História Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P
Tags Drama, Imagine, Incesto, Romance, Vingança
Exibições 261
Palavras 2.508
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nota básica: a imagem do capitulo mostra qual roupa o G está usando em um das cenas, nesse a citação "cabelo molhado" é dica de como ele está em uma das cenas.
Volteiiii, Como estão? Dessa vez o capitulo não ficou tão grande, bom, teve cenas intensas então deu um trabalhão para fazer por isso ficou pequeno. Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 10 - Poder


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 10 - Poder

 

S/N

 

Como fui burra ao pensar que ele realmente poderia ter um sentimento verdadeiro se eu tivesse escultado o Choi não choraria agora em frente a ele.

 

– Não é o que você está pensando… – Disse Ji-Yong; ele empurrou Alyson e veio na minha direção assim que o mesmo tentou colocar as mãos sobre o meu ombro, Gritei:

 

– Não encoste em mim! – tirei as mãos do mesmo.

 

– Eu deveria ter ouvido o Tio Choi… – Dizia enxugando as lágrimas do rosto.

 

– Deixa eu explicar.. – Você não precisa explicar nada, venha S/N. – Interrompeu o tio Choi segurando na minha mão.

 

– Solte a mão dela. – Ordenou Ji-Yong com a voz grave.

 

– Você não tem direito de dizer nada.. – Choi caminharia comigo para fora quando Ji-Yong segurou minha outra mão e gritou:

 

– Ela não irá com você! –

 

Cada um deles seguravam uma das minhas mãos estava tão nervosa que a única que coisa que pude fazer foi soltar as mãos dois com força e gritar:

 

– Eu vim sozinha! Vou sozinha! – caminhei o mais rápido possível para sair de perto deles.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Eu estava no outro corredor quando escultei uma gritaria, ao correr para o mesmo avistei o senhor Ji-Yong alterado e em sua frente havia o senhor Choi. Observei quando S/N saiu para o outro corredor chorando muito.

 

– Senhor Kwon, por favor se acalme. – Disse.

 

– Não me diga o que fazer Daesung! – Gritou Kwon ao meu lado. – Estou cansado disso! Você vai ter o que merece! – Terminou ele.

 

O senhor Kwon começou a dobrar as mangas de sua camisa enquanto Choi tirava o paletó.

 

Meu deus! O que eu faço?!

 

– Daesung! Leve S/N para casa agora! – Disse Ji-Yong. – Mas senhor… – agora! – Interrompeu o mesmo.

 

 

Talvez esteja tomando a decisão errada, porém, é melhor deixá-los sozinhos, pois, são adultos do que a S/N que está caminhando pôr a ir nervosa e ainda por cima doente.

 

P.O.V

 

S/N.

 

– Seu irmão fez você chorar de novo? – Perguntou Sun-Hee.

 

– Como você…-- é simples… – Interrompeu Sun-Hee chegando perto do meu ouvido direito. – Ele sempre fazia você chorar quando mais nova, certo? – Sussurrava ela com sorriso estampado no rosto.

 

– Mesmo que o tempo passe… tudo continuou como antes, não é? Olha você chorando como criança completamente sozinha, sempre foi sozinha certo? – Terminou Sun-Hee.

 

--- Cale-se! O que você sabe sobre a minha vida?! – Gritei mesmo estando com poucas forças no momento, pois, minha garganta estava ferida.

 

– Que você é a menina sem pais.. – Ao olhar para trás percebe-se que era Alyson dizendo isso, logo após a mesma passou por nós sem dizer nada.

 

Sun-Hee soltou uma gargalhada e disse:

 

– Você não tem muito amigos, certo? – Logo Daesung chega gritando:

 

– Ainda bem que achei você S/N! Levarei você para casa. –

 

Sun-Hee aparentava estar muito feliz a mesma seguiu para o mesmo caminho que Alyson.

 

P.O.V

 

G-Dragon.

 

Eu não estava conseguindo segurar mais, então peguei no colarinho de Seung e gritei:

 

– Não se intrometa na minha relação com a S/N! –

 

– Não fale como se ela fosse sua!! – Berrou Seung; ele me jogou no chão e levou sua mão fechada ao meu rosto.

 

Naquele instante, ficamos se batendo até não aguentamos mais, logo após os seguranças chegaram e nos separaram um deles chegou até mim perguntando se estava bem, mas não respondi porque estava muito preocupado com S/N.

 

Eu não suportava ficar naquela festa sabendo que Seung estava nela por isso liguei para um motorista substituto me levar para casa quando cheguei avistei Daesung na sala ele me ajudou a sentar no sofá, pois, estava muito machucado.

