História Minha Irresistível Mãe - Lia Jones - Capítulo 17


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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Shawn Mendes, Taylor Swift, Zara Larsson
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Swift, Zara Larsson
Tags Ally Broke, Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Camreng!p, Dinah Jane, Fifth Harmony, Incesto, Larry, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Laureng!p, Normani Kordei, Norminah, Vercy
Visualizações 554
Palavras 2.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui, calma calma, abaixem esses espetos...violência não é uma opção KKKK
Eu sei que vocês me amam, e no fundo eu também amo vocês KKK zoa, amo mesmo. Por isso eu estou aqui para alegrar o domingo de muitos. Espero que gostem e no capítulo anterior teve muitas teorias e vamos ver se acertaram ou não...

Boa Leitura. Aproveitem o Especial

Capítulo 17 - Passado de Uma Mãe (Lauren)


Fanfic / Fanfiction Minha Irresistível Mãe - Lia Jones - Capítulo 17 - Passado de Uma Mãe (Lauren)

POV Lauren Michelle Jauregui 

Jacksonville, Carolina do norte, 11:50 da noite.

A palma da minha mão estava pressionada sobre a parede de vidro que tomava conta de todo o meu quarto. Minha respiração era ofegante, se chocando contra o obstáculo a frente, formando uma fumaça de calor. Estava frio esta noite.

Conseguia através da transparência do vidro, ver toda a vasta vegetação de pinheiros que circulava a pequena cidade de Jacksonville. Fazia pouco tempo desde que voltei, mas tudo ainda era tão familiar para mim.

Nasci nessa cidade e tive minhas melhores experiências aqui. Quando completei vinte e nove anos sai para crescer profissionalmente e aos trinta e dois já tinha a maior empresa de motores da américa do norte e latina.

Motors Green

Apesar de o nome parecer simples, consegui fechar contrato com grandes marcas automobilísticas como BMW, cadillac, porse e outras.

Meu slogan sempre foi faça rápido e faça bem feito. Com isso em mente e engenheiros qualificados, hoje tenho um número bem grande de dígitos no banco e uma fama não tão apreciada por mim, já que sou de origem mais humilde e não gosto de pessoas interesseiras.

Perdi minha mãe muito nova. Depois disso meu pai Michael Jauregui, entrou na oficina de carros dele e não parou de trabalhar até descobrir que estava com cirrose.

Eu culpo seu trabalho excessivo por isto não ter feito o mesmo ter tempo de se cuidar, mas o que o quase matou foi a bebida em intervalos que ele ingeria para esquecer o fato de que meu rosto é tão parecido com a da minha mãe.

Nunca cheguei a sofrer agressão de sua parte pelo álcool. Muito pelo contrário, ele parecia bem mais calmo com o líquido no sangue do que sem.

Era nessas horas que aprendia sobre mecânica e carros com ele, comecei a me interessar e todos os dias depois da escola o ajudava na garagem de casa.

Caminhei até a mesa que ficava de frente a parede transparente e me sentei, olhando meus e-mails pelo notebook.

Analisei o gráfico das ações da Motors Green na bolsa de valores e revisei as ligações que teria que dar para ajustar os parcelamentos dos novos modelos a serem lançados.

Escutei uma batida na minha porta e por estar concentrada tanto nos meus afazeres quanto em memórias antigas que essa cidade me trazia, não percebi Verônica se sentar na minha cama de casal atrás de mim.

“ – Lauren...”

“ – Sim?” Falei não tirando os olhos do computador.

“ – Madison ligou.” Ela começou a mexer no que eu diria o meu abajur de bolhas, pois o barulho de água era irritante.

“ – Por favor Vero, não quebre nada.” Suspirei me levantando para tirar o objeto da mão dela e guardar em cima da minha estante ao lado da cama.

“ – Eu não iria quebrar.” Vero bufou.

“ – Foi exatamente isto que falou da última vez.” Andei para o centro do quarto e me virei, olhando a minha melhor amiga de infância e atualmente sócia da minha empresa.

“ – Sabe que posso comprar tudo que eu quebrar.” Seu ombro levantou indicando insignificância.

“ – Este não é o caso. Agora me fale, o que veio fazer aqui além de repetir o que minha secretária eletrônica não para de dizer.” Revirei os olhos lembrando.

“ – Ela achou seu telefone?” Vero ergueu sua sobrancelha.

