História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 58


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
Exibições 6
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 58 - Capítulo 58


André e Virgínia vão que o hospital onde Pedro foi atendido da última vez, eles procuram pela cardiologista que cuidou de Pedro, André gostou muito dela.

Depois de uma série de exames a doutora falou exatamente a mesma coisa que o médico francês que a tinta diagnosticado, a deixando chateada.

- Como seu problema está bem no início, será mais fácil tratar. Não sendo infeccioso também. Hoje já existe uma operação mais tranquila, com recuperação mais rápida. - Explica a médica.

Gina: - Sim, eu sei. - Ela fala desanimada. - Vou só esperar o casamento do meu neto passar e vou me internar.

- Essa medicação que a senhora está tomando é muito boa, coma coisas saudáveis, não se esforce muito, se tiver falta de ar pare um pouco e descanse, palpitação também. Se esses sintomas ficaram muito frequentes, você vai precisar ir mais rápido para o hospital.

Gina: - Pode deixar, muito obrigada. - Ela se levanta triste.

Vendo sua chance de ser erro médico se esvaindo​, Gina vai até a André que a espera apreensivo e o abraça.

Gina: - Eu tenho pânico de cirurgias. - Ela se solta de André e o olha com lágrimas nos olhos - Não tem jeito, vou ter que operar. Essa ali também falou que a cirurgia é simples. Mas eu vi meu ex marido ir de operação em operação e só voltar pior para casa. Eu ainda quero viver, agora que eu descobri que aquele homem que eu tinha interesse quando nova, que limpava o jardim da minha mãe para poder ajudar sua família era mais honrado do que eu pensei. Eu preciso viver para me casar com ele. 

A: - Você vai vó! Eu tenho certeza que vai. Estaremos do seu lado em todos esses momentos. Pode contar com a gente. 

Ele abraça carinhosamente aquela pequena mulher, desde que a conheceu, ele sempre a viu como uma mulher forte, ela só tinha 1,63 de altura, mas sua valentia, espirito e presença eram maiores que de qualquer pessoa que ele já conheceu. Seu afeto por ela só cresceu ao ver que ela confiou a ele algo tão importante, isso significava que ela o aceitava verdadeiramente, ela não apenas fingia aceitar como a Lena. Ele começa a caminhar com ela a tirando do hospital, ele a ajuda a entrar no carro e vai com ela para a praia, onde eles caminham um pouco para conversar. 

Gina: - Eu posso te pedir um favor? Acho que vai ser extremamente incomodo, mas eu não vou me sentir bem se fizer isso sozinha na França.

A: - Claro vó. Em que posso te ajudar?

Gina: - Eu iria me operar na França, mas estou com medo de ficar sozinha. Depois de passar o período de lua de mel de vocês, eu posso fazer aqui minha cirurgia?

A: - A mas isso é obvio, tenho certeza que seria a primeira coisa que o Pedro iria falar para você fazer. Nos temos lua de mel todos os dias vó, a sua saúde é mais importante. - Ele se toca do que falou e da um sorriso sem graça. - Olha no que você está me transformando! 

Gina bate no braço de André enquanto ri. Ela se diverte deixando aquele homem enorme sem graça. ela realmente gosta dele, alguém que faz o que ele fez para defender a pessoa que ama, tem que ser muito valorizado. 

Gina: - Eu preciso ir para o apartamento, já estou sentindo um pouco de falta de ar. - Ela sorri e se segura ao braço de André. 

A: - Era por isso que você parava toda hora no shopping? Não deveria ter se forçado tanto assim. Aposto que Pedro se sentira mal se você passasse mal por isso. - Ele a repreende enquanto voltam para o carro. 

Gina: - Eu queria, eu precisava e eu ainda não fiz metade do que quero fazer junto com meus meninos. - Ela olha serio para André e o faz parar para a encarar também. - Só os deixarei saber disso depois do casamento. Não conte ante por favor. 

A: - Por mais que não goste, entendo. E farei como me pede. - Ele assente mesmo a contra gosto, fazendo Gina sorri agradecida. 

Eles chegam no carro e André da um pouco de água para Gina. Ele vai o mais rápido possível para casa vendo que estão a muito tempo na rua e que Pedro já deveria estar por voltar. Eles chegam em casa a tempo, Gina vai o mais rápido que pode se trocar, veste uma roupa esportiva e se senta na sala vendo filme com André. 

P: - Vou perder meu marido, só sinto! - Ele entra sorrindo, beija a bochecha da avó e em seguida o noivo. - Estão bem? Muito chato aqui sem mim?

Gina: - Até que não, ver filme com um gostosão é até interessante. - Ela belisca André escondido e os dois riem cúmplices. 

P: - Nossa... Além de eu não fazer falta, fui trocado... Isso é preconceito com os gostosinhos baixinhos. - Pedro se deita no sofá colocando a cabeça no colo da avó. 

A: - Hoje decidi dar folga para sua avó e vamos comer fora. 

P: - Hummm! O que comeremos? Posso comer o que quiser? Posso comer a sobremesa?

Gina: - Sossega essa bundinha pequena ai menino! - Ela da uma leve palmada em Pedro. - Nada de exagerar. Estou de olho em você!

P: - Poxa vó! Só hoje! Vai que ele nos leva em um cinco estrelas? Eu quero divar de garfo e faca. 

