História Minha Dona - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien, Adrinette, Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Marinette, Plakki
Exibições 871
Palavras 2.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*BUGOU MEU NOT! DESCULPA PESSOAL :/
Hey panquecas :3
Tudo bem?
VOLTEI POHAA!! MUITO OBRIGADA AOS COMENTÁRIOS E FAVORITOS *-*
Tenho ótimos motivos para ter atrasado, mas vou dizer dois:
1º. Descobri que existe vida além das provas da faculdade!
Voltei de lá ontem a noite e já vou avisando que lá é um lugar horrível :/
2º. Meu gato morreu. Ele estava comigo a quase 12 anos e eu peguei ele quando tinha apenas 6 dias de vida...
Claro que eu não tinha ânimo para escrever... Principalmente o que eu fiz ai em baixo ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Mas eu voltei da bad e das provas e agora vamos arrasar com esses dois ai hehe ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Já vou explicar uma coisa: Lembrem-se de que essa fanfic passa mais ou menos 1 ano no futuro do cartoon e por isso os personagens estão mais "maduros".
Com isso eu escrevo o modo como provavelmente eles seriam com essas idades devido suas vidas e as circunstâncias. Gosto de realismo, por isso não escrevo aquelas histórinhas de final fácil e nem mudo as personalidades deles sem sentido ou motivo.
Mais uma coisa, escrever primeira vez não é fácil. Ainda mais com uma personagem de personalidade não definida como a Mari, mesmo assim eu mais uma vez quis dar veracidade aos fatos e não ficar fantasiando com coisas bonitinhas e erradas! É isso e espero que entendam e gostem de como eu escrevo.
Enfim... Capítulo maiorzinho pra vocês ficarem felizes, já que demorei.
Mudando de assunto. O que vocês acharam dos spoilers?
Achei que tem muita coisa sem sentido no que falaram e que o Tio Thomas deve ter mais ideias e melhores do que apenas aquilo ou aquelas informações cabeludas que deram.
Fiquei puta com quem não gostou da Chloé ser a Queen. Gente, vocês tem que pensar que a Chloé é uma verdadeira abelha rainha e que a personalidade de uma abelha rainha é aquela!
Ignorem os palavões e a raivinha *-*
Ignorem os erros okok?
Boa leitura e espero que gostem *-*

Capítulo 6 - Incontrolável


Fanfic / Fanfiction Minha Dona - Capítulo 6 - Incontrolável

 

* * * 9:00 h / Sexta-feira * * *

 

-Então por que fez tudo isso? O que você quer Chat? - falou cansada daquilo tudo.

-Eu quero você Marinette. Quero muito e quero agora.

Antes que ela pudesse responder, antes que pudesse sequer raciocinar sobre oque ele havia dito sentiu os lábios quentes e macios dele contra os seus. Fechou os olhos concedendo passagem para que a língua dele dançasse com a sua e assim que a azulada correspondeu ao beijo Chat soltou seus pulsos, de maneira deliberadamente delicada ele retirou o casaco dela e desprendeu seus cabelos, emaranhou os dedos ali como que para ter certeza de que ela não escaparia e a puxou pela cintura com a outra mão. Marinette o puxava pelo pescoço com certa força, eles estavam completamente colados e suas mentes pensavam apenas na necessidade de mais toques um do outro. O beijo deles era assim: forte, rápido e necessitado. E acima de tudo, era incontrolável.

Pelo modo como se beijavam era claro que apenas isso não os deixaria satisfeitos, ambos queriam mais. O desejo que fora reprimido e acumulado ao longo do tempo transbordava agora que finalmente estavam juntos e, agora, sem se importar com nada mais, eles saciariam toda a sede que sentiam um pelo outro.

Prensou mais a garota contra a parede usando o próprio corpo enquanto suas mãos deslizaram espertas pelas curvas do corpo dela, correspondendo ao ato Marinette deixou escapar um baixo gemido que instigou ainda mais o felino. O ar acabou e os lábios dele se ocuparam com o pescoço dela distribuindo mordidas e chupões por toda e qualquer parte descoberta que encontrava e ela arranhava os ombros dele por cima do traje de um modo que deixaria marcas. Já sem paciência ou controle ele retirou a usual blusa branca dela, que foi jogada ao chão sem a menor importância.

Novamente suas mãos passearam de maneira cálida pelo corpo esguio da azulada, tocando em todas as partes possíveis e pararam um pouco acima dos quadris dela a puxando para mais um beijo. Os lábios voltaram a se encontrar com aquela mesma intensidade de antes, eles se apertavam mais do que era considerado possível. Marinette entrelaçava os dedos nos cabelos loiros e as mãos de Chat hora ou outra escorregavam mais para baixo no quadril dela. Percebendo que a azulada não dava muita importância ao ato e já sob completa influência do desejo que sentia por ela Chat levou de vez as mãos a bunda dela a apertou com força puxando para cima e juntando diretamente o quadril dela com o seu, Marinette sentiu o membro firme de Chat tocando sua intimidade e mais um gemido escapou por seus lábios ainda selados aos do gato.

