História Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P
Tags Drama, Imagine, Incesto, Romance, Vingança
Exibições 302
Palavras 3.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nota basca: a imagem do capitulo mostra qual roupa o G esta usando em um das cenas.
Olááá to de volta povão, bom, eu tentei ao máximo trazer a intensidade da estoria no capitulo espero que gostem! boa Leitura.

Capítulo 7 - Pensamentos confusos.


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 7 - Pensamentos confusos.

P.O.V

 

S/N.

 

De todas as coisas que eu odeio a pior delas é ter crescido o suficiente para entender o que passei há quatro anos, a memória confusa que eu tenho das coisas que me aconteceram permanecem me assombrando desde de minha infância até minha idade atual.

 

Aprendi com minha mãe e seus namorados temporários o que havia acontecido naquele dia há quatro anos desde então não consigo me relacionar com ninguém, fazer amizades é quase impossível para mim ainda mais com garotos, pois, aquela frase sempre vinha em mente quando tentava fazer amigos “Você pertence a mim.”

 

Os anos se passavam e aquilo que eu achava me proteger era o causador da minha dor, agora não me pergunte o motivo dele ter feito aquilo, pois, parte de mim diz que eu o odeio e outra se apega as lembranças que eu tenho com meu irmão.

 

– Está na hora, senhorita. – Disse um dos “empregados” da minha mãe.

 

Assenti em positivo e caminhei para fora daquela casa que permaneci por tanto tempo agora que minha mãe morreu terei que voltar para os braços dele novamente, pois, antes de partir ela doou a nossa herança para um dos seus “amantes” do qual não conheço.

 

Enquanto o avião avançava o medo de encontrá-lo no aeroporto me deixava aflita realmente, não sei o que acontecerá quando vê-lo, mas tem duas opções do que pode ocorrer: minha parte que o odeia aparecerá ou irei me apegar as lembranças.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Daqui a uma hora a criança S/N chegará no aeroporto e como nestes últimos anos tenho sido o faz tudo será meu trabalho amostrá-la o caminho para ala A onde o senhor Kwon se encontra.

 

Aqui estou em frente a chegada dos passageiros esperando a criança com uma plaquinha escrita “Minha princesinha by: Ji-Yong” sinceramente estou passando vergonha por causa do senhor Kwon e suas manias esquisitas.

 

De repente, alguém toca em meu ombro quando olho para trás parecia ser mentira, mas era o senhor Choi.

 

– Daesung! Quando tempo! – Cumprimentou Choi com as mãos na cintura.

 

– Verdade, como está? – Perguntei.

 

– Mas tarde a gente conversa acabei de passar pela Ala B e avistei a S/N! Vá para lá eu irei ao banheiro e já vou atrás de você. – Terminou ele sorrindo.

 

Apos isso eu corri para Ala B, mas o estranho disso tudo era o fato do senhor Choi estar neste aeroporto, o que ele está fazendo aqui?

 

P.O.V

 

S/N.

 

Finalmente a viagem cansativa havia terminado, aqui estou carregando duas malas pesadas esperando ver o rosto do meu irmão com alguma plaquinha, mas, na verdade, o que avistei não era ele, mas sim o Tio Choi ele acenava para mim com um grande sorriso e na placa dele havia escrito “Minha Pequena S/N” O apelido que ele me chamava quando era mais nova.

 

– O-oi Tio Choi! – Gritei ao chegar perto dele, mas assim que tentei abraçá-lo a minha maldita timidez interrompeu minha ação.

 

– Nossa!! Olha para você continua a mesma! – Disse o tio choi me abraçando.

 

Provavelmente ele está se referindo a minha altura baixa.

 

– E-estava com muitas saudades, Como o senhor está? – Disse de cabeça baixa.

 

– Estou bem… Droga… – O tio Choi olhou para trás; pegou na minha mão e disse:

 

– O Daesung está vindo, vamos! – Ele correu comigo para algum lugar que não conheço, porém, é muito movimentado.

 

Assim que despistamos o Daesung, o tio Choi me levou para uma cafeteria que ficava na ala C do aeroporto.

 

– Me dê um cappuccino, o que você quer? – Perguntou o Tio Choi.

– O mesmo. – Respondi, logo a atendente anotou o pedido e depois foi buscá-lo.

 

– Antes de pergunta sobre sua vida na china… – Ele dizia ao pegar o cappuccino da mão da mulher. – Quero pedir desculpas por não ter me despedido de você quando foi embora, seu irmão não me avisou então…não converso com ele desde então. – Terminou o Tio Choi; aparentava estar chateado com o ocorrido.

