História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 53


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 53 - Capítulo 53


Machado sai da sala de seu amigo o deixando completamente estarrecido olhando aquele documento e pensando no que iria fazer da própria vida. A primeira coisa que ele faz é liga para única pessoa que ele realmente achava que seria contra a aquilo tudo. Ele tinha que pedir socorro a ele. E nada melhor que a honestidade iria fazer ele conseguir conquistar seu filho. Primeiro ele fotografa o contrato, depois respira fundo e liga para Pedro.

P: - Pai? O que foi? - Ele já atende surpreso pela segunda ligação.

Tony: - Eu prometi ser honesto com você a partir de agora e prometi que te deixaria por dentro de tudo que aconteceria com a gente, não é?

P: - Aham. - Ele responde desconfiado.

Tony: - Sua avó, mandou um documento fazendo algumas exigências para que eu possa ter a guarda de vocês. Eu sei que é uma coisa completamente irrelevante, já que vocês fazem 21 no fim do ano, eu só teria que esperar esse período para vocês serem adultos e não ter que ter a guarda de ninguém, mas no fundo, eu queria ter um natal com todos os meus filhos e minha mãe em uma mesa e poder ver todos comerem, conversarem, abrir presentes e ser uma família de verdade juntos. Queria poder jantar com você e seu irmão num domingo na casa da minha mãe, queria mesmo ver minha mãe ter uma boa convivência com a Vivi.

P: - Ela só pediu esse tipo de coisa? Jantar, natal e afins? - Ele parece surpreso. - Ela quer unir a gente usando um contrato? Não seria melhor fingir morrer e começar a fazer pedidos assim no leito de morte? Ela não é tão esperta... Eu faço 21 em Dezembro amor, não sou obrigado.

Tony: - Vou te enviar a foto do arquivo e você lê. Ai me fala o que achou. - Ele envia o contrato e fica escutando uns sons baixos de Pedro lendo o contrato e dando risadas sarcásticas. - Estou aqui esperando seu parecer.

P: - QUE???????????? - Ele da um berro tão alto que André sai do quarto para ir ver o que estava acontecendo. - COMO ASSIM ELA VAI DAR NOSSA HERANÇA? Eu vou dar na cara dela! Eu vou matar essa velha doida. A única coisa que presta desse sobrenome é saber que terei uma cobertura em Paris, mesmo sendo para o tio Dino, um ser de luz e maravilhoso, isso é nosso! Eu até divido com ele, dou uma grana, mas fala sério!

Tony: - Eu não falei com ninguém sobre isso, você é o primeiro a saber, porque você é o maior interessado nisso. Ou desinteressado.

P: - Você está pedindo minha ajuda para não perder sua herança? - Ele fala meio chateado. - É isso? Ou você quer realmente que eu esteja na sua família com você?

Tony: - No dia que eu saí daquela casa, deixando sua mãe para trás, eu ali abri mão de tudo que os Andrade poderiam me dar, meu pai falou que se eu me separasse dela eu seria deserdado. Eu já fiz sabendo o que aconteceria. Eu estou mais interessado em poder ter isso tudo aqui, jantares com você, um natal com você, te ver sentado no banco da frente da Igreja ou até mesmo ao meu lado quando eu me casar. Eu sei que é um sonho difícil. Mas sonhar é de graça né?

Pedro fica um tempo pensando. A linha fica muda por vários minutos, só se escutava o barulho da respiração e vários múrmuros do outro lado.

Tony: - Você chega depois da pascoa não é? Para seu casamento, me daria o prazer te de apresentar a Dávila? Sem compromisso, deixo você agir da forma que quiser, até falando da sua maneira delicada de ser.

P: - Não sei não. - Ele fala meio grosso. - E se ela for dessas madrastas monstro?

Tony: - Ai você não vai ser obrigado a falar com ela nunca mais. Eu prometo que ela nunca mais se aproxima de você. Mas, eu tenho certeza, que quando você ver quem ela é. Você vai mudar de opinião.

P: - Opa!! Como assim? Eu conheço ela? - Ele fica sobressaltado.

Tony: - Já a viu algumas vezes, vai me dar essa chance? Por favor, por favor, por favor? - Ele fala com uma voz fofa.

P: - Quem é você e o que fez com o meu pai? - Ele fala espantado.

Tony: - Esse retardado é o seu pai, você ainda vai me conhecer melhor. Agora me responde menino! Eu tenho que mostrar para dona encrenca que ela vai ter que passear com a sogra que a expulsou da nossa casa, pensa no quanto eu vou apanhar? Estou com medo aqui.

P: - Bem feito. - Ele ri do outro lado. - Tá, eu a conheço, mas não espere muito. E a cobertura com visão para o rio Sena é minha!

Tony: - Pode ficar com os 6 imoveis em Paris. Não gosto daquele lugar. Eu só quero vocês na minha vida.

P: - Se eu não for com a cara dela ou ela for tipo a minha mãe eu juro, que nunca mais falo com você.

Tony: - Ainda estou confiante. Amo você meu filho.

P: - Não sei de onde ele tirou essa confiança do nada. Eu hein. Vou desligar, tenho exercícios para fazer. - Ele fica emburrado e desliga.

Depois de desligar ele se lembra do pai falando que queria ter uma ceia de natal com todos juntos e se lembra que esse sempre foi o sonho dele e sorri. Se vendo agindo como um iludido ele fecha a cara e joga o telefone sobre a mesa e volta a ver a cirurgia e fazer a resenha.

A: - Já acabou? - Ele volta depois de parar de ouvir a voz de Pedro. - O que foi agora amor?

P: - Nada, minha avó pagando de doida, ela fez umas exigências estranhas, ela é tão perdida que nem sabe que nossa maioridade chega antes do fim do contrato, mas papai esta querendo fazer aquelas loucuras. Diz ele que quer ter um natal com todos os filhos na mesa e essas baboseiras romantizadas.

A: - Ele fala com desdem mas por dentro deve estar louco para estar nessa mesa também. - Ele sai do escritório novamente e vai terminar o que estava fazendo.

P: - Olha não vem aqui ficar esfregando sal na minha ferida, vê se monta direito esse closet ai! - Ele grita mas André já estava longe. - Eu não tenho culpa se eu quero quase tudo isso que essa velha doida pediu para gente fazer. Se eu pudesse voltar para casa eu iria. Jantar aos domingos parece mais divertido do que ficar vendo figados sendo operados. - Ele fala sozinho e resmunga batendo no monitor. - Eu sofri de mais para abandonar meu curso agora por causa de uma família! Sera que eu vou ter uma? Eu realmente quero uma. - Ele suspira e volta a apertar o play do vídeo.



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