As mãos ágeis trajadas de couro estavam agora abrindo a calça rosa e a azulada parecia nem se dar conta da situação de tão entretida que estava com a boca do gato, mas assim que o botão foi aberto e que ela sentiu a peça deslizar lentamente por seu corpo se obrigou a voltar para a realidade. Assustou-se um pouco a situação, corou e seus músculos enrijeceram, o que não passou despercebido pelo gato.

-Você não quer? - sua voz tinha um toque de desapontamento misturado ao medo da rejeição.

-E-eu quero sim, mas, é que…

-É sua primeira vez – afirmou divertido. Ela abaixou a cabeça envergonhada e sentiu um dos braços do gato envolvendo suas costas enquanto o outro passava por debaixo de seus joelhos, rapidamente ela estava no colo de Chat, que aproveitando-se da visão noturna a carregou até o andar de cima do quarto e parou em frente a cama.

-Prometo ser gentil com você Princesa – falou a deitando gentilmente e ficando por cima dela sem realmente encostar os corpos. Iniciaram um beijo bem mais calmo que os outros, mas que assim como aqueles foi se tornando intenso e desejoso. Aos poucos Chat foi deixando o corpo baixar e encostar ao dela e Marinette percebendo o esforço do felino para se controlar reuniu toda coragem que tinha dentro de si apelando para seu lado Ladybug e começou a abrir o traje de couro, o garoto sorriu com o ato dela nem um pouco surpreso, e a ajudou a baixar sua roupa até a cintura.

Aproveitando o surto de coragem ela trocou a posição dos dois na cama e ao ver o abdomên bem formado dele mordeu o lábio inferior, sem se dar tempo para pensar levou as mãos aos ombros dele e as deslizou até chegar ao traje, sentindo os músculos se contraírem com o contato. Ele era exatamente como ela imaginou em seus sonhos e a lembrança deles fez com que seu corpo se tornasse mais quente do que já estava. Ele usou da distração dela e retirou o sutiã branco com sutis bordados cor-de-rosa que ela usava, levando em seguida as mãos aos seios medianos e os apertou sem medir a força. A azulada arfou pela sensação nova, era meio dolorido, mas todo seu corpo se arrepiou e foi como se seu estômago desse um nó de ansiedade.

Trocaram novamente as posições e ele começou a beijar os seios dela enquanto suas mãos iam de encontro a calça já aberta dela, num átimo a peça foi ao chão. Se separaram um pouco para retirar a roupa apertada do herói, mais uma vez Marinette mordeu o lábio ao ver o corpo do parceiro de batalhas apenas com a box escura em tom de vinho, um pensamento veio a sua mente: “se ele não for modelo, deveria ser” e Chat segurou a risada ao ver a cara de boba dela. Sentou-se na cama a puxando para seu colo, logo voltando a beijá-la.

Ela sentiu suas intimidades se roçando novamente só que dessa vez as sensações que vieram foram apenas a excitação e um calor que tomou conta de seu corpo. Involuntariamente mexeu o quadril fazendo o gato arfar e enfiar os dedos nas laterais da calcinha também branca e de bordados rosa, a empurrou para cima conseguindo espaço para enfim deixá-la nua e a si mesmo. A azulada voltou a sentar-se sobre o colo dele, quase tremendo pelo nervosismo. O loiro a beijou ternamente se ajeitando abaixo dela e começou a encaixar seus corpos lentamente sem separar os lábios dos dela.

Ardia um pouco, nada que não fosse suportável, mesmo assim ela repousou a testa na clavícula dele tentando se acostumar a nova sensação. Ele a abraçou e os manteve assim por um momento, não era fácil se controlar naquela situação, mas ele faria isso o máximo que pudesse. Com o tempo Marinette foi se acostumando com aquilo, beijou o gato e experimentou se mover um pouco descobrindo como era bom. De modo gradativo os movimentos se tornaram mais graves e rápidos. A azulada cravava as unhas nos ombros dele, de vez em quando arranhava sua nuca e suas costas enquanto ele comandava os movimentos com as mãos nas laterais do quadril dela. Foram beijos, mordidas, chupões e arranhões além dos gemidos altos que escapavam dos lábios deles mesmo quando estavam ocupados com algum pedaço do corpo do outro. Tudo para poder extravasar o prazer que sentiam.

Marinette sentiu seu corpo esquentar, todos os seus pelos se arrepiarem e o prazer aumentar mais do que ela considerava possível, sem ter ideia do que fazer abraçou o gato com força, ele entendeu o que estava acontecendo, aumentou a velocidade e a força com que puxava o quadril dela contra o seu. Assim ela chegou a seu ápice, mas ele não. Continuou no mesmo ritmo levando a garota a uma sensação de êxtase pelo prazer até que enfim chegou sua vez.

Ela se largou sobre ele que a rodeou com os braços e se jogou para trás na cama fazendo com que se deitassem. Analisou a jovem a seu lado: respiração ofegante, bochechas levemente coradas e muitas, muitas marcas pelo corpo. Mas acima de tudo isso o que mais o encantou foi o sorriso singelo que ela mantinha no rosto.

