História Minha Garota - Camren - Capítulo 80


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Visualizações 110
Palavras 1.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


80

Capítulo 80 - Manda?


L A U R E N

— Uma tequila por favor— pedi ao sentar no balcão do bar, aconchegante por sinal. Pessoas agradáveis, e eu me sentindo um mato sem raiz.

—Duas! — Falou uma moça ao meu lado. Muito gata. Não resisti em olhar para o lindo decote de sua blusa. Estava super bem vestida um salto poderosíssimo. Com um vestido abaixo do joelho e a jaqueta que lhe deixava pegavel.

Sorri tentando desfaçar todo aquele meu interesse momentâneo. Virei-me para o outro lado a observando. Tinha muitas pessoas em volta e eu lá jogada com uma pasta cheia de papel a única opção para uma primeira noite em são Paulo, com uma bela paulista ao lado. Ou sei lá. Reparei que ela também segurava uma pasta em suas pernas.

— São Paulo.— Falei erguendo meu copo, que retribuiu da mesma forma.

Ela nem me olhou estava envolvida com a cantora LudimiLa. — quero mais é que se exploda. Ninguém vai estragar meu DIA... — o ritmo estava me puxando ... Funk!

 

— Se acostuma, bebê! — gritou para mim, e saiu tremendo a bunda.

A galera fazia uma zoada imensa, a energia chamava pra safadeza mano, mas era apenas a vontade de requebrar no meio da geral. Dinah , ela estaria se  sentido aqui, do jeito que é cheia de auto estima e encara os desafios. Nossa, amiga preciso ligar pra você!

Sinceramente eu estava com medo de fazer feio, ou sei lá, ficar toda dura. Mas completamente embriagada. Serio! A gata estava com um boy, super lindo.

— Me trás outro. — gritEI pro garçon. Ele muito simpático e rápido. As pessoas são bem atraentes durante a noite, pelo dia são mais formais. Algo ainda mais perturbador e todo tempo e em qualquer lugar tem muita gente. Pronto , já tinham ido duas garrafas e atenção... sozinha.

— Lauren.

— Não isso, é mentira. — não reagi. E como? Lucy estacionada , praticamente nos meus braços, com um croopred , uma calça cirre hot pants . — fica quieta, fica. — só foi isso que pedi.

—Ah gosta de bancar a difícil e nem me olha direito.

— é não olho não mesmo, tu... tu-tuu . To nervosa.— assumi. Ela mordeu o lábio entre um sorriso, miau.

— Não precisa ficar se abanando com as mãos, é só respirar. Apesar que te acho muito idiota. Poxa porque me trata assim?— perguntou a filha da mãe, estava com outras amigas que  me fizeram cruzar as pernas, serio. — A outra lá é do mesmo jeito. Oh só, Vamos sair daqui, aproveita a noite em maceio. Olha você sabe que tem direito de coisas do tipo.

—Serio. — Absurdo. — primeiro se permita estar no lugar, menina, já sinto que se tivesse acontecido eu seria muito infeliz. Fica de boa, ou vou começar a  ser grossa de verdade. E nem sei de onde você estar falando.

—Diz que não me quer diz, agora!

—Para de gritar, Lu. E se controla , mulher não vamos ficar.

—Lauren só você mesmo que insisti em se santinha, sua Camz deve estar com Bruno, conversando tudo sobre você.

—Do que estar falando? — ela virou o corpo e a puxei antes que pudesse se afastar , eu teria que ter calma levantar tão de repente depois de duas garrafas de whisky , vixi. — responde, como pode ter tanta certeza do que estar falando?

—Me larga. Digamos  que Bruno Mars Vives, possa ser meu irmão. Pois é. E também tem esse fato que você insisti em querer ser correta, poxa, para! Isso irrita. — pedi outra bebida, para alcança-la que já cruzava o salão. —Valeu cara, fica com o restante, valeu!

Sai correndo, nem tinha certeza se encontraria com ela, por a ter perdido de vista, mas como ela quer me ver ... Estava com os braços cruzados em frente a saída, com um bico enorme, e seu nariz fino.

—Me seguiu! – falei para ela que soltou uma gargalhada perversa. Me cutucando.

—Voce, quem fez isso. Passei por ti, falei? — se referia a sair correndo. Até parece zangada, me diverti. — Dai você  estar aqui falando comigo.

— nada. tudo errado, você estar parada em frente a saída, estou saindo. Mas achei que vc me deixaria ficar. — não a deixei falar, encostei-me a quatro dedos de rosto, secando e salivando pela boquinha seca e tão pequena.

—Ta vendo? fica provocando.— ela falou bufando, sem descruzar o braço mas arranhando os lábios nos meus. Sabe aquela coceirinha que só atormenta, com qualquer coisa sensível igual, pronto.

—Ta bom vou parar. Voce irmã do Bruno? Isso não faz sentindo.

—Lauren, faz sentido, por que não faria sentido? São tantas coisas sem explicações. E por mim pouco me interessa se ele seduz a outra e ela se deixa falar demais.