“ – Eu passei meu número quando a conheci, infelizmente me esqueci da fama que eu carrego pelas costas. Ela não cansa de me deixar mensagens na caixa postal, tive que gravar um novo correio de voz dizendo. Se você é Madison Beer, desencana.” Cruzei os braços observando a roupa de cama azul escuro que se destacava nas paredes de madeira do quarto.

“ – Lauren, você tem que entender que você não é uma simples mulher da esquina com quem pode ter relações com outras mulheres e achar que no dia seguinte elas não irão mais ligar e nem querer te ver na rua. Caramba você tem um pênis e esse sorriso bonito.”

“ – Não Vero. Eu tenho dinheiro e uma empresa famosa.” Apontei para ela. “ – E eu tenho apenas que entender que já passei da fase de pegar mulheres assim, preciso começar a me preocupar com o futuro.”

“ – Ah, faça me o favor Lauren.” Vero revirou os olhos. “ – Você tem quantos anos agora? Setenta?”

“ – Tenho trinta e sete. Ou seja, quase quarenta.”

Ajeitei minha blusa salmão, conferindo meu telefone para checar se alguém em especial que não saia da minha mente poderia ter ficado bêbada e acabou mandando mensagem.

Nada...

“ – Trinte e sete é o novo vinte e sete. Seguindo meu conselho, você deveria ligar de novo para aquela latina quente e pegar ela de jeito dessa vez, sem mesas se quebrando.” Minha amiga se levantou dando uma volta perto de mim.

“ – Não comece Iglesias.” Suspirei já sabendo o que viria. “ – Já está tarde e amanhã temos que acordar cedo para resolver com os analistas da empresa, além de que vamos visitar o Michael no hospital” Analisei o horário pelo celular.

“ – Ainda temos tempo, me fala então, se não quer a bunduda, porque não dá moral para a Madison? Até mesmo a Taylor e a outra loira parou de te visitar nos finais de semana.”

Ouvindo os comentários ridículos de Verônica, afastei dela, descendo os degraus da minha casa com carpete por toda a escada.

“ – Eu apenas... me cansei.” Engoli a seco sabendo que não era bem isso que me impedia de dar uma verdadeira festa com todas as minhas ficantes e bebidas.

“ – Lauren Jauregui se cansou do trio?”

“ – Não sei do que está falando.” Dei de ombros indo até a cozinha. Infelizmente Vero me seguia.

“ – Champanhe, cocaína e sexo em grupo.”

“ – Verônica!” Ralhei com ela por a mesma ter praticamente gritado isto.

“ – O que?”

“ – Respeite ao menos Katheryn.” Citei minha caseira que era como uma mãe.

“ – Ela está no quarto, se duvidar até dormindo.”

“ – Escute. Eu não me drogo a anos e nem faço mais aventuras sexuais então tire seu rebanho da chuva e aceite que irá doer menos, bem menos.” Falei firme.

“ – Não aceitarei nada Lauren, sabe porquê?” Vero se sentou no balcão de pedra enquanto eu me servia de um copo de leite gelado. “ – Porque você pode não assumir que aquela latina de traseira extra te deixou diferente, mas virar careta por isso, isso eu não permito jamais.”

“ – Ela não tem nada a ver com isso.” Fechei os olhos sentindo meu peito doer por lembrar da nossa última conversa.

“ – Então porque está se escondendo? Porque a deixa ficar livremente na casa dos velhos quando você podia estar invadindo a garagem da mulher e a trazendo para a diversão, Lauren?” Minha amiga se levantou caminhando até mim.

“ – Primeiro. Eu não sei onde você quer chegar. Segundo. A casa deles não tem garagem. E terceiro. Ela é casada.” Respirei fundo tomando meu leite antes que essa louca me sacuda e eu o perca.

“ – E desde quando aliança impediu você de algo? Aliás, o que lhe impede até hoje eu não sei. Até pular janela de mulher grávida você pulou para colocar o Laurenzinho na toca.”

“ – Karla não estava comprometida com ninguém aquele dia, e eu não pulei a janela por causa disso. Eu só não queria apertar a campainha para acordar o bebê.”

“ – Agora só falta me dizer que não transou também.”

“ – Não...” Pensei direito, sorrindo. “ – A gente transou sim, mas foi só depois de eu babar naquela garotinha linda.”

“ – Céus você ainda lembra daquela mulher?” Vero esfregou suas têmporas indo comigo até a sala.

“ – Não tem como esquecer. Karla foi a única mulher que eu já amei na vida, nunca conhecerei alguém como ela era.”

