História Minha Obsessão - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Michael Jackson
Tags Assassinato, Drama, Michael Jackson, Obsessão, Rei Do Pop, Romance, Transtorno
Exibições 25
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo novo meus amoreeeeees!
Devo lhes avisar que hoje terá REVENGE, se é que me entendem <3
Boa leitura :D

Capítulo 22 - Finalmente...


Ela apontou a arma na minha direção, mas ao olhar para a arma com atenção, percebi que Thales fez merda: A arma estava carregada! Eu sabia que ele era um bastardo. A arma estava direcionada a minha cabeça, eu comecei a suar frio, estava apavorada.

  -Será o seu fim, Verônica. Mas antes de você morrer, vou chamar seu noivo para assistir tudo.

Percebi que ela tirou o celular da bolsa e começou a passar mensagens para o Michael. Ela me mostrou o que escreveu e soltou uma gargalhada. Na mensagem ela pedia a ele para encontra-la exatamente onde estou porque havia acontecido um acidente comigo e eu precisava de ser levada ao hospital urgente.

  -Prontinho, seu noivinho bastardo está a caminho. –ela riu

  -E agora, o que pretende fazer? Matar meu noivo também? –me revoltei

  -Não querida, a única pessoa que irá morrer é você. Seu noivo, a partir de hoje, será meu homem!

  -Nunca, Diana! Nem que eu tenha que acabar com você aqui mesmo.

  -Pode tentar então.

Ela me empurrou e praticamente colou a arma em mim, ela me daria um tiro a queima roupa. Ela me deu vários socos, bateu minha cabeça contra a parede. Quando parou eu estava zonza, mas não me dei por vencida, juntei todas as minhas forças e fui para cima dela também. E no final, eu estava lutando pela minha vida, empurrando a arma para cima e tentando tirar a Diana de cima de mim. Nós estávamos totalmente enfurecidas, lutando uma contra a outra, enquanto Thales apenas observava tudo sem ao menos ajudar uma de nós. Me amaldiçoei por ter confiado nesse idiota, ele é devagar para tomar atitudes, não faz nada direito. Não serve para nada! Fechei bem os punhos e dei um soco no nariz de Diana, que começou a sangrar logo em seguida. Ela passou as mãos pelo mesmo e quando notou o sangue, bateu fortemente a arma contra o meu rosto, e eu caí no chão, sangrando. Ela começou a me dar chutes e eu não pude conter minhas lágrimas, pois no dia que sofri aqueles maus tratos por parte do meu “pai” adotivo não foi totalmente diferente.

  -Oh que gracinha, a ridícula está chorando. É assim que você viverá seus últimos segundos?

Eu enxuguei as lágrimas e a encarei com ódio. Ela gargalhava ao ver minha reação, mas eu estava tentando resistir, estava lutando ao mesmo tempo contra mim mesma para não demonstrar o quanto eu estava completamente possuída pelo meu medo. Odeio demonstrar fraquezas. Eu vi Michael e seu motorista chegando, então Diana, para despistar, começou a conversar comigo ainda me ameaçando com a arma discretamente apontada para a minha cabeça. Discretamente sim, pois Michael nem percebeu o que realmente estava acontecendo ali. Assim que ele desceu do veículo o motorista foi embora e o deixou ali.

  -Diana, o que aconteceu com a minha noiva?

Ele já ia correndo na minha direção assim que me viu, mas Thales percebeu e foi atrás, o imobilizou e apontou a arma para sua cabeça.

  -Que porra você está fazendo cara, me solte! –Michael tentava se defender

  -Fique calado! –Diana respondeu

  -O que está havendo aqui. Por que está fazendo isso? –ele estava desesperado

  -Oh Michael, como você é ingênuo. Eu te chamei aqui porque quero que você assista eu acabando com essa sua noivinha ridícula e imprestável! –ela respondeu

  -Por que?

  -Porque você será meu, custe o que custar!

  -Eu nunca serei seu, Diana. Nunca!

  -Ops... Então eu acho que terei que tomar uma providência. –

Ela disse puxando o gatilho e apontando a arma novamente para a minha cabeça, me levando para trás do carro. Olhei para trás e Thales estava conversando alguma coisa disfarçadamente com Michael, e lhe passou uma outra arma. Acho que agora VAI!

  -Diana não! Espere por favor! –ele gritou

  -Eu aceito ser seu então, pela segurança dessa mulher. –ele disse se referindo a mim –Agora deixe-a em paz.

  -Eu sabia que você aceitaria, meu querido. Agora finalmente vou poder mata-la!

