História Minha Julieta - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Karol Sevilla, Lionel Ferro, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Tags Ruggarol, Sou Luna
Visualizações 33
Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Disfarce Perfeito



Seis anos antes

Westchester, Nova York

Sevilla


Há duas semanas, Rugge tem sido tudo o que sempre quis. Ele é afetuoso e atento, e saímos todas as sextas e sábados à noite. Ele até me comprou flores. Duas vezes.

Não consigo acredita nessa mudança.

Nem nenhum de nosso amigos.

- Que porra você fez com Rugge? -  Agustín fala quando Rugge sai da mesa da catina para buscar uma bebida. - Parece aquele filme escroto no qual todo mundo é substituído por extraterrestres e fica superlegal. Ele não me manda me foder  há semanas. Isso é errado antinatural.

Lionel dá de ombro.

- Talvez o amor de uma boa mulher um tenha mudado.  - Ele me dá um sorriso. - Pessoalmente, fico feliz que ele tenha deixado de ser tão babaca. Aquilo estava começando a me deixa puto.

Malena pega um pó e começa a passa no nariz.

- Bem, acho uma baboseira. Ninguém tão fodão quanto Rugge muda do dia para a noite não importa o quanto queira. Vocês viram o olhar que ele lançou à Erick na aula de máscara hoje? Se os olhos dele tivessem leser, ela teria virado pó. O Rugge de verdade ainda está lá, com certeza.

Paro de ouvi-los. Não me importo o que digam. Rugge tem sido incrível, e eu vou curti isso enquanto puder.

Quando volta pra mesa, ele me dá um longo beijo.

Todo mundo fica em silêncio, Agus se levanta e examina a nuca de Rugge.

- Que merda você está fazendo? 

- Nada. - diz Agus, ficando na ponta do pé. - Sou estou procurado o tentáculo alienígena que está ligando no seu cerébro. 

Rugge rosna e o empurra.

- Vai se foder, Benasconi.

Quando todo mundo grita e  começa a aplaudir, Rugge olha pra mim com uma expressão confusa.

Balanço a cabeça e o puxa pra se sentar ao meu lado.

Poucos minutos depois, Agustín começa a contar uma de suas piadas épicas. Quando me viro para olhar para Rugge, ele está sorrindo, mas tem alguma coisa estranha em seus olhos. Uma tristeza cansada. Como se essa versão o deixasse exausto, mas ele se recusasse a desistir dela.

Parte de mim quer ignorar o pressetimento de que há algo errado e apenas acreditar na mudança, mas eu estaria fingindo tanto quanto ele.

Não importa o quanto eu queria negar a verdade, fica a cada dia mais óbvio que ele é como alguém que se afoga agarrado a uma jangada que  afunda.

                           (...)

Toda vez que tento falar com o Rugge sobre o que está havendo com ele, ou ele muda de assunto ou me egnora, ou então usa seu apelo sexual como arma para me distrair de tudo, a não ser de minha crescente necessidade de sexo.

É isso que ele está fazendo agora.

Rugge está entre minhas pernas, morvendo- se para frente e para trás e pressionando sua pelve contra a minha de um jeito que ele sabe que me deixa louca. Estou tão desperada para tê-lo dentro de mim que começo a choraminga.

- Rugge, por favor.

Ele me beija outra vez, e então me puxa para cima dele. Suas mãos estão na minha bunda, seus lábios no meu pescoço.

- Hoje não.

- Por que não?

Sua boca e língua me calam. Estão úmidas e quentes e é tão, tão bom.

Puxo seu cabelo e ele faz aquele som. Meu som. Aquele que faz o peito vibrar.

- Rugge. - Oh, não pare. Sim, aí mesmo Ohhhhhh, Deus. Ele puxa para baixo o boxo do meu sutiã e sua boca. Ó doce e majestoso Zeus. - Certo. Tudo bem. Eu convenço você  a transar mais tarde. Por enquanto, continua fazendo isso.

