História Minha Obsessão - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Michael Jackson
Tags Assassinato, Drama, Michael Jackson, Obsessão, Rei Do Pop, Romance, Transtorno
Exibições 39
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, tudo bem com vocês meus amores?
Sim? Que bom! Porque hoje estou em um mal estar, aff!
Mas enfim, capítulo novoooo <3
Boa leitura :D

Capítulo 24 - A culpa


 

Assim que acordaram, já era outro dia. Verônica como sempre acordou primeiro. E apesar de estar muito feliz por ter finalmente se casado, sentiu sua consciência pesar por conta do assassinato que cometera junto de Thales e Michael. “Eu odiava aquela mulher, mas eu não devia... Não devia ter feito tudo aquilo. Ela não merecia ter aquele fim, eu não podia ter feito isso! Não podia.”  ela pensava consigo mesma. Começou a chorar desesperadamente em um canto do quarto ao lembrar da cena do assassinato. Agora que a ficha havia caído para ela, além de esposa do Jackson, agora ela era também uma assassina. Ela não queria esse título, não queria essa vida cheia de culpa, não queria. Poderia ser presa junto do marido e do amigo se alguém descobrisse, poderia pagar pelo que fez de outra forma... Afinal, como muitos dizem, o mundo dá muitas voltas e o mal que você fez poderá um dia voltar para você. Não sei...

Não parando de chorar e já soluçando por conta do desespero, Michael acabou acordando. E assim que viu Verônica daquele jeito, já com os olhos vermelhos de tanto chorar, correu em direção a ela e a abraçou.

  -O que aconteceu? Por que está assim? –ele perguntou angustiado

  -Não dá Michael, não dá mais! –ela respondeu gritando

  -Não dá mais o que, Verônica? Pelo amor de Deus! –ele gritou também

  -Você não vê que agora somos assassinos? Matamos a Diana! E o pior, praticamente roubamos o carro dela e todos os seus pertences que estavam dentro do mesmo. Incluindo a chave da casa! Eu não vou conseguir viver com essa culpa por muito tempo, não consigo. Não foi minha intenção fazer tudo aquilo, não foi! –ela falava em meio aos soluços –Mas eu estava com tanta raiva e tanto medo de morrer e ficar sem você, que enlouqueci e abusei do poder que eu tinha a arma dela. Eu sou uma assassina! –ela tremia

Michael parou para pensar, Verônica tinha razão. E toda felicidade que ele sentia se acabou ali, todo encanto foi quebrado naquele momento. Por mais que ele não tivesse feito tanta coisa com a Diana como sua esposa fez, ele ficou mal com aquilo tudo pois mesmo assim, participou. Ela nunca mais voltaria, eles tinham agora poder sobre o carro dela e a casa, já que a chave estava com eles. Tentou falar alguma coisa, mas as palavras não saíram. Ele ficou paralisado, calado, confuso. Não sabia mais o que dizer, porque sabia que não adiantaria. Eles agora eram de fato, assassinos. Por mais que a Diana tivesse feito todas aquelas coisas ruins com a Verônica, a coisa certa a se fazer não era matá-la ali mesmo e enterrá-la numa terra qualquer, mas sim chamar a polícia para prendê-la. Pelo menos daria para ela pagar um pouco tudo o que cometeu. Agora, de uma coisa eles tinham certeza: Eles irão conviver com essa culpa pelo resto da vida.

  -Michael?

  -Sim?

  -Não falará nada?

  -Desculpe me perdi em meus devaneios. Mas agora não poderemos fazer nada Verônica, fizemos coisa errada? Fizemos sim e nos arrependemos disso. Nós nos tornamos assassinos a partir do momento que fizemos a famosa “justiça com as próprias mãos”. Quanto mais você ficar relembrando tudo o que você fez, mais se torturando você estará. Não vai adiantar ficar lembrando, não vai adiantar ficar lamentando o malfeito. Nosso castigo agora será conviver com a culpa. –ele abaixou a cabeça, já entristecido –Não devíamos ter feito isso, eu sei. Só que não podemos fazer mais nada sobre isso, a não ser nos conformarmos.

