História Minha obsessão. - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Lemon, Magnus Bane, Malec
Visualizações 467
Palavras 2.371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite!
Sei que estou atrasada, mas... Escrever lemon pra mim é difícil e eu fiquei em dúvida sobre o capítulo, peço desculpas por isso!!

Capítulo 49 - Capítulo 48.


Os dias que se passaram foram bem mais tranquilos do que o primeiro, Rafael estava prestes à fazer 9 meses e Isabelle, que era uma ótima madrinha, estava querendo organizar uma pequena festa no apartamento do irmão para comemorar e Simon, como sempre estava a apoiando porém, con outros propósitos.

Magnus e Alec estavam se adaptando bem à vida de pais, porém já estavam subindo pelas paredes... Motivo? Rafael acordava e chorava sempre que tentavam ter um momento de intimidade à mais. Como Magnus falava, ele parecia ter um radar que indicava o momento certo para chorar assim.

E hoje não estava diferente, já haviam tentado duas vezes e Rafe sempre acordava, até que tiveram ideia de levar ele para Isabelle, afinal ela aproveitava bem o namorado e por isso, não sentiria falta por algumas horinhas.

Dirigir com Magnus e Rafael atrás era uma tarefa difícil para Alec, ele olhava no retrovisor toda hora para ver como estavam, mesmo com Magnus o mandando relaxar.

"Desse jeito, vai acabar batendo o carro."

"Eu estaria mais tranquilo se ele não estivesse choramingando assim, Magnus Bane."

"Ele só está com fome, já está na hora. Nao é culpa minha."

Com a discussão de ambos, nem perceberam que Rafe havia parado de chorar e olhava Magnus, como se soubesse que algo estava acontecendo.

"Claro que é, se tivesse dado a mamadeira antes, não estaríamos tendo essa conversa agora."

"Você sabe como Izzy gosta de dar o leite dele, pensei que fosse uma boa ideia deixar ela cuidar dele hoje."

"Claro, Magnus, porque deixar nosso filho com fome é sempre uma boa ideia."

Chegaram na frente da casa dos Lightwood e Magnus logo pegou Rafael na cadeirinha.

"Quer saber, me recuso à ter essa briga idiota com você."

"É o bem estar do nosso filho, como consegue ser assim tão insensível??" Alec perguntou num tom mais alto, assim que Maryse e Isabelle abriram a porta.

"Ihh, o que está acontecendo com vocês?" Izzy perguntou. "Problemas no paraíso?"

"Não tem problema nenhum, Isabelle." Recebeu a resposta fria de Alec e logo ouvindo Rafael resmungar nervoso.

"É, já vi que tem problema..." Pegou o afilhado no colo. "Oi, amor da dinda! Vamos entrar."

Isabelle levou Rafael para dentro depois de pegar a bolsa que estava com Magnus, deixando ele, Maryse e Alexander na porta.

"Ótimo, agora nem para mim minha irmã olha." Comentou Alec, revirando os olhos.

"Posso saber o que aconteceu com vocês hoje??" Maryse resolveu perguntar, enquanto entrava na casa sendo seguida pelos dois.

"Acontece que o Magnus não quis dar o leite do Rafe antes de sair, ai ele veio choramingando durante o caminho todo e eu não conseguia me concentrar direito para dirigir."

"Magnus... Isso é verdade?"

"Olha Maryse, eu entendo que talvez não tenha feito o certo, mas como Isabelle gosta muito de dar mamadeira para ele, pensei que fosse bom deixar ela dar."

"Claro, porque né, que se dane os horários ou a fome do meu filho." Alec comentou, ainda emburrado.

"Nosso filho!" Magnus se alterou. "Pelo Anjo, Alexander! Se eu soubesse que causaria tudo isso, teria ficado em casa."

"Seria melhor mesmo, assim eu iria cuidar melhor do Rafe, já que você não fez a única coisa que eu pedi."