 

– O que houve entre vocês dois quando eu saí? – Perguntou Daesung.

 

– Não está vendo? – Suspirei. – Onde está S/N? – Perguntei ofegante.

 

– Ela está no quarto, o médico está cuidando dela. – Respondeu Daesung trazendo um copo com água para mim.

 

O médico descia as escadas dizendo:

 

– Senhor, é o mesmo problema de garganta. –

 

Por um momento me sentia aliviado, pois, pensei que a desgraçada da Sun-Hee havia envenenado ela, então perguntei ao médico se ela estava acordada o mesmo respondeu:

 

– Primeiro, vamos cuidar dos seus ferimentos, fisicamente está pior que ela. –

 

P.O.V

 

S/N.

 

O médico havia dito que Ji-Yong estava na sala, então mesmo me sentindo muito mal eu fui ate ele apenas para dizê-lo para sair daqui! Quando cheguei o avistei sentado no sofá e o médico estava cuidando dos ferimentos dele. Não imaginava que a situação chegaria a esse ponto por isso optei em evitar conflito com o mesmo.

 

– Você está bem? – Disse em frente a Ji-Yong; seu rosto estava lotado de curativos; seus lábios ainda estavam manchados de sangue.

 

Eu não deveria me importar com ele, não depois que ele teve coragem de ficar com a minha inimiga.

 

– Sim, Como está a sua garganta? Venha para perto deixe eu ver. – Dizia ele fazendo sinal com mão para chegar perto dele.

 

– Eu não sou mais sua irmãzinha, não quero sua ajuda. – Terminei caminhando em direção as escadas quando ele disse:

 

– Eu ficarei aqui com você hoje. –

 

Não o respondi apenas segui para o quarto em silêncio, pois, a única coisa que sentia ao ouvir sua voz era dor.

 

P.O.V

 

G-Dragon

 

Mandei todos embora não tinha paciência para ouvir suas opiniões eu tentei dormir, mas as frases: “Eu deveria ter escultado o Tio Choi” “Eu não sou mais sua irmãzinha” não saiam de meus pensamentos parecem que estão interligadas é o único culpado disso tudo e o desgraçado do Choi...aos poucos estou perdendo a única coisa que me resta.

 

O relógio marcava três da manha e ainda sim meu sono não havia chegado, então eu decidir ir até o quarto dela apenas para ver se estava bem e o provável aconteceu: S/N trancou a porta do quarto.

 

Não conseguia aguentar mais, as lágrimas acabaram saindo do meu rosto em frente a porta de seu quarto.

 

P.O.V

 

No dia seguinte.

 

Daesung.

 

O Senhor Kwon não está muito disposto para trabalhar hoje mesmo assim ele me pediu para levá-lo ao ponto de encontro com o Seungri parece que eles farão algo contra Choi e Sun-Hee.

 

Nossa reunião está sendo feita no restaurante de antes o senhor Kwon contou todos os detalhes para Seungri que como resposta disse que o ajudaria completamente na retirada do senhor Choi da empresa Kwon.

 

– O que usaremos contra ele? – Perguntou Seungri.

 

– Eu acho que tem algo por trás da morte da Yang, se usarmos a Sun-Hee… – Respondeu Kwon.

 

– Você acha realmente que ela te ajudaria? – Perguntou Seungri degustando um dos petiscos da mesa.

 

– Eu não pedirei ajuda, farei ela falar. – Respondeu Kwon com um sorriso maléfico.

 

Pela expressão do senhor Kwon eu não queria estar no lugar de Sun-Hee nesse momento.

 

– Quando começamos? – Respondeu Seungri entusiasmado.

 

– Pode ser agora se quiser. – Disse o senhor Kwon sorrindo

 

– O que?!! – Disse.

 

Os dois olhavam para mim com uma expressão tão assustadora que acabei concordando com eles.

 

P.O.V

 

S/N

 

Faltava pouco para o professor buscar a prova fiquei muito ansiosa pelo final da aula, pois, durante a aula percebe-se que Alyson e suas amigas estavam rindo e olhando para mim sem parar, ou seja, eu era o motivo da piada delas agora não entendo o porquê dela ter dito aquilo para mim na festa da empresa. Por que eu era o alvo dela? Pensei que a mesma estava interessada no meu irmão, mas também não acredito que ela apenas beijou ele para me irritar.

 

Finalmente o sinal tocou, então eu arrumei minhas coisas indo rapidamente para saída porque sei que Alyson e suas “amiguinhas” estão atrás de mim assim que cheguei no pátio da escola alguém jogou uma bola de beisebol na minha cabeça ao olhar para trás vi que foram a Alyson e suas amigas.

