História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 60


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
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Palavras 1.360
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 60 - Capítulo 60


Na sexta feira de manhã aquela casa estava uma loucura. Depois de descobrir que Pedro não comia lanche de aviões como seu filho, Gina começou a produzir gostosuras para viagem, biscoitos, bombons, sanduíches, barrinha de cereal caseira. Tudo o que ela sabia que Pedro gostava ela fez trocando açúcar por açúcares especiais e chocolates, leite condensado e os outros itens diet.

A: - Isso aí é comida para 72 horas e não 12 vovó. - Ele a ajudava a embalar tudo o que produziu.

Gina: - Tenho que me assegurar que ele coma bem. Que horas que Pedro volta? - Ela andava ainda de um lado para o outro inventando receitas.

A: - Chega por volta das 14. Nosso voo é as 17:30.

G: - E ele não vai almoçar? Ou vai comer na rua?

A: - Vai comer na rua, mas não se preocupe, ele come com o Matheus e Takuya hoje, então eu sei que ele vai comer sim e bem.

G: - Esse menino Takuya, desde quando vocês o conhecem? - Ela para e faz um rosto que André não soube decifrar - Sabe quando você tem uma sensação de que já viu alguém em algum lugar? Na verdade eu vi aquela tatuagem.

A: - Nossa vó, deve existir infinitas pessoas com aquele desenho. Ele é estranhamente legal. Eu gosto dele.

G: - Sim, claro, se ele for realmente quem eu acho que é, com certeza ele é legal.

A: - Como assim?

G: - Quando eu tiver certeza eu te conto. - Ela da um sorriso e logo vira de costas cortando a vontade de André de continuar perguntando.

As horas passam e Pedro chega em casa já roubando um de cada doce para experimentar.

P: - Estou quase desistindo de estudar e virando neto profissional. Como vou viver sem os doces dessa mulher?

Gina: - Você não me falou que veio para cá para fugir? Tranca isso, resolve sua vida, você é tão novo meu amor, tem tanta coisa pela frente. Se trata, se cuida, vive seu amor de conto de fadas, conhece seus irmãos, tenha uma vida com seu pai, em um ano vocês voltam.

P: - Não sei vovó, eu tenho meu sonho...

G: - Eu sei, eu te ajudo, já estou vendo prédios no centro de São Paulo para montar o consultório de vocês. - Os olhos de Pedro enchem de lágrimas - Eu vou arcar com seu sonho por esse ano de folga. Vamos "adotar solidário" 10 crianças e tratar delas, o que você acha? Ou faremos visitas a uma instituição e ajudaremos coletivamente, levamos alegria, brinquedos e afins.

P: - Aí vó, isso é tentador, mas o André tem uma empresa aqui.

A: - Amor eu tenho essa empresa a anos, eu só estou aqui por desculpa, vim para ficar perto de você. Eu sempre geri ela por teleconferência.

P: - Aí gente, deixa eu pensar? É Stanford! Quem desiste?

A: - Você não entendeu a sua avó. Ela não quer sua desistência, ela quer que você tranque por um ano. Sua vida está uma loucura. Depois que tudo ficar no eixo nós voltamos.

G: - Acho que até você queria isso não é? - Ela pergunta a André.

A: - Sim, mas não sabia como me fazer entender. Tinha medo de o chatear, já viu esse cotoquinho bravo? Da medo... - Ele ri e Pedro da tapas no braço dele - viu?

P: - Chatear não chateia, eu só fico perdido. Eu sai de lá por ódio, do nada deixei tudo para trás pra curar meu coração partido, já cheguei aqui emocionante abalado. - Ele olha para André e sorri. - Meu príncipe aparece, me mostrando que ele não era um sapo e meu mundo desaba todo de uma vez. Já passei por tanto para desistir agora.

G: - Pense meu amor, você tem meu apoio para qualquer decisão que tomar.

A: - Nosso apoio.

P: - Vocês são maravilhosos. Eu nem sei como agradecer a Deus por vocês dois. - Ele se levanta indo até os dois e os abraça ao mesmo tempo. 