Maryse olhava toda àquela discussão assustada, nunca tinha visto o filho brigar daquele jeito com o namorado e sabia que isso não ia terminar tão cedo... Afinal, se tratava do filho deles.

"A única coisa que pediu? Eu arrumei toda a bagunça que estava no quarto e troquei o Rafe todas as vezes que precisou, agora quer dizer que não fiz nada???" Magnus o olhava indignado. "Ótimo! Aproveita que está falando tudo isso, já me fala o que mais eu tenho feito errado, porque deve ser muita coisa, não é mesmo?"

Quando Alec ia falar, Maryse resolveu interferir, estava vendo o rosto do filho avermelhar e sabia que só ficava assim quando estava muito nervoso.

"Querem saber???? Vão para casa!" Ela abriu a porta. "Eu estava pensando em fazer algumas coisas hoje à noite para começar a comemorar o mesversário de Rafe mas com vocês assim é impossível!!!!! Vão para casa e se resolvam, de verdade. Quando terminarem, eu levo o filho de vocês." Ela falou e viu o olhar de espanto dos dois. "Ele é só um bebê, filho de vocês!!! Deve estar sentindo que os pais estão em pé de guerra e não vai ficar bem junto com vocês."

"Mãe, eu vou mas vou levar ele."

"Não, você não vai. Vão se resolver logo, parem de brigar por coisa boba assim. Tchau!"

Assim que os dois saíram da casa, Maryse fechou a porta e foi curtir um pouco do neto, mesmo preocupada com a relação do filho. Enquanto isso, Alec estava colocando o cinto totalmente irritado, não sabia como tinha colocado tanta raiva sobre aquela coisa tão boba, só sabia que estava errado, mas Magnus não havia dado o braço a torcer e ele não seria essa pessoa. Viu que o namorado ficou pensativo sobre ir no banco da frente ou no de trás, mas acabou se sentando ao seu lado.

Alec ligou o carro e começou a dirigir em uma velocidade um pouco mais acelerada, estava tão perdidos em pensamentos e na culpa de brigar por algo que não era necessário, que não sentiu seu pé pesar no acelerador até Magnus se pronunciar.

"Está querendo me matar agora? Entendo que esteja com raiva mas Rafe ainda precisa dos dois pais."

"Não enche, Magnus. Eu só me distraí."

Esse foi o único diálogo ouvido no carro e aquele silêncio estava incomodando Magnus, que se sentia culpado por não ter feito o que Alec havia pedido antes de saírem de casa.

Quando chegaram em casa, Alec foi tomar seu banho no banheiro que havia no quarto e Magnus sentiu o peso de estar em casa, olhou tudo que preparou para o apartamento deles e não conseguia aceitar que era dele culpa pela primeira DR que teve com Alec... Por sua culpa, seu filho não estava ali. Em meios à devaneios, sentiu lágrimas escorrendo pelo rosto, não se importou de seca-las... Elas o lembravam de como havia errado com o namorado.

Estava tão perdido em pensamentos que não percebeu que estava sendo observado... Alec estava na porta e via a cena do futuro marido chorando, o mesmo sentimento de culpa o atingiu, havia feito tanto caso sobre algo que Magnus tinha achado boa ideia, deveria apoia-lo, não? Se deveria ou não, não aguentava ver aquela cena então entrou no quarto.

"Magnus!" Se arrependeu por entrar tão rápido e falando alto assim quando viu Magnus se assustar. "Nós precisamos conversar." Recebeu um olhar quebrado, não havia brilho algum ali, só a vermelhidão. Percebeu que Magnus tentou virar o rosto e secar as lágrimas. "Não precisa esconder isso, eu já vi que está chorando."

"Só estou enxugando as lágrimas para tentar enxergar alguma... O que quer conversar agora? Teve mais alguma coisa que fiz errado?" O tom baixo de Magnus era interrompido por alguns soluços.