 

– Você acha que vai sair daqui despercebida? – Perguntou Alyson vindo na minha direção junto de suas amigas.

 

– Por que está fazendo isso? Você não disse que não faria mais isso. – Disse.

 

Alyson e suas amigas começaram a rir de mim e logo disseram:

 

– Eu disse a você que sua vida não seria a mesma depois daquela festa, certo? – Ela chegou até mim e empurrava devagar minha testa; com a ponta do dedo. – você acha realmente que disse a verdade? Fiz aquilo apenas para provocar você. – Terminou ela.

 

Sinceramente, eu não aguento mais as humilhações que recebo ultimamente mesmo que isso possa piorar a situação preciso dizer o que sinto.

 

– Quem você pensa que é para falar dessa forma comigo?! – Gritei, logo Alyson disse:

 

– Olha..quem está querendo crescer aqui meninas… – Ela sorria de deboche com os braços cruzados.

 

– Crescer? Você é melhor do que alguém aqui? Pelo menos deveria me tratar com respeito, afinal, é minha família que financia a sua! – Disse, logo ela respondeu:

 

– Como é? Ficou louca? – Berrou Alyson pegando nos meus cabelos.

 

Peguei no cabelo dela e antes que pudesse evitar já estávamos no chão dando tapas e socos uma na outra enquanto as “amigas” dela não fizeram nada apenas observando a situação. Não demorou muito para os inspetores chegarem para nos separarem e por conta dessa briga acabei sendo levada para o escritório da diretora.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Nós três seguíamos em direção a casa de Sun-Hee e por mais que o tempo havia passado ainda não entendia o fato de como eles iram persuadi-la a contar a verdade. Durante a viagem perguntei a eles como fariam isso, mas a resposta foi: você verá.

 

Ao chegamos no prédio onde Sun-Hee mora passamos pela inquilina e fomos direto ao apartamento 315.

 

O Seungri simplesmente arrombou a porta da mulher! Enquanto o senhor Kwon observava toda a situação como se fosse algo comum. Eles entraram na casa e ao verem de frente a Sun-Hee o senhor Seungri disse:

 

– Oi. – E pronto! O mesmo levou sua mão violentamente para o pescoço da mesma que caiu nos braços de Kwon.

 

O que esses loucos estão fazendo?! Mas a merda tinha que sobrar para mim, pois, o senhor Kwon jogou a mulher como uma boneca em meus braços dizendo:

 

– Levei-a. – E saiu caminhando com seu pirulito na boca.

 

– Senhor Seungri me ajude – Disse a ele enquanto carregava a mulher em minhas costas, ele chegou até mim pôs a mão esquerda no meu ombro dizendo:

 

– Isso é um trabalho que apenas você pode fazer… – E foi para fora do prédio.

 

No carro, os dois ficaram nos bancos traseiros enquanto eu dirigia ao lado da mulher, sinceramente meu maior medo era que ela acordasse e partisse para cima de mim, bom, felizmente isso não aconteceu e finalmente chegamos na galeria abandonada.

 

Na galeria, o senhor Seungri amarrou a mesma em uma cadeira pôs um pano que tampava as narinas e boca de Sun-Hee enquanto o senhor Kwon pegou um garrafão com água e jogou um pouco no rosto dela neste instante a mesma acordou sufocada com a água.

 

Assistindo aquela situação toda acabei perguntando:

 

– Você irão torturá-la esse era o modo? –

 

 

– Você tem uma opção melhor? – Perguntou Kwon; encarando-me seriamente.

 

Bom, eu não tinha uma opção melhor, então assenti em negativo.

 

– Você quer morrer sufocada? – Perguntou Seungri a Sun-Hee; que estava um pouco desnorteada.

 

Ela assentiu em negativo, então o senhor Kwon continuou no lugar de Seungri:

 

– Então, diga como conseguiu rouba o dinheiro da Yang? – Ele começou a dobra as mangas do blazer; ainda com o pirulito na boca.

 

Seungri tirou o pano do rosto de Sun-Hee nisto ela respondeu:

 

– Rouba? – Ela soltou uma gargalhada. – Se você descobrir por qual motivo ela me doou o próprio dinheiro sua vida nunca mais será a mesma. – Terminou ela; encarando Kwon com fervor.

 

– Seungri… – Chamou Kwon que logo depois o Seungri colocou novamente o pano em seu rosto despejando água no mesmo.

 

Sun-Hee parecia desesperada, pois, a água junto ao pano não a deixava respirar, então o Seungri novamente tirou o pano.