Michael se espantou quando ela disse isso e rapidamente a chamou de volta, fazendo com que ela se virasse totalmente para ele e largasse a arma em cima do carro. Os dois estavam de frente um para o outro

   -Mas antes, meu bem, eu quero mostrar uma coisa para essa mulher.

Ele disse com uma voz sexy, fingida é claro, e sem que ela percebesse, piscou para mim. Eu entendi seu recado, e como  a arma estava ao meu alcance, eu a peguei. Fui caminhando devagar e disfarçadamente na direção dela, que ainda estava de costas para mim. Fiz um sinal para ele, que olhou sem que ela percebesse e saiu da frente dela devagar também. Mirei a arma nas costas dela e aproximei-a. Em seguida só ouviu-se o barulho do tiro.

Sim, eu atirei na Diana. A queima-roupa! Ela imediatamente caiu no chão, mas ainda estava viva (óbvio, porque vaso ruim não quebra fácil). Thales aproveitou o incêndio e foi se aproximando, Diana rapidamente ainda levantou e tentou correr para o carro a procura de mais uma arma. Thales correu atrás e disparou contra ela uma, duas, e na terceira vez eu mesma fiz questão de finalizar “o trabalho”.

  -Ela está morta! –eu gritei orgulhosa

Aproveitei e descontei toda a minha raiva no corpo dela, dei socos, chutes, mais tiros. No final eu cuspi na cara dela. Remexi em seu corpo novamente e peguei o que parecia ser a chave do carro, que poderia me ser útil.

  -Verônica, já chega! –Thales disse

Eu saí de perto do corpo e fui em direção a Michael. O abracei e começamos a chorar juntos. Não sei se foi pelo medo, pelo susto ou preocupação. Mas a única coisa que me importava é que ele estava bem e que a Diana estava morta. Porque como a minha promessa: Eu a matei!

  -Me desculpe Verônica. Da próxima vez eu vou confiar mais em você! Eu devia ter te ouvido, devia ter...

  -Isso não importa, meu amor. O importante para mim é que você está aqui comigo, e que estamos vivos. –o abracei ainda mais forte e ele retribuiu

  -Mas meu amor, você está ferida. –ele disse passando a mão no meu rosto

  -Não se preocupe, depois dou um jeito. Estou bem. –sorri

  -Eu não quero atrapalhar a emoção de vocês, mas é que temos que dar um jeito né. Temos um corpo aqui e não podemos deixa-lo aos urubus. –Thales veio até nós

  -Ela bem que merecia ser comida por eles, porque ela queria nos matar! -rebati

  -Verônica! –Michael me repreendeu

  -Tudo bem, tudo bem. Vamos enterrar aonde? Ou vocês preferem jogar nesse córrego? –eu comecei a rir –Estou brincando. Acho melhor enterrá-la por aqui.

  -É nossa última opção. –Thales respondeu

  -Agora, façamos uma promessa aqui, juntos. Jamais, em hipótese alguma, contaremos o que fizemos com ela. Somos cúmplices nisso, e agora somos os assassinos. Se por acaso alguém descobrir, o que eu duvido muito, nós seremos presos. –eu disse

   -Prometo. –dissemos juntos

  -Tudo bem. Agora... Como é que nós cavaremos uma espécie de buraco para enterrar o corpo? –Michael perguntou

  -Você tem alguma coisa útil aí Thales? –perguntei

  -Tenho sim, levo sempre no meu carro essa picareta.

  -Ótimo! –respondi –Você cava e eu e Michael enterraremos

Thales assentiu e foi cavando o buraco, pedi a ele que fosse um buraco pelo menos fundo. Não sei se ressaltei aqui, mas o lugar em que estávamos era somente terra e não asfalto. Facilitou bastante para nós.

(...)

Assim que Thales terminou de cavar, eu e Michael pegamos o corpo e jogamos no tal buraco.

  -Alguma última palavra para ela, amor? –Michael perguntou

  -Sim! –me virei para o corpo –Vai pro inferno, piranha!

Fomos jogando terra por cima, e Thales quis nos ajudar também. Assim que terminamos, terminamos de conversar sobre o que havíamos acabado de fazer. Nos despedimos, eu agradeci a Thales por ter me ajudado em todos os sentidos, depois o mesmo pegou seu carro e foi embora. Logo depois, eu e Michael pegamos o carro da Diana e resolvemos voltar para a igreja. No caminho, fui limpando meu rosto, que estava com sangue ainda. Vou me casar assim mesmo, com todos os roxos no rosto, com todas as feridas. 
Pelo menos eu agradeço por estar viva, e por poder realizar o meu sonho: Me casar com o homem da minha vida. 


Notas Finais


Continua...
Até o próximo, espero que tenham gostado!
Beijokas ;D


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