História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
Visualizações 30
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 50 - Capítulo 50


Aeroporto de São Paulo. Brasil. 

Dan: - Ué Tom! - Ele se assusta. - Meu irmão pediu para você buscar a gente? 

Tom assente e pega o carrinho de bagagens da mão dele.  Ele cumprimenta todos e os acompanha até o carro.  Já dentro do carro tom conta todo o acontecimento para Jon e Antônio. 

Antônio: - Você sabe onde está minha mãe agora? - Ele pergunta a Ton com um ar desesperado. 

Ton; - Honestamente não sei.  - Ele observa Jon que chorava no peito de Danilo. - Mas eu posso ligar para o secretário dela. 

  Antônio: - Não precisa, eu mesmo ligarei para ela.  - Ele pega o celular e já aperta o numero 7 que ligava direto para ela. 

Gina: - AAHHHHh Pensei que não iria escutar sua voz nunca garoto, onde você está agora? Venha para a mansão IMEDIATAMENTE!  - E Desliga o telefone. 

Antônio fica sem reação olhando para o telefone, por mais que ele já tivesse mais de 40 anos, ele ainda tinha medo de sua mãe, ela era osso duro e tão boca solta quanto Pedro, ele sabia bem de onde seu filho tinha tirado aquele gênio. 

Antônio: - Ton, Você pode por favor me levar para minha casa? 

Ton: - Qual delas senhor? 

Antônio: - A minha casa a mansão - Ele fica confuso e assustado pelo homem saber da outra casa. 

Ton: - Sim senhor. 

Chegando na mansão os três vêem um monte de gente diferente, empregados uniformizados, pessoas andando de um lado a outro mexendo em varias coisas e aquilo os deixa meio perdidos . 

Gina: - Esse com certeza é o Jon. - Ela vai até o neto sorridente. - Desculpa a bagunça, seu quarto está intacto. - Ela fala já olhando para Danilo. - Você é o outro Vila Nova, o Danilo certo? - Ele assente meio assustado. - Essa modernidade toda ainda é um pouco assustadora, mas eu não estou aqui para ser a vovó chata. Subam criança eu preciso falar com o traste do meu filho. 

Ela sorri para eles e sinaliza a escada sem deixar eles terem muita opção ou responder alguma coisa, eles sobem as escadas olhando para trás a todo momento. 

Gina: - Como você me presta esse papelão Antônio Andrade Júnior? Que merda é essa? 

  Antônio: - Mãe, eu não podia fazer muita coisa. - Ele tenta se defender.

Gina: - Você deve ter sido trocado na maternidade, não é possível! - Ela caminha até o sofá e se senta. - Será que eu troquei você na mesa de poker? Seu pai era um homem destemido, bravo, teimoso como uma mula... Ok ele era a própria mula as vezes. Mas ele nunca me deixou manipular ele e você conhece o gênio da sua mãe. ele nunca me deixou falar um "A" naquela casa. 

  Antônio: - Mãe eu temia pelos meus filhos. 

Gina: - Você tem mãe sabia? Eu fui obrigada a me calar para você se casar, mas os tempos mudaram, agora mulher pode da piti e mijar na rua. Eu iria te defender, arrancar aquela vadia aqui de dentro pelos cabelos, Poxa, agora eu tenho 70 anos Júnior, eu só consegui dar 4 tapas nela... Tão frustraste.... 

  Antônio: - Mãe a senhora fez o que? - Ele fica espantado e se senta quase caindo. - A senhora está bem? Como está os nervos?

Gina: - Agora você se preocupa? Eu vou arrancar sua orelha, venha aqui, anda, vem aqui para eu te bater porque estou com muita dor para ir até você. 

Antônio: - Eu não, quem vai se entregar para apanhar na vida? - Ele fica ainda mais longe dela no sofá. 