 

– Sem problemas! – Peguei meu café. – O que importa é que estamos conversando agora, certo? --Disse tomando um pouco do café.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Pronto, estou morto.

 

Não acredito que o senhor Choi mentiu para mim em relação aonde S/N estava.

O problema é que eu procurei ela por todo o lugar e ainda não a encontrei, como farei para encontrar o senhor Kwon?

 

Estava indo em direção ao senhor Kwon e avistei que o mesmo estava apreensivo com a chegada da irmã; ele estava escorado em uma parede com as pernas cruzadas e os braços cruzados. Sua expressão era das piores, pois, parecia irritado com os gritos das meninas ao seu lado, sim, o senhor Kwon ficou famoso pelos seus feitos na empresa o que o tornou um “modelo de como ser bem-sucedido” na nossa sociedade.

 

Assim que fiquei visível para o mesmo ele olhou para os dois lados, e já fazia uma expressão que dava para saber o que ele diria.

 

– Aonde está a minha bonequinha? – Disse ele em tom rouco.

 

Meu deus, ele parece estar com bastante saudades dela, não sei como explicar a ele a situação atual.

 

– Senhor… a S/N está com o senhor Choi. – Disse me preparando para o pior.

 

– Como é?! Aonde ela está?! – Perguntou ele alterado.

 

– O senhor Choi disse para mim que ela estava na ala B então eu fui verificar, quando voltei avistei os dois de longe em direção oposta a minha. – Terminei.

 

– Eu mando você fazer o simples e você não consegue?! – Gritou o senhor Kwon fazendo todos olharem para ele.

 

O senhor Kwon colocou as mãos sobre a cabeça em sinal de negação, ele suspirou e disse:

 

– Vamos para casa. –

 

– Mas senhor se a gente procurar por ela…– Respondi

 

– Você acha que sou otário?! Eu? Kwon Ji-Yong? Irá atrás deles?! – Gritou Kwon, logo continuou:

 

– Se você quiser ir atrás deles o problema é seu! Eu vou embora! – O senhor Kwon foi em direção a saída do aeroporto; ele estava muito nervoso.

 

Eu pensei em ficar e se encontrar com a S/N e logo depois trazê-la para casa, mas caso fizesse isso talvez o senhor Kwon ficará com raiva, então decidi levá-lo para casa.

 

Enquanto eu o levava no carro o mesmo não parou um minuto sequer de reclamar sobre o assunto, o que eu fiz? Nada apenas fiquei ouvindo suas reclamações.

 

– Não acredito que ela preferiu ir com o Choi…em vez de mim. – Murmurou o Sr Kwon; observando a janela.

 

– Eu faltei o trabalho para vir buscá-la e olha o que ela fez…. – Murmurou o Sr Kwon; batendo a mão esquerda no vidro da janela.

 

Felizmente havíamos chegado em frente a casa dele, pois, não aguentava mais ouvir as reclamações do mesmo, após sair do carro ele disse a mim que deveria seguir para a empresa e eu aqui pensando que não trabalharia mais hoje.

 

P.O.V

 

S/N.

 

Enquanto estávamos na cafeteira conversei sobre muitas coisas com o Tio Choi a maioria delas foi sobre a minha vida na china, mas logo depois ele me levou a uma soverteria e começou a falar um pouco sobre a sua vida.

 

– Eu deixei a polícia…infelizmente. – Disse o tio Choi sentado sobre a cadeira da soverteria; de pernas cruzadas.

 

– Por qual motivo? – Perguntei.

 

– o chefe da família Choi, meu pai, faleceu terei que ficar no lugar dele. – Disse o Tio Choi em tom triste.

 

– Então, seu pai é dono de uma empresa? – Perguntei, mesmo achando estranho que o tio Choi largou a polícia por conta disso ele podia colocar outra pessoa no lugar dele.

 

– Não é bem uma empresa, mas não é coisa que você deve saber pequena. – Disse o tio Choi levantando-se da cadeira. – Bom, acho melhor levá-la para a casa antes que seu irmão faça meu funeral. – Terminou ele sorrindo.

 

Apos ele dizer isso, fomos de moto até a mansão do meu irmão, sinceramente, não reconheci a mesma quando cheguei na frente dela, pois, o mano mudou muita coisa. Antes de ir embora o Tio Choi disse:

 

– Acho que não a verei por um tempo, seja uma boa menina com seu irmão. – Ele sorriu e logo após subiu na moto colocou o capacete e foi embora.