-Você, vai ficar aqui essa noite? - perguntou olhando-o com certo receio. Não queria admitir que sentia mais que atração por ele, mesmo assim queria sua companhia, na verdade queria a sensação já familiar dos braços dele em volta de si.

Ele suspirou divertido, abriu seu costumeiro sorriso e a puxou para seu peito.

-Se quer tanto que eu fique – escorou o queixo na cabeça dela sentindo aquele perfume maravilhoso de seus cabelos - Mas não vai se acostumando!

-E não vai se achando não! É só por hoje mesmo – falou irritada com o ato convencido dele como sempre ficava. Ele apenas deu uma risada baixa e fez um cafuné nos cabelos dela.

 

“Existem muitos motivos para não se amar uma pessoa, mas apenas um para amá-la.”
(Carlos Drummond de Andrade)


 

Marinette acordou com o sol que entrava pela janela e levou alguns instantes para compreender sua situação. Tateou a cama em busca do corpo que a esquentou durante toda a noite encontrando apenas o vazio, soltou o suspiro de quem volta a realidade, se levantou sentindo os músculos protestarem pelo movimento e foi tomar um banho.

Quase soltou um grito no momento em que viu sua imagem refletida no espelho. Parecia que havia participado de uma guerra e quase não conseguira sobreviver, passou as pontas dos dedos pelas várias marcas roxas espalhadas por todo o corpo, anda estavam doloridas, mas ela não podia negar que o “erro” da noite anterior tinha sido maravilhoso.

Assim que saiu do banheiro, ainda enrolada na toalha rosa, verificou a hora e se assustou, quase 2h da tarde e ela tinha acabado de acordar. Colocou uma blusa azul-claro de gola alta e uma calça jeans acinzentada, para sua sorte amanheceu um dia chuvoso, isso a livraria de dar desculpas a sua família sobre as roupas.

Procurou a pequena Kwami vermelha e a encontrou dormindo em uma almofada perto de seu computador, deixou-a dormir e foi tomar o café da manhã que seria o almoço. Seus pais já estavam na padaria e isso a deixou ainda mais aliviada, afinal, eles certamente ouviram alguma coisa e ela queria ter as desculpas prontas quando perguntassem algo.

Voltou ao quarto com um prato cheio de biscoitos de chocolate e o deixou ao lado de Tikki, que ainda dormia tranquilamente. Pegou algum dinheiro e se dirigiu a farmácia mais próxima, depois do que ela e Chat aprontaram com certeza ela precisava comprar um certo remédio, sabia que tanto ela quanto ele não desejavam que pequenos gatinhos loiros de olhos azuis nascessem dali a nove meses. Assim que colocou os pés no quarto quase foi atingida por um pequeno jato vermelho.

-Marinette Dupain-Cheng onde você estava? Que me matar de susto? Primeiro você e Chat começam a se agarrar no meio do quarto e você me deixa quase sem comida, depois você some do nada! - a Kwami respirou fundo se acalmando – Você está bem? Com se sente?

-Primeiramente eu fui a farmácia comprar, você sabe! - se jogou no divã – E você estava dormindo, não queria te acordar, por isso deixei os cookies para você e fui sozinha – soltou um suspiro pesado – Mas não sei se eu tô realmente bem. Não consegui me controlar ontem, não que eu me arrependa, mas acho que agora que o Chat conseguiu o que queria ele não vai mais voltar aqui.

-Não tenha tanta certeza disso, antes de sair ele me acordou e deixou um bilhete para você – falou indo até a mesa do computador e pegou um papel dobrado ao meio, entregou para a azulada.


 

“Princesa,
Boa tarde, pelo modo como te deixei ontem, com certeza só vai acordar de tarde. (Sei que vai ficar irritada com isso, adoro quando você fica assim.)
Sei também que vai me procurar quando acordar, não leve a mal de eu não estar ai, imagine como meu Kwami estava faminto, ainda mais, comilão como ele é!
Volto hoje ou amanhã para te ver. Do gato mais gato do mundo,
Chat Noir.
P. S. Nem pense em me bater quando eu chegar ai, estou com tantas marcas roxas quanto você!”



 

Assim que terminou de ler Marinette sentiu o aperto em seu coração se afrouxar, o gato preto ia voltar para atormentá-la mais uma vez, mesmo depois de conseguir o que queria. Soltou mais um suspiro, dessa vez um apaixonado enquanto tentava decidir o que faria com o restante do sábado.

Decidiu que trabalharia em um de seus modelos e depois iria ao parque. Estava tão distraída desenhando um vestido de verão que não percebeu que um de seus amigos havia entrado no quarto.

-Boa tarde Mari, será que podemos conversar? – ela deu um pulo na cadeira com o susto.

-Nathanael? Aconteceu alguma coisa?



 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
Bom final de semana, não confiem nos spoilers, até a próxima e kissus de paçoca ^-^


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