História Minha Obsessão - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Michael Jackson
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
Tags Applehead, Assassinato, Depressão, Drama, King Of Pop, Loucura, Michael Jackson, Obsessão, Rei Do Pop, Romance, Transtorno
Visualizações 104
Palavras 1.920
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁÁÁÁ AMOREEEES
QUERO PEDIR MAIS DE MIL DESCULPAS PELA IMENSA DEMORA
SÉRIO EU ESTAVA SEM TEMPO, SEM CRIATIVIDADE, SEM NET A NOITE QUE É O TIME QUE POSTO.

Mas espero que gostem, não sei se essa loucura ficou "no ponto"... Boa leitura! :D


Ps: Dedico este capítulo também a Isaah Jackson, a deusa que me inspirou nessa loucura.
Isaah Quero te agradecer de coração, de verdade! Se não fosse por você eu não teria criado uma coisa tão louca, que eu gostei tanto!
E espero que goste também! <3

Capítulo 24 - Planos e a loucura


Ligação on

 -Olá filha, você está bem? –a voz daquela senhora ecoou pelo automóvel

O telefone estava na opção viva voz, Verônica o colocou assim para que seu marido escutasse também. Ao ouvirem isso, os dois se olharam assustados e Michael continuava calado, e como se ambos soubessem o que o outro estava pensando, balançaram a cabeça assentindo algo que apenas eles entenderam e Verônica resolveu retrucar. Mas primeiro, tentou imitar o tom de voz da Diana, que era um pouco mais agudo que o dela. Não foi tão fácil, mas daria para enganar a mãe da mesma, e direitinho.

  -Estou sim, mãe. E a senhora como está? Qual o motivo da ligação?

Ela tentou parecer simpática mesmo se sentindo incomodada, simpatia era algo que ela não estava acostumada a ter com pessoas assim. Principalmente quando eram pessoas da família de Diana. Enquanto Verônica imitava Diana, Michael caía na risada, já quase rolando ao chão. A mesma deu tapa de leve no ombro dele para que o mesmo parasse. E ele parou.

  -Tudo ótimo. Liguei apenas para lhe avisar que eu e seu pai estaremos indo aí amanhã e de avião para lhe visitar, está bem? Se tudo der certo chegaremos antes das quatro da tarde. Portanto, eu desejo e exijo ser bem recebida pela minha filha, não quero que faça com nós o que fez das últimas vezes. Um beijo querida! Seu pai mandou um abraço.

  -Tudo bem, me desculpe. Mãe espera mãe, é... É que eu não estou totalmente...

Ligação off

Antes que ela pudesse responder qualquer coisa, a mãe de Diana desligou.

  -E agora? O que faremos? –Verônica perguntou

Michael que antes estava rindo como um bobo, agora corria de um lado para o outro mais desorientado do que ela, com as mãos na cabeça e olhos arregalados. Verônica não estava tão diferente, já que sua cara de espanto estava pior do que antes. Os dois entraram numa fria! Definitivamente. E como eles sairiam dessa?

  -Pergunta para mim? Se tem alguma coisa que eu sei muito bem é que nós dois estamos ferrados agora! –Michael a respondeu

  -Como diremos a mãe da Diana que a filha está morta? Se ela descobrir que fomos nós, estaremos fritos! E o pior, ela virá amanhã. –ela falava também usando as mãos

  -Amanhã? Oh meu Deus...Não há tempo! –Michael gritou

Verônica parou por um momento e começou a pensar. Ela tinha que armar algo, um plano para escaparem dessa totalmente ilesos.

  -A-há! Agora já sei! –ela disse animada

  -O que está tramando? –ele perguntou curioso

  -E se eu me passasse por Diana? –ela sorriu de lado

  -Você ficou louca, Verônica? A mãe da Diana é duas vezes mais esperta e pior que a própria filha. Pense na Diana quadriplicada em uma só pessoa.

Verônica parou por um momento, para imaginar.

  -Pensou? É a mãe dela! –Michael disse apavorado

  -Eu estou falando sério. Por favor, pense meu amor! Temos a chave da casa, o carro, os pertences. Definitivamente temos acesso livre a casa dela para entrarmos e sairmos na hora que quisermos. Podemos entrar lá sem nos preocuparmos.