 

Achei estranho o fato de que quando cheguei em frente ao portão ele estava aberto, pois, antes o mano nunca deixava o portão aberto, ao entrar avistei o gramado aquilo me trouxe uma certa nostalgia, afinal, eu adorava brincar no gramado.

 

Quanto mais chegava perto da mansão mais o medo me consumia assim que cheguei na porta avistei as costas do mano; ele estava assistindo TV naquela imensa sala.

 

– Cheguei. – Foi a única coisa que conseguiu sair pela minha boca.

 

Ele simplesmente me ignorou, então eu subi as escadas mesmo que o lugar esteja um pouco diferente, talvez ainda sei aonde é o meu quarto assim que cheguei na metade do caminho tomei um susto ao sentir a mão direita do mano em meu ombro, simplesmente não havia sentindo a presença dele; ele estava atrás de mim a centímetros de distância.

 

– Como foi a viagem? – Sussurrou em meu ouvido, Ji-Yong.

 

– F-foi boa! – Disse envergonhada.

 

Não conseguia ver Ji-Yong, pois, ele estava atrás de mim, então o mesmo inclinou-se para frente ficando com rosto ao lado do meu ouvido esquerdo, então ele disse:

 

– Hum, parece que o voo atrasou já que era para estar aqui as 12:00 e são agora 15:00 da tarde. –

 

Meu coração estava acelerado não sabia se mentia ou contava a verdade, optei por contar a verdade porque mesmo que apanhe depois disso tenho certeza que será melhor do que mentir para o senhor Kwon Ji-Yong.

 

– E-eu encontrei com o tio Choi no caminho para casa então…-- Não me lembro de um tio na nossa família – Interrompeu o Ji-Yong. – Mas deixe isso para depois, vá descansar agora. – Terminou ele descendo as escadas.

 

Me senti aliviada ao vê-lo descer as escadas, então entrei no meu quarto rapidamente e tranquei a porta, sinceramente, não acredito que ele manteve o quarto da mesma forma de quando eu era criança na estante ainda havia meus brinquedos e a foto que tiramos no dia do meu aniversario ainda estava no meu porta-retrato; ele estava ao meu lado e beijava minha bochecha.

 

Depois que arrumei minhas malas tomei um bom banho e deitei na cama para ler um livro, mas após um tempo ouvi o mano me gritar na sala, novamente sentia a sensação de nostalgia.

 

Assim que cheguei no local avistei ele em frente a porta da cozinha; ele estava vestindo um avental azul claro e só agora percebi que o mesmo pintou o cabelo de loiro.

 

– Você está ouvindo?! – Gritou Ji-Yong, neste instante me assustei.

 

– S-sim! Estou! – Respondi.

 

Não acredito que fiquei tanto tempo observando ele.

 

– Estou preparando bife e batata frita para você, Quer mais alguma coisa? – Perguntou ele.

 

Serio? Ele ainda lembra das coisas que gosto.

 

– Não precisava eu podia ter preparado o jantar. – Disse tentando desviar o olhar.

 

– Até parece que deixarei uma pirralha mexer na minha cozinha. – Ele foi para a cozinha e voltou a cortar a carne na tábua. – Novamente, Quer mais alguma coisa? – Terminou Ji-Yong.

 

Estou parecendo uma louca, não consigo me comunicar com ele.

– Não quero mais nada, obrigado Ji-Yong. – Disse caminhando em direção a sala.

 

– Por que está sendo formal com seu irmão? – Perguntou ele na cozinha.

 

Droga! O que eu digo a ele? “Eu lembro daquilo que aconteceu na minha festa, não suporto você.”

 

– Tenho que ser educada com os mais velhos. – Menti, pois, querendo ou não ele é meu responsável terei que aturá-lo, então quero evitar conflitos.

 

Ele não respondeu, após minutos me chamou para jantar.

 

– Como foi na china? – Perguntou Ji-Yong sem me encarar; fatiando um dos pedaços de carne.

 

– Foi bom! – Fui breve, pois, não quero perguntas de como foi lá já que as coisas não foram muito boas.

 

– Sinto muito pela morte da sua mãe. – Disse ele pegando o lenço que estava ao lado do copo.

 

Fiquei chateada pelo “sua mãe” ele realmente não gosta dela, na verdade ela não foi uma das melhores mães.