"Na-não... Eu queria te pedir desculpas..." Alec olhou para o chão e sequer sentiu o olhar incrédulo de Magnus. "Eu sei que estraguei nosso dia e... Que agora te fiz chorar. Não era minha intenção..."

"Tudo bem... Eu fiz errado mesmo." Magnus ia se levantando para sair do quarto quando Alec o puxou.

"Por favor... Vamos conversar." Sua voz saiu suplicante, mas não se importava, cada vez mais se sentia culpado por brigarem.

"E-eu preciso tomar banho e dormir, estou com dor de cabeça." Magnus não queria ser chato, mas não estava com cabeça para discutir a relação. "Fale para sua mãe que conversamos, ai ela trás o Rafe."

Sua voz estava entregando sua vontade de chorar, não ia aguentar muito e por isso, tentou ir em direção ao banheiro novamente, porém Alec o segurou mais forte dessa vez. Magnus fechou os olhos ao virar, não queria chorar mas estava tão difícil... Tentou se soltar porém, Alec apertou seu pulso mais forte e o puxou para perto, com uma certa brutalidade selou seus lábios com os de Magnus e colocou sua mão em seus cabelos, o impossibilitando de sair dali com a outra mão em sua cintura.

O beijo era diferente, tinha uma mistura de tristeza, raiva mas também havia muito desejo envolvido... Até que Alec o quebrou, virou de costas e encostou na parede do quarto, com os braços para trás.

"O que está fazendo?" Magnus perguntou, sem entender muita coisa.

"Eu quero que faça o que quiser comigo hoje. Qualquer coisa. Amarre meus pulsos e faz o que tem vontade."

Não devia, mas Magnus sentiu seu ar sumir e uma excitação o dominar, Alec estava tão entregue e mesmo triste, não conseguia não ligar para isso. Então foi até o guarda roupa, pegou uma gravata e passou em volta dos pulsos do namorado, apertando um pouco mais do que precisava e acabou ouvindo um gemido de dor.

"Calado, Alexander." Magnus sussurrou no seu ouvido e viu os pelos de Alec se arrepiarem. Foi o bastante para continuar com o que estava pensando em fazer. "Você não vai fazer um barulho sequer, senão irei te punir, ok?" Alec só assentiu. "Bom menino."

Magnus pegou mais uma gravata e colocou nos olhos de Alec, iria fazer tudo sozinho.

"Agora quero que você vire e sente na cama." Alec fez o que foi mandado. "Agora quero que me chupe, devagar, não quero pressa e se acelerar, irá ter punição."

Abriu o zíper da calça e a abaixou, junto com a cueca, pegou a cabeça de Alec e a guiou até onde deveria, começando a sentir ele lamber seu membro lentamente, o animando rapidamente... Após algum tempo naquela posição, Magnus já se contorcia e sabia que estava perto, mas mesmo assim, Alec não parava então o pegou pelo cabelos e o levantou, logo beijando seus lábios.

De repente, a temperatura do quarto aumentou e agora parecia estar pegando fogo, Alec estava gostando da ideia de estar totalmente impossibilitado de fazer qualquer coisa. Sua excitação aumentou quando Magnus tirou toda sua roupa e deu um leve lambida perto de seu membro, o que o fez soltar um gemido sofrido.

"Gosta disso, amor?" Sussurrou em seu ouvindo, escutando um "uhum" arrastado. "Ótimo. Agora vá até a cama e fique de quatro." Agradeceu por ter conseguido se manter firme falando aquilo e quis rir quando viu Alec corar. "Já, Alexander!"

Logo após Alec fazer o que foi ordenado, sentiu Magnus o preparar com um dedo em sua entrada, quase desabando na cama com a sensação de prazer que lhe atingiu mas se manteve forte, queria saber até onde Magnus seria capaz de ir e.... Falando sério, estava adorando sentir aquele vai e vem que fazia agora com 2 dedos.

