História Minha Pequena Garota - Capítulo 15


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jason Todd, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Exibições 386
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse capítulo é dedicado a Débora!(@WholsNiper )Uma das melhores pessoas que conheço! .
Te amo amiga♥.
(Nas notas finais tem o link da nova fic dela, Camp Mars Malibu... e ela escreve Property Of Joker).
Talvez o próximo capítulo tenha hot.
Perdoem os erros.

Capítulo 15 - I hate myself for not hate you.


Inferno! Por que ela não acorda?
Pensou o palhaço depois de passar duas horas e quinze minutos sentado em uma poltrona esperando a garota que se localizava em sua cama acordar.
Harley Quinn simplesmente apagou depois do tapa dado por ele mesmo em seu rosto.
Ela é tão frágil a ponto de morrer por um tapa na cara? Pediu ele em seu próprio pensamento.
Não imbecil! ela é tão frágil a ponto de morrer pela explosão que acertou ela, pelo tapa na cara já machucada da mulher e pelo fato dela estar cheia de ematomas! Rebateu uma das vozes em sua cabeça.
Mas...que merda! eu já coloquei ela na cama! Ao invés de deixar-lá  no chão! Respondeu incrédulo.
Banho! De banho nela! Cuida! Falou outra voz. 
O palhaço olhou para a mulher literalmente jogada sobre sua cama e revirou os olhos enquanto se levantava.
Ok Harley Quinn! Vamos pro banho. Pensou.
Coringa foi primeiramente até o banheiro ligando a água do chuveiro no gelado para relaxar melhor o corpo dela e em seguida foi até a garota na cama a puxando rapidamente pelas pernas até que ele pudesse alcança-lá e a erguer pondo a sobre os ombros largos. 
O mesmo apenas deu um puxão na parte de trás do vestido de Quinn o retirando um tanto bruto antes de entrar no box.
-Ai garota! Eu só não te mato porque  realmente odeio vocêPronunciou o palhaço.
-mesmo que isso não tenha sentido!
Disse por fim, enquanto limpava alguns pequenos cortes das costas de Harley.
-P...porque me odeia tanto senhor C? Pronunciou tão baixo quanto um sussurro nos ouvidos do palhaço.
-Bom dia Quinn! Pronunciou seco.
-Ai pudim! Falou ainda baixo, quando sentiu a ardência latejante em um dos ombros.
-Vai passar! É rápido. Falou desinteressado.
-Você é um pé no saco! Vai se foder! Ela disse rindo levemente enquanto ele passava sabonete nos braços dela.
Ele observou um pouco a menina.
Olhos fechados, alguns roxos pelo rosto, cabelos embaraçados e molhados, os braços entrelaçados em seu pescoço para firmar o corpo e um pequeno sorriso lateral para disfarçar alguns gemidos de dor. -Passe a cabeça pra cá. Ele ordenou, posicionando a cabeça da menina na curvatura de seu pescoço já que ela antes estava apoiada em seu peito de uma forma um tanto desconfortável.
-Senhor C? Harley chamou depois de alguns minutos.
-O que é?  Ele pediu enquanto enxaguava os cabelos da menina.
-Eu não to me sentindo bem! Ta girando tudo! Ela falou respirando fundo duas vezes seguidas.
-As pernas! Ele pronunciou abaixando um dos braços enquanto o outro apertava a cintura de Harley.
A menina entendeu o recado mas quando foi dar impulso com uma das pernas para subir no colo de Coringa a mesma teve uma tontura e acabou falhando em seu movimento indo rapidamente de encontro ao chão.
Mas o palhaço percebeu a recaída dela e firmou mais sua mão contra suas costas e se abaixou rapidamente pegando a mesma no colo.
-Peguei! Ele falou tão rápido quanto seu movimento.
-Ainda esta tonta? Ele pediu.
-Sim! Ela respondeu de olhos ainda fechados.
-Ok! Vou sentar devagar certo? Ele pediu.
Ela apenas balançou de leve a cabeça e ele se abaixou no chão molhando o restante de suas calças sociais ficando totalmente ligado ao chão com a loira deitada em seu colo.
Ela soltou um riso leve quando a tontura passou.
-Porque está rindo? O palhaço pediu encarando os olhos agora abertos de Quinn.
-Porque você não está? ela pediu. Chega a ser irônico! um palhaço não rir. Ela pronunciou agora olhando para ele.
-Você não se lembra não é? Falou um tanto deprimida enquanto suspirava.
-De que? Ele pediu encarando ela.