- Tenho uma ideia melhor. - diz ele enquanto desabota o meu jeans. - Me deixa pôr a boca em outro lugar.

Minhas calças está pelos joelhos antes que eu entenda o que ele disse.

- Hã... Como é?

Ele puxa meu jeans e joga no chão, e aí se ajoelha entre minhas pernas e caricia minhas coxas.

- Você se lembra o que é chegar à terceira base?

- Hã... é...bem. - Com certeza me lembro, e pensar nele fazendo isso me acede como se eu fosse uma fogueira. - Você tem certeza de que quer fazer isso? Quer dizer...

Ele se inclina e me beija, profunda e apaixonadamente. E me deixa tão sem fôlengo que eu não consigo fala. Acho que esse era o plano dele.

Ele olha pra minha calcinha.

- Quero fazer isso a muito tempo.

Seus olhos parece escuros. Quando ele dedilha a parte de cima da minha calcinha, eu inspiro de forma entrecortada.

- Nervosa. - pergunta ele. Eu faço que sim com a cabeça. - Não fique. Você vai gostar.

Ele tira minha calcinha lentamente e então sua boca vai descendo... descendo...misericórdia, descendo até lá embaixo. Ele mantém os olhos nos meus enquanta beija a parte interna da minha coxa. Não consigo evitar os sons que faço, não importa o quanto sejam embaraçosos. Quando ele beija a outra coxa, de boca aberta, começo a ofegar.

Ele fecha os olho quando me cobre com sua boca, e o gemido que acompalha esse gesto faze até meus osso vibrarem.

Eu não tenho odeia do que ele esta fazendo com a língua, mas a senseção é incrível. Quando me cortoço em resposta, ele agarra meu quadris e chupa com mais força. Nunca senti nada igual. Aí ele usa os dedos também, e eu quase desmaio de prazer.

 Nessa noite, Rugge me mostrou o explosivo êxtase do sexo oral.Várias vezes.

Acabamos não falando dos nossos problemas.  Ou de por que ele recusa a dormi comigo.

Amanhã, eu digo a mim mesma, enquanto ele me deixa na cama e vai embora.Conversamos amanhã.

           

                          (....)

                            

O rosto de Caroline fica vermelho brilhante.

- Ele ainda não fodeu você desde que tirou sua virgidade?!

- Shiii!

Metade das pessoas da fila da catina se viraram para olhar para nós.

- Só estamos ensaiado umas falas. - esclarece Carolina.-  Virem a porra dessas cara para lá, seus idiotas.

Pagamos e vamos para as mesas. 

- Ele faz umas coisas o tempo todo, mas toda vez ele tem evitado... Você sabe...

- Penetração.

- Exatamente.

- Jesus, Ka, o que você fez da primeira vez para deixa o cara tão arisco.

- Nada! Ele  me disse que eu fui a melhor que ele já teve.

- Então por que ele não está pegando você toda vez que tem uma chance? O que ele está esperando? Receber o convite do presidente?

Eu suspiro e cutuco minha salada com  o garfo.

- Olha, eu não sei. Ele parece que simplesmente entra em pânico toda vezes que chegamos pero de...

- Ele é tão babaca.

- Vamos lá, Carolina. Ela está tentado.

- Ser babaca.

- Pare.

Olho pela janela e o vejo atravessando o pátio. Suas mãos estão enfiadas nos bolsos e a cabeça, baixa. Ele não parece nada com a pessoa que conheci nas últimas semanas.

Rugge parece absolutamente derrotado.

Fastigado.

Infeliz.

Um tremor percorre minha espinha.

Rugge não sabe que eu observo, e então percebo que estou olhando para seu eu verdadeiro. Meu namorado perfeito não está em lugar nenhum por ali.

De canto de olho, vejo que Valentina também observa. Ela balança cabeça e vai pro banheiro.

Lá fora, o barulho do trovão, trazindo pelas nuvens de uma tempestade que se aproxima, se parece um bocando com o de uma avalanche.




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