  -Eu não sei... É tudo verdade o que você disse, eu não discordo. Mas seria um risco a correr. Poderíamos falhar em algum momento, a mãe dela poderia te falar de coisas que só a Diana sabe, e como você faria para sair dessa? –ele a desafiou

  -Eu tenho sempre uma carta na manga, Michael. Você verá! Agora deixe esse medo de lado, tenha fé que tudo isso dará certo, não sofra por antecipação. –ela o aconselhou –Bom, a não ser que você queira desenterrar ela de lá e coloca-la estirada na sala pra mãe dela morrer do coração tentando entender porque há marcas de tiros na filha. Seria interessante, mas seríamos flagrados desenterrando um corpo que enterramos juntos. Aí o que aconteceria não seria tão ruim... Nós apenas pararíamos na prisão e a notícia correria solta, porque mídia é incrível, não é?–Verônica ironizou

  -De forma alguma, não podemos desenterrá-la e deixar ela na sala da própria casa. Até fazermos isso o cheiro do corpo dela já em estado de putrefação acordaria os vizinhos, e eles têm o faro melhor do que o de qualquer cão. Porque a raça daquelas pessoas é de gente fofoqueira! Eles ligariam para a polícia, e a polícia examinaria o corpo. Vocês a enterrou com a arma e na mesma ficaram as suas digitais. Eles te achariam rápido se mandassem a mesma para análise. É melhor fazermos a primeira opção... Creio que não há outra.

  -Eu sabia que você aceitaria amor! Então, eu tive uma ideia de como faremos isso: Eu me passaria por ela primeiramente usando maquiagem pesada, porque todos nós sabemos que meu tom de pele e o dela são completamente diferentes.

  -Sim, isso é óbvio. –ele respondeu –Continue explicando...

  -Depois eu usaria uma das roupas mais “marcantes” dela, incluindo o salto, pulseiras, enfim. Apesar de eu ter o corpo um pouco mais definido que o dela, eu consigo disfarçar.

  -É! Eu acho que isso pode dar certo mesmo! –ele sorriu  –Mas, você pretende ir a casa dela ainda hoje para pegarmos os pertences? Porque caso você queira, irei com você. Assim poderíamos adiantar tudo, arrumar a casa inclusive, porque aí estaria tudo pronto para o “teatro”. –ele fez aspas com os dedos

  -Eu acho melhor não, Michael. Porque levantaria muitas suspeitas. Podemos ir sim, mas hoje de madrugada, pois assim os vizinhos estariam “dormindo como bebês” e não notariam que somos nós dois no carro dela ao invés dela mesma. Assim dormiríamos por lá mesmo, entendeu?

  -Entendi sim. É melhor mesmo, mas você terá que treinar mais essa voz, tá? Não sei como a mãe dela pôde acreditar que é mesmo a Diana ao telefone! –ele caiu na risada –Isso foi horrível Verônica!

  -Engraçadinho! Assim que os pais dela chegarem, eles irão notar que essa Diana aqui é muito mais gostosa e esperta do que a original! –ela jogou os cabelos

  -Não discordo em nada... –ele mordeu o lábio –É uma pena que você irá fugir desse castigo por esse tempo como Diana. Mas espere só, você terá que fazer amor comigo na geladeira ainda!

  -Você está atirado hoje né? Meu Deus! –ela riu –Na geladeira? Michael, que loucura é essa?

  -Uma loucura que valeria a pena experimentar fazer.

  -Quero ver só essa loucura.

  -Me desafiando... –ele sorriu maliciosamente

  -Sim! O que acha de nós dois fazermos isso agora?

Ele suspirou e em seguida a abraçou por trás com segundas intenções, é claro. Imediatamente ela pôde sentir a ereção de Michael contra seus glúteos, aquilo a deixava completamente fora de si. Eles foram andando sem desgrudar os lábios até chegarem a porta da geladeira, que foi aberta em seguida por Michael. Eles fariam essa loucura sim, e é cada fantasia! Enquanto se beijavam, Michael pressionava seu corpo contra o dela, fazendo com que seu membro se esfregasse contra a intimidade da mesma. Eles já soltavam suspiros e diziam coisas sem nexo. Começaram a se despir.

  -Michael, como você acha que aguentaremos as altas temperaturas da geladeira? O seu membro vai é acabar virando picolé ali dentro!

  -Nosso fogo não se acaba nunca, Verônica. Acho que é a geladeira que não irá resistir às nossas altas temperaturas! Caso o meu membro vire picolé, quem irá desfrutar disso tudo será você. –ele deu uma piscadela

Ela soltou uma risadinha ao ouvi-lo dizer isso.

  -É... Não custa nada experimentar lugares incomuns. Mal posso esperar para desfrutar!