  -Eu sei disso Michael, mas assim vou ficar perturbada. Eu não devia ter matado ela. Por mais que eu não gostasse dela e tivesse ódio mortal, eu queria que ela permanecesse viva, pelo menos seria divertido acabar com ela sem mata-la. –ela disse já parando de chorar e enxugando as lágrimas –Mas agora nós temos que falar com o Thales, ele está envolvido nisso também. Mas não o conhecemos, ele andava com a Diana e pode ser a mesma “peça” que ela era. Não podemos apenas fazer a promessa de não contarmos e o deixarmos sair e ficar por isso mesmo. Temos que ter uma conversa, nós três.  

  -Você tem razão. Mas como é que nós iremos encontrar ele sendo que nem o telefone dele nós temos?

  -Você se esqueceu que os pertences da Diana estão no carro, inclusive o celular dela? É só pegarmos o mesmo e olharmos a lista de contatos, com toda certeza ela tem o número do Thales.

  -É mesmo! Nossa, eu havia me esquecido. Só que tem um problema...

  -E qual é?

  -Ela colocava os apelidos que ela dava a essas pessoas ao invés do próprio nome do contato.

  -E por que raios ela fazia isso?

  -Sei lá! Ela sempre tinha essa mania. Pra você ter uma ideia, no meu contato ela tinha escrito “AppleHead” para ninguém desconfiar...

  -“Cabeça de maçã”, se bem que o formato da sua cabeça é igualzinho mesmo.  –ela riu e ele corou –Apelido engraçado e fofo esse seu, mas eu ainda prefiro “Mike”. Então, vamos lá?

Os dois se dirigiram até a garagem rapidamente, e chegando lá olharam cada canto do carro procurando o bendito do celular.

  -Que droga! Eu já procurei em cada canto desse carro e não encontro esse celular em lugar nenhum! –ela disse

  -Hey, Verônica...

Michael disse mostrando o celular, que estava caído debaixo do banco.

  -Ah, então estava o tempo todo aí. –ela bufou

  -Tome. –ele entregou

  -Preferia tomar uma outra coisinha de você. –ela provocou

  -Não brinque, porque eu ainda não me esqueci de te deixar uma semana sem andar. –ele respondeu e ela gargalhou satisfeita

Ela começou a procurar o número do Thales pelo celular, mas não encontrou. Diana realmente colocava no lugar do nome, apelidos. Ela encontrou um tal contato irônico, e começou a rir.

  -Pelo amor de Deus, quem é esse tal “Senhor Dor”? –gargalhou

  -Provavelmente um dominador eu acho, ela adorava ser submissa. Frequentava alguns clubes... –ele riu

  -Sr. Jackson, você está por dentro de muita coisa sobre ela, estou estranhando.

  -Ué, ela me contava praticamente tudo quando ainda estava viva.

  -E como eu não ouvia vocês conversando?

  -Ah sim, entendi. Meu Deus do céu, olha este nome! –ela disse mostrando a Michael

Assim que ele passou os olhos sobre o visor e leu o nome, caiu na gargalhada. “Bebê rola de mel” era o tal apelido.

  -Agora você sabe porque eu chamava ela de vadia e piranha né! –ela disse –Eu não duvido nada de que ela se prostituía além de frequentar esses tipos de lugar!

O telefone de Diana começou a tocar e os dois entraram em pânico, no visor aparecia somente o apelido da tal pessoa.

  -E agora? –Michael perguntou

  -Vou atender mesmo assim e tentar agir como ela!

  -Tá maluca! Essa não é uma boa ideia.

  -É melhor do que deixar esse telefone tocando com essa música escrota! E além do mais, se não atendermos agora a pessoa que está lá do outro lado pode ficar insistindo em ligar até “a Diana” atender. Não temos saída...

Verônica atendeu o telefone e se assustou.


Notas Finais


Continua...
Espero que tenham gostado! Beijokas ;D


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