-Quando...éramos crianças, eu...eu me machuquei um dia, quando iriamos roubar a janta! Continuou rindo. Eu fui pular o muro de uma casa com você mas eu torci o tornozelo e cai do outro lado da rua. O dono da casa ouviu meu grito e foi em minha direção com um cinto.
FLASHBACK ON.
-Então é você a ladra de pão? Um homem alto e forte se aproximou de mim com um cinto de couro.
-Sua mãe não lhe ensinou a ser alguém que preste? Seu lixo...ladra nojenta! Ele pronunciou grosso enquanto cuspia em mim.
Eu tentei correr mas meu pé doía muito, pensei em chamar por Jack mas não iria o incriminar também.
Até me levantei e tentei devolver o pão que havia pego mas mesmo assim ele me bateu!.
-Acha que eu me importo com o pão? Sua estúpida! Acha que eu não trabalho? Eu posso comprar centenas desses!.
A voz dele me causava ânsia de vomito.
A cada palavra, cada verbo que sua boca nojenta pronunciava meu estômago revirava em repulsa.
-Se você pode comprar centenas, porque está perdendo seu tempo com um apenas?
Falei entre dentes na esperança de fazer com que ele fosse embora.
Tentativa falha Harleen.
-Cale sua boquinha imunda!  Ele pronunciou enquanto dava uma cintada em uma de minhas pernas.
-Por favor! Choraminguei.
-Isso dói! Não queria me render mas não teria como lutar contra ele.
Tinha apenas treze anos.
Eu só queria saber onde meu garoto de 17 anos estava agora. 
Vamos Jack! Preciso de você!
Falei baixo enquanto mais uma cintada era desferida contra minhas pernas.
Mais uma, mais uma, mais e mais...
-Agora vamos finalizar... espero que nunca mais abra essa sua boca! Ele pronunciou para por fim levantar a cinta contra meu rosto.
-NÃO TOQUE NO ROSTO DELA SEU FILHO DA PUTA! Jack berrou se jogando contra o homem o socando algumas vezes, porém não tantas a ponto de apagar o velho, que mesmo no chão conseguiu socar Jack fortemente.
-Corre Harl, Corre... vai vai! Jack berrava enquanto distraia o cara.
-Jack! Eu não consigo... eu... me desculpe! Gritei chorando, estava desesperada não queria que ele se machucasse mas realmente não conseguia...
-Tudo bem amor, ta tudo bem querida, vem! Ele falou quando conseguiu derrubar o homem mais uma vez.
FLASHBACK OFF.
-E então você me levou, e me deu banho em um rio! E eu desmaiei depois e então você me segurou, exatamente como fez agora... e me ajudou!.
-Exatamente como fiz agora! Interrompeu o palhaço.
-Exatamente! ela falou se aconchegando no colo do homem de cabelos verdes.
-Cliché! Ele falou rindo...debochado.
-Sabe... eu não sei o que aconteceu depois, mas espero que um dia você me conte! Eu só queria, nesse momento que você fosse um pouco amoroso comigo! Poxa... Você é tão mau as vezes senhor C! Harley choramingou no peito do palhaço enquanto beijava o pescoço dele de leve.
-Eu não sou amoroso Quinn! Eu não amo você eu só... ele foi interrompido.
-Sabe... as vezes eu odeio você! ela pronunciou agora olhando nos olhos dele.
-Sabe...as vezes Quinn! Eu me odeio por não conseguir odiar você! Ele respondeu.
-Cliché!  Ela respondeu rindo enquanto beijava agora os lábios do palhaço.
-Totalmente anti romântico... Não é princesa? Ele pediu voltando a beija-la.
-Como assim anti romântico? acha o romantismo. .. sem romance? Quer dizer que isso que falamos agora não define nada? Nós não temos amor? Falou ela se afastando um pouco.
-Não tolinha! Isso quer dizer que a loucura e todo esse abuso que sofremos... ele a beijou mais uma vez.
-Isso é o nosso amor! Ele terminou a frase se levantando com ela nos braços e então entrando de baixo da água com ela.
-Eu te amo! Ela respondeu.
-Eu odeio não te odiar...meu podre!...
.      .     .

-Ai pudim! Meu seio porra! isso dói! ...ela murmurou dando um tapa nas costas dele.
-Se você me tocar mais uma vez dessa maneira, eu prometo a você que seu seio não existirá mais! E farei questão de arrancar cada celula de sangue dos vasos sanguíneos que passam pelo seu corpo!

HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ. Risos e risos...


Notas Finais


Tradução do título do capitulo-
Eu odeio a mim mesmo por não odiar você.
Fic Camp Mars Malibu! ( https://spiritfanfics.com/historia/camp-mars-malibu-6712829/capitulo1 )
Dos negócios da tontura- Não ela não ta grávida.


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