História Minha Mãe Me Vendeu? - Livro 2 - Pedro - Capítulo 89


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuado, O Vizinho Valentão, Pedro
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Palavras 1.934
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 89 - Capítulo 89


O dia a dia de Pedro era uma loucura, desde que entrou na faculdade em agosto, todos os dias ele acorda cedo, cantarolando ou escutando música no seu celular, ele dança pela cozinha enquanto prepara o café dele e do seu marido, André desde que descobriu o show particular que ele poderia ter, caso ele visse Pedro dançando só de cueca na cozinha, tem acordado cedo e ficado na mesa esperando para tomar café com ele. Já era novembro e a felicidade e empenho de Pedro não mudou. Ele ainda acordava, dançava e cantava, tomava café com seu marido, os dois tomavam banho juntos e saiam juntos até a garagem, onde se separavam, indo cada um para seu carro e então seus destinos.

P: - Bom dia luz da minha vida! - Ele sempre liga para Gina assim que entra no carro. - O que temos para hoje?

G: - Bom dia meu raio de sol. Nada, estou entediada, agora que sarei ninguém me paparica mais. 

P: - Olha que mal agradecida, eu te ligo todos os dias.

G: - Mas cadê, vir me ver é só aos domingos?

P: - Eu estou no fim do semestre vovó, tenho que estudar feito louco, fazer minhas coisas em casa e ainda dar atenção ao marido. Não reclamo não, porque amo muito, mas prometo ir te ver assim que tiver uma folga, deixa essa semana de simulados passar.

G: - Soube que André foi presenteado. - Ela ri divertida.

P: - Eu comprei uma cadeira igual eu vi no motel, achei tão interessante. - Ele ri. - Estou pensando em fazer umas surpresas pra ele.

G: - Só você mesmo. Tem cuidado bem dele?

P: - Sim, faço o café todos os dias, as minhas funcionários só chegam as 10, tipo uma segurança no caso de...

G: - Você é fogo!

P: - E tenho muito fogo também! - Os dois gargalham. - Tenho uma novidade para contar. - Ele fala empolgado. Ontem fomos dar entrada nos papéis para a adoção, como demora em média 2 anos ou 3, já nos inscrevemos.

G: - Tem certeza? Não quer aproveitar mais? Não que eu não queira um netinho correndo pela casa. Mas você ainda é jovem e tem todo esse fogo.

P: - É tenho, mas também tenho um quarto a prova de som. Isso é indispensável em minha vida. Eu não acho que filho atrapalhe, sei lá, mas no domingo a gente conversa mais sobre isso, vou pegar a BR agora.

G: - Certo, dirija com cuidado e lembre-se que eu te amo. Eu tenho certeza que você será um pai maravilhoso.

P: - Obrigado vovó, te amo.

Ele continua seu caminho para a faculdade, ao passar por uma padaria ele decide parar e comprar alguma coisa para comer durante a aula. Ele já estava completamente curado, seus problemas com açúcar foram sanados, mas ele realmente desaprendeu a comer coisas doces, ele pegou iogurte sem açúcar, alguns Grecos para comer com frutas e uma fatia de bolo. Apenas porque ele estava bonito e decidiu comer.

- Nossa! É estranho te ver de dia. - Uma voz atrás dele chama atenção na fila do caixa o fazendo olhar pra cima. - É você mesmo, Pedro Andrade.

P: - Oi. - Ele sorri pra pessoa que sabe seu nome, mas ele não tem a menor ideia de quem seja.

- Não se lembra de mim? - Meio com vergonha Pedro sorri sem jeito é afirma não lembrar. - Não lembra, ou não quer lembrar? - Ele sorri e aponta para Pedro ver que a fila andou.

P: - Desculpa realmente não lembro.

- Vi no jornal que você se casou, por isso sumiu das night...

P: - É hehe! Uma hora a gente cresce né? - Ele fala sem graça.

- Pena. Mas fico feliz por ter servido pra alguma coisa. - Pedro Olha para o cara sem entender. - O seu marido, não é o cara da moto que me deu uma surra, só porque te larguei no meio do nada a noite? - Um sorriso nasce no rosto de Pedro e ele aponta para o cara, finalmente se lembrando.

P: - Como ele te bateu? Se ele me seguiu até em casa?

- Eu esfriei a cabeça e voltei pra me desculpar, a final, quem largaria você na pista? - Ele da um sorriso safado. - Mas eu dei de cara com esse cara na moto. - Pedro paga sua compra e espera a pessoa que ele ainda não sabe o nome pagar e eles saem juntos da padaria. - Ele sabe bater ein, cuidado com o que aprontar.

P: - Eu sei bem do que meu marido é capaz, fico realmente feliz que você ainda ande. - Ele sorri debochado. - Eu agradeço pela história, foi no mínimo divertido. - Na verdade ele achava excitante, a ponto de querer ligar para André e o mandar voltar para casa, mas a prova que ele tinha no terceiro horário não permitia. - Até quem sabe um dia.

- Você sabe onde me encontrar não é? - Pedro assente, mas não tem ideia e nem quer ter. - Se precisar, sabe que pode fazer de mim o que quiser, como antes. - Ele joga um beijo para Pedro e sai em sua CB.

P: - Eu devia beber muito, sério, como assim como antes? - Ele se arrepia todo e tendo uma crise de risos volta para o carro.

❤❤❤

Ton: - Senhor, eles voltaram para casa. - Ele entra na sala de André dando a notícia que ele tanto esperava.

