiga e desistiu de tentar fazer a tarefa naquele momento. Guardou os cadernos e resolveu desenhar um pouco.

* * *

— Vai continuar largado ai até o final da sua vida? — o pequeno gato preto de olhos verdes perguntou enquanto pegava mais um pedaço de queijo Camembert. O dono do gato revirou os olhos enquanto soltava um gemido de desgosto e continuou jogado no espaçoso sofá branco de seu quarto.

— A Mari me odeia Plagg. Ela com certeza nunca mais vai querer me ver nem como Adrien, nem como Chat, nem se eu aparecer pra ela cravejado de diamantes.

— Eu diria para se cravejar de queijo, mas te conhecendo sei que não faria isso — disse terminando de comer aquele pedaço e já partindo para outro — Mas já que você decidiu admitir que está apaixonado por ela, por que não tenta reconquistá-la?

— Não estou apaixonado por ela e nem quero reconquistá-la. Eu só… Ela só… É aquele olhar dela que me tira do sério, e aquele jeito mandão que me faz querer tirar a pose dela, o sorriso dela que me deixa com saudade e aquele bico que ela faz quando fica com raiva. Ah aquele bico dá uma vontade de morder e… — ele parou, finalmente prestando atenção às suas palavras e olhou para o companheiro, que o olhava com um sorriso de deboche.

— E agora?

— Sabe Plagg, acho que você está certo. Termina logo de comer esse queijo que nós vamos sair — o gatinho engoliu o queijo rapidamente.

— Vai visitar a Marinette?

— Não, vou começar a esquecê-la — disse sorrindo de lado e se transformou antes que o Kwami pudesse retrucar.

Chat Noir pulou por entre os prédios com habilidade e velocidade incríveis e sem demora chegou na frente de uma casa decorada com tijolos vermelhos. Saltou do prédio vizinho caindo com destreza na varanda do primeiro andar bateu na porta de vidro do quarto escuro. Alguns segundos depois as cortinas se remexeram e a porta foi aberta, revelando uma garota de cabelos castanhos que iam lisos até o meio das costas, ela usava uma camisola curta de seda preta.

— Boa noite Sophie — o gato falou com seu tom rouco e colocou as mãos na cintura dela, analisando seus olhos cor de mel para saber como ia ser recebido. Foi recebido com um sorriso malicioso e os braços da garota passando por seu pescoço.

— A quanto tempo Chat, achei que tinha se esquecido de mim — falou puxando-o para dentro do quarto sem soltar o abraço.

— Aconteceram algumas coisas mas, agora eu estou de volta.

E apesar de olhar para uma garota completamente diferente da qual sua mente clamava, apesar de todo o esforço que estava fazendo para não pensar nela, sua mente trazia a azulada de volta a todo momento.

 

LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS OK? OK!

 

 

 


Notas Finais


Primeiro as traduções:
Hu= é o nome do Chat da tia Sabine e significa: espirito, deus. Algo assim, as traduções não são literais.
HeiMao= Hei Mão é gato preto em chinês e na verdade aquele "e" tem um "~". Mas não entrou aqui no Not e assim ficou melhor, hehe.
Piáochóng= na verdade Piáo Chóng é joaninha em chinês.
Fiz umas alterações pois esses são os nomes de heróis deles, como Ladybug e Chat Noir.
Canelé é um doce tradicional do sudoeste da França e parece um Churrus.
Eu esqueci o que eu ia dizer T-T
Bom, quando eu lembrar eu falo huehehuehue
Espero que tenham gostado co capítulo, deixe ai sua opinião :3
Até a próxima e kissus de paçoca ^-^


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