Gina: - Dive comendo algo que não faz mal a você. Ou quer Divar lindo e loiro no pronto socorro? 

P: - Comeremos num restaurante vegetariano, me alimentarei apenas de salada e sem molho... - Ele finge chorar... - O que eu não faço para estar bem e amarrar esse homem a mim para sempre. 

Gina: - Isso mesmo. Gosto assim! - Ela puxa o nariz de Pedro. - Isso se eu não roubar ele de você antes. Acho que conquisto ele com meus dotes culinários.

P: - Ai vó, eu divido tudo com você, menos o gostosão. - Ele sorri e vê André se segurando para não rir. - Te dou o Danilo, ele é o irmão mais novo do André. Não é lá essas coisas, mas tem o mesmo sangue, já ajuda. 

Gina: - E o Jon como fica? - Ela gargalha do jeito bobo do neto. - Será que ele me daria? Até que aquele nerdizinho não é de se jogar fora também. 

P: - Aiii vó! A senhora tem um gosto muito duvidoso... - Ele cai na gargalhada e apenas para de rir quando a campainha toca e vai atender. Ele volta pelo corredor acompanhado de duas pessoas e de la mesmo já fala com a avó. - Dona Gina, eu tenho dois exemplares de homão da porra aqui e esses eu deixo a senhora pegar de boa!

M: - Que porra é essa Pedro! - Ele da de cara com uma senhorinha o olhando e fica pálido. - Ow! Desculpa aê o palavreado tia. 

T: - Quem é? - Ele olha para Pedro com um olhar perdido. 

P: - Meninos essa é minha Avó, Virginia Andrade. Mas podem a chamar de Gina. - Ela acena mexendo os dedos e sorrindo. - Vó esse é o Matheus, meu amigo de infância. - Matheus acena ainda com vergonha e muito perdido. - E esse é Akio Takuya, o japonês mais fofo que eu conheço, tudo bem que só conheço ele. - Pedro ri e continua. - E namorado do Matheus. - Takuya se curva para a senhorinha e ela sorri largamente. 

Gina: - Eu acho que vou morar aqui para sempre! Como é bem frequentada essa casa não? 

Pedro ri da avó e quando olha para André ele também ria escondendo o rosto. Matheus olhava para Pedro se perguntando de onde brotou uma avó e Takuya já estava próximo a Gina conversando com ela. 

M: - Quero algo para beber, vamos comigo até a cozinha? - Ele sai carregando Pedro e Virgínia apenas ria vendo como ele disfarçava mal. - Desde quando você tem uma avó?

P: - A exatamente. - Ele olha para o relógio. - 2 dias e pera, deixa eu somar as horas. 

M: - Arg! - Não é isso... - Ele olha bravo. - Como você conheceu ela e nem me contou? 

P: - Da mesma forma que descobri pelo garoto estranho que dividia o quarto com você, que você se mudou para o meu quarto. - Ele faz seu habitual rosto "putinho" e vai se virando para sair da cozinha.

M: - Aaaaaah! Ok Ok desculpa. - Ele segura Pedro e quando faz ele se virar ele ainda estava com o semblante chateado. - Eu achei que você fosse tirar com minha cara, "Já vai você se jogar de cabeça de novo, por isso é retardado, sempre cai de cabeça no chão" ou coisas doces assim. 

P: - Desde quando eu falo coisas assim? - O rosto sínico foi se tornando quase em uma careta por tentar segurar o riso. - Eu sou um amorzinho! 

M: - AHAM! Senta lá Cláudia! - Quem se senta é ele. - Cadê minha água? 

P: - Você queria mesmo? Uxi, como eu ia saber viado? - Ele vai até a geladeira pega a garrafa e na pia dois copos. - Toma, vê se não engasgar. - Ele enche seu próprio copo e começa a tomar. - Ela surgiu do nada fazendo uma revolução, acredita que ela meteu uns tapas na cara da Lena?

Matheus cospe a água e começa a rir incrédulo. 

M: - "COMASSIM"!!!!!! - Ele grita enquanto gargalha. - Velho, me empresa a sua avó? Tenho que dar um jeito num stalker doido que apareceu.

P: - Só por isso eu já a perdoaria, mas ela esta tentando unir a família, então estou indo na dela, fora que ela é um amor, Ela é uma versão de mim, mais velha, diva e rica. - Ele sorri orgulhoso. - Agora, que porra é essa de perseguidor? 

M: - Não sei, fomos seguidos e notamos ter alguém nos observando, Mas a pessoa se veste tipo como o Akio quando o conhecemos, não da para ver o rosto nem nas filmagens. 

P: - Relaxa, quando formos para o Brasil essa coisa ai desiste. Você vai comigo sexta agora não é?

M: - Aham. E eu espero mesmo que suma. Vamos para sala? Vai pegar mal. 

Eles voltam para sala e veem Gina olhando para a tatuagem de Takuya e apertando o braço dele. 

Gina: - Gostei desse aqui, posso pegar para criar? - Ela ri divertida. 

M: - Nem a pau! - Ele ri também. - Não vendo, alugo ou divido meu japinha. 

Gina: - Pronto, fico com os dois, Pague 1 e leve 2. Melhor promoção que existe. 



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