 

– Se você tivesse pedido com carinho…-- Dizia ela ofegante. – Eu irei dar-lhe uma dica: Por que não verifica o cofre de sua falecida mãe na empresa? Talvez esteja lá. –

 

– Você acha que as coisas funcionam assim? Hã? – Gritou o senhor Kwon indo na direção de Sun-Hee quando de repente seu celular toca.

 

– O que foi?! – Disse ao telefone. – Confusão? Certo, liberem ela. – Terminou ele.

 

– Aconteceu algo? – Perguntou Seungri.

 

– Sim, Daesung o resto é com você. – Disse Kwon, logo respondi:

 

– Mas senhor! O que eu tenho que fazer? – Perguntei.

 

– Seungri te ajudará… – Ele pegou as chaves do carro da minha mão. – Seungri, me empreste alguns dos seus seguranças? – Disse o senhor Kwon.

 

– Claro! São todos os seus, caso acontece alguma coisa me ligue. – Respondeu Seungri; acenando para Kwon.

 

Agora me diga, o que farei com essa mulher?

 

P.O.V

 

S/N.

 

Fiquei um bom tempo na sala da diretoria ao lado Sun-Hee, mas após o coordenador ligar para o Ji-Yong eles me liberaram, então tive que ir para casa sozinha já que havia passado muito tempo e o Ji-Yong não veio me buscar, acho que é a primeira vez que isso acontece.

 

Quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi tomar banho, trocar de roupas e assistir TV, de repente, ouço passos vindo do jardim como a porta de entrada tem uma parede de vidro ao lado eu conseguia ver meu irmão chegando ao lado de quatro homens de terno, bom, não faço a mínima ideia do que seria.

 

– Podem cerca a área. – Ordenou Ji-Yong aos homens.

 

Não consegui ouvir a resposta deles, mas provavelmente foi positiva, pois, Ji-Yong entrou sozinho em casa, como não estou falando com ele ignorei sua presença. A questão é que ele disse que ficaria apenas ontem aqui, ele não estava morando no apartamento?

 

Apos o mesmo voltar de seu quarto; agora com as roupas trocas e cabelos molhados. Ele chegou até mim e em frente a TV perguntou:

 

– O que são esses arranhões no seu rosto? – Ele estava de braços cruzados.

 

Pense! Pense S/N! Qual desculpa eu arrumarei contra ele? Bom eu estava na hora em que a diretora ligou para ele, então vi que ela não o informou da briga apenas disse que houve confusão e eu estava no meio dela.

 

– Eu me machuquei na aula de educação física. – Disse desviando o olhar.

 

– Você acha que sou burro? Isso não é desconhecido para mim… – Respondeu Ji-Yong abaixando-se e ficando na minha frente.

 

– Você brigava na escola quando era mais nova… – Murmurou ele levando a mão direita em meus arranhões; fazendo leves carinhos no mesmo.

 

– Vai brigar comigo por causa disso? – Disse envergonhada.

 

– Eu não quero machucar você… – Sussurrou Ji-Yong.

 

De repente, ele se levantou e foi até o banheiro e ao voltar trouxe junto alguns curativos, ele veio até mim e colocou alguns curativos em meu rosto dizendo:

 

– Não arrume mais briga…foi com a Alyson? – Perguntou ele.

 

Estava com muita vergonha não conseguia respondê-lo, mas quando o diria ouço um barulho forte na parede de vidro e naquele instante Ji-Yong me jogou no chão junto dele, então ele falou com alguém pelo ponto Eletrônico; que estava em seu ouvido.

 

– Eles já chegaram? Preparem-se chamem reforços também. – Disse Ji-Yong.

 

Ainda estávamos no chão quando ele puxou uma arma de trás das suas costas.

 

– Não se preocupe com Alyson…eu pertenço apenas a você, S/N. – Murmurou Ji-Yong com um sorriso sutil. 


Notas Finais


Aviso importante!! Gente eu vou viajar para um lugar que não tem net (apenas no celular.) por isso não poderei postar rapido o próximo capitulo, mas postarei no dia 04/12 e será dois para matar a saudade <3 Minha opinião sobre o capitulo: a estoria está chegando no fim pessoal </3 Gostei muito da atitude de S/N neste capitulo ela tem que mostrar quem manda nessa porra mesmo! Ah! Tiveram pena de Sun-Hee? Eu não... tô gostando do lado mafioso do G, quero que eles voltem a ser amigos ChoixG-Dragon... O que Yang está escondendo de nós?Por favor comentem o que acharam do capitulo! isso me inspira e me tira do tediol!! Até o próximo capitulo! bjs da tia!! Fui.


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