Chega a hora de sair da casa para irem para o aeroporto, Matheus e Takuya também já estavam a caminho. Depois de deixar um bilhete para Havena preso a geladeira, Pedro apaga as luzes do seu apartamento e como foi o último a sair fecha a porta olhando para tudo e pensando na proposta de sua avó, ele fica preso em pensamentos por um tempo e acorda ouvindo André o chamar do elevador, ele sorri, fecha a porta e vai de encontro aos outros. 

Aeroporto - São Paulo - Brasil.

Pedro encontra seu irmão, Danilo, seu pai e Dino os esperando, Ele corre para abraçar os três feliz da vida. Depois de todos se cumprimentarem e Pedro ver Matheus saindo com Cláudio e Takuya, eles também vão para casa.

P: - Para onde nós vamos? - Casa do André, Pai do André, casa da vovó? 

Tony: - Pode ir para a casa do papai também... - Ele fala sem jeito sempre tentando conseguir levar seu filho lá. 

P: - Na não... Lá eu vou amanhã. Hoje eu quero descansar, 

Tony: - Você vai onde? Lá na minha casa? Amanhã? Sério? - Ele fala assustado e vendo Gina sorrir ele começa a sorrir também. 

P: - É ué... Não quer? Posso mudar de ideia. - Ele pega o celular. - Posso ir ver os meninos amanhã... 

Tony: - Não, não, não... Pode ir sim, eu quero muito. 

J: - Posso ir? Ainda tenho que bater no Victor... - Ele faz uma cara feia. 

P: - Vai bater nele por que? - Pedro já estranha.

J: - Diz ele que me ajudou esses dias, mas ele me chamou de vira latas Pêpê, eu sou um gato com pedigree. 

P: - Eu sou cercado de traidores, pronto agora meu irmão, minha vida e melhor amigo, já está de boa com o inimigo... Inacreditável. Sai de perto de mim... - Ele empurra Jon que o abraçava e fica de costas para ele no carro. 

Tony: - Você está vendo isso não é mamãe. Isso só vai piorar. - Ele aponta para Jon que tentava abraçar Pedro e ele afastava o irmão de cara feia. 

G: - Ciúme puro... Daqui a pouco eles se acetam. - Ela abaixa a janela divisória da limousine e olha para Brás pelo retrovisor. - Brás querido, me leve para minha casa. Já preparou o quarto das crianças? 

- Sim senhora, tudo exatamente como a senhora mandou. - Ele responde. 

G: - Ótimo. Obrigada. - Ela fecha o vidro novamente. - Vocês dois, se não pararem de fogo na bunda vou amarrar um no outro por 2 dias.

J: - A não vó, ele vai me matar! - Ele olha assustado para Pedro que o encara com os olhos cerrados e mastigando a parte interna da boca. - Ele vai entrar em abolição daqui a pouco, Dan me salva. 

P: - Vou te trocar pela Victoria quero só ver o que você vai fazer. 

J: - Não se atreva! - Ele se solta de Danilo e olha para Pedro. 

P: - Vamos ver se não, deve ser muito legal ir para salão com ela, será que ela seria minha testemunha? Já que é de ultima hora né... 

J: - A não Pedro, a testemunha sou eu! Paraaaa. - Ele começa balançar o irmão que ri de lado. - Seu ruimmmm. Você é meu irmão, só meu. Não divido com seu ninguém. 

P: - UE!? Não era amiguinho do Victor? - Ele volta a fazer Jon o soltar. - Sai, não encosta em mim, vai abraçar seu irmãozinho lá.

Tony: - Esses dois vão dar um trabalho... - Ele olha para André buscando ajuda. 

A: - Eu só me divirto, e você Dan? 

Dan: - Sinto que vamos passar por um longo caminho de provação e ciúmes. 

G: - Sinto que vou finalmente ter uma mesa cheia... - Ela pega um pacote de barrinha de cereal e joga nos dois que a olham assustados. - Sossega eu já falei, ou eu trago os dois e ponho os 4 para dormirem juntos e trancados no mesmo quarto. 

Com um sorriso vitorioso, Gina volta a relaxar com um silencio e dois netos lindamente comportados no interior da limousine. 



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