História Minha Maldição - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Resident Evil
Personagens Ada Wong, Albert Wesker, Billy Coen, Helena Harper, Leon Scott Kennedy, Personagens Originais, Rebecca Chambers
Visualizações 29
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - 7. Reencontro. Parte - 1


O trio avançava no corredor na direção que Hellen havia vindo. Leon notou enquanto andava que o estranho componente que havia vindo atrás dela não se encontrava mais na parede. Seus olhos se estreitaram levemente quando ao olhar por uma porta entre aberta ele notou um vulto passar por esta. O agente ergueu a mão direita ao alto, deixando-a parada, virou o rosto para eles que ficaram parados, aguardando por algum sinal. Leon então pronunciou em voz baixa, quase em um sussurro:

— Andem devagar, não façam barulho. — Dizem isso, o louro-acastanhado passou a andar devagar, tomando cuidado para não fazer nenhum som alto.

Passaram sucessivamente bem, sem nenhuma surpresa inesperada enquanto que quase se arrastavam para não fazer nenhum barulho, evitando chamar a atenção do que quer que esteja naquela sala. Assim que tomaram uma distância boa, o louro-acastanhado se ergueu, voltando a andar normalmente e sendo seguido da mesma forma pelos dois que vinham atrás dele. Leon parou no fim do corredor, olhando o buraco na parede. Ele não se lembrava de ter visto ele quando estava socorrendo Hellen com Felipe, mas a ação foi tão rápida que dificilmente ele poderia notar se havia algo mais além deles e aquele estranho componente enegrecido.

O agente se aproximou, colocou apenas um pouco do corpo dentro do buraco, visualizando uma sala cheia de mesas, tubos de ensaio e uma aparelhagem química. Ele pode ver as silhuetas zanzarem pelo local, os infectados não pareciam notar sua mera presença parcial ali. Calmamente ele recuou e prosseguiu, notando que não havia porta alguma daquela sala para o lado deles.

― Menos mal. — Disse o agente parcialmente aliviado.

— O que foi? — Perguntou o moreno, notando a entonação do louro-acastanhado.

— Há uma boa quantia de infectados do outro lado, mas essa sala não parece ter nenhuma saída para este lado.

— E não há. — Hellen proclamou. — As salas de pesquisas ficam sempre a ala oeste, qualquer entrada é a partir do sexto andar, fizemos assim para mascarar algumas áreas de visitantes. Há passagens acima, que levam as escadarias para essas salas.

— Mantendo os segredos dos milagres dos olhos de seus seguidores? Pensei que fosse honesta.

— Eu só protejo O MEU investimento. Tem muita gente que manda olheiros para colocar as mãos no que não é da conta deles.

— Huhu... É...

O agente prosseguiu de pé em pé, mantendo sempre a arma em mãos, pronto para qualquer surpresa, Leon agora tinha que se manter mais sério, pois tinha dois civis para proteger e torcer para que colaborassem com suas ordens, ao menos o garoto, Felipe, colaborava com alguma coisa. Ele não tinha uma arma de fogo, mas só de conseguir utilizar aquele pé de mesa com toda a força que ele possuía já era alguma coisa. Hellen, no entanto, parecia muito relutante em fazer qualquer coisa e sua face, demonstrava o desconforto em ter que andar pelo loca, mas Leon, apesar de estar com o objeto de sua missão bem atrás dele, não conseguia parar de pensar de que sua missão havia acabado. Achou um sobrevivente, teria ela sobrevivido também?

— A.... Leon...?  — O rapaz chamou o maior, então o loiro-acastanhado se virou para ele devagar, Felipe então ficou em silêncio, apontando para o teto. — Eu ouvi alguma coisa por aqui. Como se estivesse passando por aqui.

Leon franziu o cenho, então ergueu a cabeça, ele assim como o rapaz ficou em silêncio enquanto Hellen se afastava, como se quisesse garantir a sua proteção de alguma coisa que pudesse cair do duto de ventilação. O agente ouviu um ruído, baixo, mas nada que pudesse os alarmar. Enquanto dava alguns passos à frente de Felipe, seguindo os ruídos, Hellen passava as mãos no rosto, sentindo-se desconfortável, ela havia se encostado na parede, ao lado de uma porta branca, a mulher se quer tentava se aproximar deles ou falar alguma coisa produtiva, como não tinha nada para pronunciar resolveu ficar de boca fechada. O agente não encontrou nada, o barulho cessou na hora de virar o corredor.

— Podemos continuar? — Hellen perguntou para o moreno, enquanto o loiro-acastanhado vinha na direção dele.

— Sim.... Eu acho que sim.