“ – Porque como ela era? Ela faleceu?” Iglesias se jogou no sofá em formato de “L”.

“ – Eu realmente espero que não. Mas eu digo isso porque ela mudou muito desde que eu deixei Jacksonville para ir empreender. Quando voltei para a visitar, Camila já estava na escola e sequer se lembrava de mim, além de que a personalidade de Karla mudou completamente. Egoísta e interesseira, ela estava como todas as outras garotas que eu ficava.” Suspirei me sentando no sofá, remexendo o líquido no meu copo.

“ – Não quero você perdendo a cabeça chefia.” Vero me abraçou de lado e eu sorri sem mostrar os dentes. Eu estava feliz por a ter. “ – Vamos esquecer o passado e focar nas opções que você tem por agora.”

“ – Esquece a latina...ela não quer mais me ver, está com a consciência pesada por quase ter traído o noivo dela. Ela é linda e mexe comigo sim, mas as vezes quando você ama, você tem que deixar ir... além do mais ela prefere vesgos.” Joguei meus cabelos para trás me afundando no sofá.

“ – Espera... está dizendo que você a deixou ir?” Vero me fez olhar para ela.

“ – Sim. Eu comprei o vestido que ela tanto gostou e mandei entregar na porta da casa onde ela mora.” Sorri lembrando do dia em que a encontrei encharcada e com o vestido acabado.

“ – Poxa Lauren e acha mesmo que ela não irá desconfiar?”

“ – Claro que não.” Dei de ombros, olhando para a televisão desligada a minha frente. “ – Escrevi uma carta digitalizada me passando por o noivo dela.” O que aquele escroto deveria fazer eu tive a capacidade de fazer.

“ – Tem noção que acabou de jogar todos os seus pontos para o outro cara?” Ela me deu um soco de lado no meu ombro.

“ – Essa foi a intenção. Irei respeitar a decisão da garota, não quero ser a causa da infelicidade dela, longe disso.”

“ – As vezes ela só está indecisa sobre os sentimentos que ela sente. Acredite se a bunduda chegou a quebrar uma mesa com você, alguma chance você deve ter.”

“ – Tanto faz Vero. No momento eu só quero descansar minha mente, estou esgotada, o dia foi tenso e quanto mais cedo terminar melhor vai ser.” Fechei meus olhos mas um mar castanho me atingiu e eu achei melhor ficar com eles abertos.

“ – Sendo assim... já que não quer nem a Madison, nem as outras loironas que sempre confundo o nome, que tal finalmente dar a chance de mais um idiota ficar feliz por ter saído com você?”

“ – Do que está falando? Eu não saio com homens.” Franzi o cenho.

“ – Não nessa colocação.” Ela riu imaginando e eu só conseguia pensar no quão estranho seria. “ – Tem um rapaz, ele não para de ligar para a empresa, ficou sabendo que você está nova na cidade e também é interesseiro pois só ouvi ele falar sobre doação para a lanchonete dele e não sei o que, porque seria muito útil para os nossos negócios investir nele...”

Minha cabeça estava girando e eu não podia acreditar que só tinha leite nesse copo, a voz da Vero não ajudava em nada então a pedi para não enrolar mais.

“ – Então Lauren, posso marcar um jantar com você e ele no melhor restaurante da cidade?” Ela falou por fim.

“ – Se isso o fizer para de encher o nosso saco, ligue marcando. Mas espera...” Segurei o braço dela. “ – Não o deixe ir sozinho, não quero que pareça que estou saindo com ele como casal, peça para que ele traga uma acompanhante, namorada, noiva, seja o que for...eu irei levar a Madison.”

“ – Boa ideia. Assim tiramos dois chatos do nosso caminho.” Vero sorriu animada com meu plano. “ – Amanhã as oito?”

“ – Você nem sabe se ele vai aceitar.” Me deitei no sofá por completo, deveria tomar um remédio.

“ – Quem iria recusar essa oferta?” Ela riu indo marcar o novo compromisso que antes de começar já parecia ser entediante.

“ – Desliga a luz quando sair...vou dormir aqui mesmo.”

No fundo, eu só queria que tudo isso explodisse. Sem o toque daquela menina do campo no meu corpo, nada estava bom o bastante e isso me fazia temer, porque a última vez que perdi a cabeça assim foi com Karla.

Pensei me virando para deixar o copo no chão e desmaiar de dor e canseira.


Notas Finais


Hmmmm mais mistérios...


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