Gina: - Essa peste, ela espancava seu filho sabia? - Antônio parece não acreditar no que ouve. - Sim ela fazia, Dino me contou absolutamente tudo o que acontecia nessa casa. Eu já fiz a família dela ficar um pouco preocupada e a mandei para cadeia. Nem que eu tenha que comprar todos os juízes desse pais ela não sai de lá. Bem até ela conseguir a condicional. Mas eu vou estar bem preparada para cuidar dela até la. 

Antônio: - Mãe eu não acho que ela seria doida o suficiente para encostar em meus filhos. - Ele fala nervoso.

Gina: - Sim, ela foi. Assumo que eu deveria ter vindo aqui e ver como estavam as coisas. Mas antes tarde do que nunca. Agora estou aqui e vou ficar. Vou cuidar do meu neto e vou visitar o outro também. Já conheci seus outros gêmeos e conversei com sua mulher. - Ela vê o rosto dele ficar branco. - Relaxa, não vou dar dinheiro para ela sumir, eu não sou assim...  

  Antônio: - Você foi até minha casa? 

Gina: - Sim. Eu tinha que conhecer meus netos. Você está pensando em trazer eles para cá?

Antônio: - Não, ficaremos onde estamos. O Pedro é mais importante no momento. Ele precisa se sentir confortável com isso. Mas eu não consigo me ver feliz nessa casa. Honestamente, nem queria meus meninos aqui. Mas... 

Gina: - Certo, venderei a casa e darei um apartamento para cada um. Não... Reformarei essa casa para eu morar e darei um apartamento para cada um. Eu amo essa casa, eu o criei aqui. - Ela olha em volta. - Vou exorcizar ela, trazer tudo quanto é tipo de gente para limpar esse lugar.  

  Antônio: - Não exagera mãe. Mas dar um apartamento a eles eu aprovo. 

Gina: -Vou falar com Jon sobre isso, com o Pedro eu converso pessoalmente depois. - Ela pega um caderno e joga em cima do filho. - Essa é a lista dos clientes para sua transportadora, Já coloquei mais 4 caminhões e 1 milhão de capital de giro nela. Eu quero esse dinheiro de volta em 1 ano. São meus clientes e pedi um favorzinho a eles de trabalharem com você.- Ela aponta para o caderno. -  Não quero meus netos mendigando, você não quer minha ajuda eu sei, mas eles não tem culpa do pai deles ser um retardado. 

Antônio: - Eu não sei se agradeço ou me ofendo. Mas, eu vou optar por agradecer.  Obrigado mãe. 

Gina: - Você por anos tem sido uma vergonha para mim Júnior, sempre fazendo as piores coisas. Mas se você decidiu ser homem, eu vou acreditar em você e te ajudar, não me faça me arrepender. 

  Antônio: - Pode deixar, sinto muito. - Ele fica sem resposta para dar a mãe. Ele sabe que não merece mesmo tudo o que ela fez. 

Gina: - Vá ser feliz meu filho, uma mãe só é feliz quando vê seu filho feliz. No caso, uma mãe de verdade. Não uma chocadeira como a Lena. 

  Antônio: Eu serei mãe, obrigado. Eu vou me despedir do meu filho e vou para casa. 

Gina: - Eles realmente namoram meninos? - Ela parece um pouco preocupada com isso. 

Antônio: - Sim e são meninos ótimos. Tente pensar a frente do seu tempo e você vai aprender a aceitar isso. 

Gina: - Por mim, você é pai não liga, não serei eu a me meter,vejo tanto isso na França que não me incomoda mais. Só é diferente quando são os da gente. 

  Antônio: - Eu pensava assim. Mas esses 2 Vila Nova sabem conquistar a gente. Personalidade, eles tem muita. 

Gina: - Eu sei... Eu realmente sei... Vai... Some.... - Ela aponta para a escada com o queixo.

Ela sai da sala indo para cozinha falar com os empregados depois de ver seu filho subir as escadas. A cabeça dela ainda doía com tudo aquilo. Mas ela estava decidida a fazer aquela bagunça se tornar uma família, e só conseguiria voltar a ficar em paz depois que isso acontecesse. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...