— Hellen, não fique muito próximo das portas.

— Está bem, está bem.

— Fiquem próximo e atentos.

O mais alto esperou ela se aproximar e quando ela estava perto de ficar do lado de Felipe, a porta branca se abriu em um baque.

 

Jack teve um tempo difícil subindo pela escada, havia tantas coisas jogadas por ali que ele imaginou que uma turma tivesse fugido para o local onde ele estava vindo, era capaz de estarem no meio daquelas criaturas que um dia foram funcionários da empresa. O ruivo tratou de não pensar nisso e sim se focar nele e na mulher que puxava consigo. Sara estava ficando cansada, nunca havia corrido muito como estava naquele dia. Sua garganta estava seca e ardia, Jack olhou de relance para trás, vendo-a ofegante, ele parou em meio ao caminho, ainda segurando a pequena mão da cacheada. O ruivo olhou de um lado ao outro, e apenas soltou a mão dela apontando para o degrau. Ele se sentou e logo após ver o que ele fez, Sara fez o mesmo. Os dois haviam subido do terceiro para o quarto andar. Ela se encostou na parede, arfando um pouco.

— Você não é acostumada a essas coisas, não é?

Sara balançou a cabeça negativamente. A moça esticou as pernas e cruzou-as.

— Melhor descansarmos um pouco. Olha, tem uma porta um pouco acima, a gente pode entrar e ver se tem uma sala, ou alguma coisa parecida, aqui podemos ficar presos, uma área aberta é melhor.

A morena concordou, não tinha ideia do que fazer e como o ruivo tinha disposição para pensar em algo, ela apenas decidiu que seria melhor segui-lo, do que contestá-lo. Jack esperou um pouco até que Sara estivesse mais disposta a andar, e em alguns minutos, já estavam retomando seus passos. O homem ruivo se punha a frente, mas segurava a mão da mulher baixa, afim de manter controle sobre onde ela iria, o pior que podia acontecer era algo aparecer e a garota sair para qualquer canto e se perder de uma forma que ele não pudesse mais encontrá-la.

Assim que passaram pela porta ficaram em uma salinha com duas portas a mais, uma branca e outra de aspecto amarelado, pintada com alguma tinta barata e deixada à mercê do tempo. Jack se aproximou da branca e encostou a cabeça na dela, procurando ouvir algum barulho. Sara fez o mesmo na amarelada e diferente do ruivo, ela não ouviu nada. Enquanto ela se contentava com o silêncio, o ruivo ouvia passos do outro lado e estranhamente em meio passos, grunhidos e rosnados. Ele engoliu a seco e virou-se para a cacheada e ao notar que ele a encarava, apontou para a porta com o indicador da mão destra e levantou o polegar da mão esquerda, ao ver que ela dizia que o ponto era seguro, ele foi em direção dela, abrindo a porta com todo o cuidado que conseguia, apenas para encontrar uma cozinha pequena.

— Olha. Deve ter água por aqui e alguma coisa fresca para você comer.

Sara olhou para ele, então se virou para a porta e então voltou a encará-lo.

— Melhor a gente fechar a porta. — Ele então providenciou um pouco de segurança ao fechar a porta e notou o trinco, suspirando. — Pronto. — O ruivo estava animado por ter achado uma cozinha, talvez conseguisse encontrar alguma coisa para ser usado como arma. Ele tomou a frente novamente. A cozinha era uma sala típica, com mesas largas e algumas cadeiras, a sala lembrava muito a que tinha no seu andar, diferente do terceiro andar que era onde se fornecia alimentos para os funcionários, as pequenas salas tinham um balcão com cafeteira, uma pia, alguns copos e uma geladeira para aqueles que traziam suas comidas, que era o caso de Jack, bom ao menos, era.

— Olha, veja se tem algo para você comer ali. — Ele apontou para a geladeira velha. — Eu vou ver se encontro alguma coisa por aqui, para usar de defesa. — Enquanto ela concordava e se dirigia para o objeto, ele passou a vasculhar nas gavetas ligadas ao balcão se havia alguma coisa ali para isso.

Jack acabou encontrando nada, para sua infelicidade, já Sara teve um pouco mais de sorte, conseguiu um pouco de doce para si ao se apossar de dois Danettes, havia marmitas por ali, mas seria inconveniente deixar o estômago cheio. O ruivo olhou para os lados, tentando ver se enxergava acima das mesas, mas pelo horário que tudo ocorreu, ninguém tinha comido nada ainda, desanimado ele se aproximou da menor que lhe estendeu um doce. Sem colheres, eles abriram ele da mesma forma, e comeram como puderam, utilizando o dedo indicador como auxilio. 



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