—Te odeio. Na moral eu te odeio.

— vem cá. — ela puxou meu braço e paramos em um espaço menos habitado, eu não pude entender muito bem, ela me olhava e tudo que sentia era um alivio no peito, um vento admirável. A outra garota estava me puxando ainda e parou me prendendo a cintura. E agora era eu quem cruzava os braços — diz que não vai reagir.— perguntou.

— então é pra isso? — sorri dela, estava tão obvio que a historia não terminaria legal. —Você é  sínica. Lucy... faz o seguinte. — com toda dor, muito delicada alisei seus braços finos... haa— não vou reagir a nada. Eu quero, mas não posso. Certo acho que entendo, sobre dinah, mas é ela lá. — já fui violenta para ela entender o bagulho. Mas sorria toda animada com a minha possível atual de uma raio.

— Ta bom, vou pegar leve, você tem um filho agora e uma responsabilidade imensa com uma garota menor de idade e que você ama, demais né?

– NÉ! — sinalizei um beleza para ela, e queria muito sair dali.

—Se machucando. Tenta não pensar em tudo isso, ele sabe que também não pode arriscar. Mas quer saber Lauren, eles se gostam, tipo paixão.

— Lucy Cala a boca, agora!— eu estava agarrada ao seu cotovelo, rotacionando o bagulho. Ela me olhava muito assustada— Respeito sabe o que é isso?

—Lauren ? Não vou falar nada, eu prefiro que seja coisas do tipo que te fara me arrebentar na cama.

— ah te fode, Lucy. Me deixa em paz.

— E vai embora?

Depois disso só percebi que existiam pessoas ali, e algumas delas observavam tudo a anos. Segurei minha pasta com firmeza, com minha única certeza pretendo acabar logo com isso e voltar sim para minha menor.

— vamos curtir um pouco. Tenho coca e biscoito. — meu coração me travou. — ah então gosta ta vendo, ficou se prendendo pela amiga. Não tem ela aqui.

— quer me usar, quer? – eu tinha que sair dali, meu corpo tremia feito bolha na panela fervente.

...

— um segundo. Volto bem rápido.

***

D I N a H                   ... ainda pela manhã de ontem.

Deixei Vero no aeroporto e volte para casa. Não vou mentir amei ficar com ela, o jeito dela, o toque, o beijo. Ok, voltando para a realidade. A minha casa estava vazia. Sinal de vida em nenhum lugar. Fui direto pro meu quarto e quando chego encontro Normani, dormindo em minha cama. E a cara e coragem que eu não tinha no momento. Encontrar Ela dormindo aqui foi algo novo, nunca quando brigamos ela volta muito menos para a minha cama.

— Normani. Normani acorda logo.

— Jane, ainda bem que chegou. — sentou-se e percebi que usava meu blusão de dormir. Vendo aquela cena só quis dormir também, mas imaginei com cara deitar, eu precisava de um tempo.— eu teria indo atrás de você , se o pneu não tivesse furado.

— Mani, você nunca quis ir la namorando comigo, imagina agora solteira.

— não podemos terminar Dinah, eu amo você. — péssimo momento para declarações estou de fato exausta, só que de tudo isso. Mas fiquei na minha e me joguei do lado dela afogando o rosto no travesseiro. — você não estar querendo transar comigo, isso estar me matando.

—JÁ perguntasse por que isso acontece?

— Dinah, você não faz tanta questão de falar comigo, acha que deve falar o necessário , se fecha para mim, como quer que eu te pergunte algo se não ao menos você me permite.

— você é minha namorada, precisa de permissão pra imaginar coisas sem sentidos e ficar com ciúmes atoa?

— me diz que não aconteceu nada durante essa noite? Diz que você foi apenas para casa dos seus pais esquecer tudo isso diz.

— tem razão. Não! Foi pra ficar longe de você e dessa historia. Para você estar me atormentando com isso. Mani é o seguinte, se formos para namorarmos não preciso desses ataques de ciúmes nem de desconfianças. Eu sou o que sou com você e por você.

Ela me atacou na velocidade do vento colando os lábios nos meus. Não deixei que sua língua dominasse e então fechei minha boca e ela parou na hora. — que porra Dinah. Você é quem não quer namorar comigo , so não sabe como desfazer isso.

—Se fosse assim não teria voltado. Faça sua escolha.— disse retirando a calça, jogando o longe meu tênis e ficando somente de calcinha ao lado dela que não se continha a baba já escorria. – preciso dormir.

— transa comigo. — pediu com a unha escorrendo em minha coluna arrepiando todo meu ser, depois recebi um beijo na nuca. Eu estava quase cedendo, ela emaranhou meu cabelo na mãos rodando minha cabeça com tanto cuidado que nossa...— não consigo mais ficar sem seus toques, seus dedos em mim, quero te sentir profundo em mim do jeito que você adora me deixar submissa a você, me queira.

—Não to afim!

Respondi amarga!

 



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