História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 48


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Capa: Virgínia Andrade Marcucci

Capítulo 48 - Capítulo 48


Algumas horas antes em um café qualquer no centro de Bertioga, SP - Brasil. 

Virginia: - Te fiz esperar de mais Dino querido? - Entra ela com seu espirito entusiasta deixando seu chapéu sobre a mesa e se sentando. - Sempre com o mesmo rosto jovial. E eu aqui envelhecendo por conta dos meus filhos. 

Dino: - A senhora continua linda dona Virgínia, com o perdão da palavra. - Ele fala meio acanhado. - Em que posso te ajudar desta vez? 

  Virginia: - Gina, você pode me chamar de Gina. Graças a você eu pude cuidar dos meus netos e filho enquanto estou cuidando das empresas da família na França e na Itália. - Ela suspira. - Meu marido morre e eu que tenho que me virar com essas coisas, preciso me aposentar. - Ela sorri.

Dino: - E seus filhos? - Ele se entromete. - Porque não os incumbe de cuidar disso?

  Virginia: - Eu só tive crianças incompetentes Dino! - Ela bebe um gole da água dele e sorri. -  Um esta metido com políticos! Po li ti cos! Eu não consegui acreditar quando ouvi. Ele tem uma mãe bilionária por que ele precisa roubar? É tão humilhante assim vir me pedir? - Ela balança as pernas nervosa. - Sinceramente... E a outra? Arruma um turco, habib, sei lá um bígamo desse da vida e vai morar em Dubai, nem sei que numero de esposa ela é. Se é para se meter nessa furada que seja pelo menos a numero 1, vi no "caminho das índias" que a numero um é a dona do poder da porra toda.  - Ele põem a mão na boca porque falou palavrão e Dino ri. 

Dino: - Sempre espirituosa nossa senhora Gina. - Ele continua rindo. - Seu filho errou muito na vida, mas nesse momento ele está fazendo a coisa mais corajosa que ele já fez na vida.

 Virginia: - O que? Entregou todo dinheiro que roubou dos cofres públicos e esta vendendo bala no sinal? 

Dino fica rindo enquanto ela pede dois cafés coados e dois croissant para a atendente do café.   

Dino: - Não senhora, ele foi para a Califórnia tentar ter o perdão dos seus dois filhos. - Ele fala assim  que a menina sai. 

 Virginia: - Como assim perdão? O que aconteceu? Por que meus netos estão tão longe?

Dino: - Primeiro de tudo, antes de eu te contar as coisas, eu preciso te pedir perdão, e te devolver esses cheques. - Ele entrega um envelope com vários cheques antigos assinados pela senhora Virgínia. 

  Virginia: - Mas meu filho. - Ela olha um por um. - Aqui tem mais de 200 mil em dinheiro, por que você fez isso? - Ela o olhava surpreso. 

Dino: - Eu fui... Omisso com a senhora. - Ele pausa procurando uma palavra menos pesada. - Eu não fui totalmente honesto. Aconteceram coisas horríveis naquela casa todos esses anos e eu não te contei, mas está ai a prova que não foi por desonestidade, assim como seu filho, eu fui ameaçado por dona Lena todos esses anos. 

Virginia: - Pera ai, meu filho foi o que? - Ele franze a sobrancelha e se esquecendo totalmente de sua elegância se debruça na mesa.  

Dino: - A dona Lena manipulou tudo a volta dela para conseguir fazer tudo o que queria sempre, não da para saber o que ela queria na verdade, acho que foi apenas loucura porque ela nunca conseguiu nada, os filhos a detestam, o marido nunca a amou, os empregados queriam por veneno na comida dela. Com o perdão da palavra. Ela era uma vaca. 

Virginia: - Não estou entendendo nada, como meus netos podem não gostar da mãe. 

Dino: - Apaga tudo o que eu te contei a vida toda e vou te contar a verdade. 

Ele conta toda a história, as ameaças, surras de Pedro, atrocidades que o cérebro vil de Marilena conseguiu maquinar e sua desumanidade conseguiu fazer com a família dela. Apenas por ciúme, inveja e ódio por nunca ter sido amada. Não pensando que com isso ela seria menos amada ainda.

Virginia: - Isso que eu ouvi, já é o suficiente para eu tomar minha decisão. Eu vou cuidar disso tudo pessoalmente. Eu vou fazer o que eu deveria ter feito quando meu marido enfiou aquela mocréia na nossa família apenas por ganância.

Atualmente, mansão dos Andrade. Bertioga, SP - Brasil.

Lena: - Sogra o que está acontecendo?

Virginia se aproxima e da mais 4 tapas seguidos no rosto de Lena e em seguida segura sua mão que dói.

Virginia: - isso não é nem 10% do que você merece. Sua vadia maluca.

Descontrolada ao ver o rosto sínico de Lena, Gina pega sua bolsa e conheça a bater nela.

Lena: - Ficou esclerosada velha estúpida! - Ela grita ao correr. - Eu posso te processar por agressão.

Virginia: - Agressão? - Ela gargalha - Como você fez com meu neto? Como você ameaçou meu filho? Você não tem um pingo de direito em falar em agressão.

O jardineiro ouvindo os gritos aparece e se põem ao lado de dona Gina.

