História Minha Dona - Capítulo 10


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien, Adrinette, Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Marinette, Plakki
Exibições 238
Palavras 601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


MUITO OBRIGADA AOS FAVORITOS E COMENTÁRIOS, AMO MUITO VOCÊS PANQUECAS, QUERIA DAR UM BEJO EM VOCÊS *-*
Hey panquecas :3
Panquequitas, eu estou na "maratona" de provas da faculdade ok?
Por isso sem caps essa semana, sorry :/
Gente lembra do contatinho da foto?
Ele ta me tarando gente!! Mas ele é gato, muito gato...
E é legal, vamo ver no que dá :3
Bom, seguinte:
Panquecas, pelo amor do Gandalf, a fic que eu tô pensando em excluir é Tropeços do amor.
Jogos e Minha Dona não tem nada a ver com isso! Sério, pelo amor, calma gente!
Sobre os comentários me dando força sobre como eu escrevo, ai suas panquecas carameladas com geleia de amora :3
Já disse que amo vocês? Queria dar um abraço apertado *-*
Muito obrigada mesmo gente :3
Vocês não fazem ideia de como são importantes para mim :3
Agora, boa leitura e espero que gostem :3

Capítulo 10 - O conto da Quimera


Fanfic / Fanfiction Minha Dona - Capítulo 10 - O conto da Quimera

RECADO NAS NOTAS DO AUTOR. SÉRIO É SOBRE EU "EXCLUIR" A FIC.

A noite era clara, a Lua brigava com as diversas estrelas em um concurso, fútil, sobre quem brilhava mais. Eu estava sozinho no convés, os jogos no qual se apostavam os goles de Rum, já não me interessavam mais e as conversas, de gente trôpega e faminta, muito menos.

Perambulava por ali pensando em quanto mais a vida ia durar naquele lugar. Comida era coisa já rara e as batatas, única fonte de alimento, mais pareciam serragem contra meus dentes. Água era coisa rara também, a pouca que tínhamos era dividida, não de maneira igual obviamente, entre os vários tripulantes de um navio que não podia atracar em qualquer porto. A Companhia Britânica não perdoava gente como nós.

Foi naquele então que ouvi a melodia. Som feito por voz, tão doce, tão encantadora. Corri para a beirada da embarcação e lá estava ela, tão deslumbrante e linda. Me chamando, somente a mim. Os olhos de um azul cristalino como os mares das Maldivas, destacando a pele morena quase cor de cobre, lisa, que mesmo de tão longe parecia tão macia quanto o pêssego mais suculento. E seus cabelos, ah, seus cabelos de um tom vermelho que eu nunca vira antes na vida! Molhados caiam por sobre os seios nus e chegavam a flutuar com graça pela água calma do mar. A observava com atenção, quase obscena e obsessiva. Não me envergonho disso. E mesmo assim não vi calda de peixe, nada parecia sair de sua cintura.

Ela continuou lá, cantando a melodia hipnotizante para mim e eu continuei a ouvir e observar como se estivesse preso. Então a solução veio a minha mente como se seus claros olhos azuis tivessem ascendido uma luz, uma medida tão simples. Ela não poderia vir até aqui, então eu iria até ela. Ora que solução melhor haveria? Dizem que o beijo de uma criatura daquelas faz com que o homem respire debaixo d’água. Eu tinha plena certeza de que ela me daria esse dom, e que no reino de Poseidon nós viveríamos felizes, sem fome, sem sede e sem trabalho árduo. Com ela me amando incondicionalmente e eu a ela.

Acocorei-me na beirada da embarcação, quase gargalhando por minha estupidez em não ter percebido isso antes e tê-la deixado esperando, segurei a risada então prendendo o ar gélido em meus pulmões e sendo guiado pela melodia de seus doces lábios, me lancei ao mar na exata direção onde estava ela. Mas nada senti ao tocar a água fria como gelo. O mar me engolia, não conseguia me mover bem por causa do frio, meu ar acabava e eu procurei desesperado por meu anjo aquático. Nenhum sinal de seus olhos azuis ou seus cabelos vermelhos, nenhum sinal dela nem de sua melodia. Então eu percebi, que ela era um desejo meu, minha própria quimera, uma ilusão maravilhosa criada por minha mente para tentar fugir das lamurias de morrer de fome e sede.

Não mais consegui prender o ar, senti a ardência do sal entrar em meu corpo e a dor estridente nos músculos causada pelo frio. Desisti e me deixei ser levado pela água sem resistência, apenas pedindo para que as dores acabassem logo, foi ai que ouvi mais uma vez a voz de minha amada ilusão. Mesmo debaixo d’água a voz saia perfeita, continuando sua linda canção e ao ouvi-la, foi como se todas as dores e incômodos cessassem.

Então até a canção acabou. Era tudo escuridão, era tudo silêncio, era o fim.

TEM INDICAÇÕES SOBRE O PRÓXIMO CAPÍTULO NAS NOTAS FINAIS... HUEHEU 


Notas Finais


Uhhh eae??
Gostaram? Não gostaram? Deu pro gasto?
Deixa a opinião ai, eu não mordo :v
(Mentira, as vezes eu mordo sim)
Bom como vou demorar para postar, alguns spoilers básicos hehe
*O Chat da Tia Sabine vai aparecer pela primeira vez na história...
*Vamos ter um jogo na sala da Mari e do Adrien que vai deixar o loirinho irritado...
*Plagg vai ir atrás da Tikki...
Kissus de paçoca e até a próxima ^-^


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