(...)

Já totalmente nus, eles entraram na geladeira. Entraram mesmo, pois aquela lá era bem grande e espaçosa, mas antes eles retiraram os mantimentos. Tudo para ficarem apenas os dois ali. Isso daria prejuízos, mas quem disse que eles se importam?

Narradora off

 

Verônica on

Eu estava em chamas por dentro, apesar da temperatura da geladeira, mas adorava aquilo. Meus mamilos estavam enrijecidos pelo frio. Michael tirou da geladeira um pote preenchido com chocolate até na tampa, e na hora que eu tentei retirá-lo de suas mãos ele me segurou.

  -Nem pensar, quem vai desfrutar disso agora sou eu! E você vai ver como. –ele disse maliciosamente

Ele ordenou para que eu saísse de lá de dentro, assim o fiz e ele saiu também. Eu mantinha as minhas mãos apoiada na geladeira, que ainda estava aberta, e estava de costas para ele, empinada. Ele me deu um leve tapa e soltei um gemido manhoso. Senti ele passar alguma coisa pelas minhas costas, pernas e pelos meus seios,

  -Só pode ser o chocolate! –eu pensei comigo mesma.

Em seguida ele começou a passar sua língua pelas minhas costas em movimentos lentos e torturantes, me fazendo soltar gemidos.

Molhada, totalmente molhada, era como eu estava... E como a geladeira ainda estava aberta e o meu corpo nu estava a sua frente, meu corpo inteiro estava gelado e arrepiado. Aquilo era torturante demais, porém ainda era excitante.

  -Abra um pouco mais as pernas, Verônica.

Assim que eu fiz o que ele ordenou, senti o mesmo espalhar o chocolate pela minha intimidade e  começar a suga-la, fazendo movimentos lentos, ora com usava apenas a língua, ora usava a língua e os dedos. E eu ia ao céu. Meus gemidos ganhavam intensidade, Michael alternava entre meu clitóris e minha entrada. Até que eu já não aguentava mais me segurar e tive ali, um orgasmo. E ele não parou por aí, ainda havia chocolate pelo meu corpo, inclusive uma boa quantidade em meus seios. Michael aproveitou o espaço que havia entre mim e a geladeira e se encaixou bem ali, começando a sugar meus seios, retirando todo o doce. Eu amava aquilo, nunca havia feito tal loucura. Ele não parou e começou a distribuir beijos, chupões e lambidas nas regiões aonde ainda havia o chocolate. Eu me contorcia, gemia e ele falava obscenidades(como sempre) durante a tortura. Quando terminou, eu estava afim de fazê-lo pagar.

Então abri o freezer e do mesmo retirei uma pedrinha de gelo. Coloquei a mesma na minha boca, encarei Michael e o mesmo respirou ofegante como resposta. Minha boca passeava por seu pescoço, depois por seu peitoral, ia descendo por todo corpo deixando-o arrepiado, até chegar a seu membro. Não pensei duas vezes e comecei a trabalhar no mesmo, ainda com o gelo na boca. Ele soltou um gemido alto pela sensação que aquilo havia provocado no mesmo. Enquanto eu o torturava com o gelo, ele mordia os lábios, se contorcia, gemia cada vez mais alto, e pegou em meus cabelos para que eu fosse ainda mais fundo. E quando senti que ele iria ter um orgasmo, parei imediatamente.

  -Isso é maldoso demais, você sabia?! Fazer com que eu me segure. –ele me repreendeu

  -Maldoso é o que eu penso em fazer com você toda vez que eu te olho. –pisquei

  -Argh! –ele grunhiu

Ele me levantou, fazendo com que eu entrelaçasse minhas pernas em seu quadril, e começou a me penetrar um pouco devagar, até estar dentro de mim por inteiro. Gememos juntos quando isso ocorreu. E Michael foi aumentando o ritmo enquanto eu tentava auxilia-lo rebolando meu quadril.

  A cada movimento gemíamos alto, ofegantes. Nós não queríamos dizer nada, apenas escutávamos nossos gemidos, sentíamos nossas respirações indo de encontro uma a outra. Até que eu senti meu corpo estremecer e praticamente desmoronei, não demorou para que Michael atingisse o orgasmo, logo após eu ter atingido o meu. E ficamos ali, esperando voltarmos ao normal, sorrindo um para o outro, com os corpos ainda frios demais por causa dessa loucura... Na geladeira


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Continuarei em breve
Beijokas ;D


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...