Quando viu que ja estava pronto, Magnus pegou o lubrificante no criado mudo ao lado da cama, colocou o preservativo em seu membro e passou o líquido por ele, depois de feito, começou a introduzir seu membro na entrada de Alec lentamente, ouvindo ele respirar pesadamente e mesmo não podendo, soltar um gemido que Magnus adorou ouvir.

Foi aumentando o ritmo das estocadas, sentia sua própria respiração falhar em alguns momentos e gemidos altos saíam de sua boca. Começou a arranhar as costas do namorado e viu ele se contorcer com o ato, mas fazer mais força ainda para se manter naquela posição.

Neste momento, Magnus já não precisava fazer nada, era Alec quem empurrava seu corpo contra o membro do namorado. O fazendo gemer cada vez mais alto, sabia que os vizinhos iriam escutar mas não se importava, ficava cada vez mais difícil se manter no controle, porém algo lhe fez acordar e virar Alec, o deitando de costas na cama.

Queria olhar nos olhos do futuro marido, queria saber se estava gostando e logo que olhou, então tirou a "venda" que estava em seus olhos e viu que Alec estava a ponto de delirar de tanto prazer, então resolveu ajudar levando sua boca até o pescoço dele e deixando ali um chupão, que ficaria roxo pela força que colocou... Não se importava também.

Os dois estavam em perfeita sincronia, gemiam como loucos e Magnus sentia que estava perto, por isso aumentou a velocidade das investidas contra Alec, tirou o preservativo e se derramou no abdômen do mesmo, que veio logo em seguida sem nem se tocar e soltando alguns gemidos arrastados.

Magnus caiu ao lado de Alec na cama enquanto ainda tentava raciocinar e se recompor, estava sorrindo por conta da animação do que tinha feito e nem se deu conta que o namorado ainda estava amarrado.

"Oh, desculpe!!!" Ele tirou as gravatas enquanto ria, e logo voltou a se deitar, estava cansado demais.

"Engraçadinho você, Bane."

Alec se arrumou melhor na cama assim que comentou e viu que Magnus estava ressonando, havia dormido. Sorriu ao ver a cena, ele parecia tão sereno dormindo daquele jeito e justamente por isso, decidiu ir se limpar no banheiro e o deixou dormindo.

Assim que se olhou no espelho, viu que tinha algumas marcas no pescoço, seus lábios estavam inchados e seus pulsos ainda estava vermelho, mas não se arrependia, havia gostado de Magnus sendo ativo daquele jeito... Tomou seu banho ainda em meio à devaneios e assim que saiu, viu que o apartamento parecia vazio sem Rafe, ja sentia saudades e não fazia nem 2 horas que havia deixado ele com sua mãe. Era estranho por já estar acostumado mas foi bom para ele e Magnus terem seu momento de intimidade.

Foi até o quarto para pegar uma roupa e viu que Magnus estava acordando.

"Fiquei quanto tempo apagado?" Perguntou, ainda com a voz sonolenta.

"Uns 15 minutos, só deu tempo para eu tomar banho."

"Não devia ter deixado eu dormir, podia ter me acordado."

"Gosto de te ver dormir..." Alec comentou hesitante e Magnus não resistiu em lhe dar um selinho.

"Eu te amo!" Respondeu e o abraçou.

"Isso quer dizer as brigas estão encerradas?"

"Você que começou com tudo isso, então não sou eu quem digo."

"Me desculpa... Eu exagerei, sei disso!" Se soltou do abraço. "Eu te amo tanto, mas tanto, que quando vi você chorar senti vontade de voltar no tempo e concertar tudo."

"Alec, não precisa se desculpar. Querendo ou não, depois do que fizemos, já está mais do que perdoado." Magnus sorriu maliciosamente. "Aliás, de onde tirou essa ideia de ser praticamente um submisso?"

"Saudade do seu corpo."

"Só do meu corpo?" Magnus perguntou, fazendo um biquinho.

"De você mesmo, por inteiro."



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