A: - Agora ela não me escapa, a bagunça que foram os últimos meses por causa dos estudos do Pedro, mudança, vovó doente e mais um monte de coisas, me fizeram poder a chance de atrapalhar o casamento dela. - Ton assente.

Ton: - Devo comprar duas passagens para Nova York?

A: - Ainda não, vou ver se é isso que meu irmão quer, somos uma família feliz hoje, às vezes nem será importante pra ele ver ela, mas não se preocupe, seu esforço não foi em vão, nós vamos... - O celular de André toca e pelo sorriso no rosto dele Airton já sabia quem era e sai da sala. - Oi amor, chegou bem?

P: - Ainda não cheguei, parei pra comprar um iogurte e sai da padaria com uma bomba!

A: - Como assim? Você está bem? - Ele se preocupa.

P: - Melhor impossível. - André sorri ao ouvir. - Se lembra, no dia que você me seguiu na estrada, porque um cara me largou lá? - André já bota a mão no rosto antecipando ter sido descoberto e responde apenas com um "Humm". - Essa pessoa que eu realmente não lembro o rosto e nem o nome, amor eu era uma puta!!

A: - Era, mas agora é de um homem só né? - A risada sapeca de Pedro o faz sorri.

P: - Claro príncipe, quem precisa de mais se já tem tudo o que quer? Não sou ganancioso...

A: - Que bom! A minha parte agradece a preferência. Com certeza você é o único e o melhor cliente.

P: - Bobo, mas ele me encontrou nessa padaria, até se ofereceu pra sair comigo. Ainda devo ser gostosinho... - Ele fica esperando uma reação de André e só escuta a respiração dele ficar alterada. - está tudo bem aí amor?

A: - Acho que não bati nele o suficiente... - Pedro sorri, ele conseguiu o fazer admitir sem nem ter trabalho. - O Ton ainda deve ter a fixa desse filho de uma puta....

P: - Ei, gostosão. - Ele sussurra no telefone e André ainda nervoso para pra o ouvir. - Eu vou tirar esse seu nervoso na cama hoje, até a última gota.

A: - Não me provoca, eu vou atrás de você.

P: - Vem? Então vem, estou mesmo com saudade de transar no carro. - Ele ri sem emitir som se divertindo.

A: - Eu não te falei para você não me testar?

P: - Falou, mas eu não estou testando, estou mandando você vir, estou na padaria da BR, você tem 30 minutos pra chegar e 1 hora de diversão. Tic Tac.

Pedro desliga a ligação e fica rindo dentro do carro, ele aperta a trava de segurança, deita o banco do motorista, coloca seus fones de ouvido e com o carro ligado para funcionar o ar, ele fica lá esperando André chegar.

André sai da empresa as pressas fazendo Ton ficar preocupado, mas como André não o chamou, deveria ser algo particular.

Deitado e cantando ao som da sua diva. Ele se assusta com o barulho de batidas na porta mais ao ver André sorri.

P: - Meu carro ou o seu? - Ele nem responde, só aperta o controle do carro dele o travando e começa a se sentar no banco onde Pedro começa a sair indo para o outro. - O bom daqui é que tem bastante estrada morta ali a frente.

A: - Está sabendo hein? Já usou?

P: - Não, André... Eu andei pesquisando. - Ele responde ríspido, por ter se ofendido com a desconfiança.

A: - Desculpa amor, eu estou com ciúmes.

P: - Vou falar pra você entender. - Ele se mexe no banco, sentando em cima de André como fez no Sul. - Um homem se ofereceu pra mim e o que eu fiz?

A: - Ligou e me contou.

P: - Isso mesmo, bom menino merece um prêmio pela resposta certa. - Ele rebola no colo de André o arrancando um gemido. - Eu fiquei sabendo de uma das coisas loucas que você fez por minha causa e o que eu fiz?

A: - Aparentemente ficou com um tesão louco. - Ele fala sorrindo e morde o lábio ao ver Pedro sentir. - Aí meu Deus, se segura André, está quase. - Pedro ri e o ajuda, ou não, o beijando e se esfregando nele. - Já parei de enxergar.

P: - Para o carro ué! - Ele fala já arrancando a gravata de André. - Vamos descer o banco novamente? - Ele se abaixa para fazer o banco deitar. Hum, agora sim!

A: - Você gosta não é, de me deixar maluco? Pedro assente e quando abre o suficiente da camisa de André, começa a beijar seu peito. - Então quer dizer, que tudo o que eu fiz para te proteger naquela época te dá tesão? - Sem tirar a boca do pescoço de André, Pedro assente com sons de um quase gemido. - Eu acho que eu vou me dar bem por um bom tempo.

P: - Eu te dei muito trabalho não é príncipe. - Ele fala com a boca colada a dele e mordendo o lábio de Pedro, André assente.

A: - Ainda me dá, mas desse aqui. Eu gosto, muito.

❤❤❤

O carro de Pedro para de novo em frente a padaria e André desce e quando Pedro se senta de novo no banco do motorista ele se abaixa e beija Pedro, bate a porta e o vê sair.

A: - Alô Ton? - Seu secretário atende sua ligação. - Você ainda tem as fichas dos casos do Pedro? Ótimo, deixe sobre minha mesa, chego aí em mais ou menos uma hora. - André entra no seu carro e vai feliz para seu apartamento tomar um banho e trocar de roupa.

Pedro chega a faculdade e vai direto para o seu antigo dormitório tomar banho e se trocar para fazer a prova.



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