Virginia: - Renato, fique na porta, essa mulher não pode sair dessa casa.

- Sim senhora Virgínia.

Lena: - Vai me manter presa aqui? Já vivo 22 anos em uma prisão sua ridícula.-Ela debocha. - SAIA DA MINHA CASA! SEU FILHO ME DEU ELA NA SEPARAÇÃO. - Ela grita enfurecida. - Você não pode mais me tratar como nada.

Virginia: - Como meu filho te daria uma casa que nem é dele? - Ela vai até o bar e se serve de licor. - Essa casa, a empresa, todos os imóveis, tudo querida, até o contracheque dos funcionários, estão em meu nome. Meu filho, não tem nem onde cair morto, enquanto eu estiver viva. Tudo isso aqui é meu, e sendo meu, eu quero você fora daqui! - Ela fala calmamente e rodando o líquido no copo.

Lena: - Isso não faz sentido. Eu fui casada, eu tenho direito a 50% de tudo o que ele tem! - Ela esbravejar enlouquecida.

Virginia: - Ok. Tudo o que meu filho tem hoje é um lugar na cadeia, por roubar e lavar dinheiro. A sua parte disso eu posso providenciar. Quer dizer, já providenciei.

Lena: - Isso é impossível, eu vou falar com meu advogado.

Tremendo ela liga para o advogado que sempre tratou de tudo da família e ele a atende falando que já está a caminho da mansão e desliga. Lena fica olhando para o telefone sem entender o que estava acontecendo.

Virginia: - Eu já o chamei, ele vai te dizer o que você tem. - Ela sorri amplamente e se senta. - Que pessoa adorável você é, nem os entregados ficaram com você. - ela debocha.

Lena: - O que está acontecendo? Você fica no seu mundo de luxo por mais de 20 anos e com 2 dias de divórcio você aparece cantando vitória? Acha que eu vou deixar você ganhar tão fácil?

Virginia: - Olha, eu estive conversado com umas pessoas, eu nem sei quem é, ele apenas me falou ser secretário de André Vila Nova. - Ao ouvir esse nome Lena cai sentada no chão completamente desesperada. - Ele me mandou por email algumas coisas que eu queria entender e quando estava prestes a vir para o Brasil, meu filho me liga falando que tinha saído de casa e que a noite iria lutar pela felicidade dos filhos dele, isso era 9 da manhã eu entrei no 1 voo e vim ver que bagunça era essa.

Ela termina de beber o licor e escuta um carro parar em frente a entrada, sorrindo ela volta a olhar para Lena.

Virginia: - Eu chego aqui, e descubro que além de venda de falsificação, estorção, desvio de lucros da minha empresa. A minha detestável nora, agrediu meu neto, negligênciava o mesmo, fez chantagem e várias outras atrocidades que nem sei onde se enquadra, mas posso chamar de insanidade. Porque só uma mulher insana pode fazer algo assim.

Um barulho de sirene começa a ser ouvido ao longe e Marilena começa a tentar se levantar do chão, mas seu medo e desespero fazem ela perder a força nas pernas várias vezes.

Lena: - Você não pode fazer isso comigo, eu sou a mãe dos seus netos. Eu tenho direitos aqui. Eu não passei por tudo isso para acabar presa! Eu vou sair de lá, nesse pais, gente rica não fica na cadeia sua velha burra.

Virginia: - Mas você não é rica. Cancelei todos os contratos com sua família essa manhã e já avisei aos meus clientes e fornecedores que quem vende ou comprar carnes ou gado da família Venâncio, estará automaticamente fora da minha lista. - Ela sorri.

Lena: - Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao! Meus pais batalharam muito para chegar onde chegaram. - Ela volta a cair agora em pranto.

os polícias estavam parados atrás de dona Virgínia apenas esperando por uma ordem.

Virginia: - Eu ainda nem comecei, cada tapa que você deu nos meus netos, cada lágrima que eles choraram, eu vou cobrar cada um de você. - Ela olha para os policiais. - Levem.

- Senhora Marilena Venâncio Andrade, a senhora tem o direito de permanecer calada. - Ela se debatia, chorava e gritava enquanto era carregada - qualquer palavra sua pode ser usada contra você no tribunal.

Virginia olhava a cena e sentia mais nojo daquela mulher a cada grito que ela dava.

Lena: - Eu vou sair de lá, e quando eu sair eu vou matar cada um de vocês. - Ela grita antes de ser posta na gaiola da traseira do carro da polícia.

A mídia que foi convocada por Virginia chegou a tempo de presenciar essa cena deprimente dela e isso virou até plantão de notícia da TV local.

Virginia: - acompanhe ela, certifique-se de que ela fique muitos anos presa. Isso vale seu emprego. - Ela fala para o advogado. - Brás.- Ela chama seu secretário que veio trazendo o advogado. - Contrate entregados, arquitetos, pedreiros, mãe de santo, seja lá o que for, quero essa casa reformada e sem nenhum resquícios de lembrança de Marilena Venâncio nesse lugar, queimem tudo o que era dela.

Ela caminha até o carro e o motorista abre a porta e a fecha novamente assim que ela se acomoda, corre até seu acento e liga o carro.

Virginia: - Me leve até o outro endereço que te dei. Preciso conversar com a Dávila pessoalmente.



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