 

– Obrigado. – Foi a única coisa que pude dizer, ele me olhou seriamente e depois parou de comer.

 

– Fez muitos amigos? Namorou alguém? – Perguntou Ji-Yong franzindo o cenho.

 

Ao ouvir a isto a frase: “você pertence a mim.” ecoou em meus pensamentos, a expressão que ele fazia não era das melhores parecia reprovar antecipadamente o meu “sim” a verdade é que não houve um “sim” na china, porém, não quero que essa frase mantenha-se em meus pensamentos, então resolvi mentir.

 

– Sim.-- Disse, após isso o Ji-Yong limpou os lábios com o lenço e saiu da cozinha dizendo:

 

– Você é corajosa. –

 

Depois disto perdi o apetite, então fui para o quarto voltar a ler logo ele deu dois toques na porta dizendo:

 

– Você já foi matriculada, então acorde amanhã cedo para ir a escola. –

 

Foi o último contato que tive com ele no dia.

 

Estava tão acostumada a ficar sozinha pela manhã na casa da minha mãe que quando acordei fui direto para a cozinha e não havia percebido que estava apenas de blusão e box; coberta pela blusa.

 

Sentei na cadeira; peguei a faca que havia sobre a mesa e comecei a passar manteiga na torrada. Durante este período Ji-Yong olhava e desviava o olhar de mim e eu como sou burra só percebi que ele estava me encarando maliciosamente depois de um tempo, bom, isto era o que eu pensava.

 

– Você estava se alimentando bem na china? – Perguntou ele mexendo no celular.

 

– Sim. – Respondi bebendo um pouco de café.

 

Bom, pelo menos estou enganada sobre a maliciosidade do meu irmão, eu acho.

 

Enquanto tomávamos café da manhã não consegui deixar de reparar que o mesmo não parava de cruzar as pernas; ele trocava de lado toda hora.

 

– Vá se arrumar. – Disse ele levantando-se e retirando as coisas da mesa.

 

– Eu posso te… – Não, vai se arrumar. – Interrompeu Ji-Yong.

 

Não tinha o que contestar, então fui para o banheiro me arrumar e quando voltei avistei da escada o mano escorado na parede da sala; ele estava com a cabeça inclinada para atrás com a mão sobre o cabelo. Ele parecia nervoso com algo, pois, conseguia ver a transpiração dele. (suor)

 

Quando estávamos prontos fui com ele no carro para a escola, porém, assim que cheguei em frente a mesma não acreditei que era a minha antiga escola, estou torcendo com todas as forças para não encontrar minhas antigas amigas.

 

Achei estranho o fato dele está de óculos escuros dentro do carro, mas após ver algumas meninas quase “comendo” o carro entendi o motivo, agora não sei se isso o incomoda.

 

– Não faça besteiras. – Disse ele abrindo a porta do banco da frente para mim, logo após de me despedir dele o mesmo seguiu para o trabalho.

 

No meio da aula acabei sabendo sobre uma festa que terá para os novatos, pois, dizem eles que todos novatos que chegam devem fazer um ritual para iniciar na escola o problema é que também descobri que Alyson estuda nesta escola e desde sempre é a mais popular da escola.

 

No intervalo, a mesma veio conversa comigo em frente a árvore do jardim da escola.

 

– Você é a menina sem pais? – Perguntou ela ao lado de suas duas amigas.

 

Mereço isso? Mas é melhor não arrumar confusão já que sou novata.

 

– Eu sou a S/N, agora é certo dizer que nasci de uma mulher.

 

Ela me encarou rudemente e disse:

 

– Aqui está o seu convite para o ritual dos novatos e leve o seu irmão se ele não estiver ocupado. – Terminou ela ao me entregar o convite.

 

Mereço isso?

 

Apenas assenti em positivo quando a via indo embora percebe-se que a mesma está bem de corpo, bom, ela era mais velha que eu dois anos.

 

Por mim não iria, mas não quero arrumar conflito então aproveitei o intervalo para ligar para o meu irmão.

 

– Oi, Ji-Yong? – Disse ao telefone.

 

– O que é? Aconteceu alguma coisa? – Perguntou ele.

 

– Virá me buscar? Acho que não é… – Claro, sempre fiz isso por que a pergunta? – Interrompeu Ji-Yong.

 

– Algumas meninas me chamaram para ir a uma festa. – Disse.

 

– Certo, veremos sobre o assunto mais tarde. – Disse ele, logo após desligou a chamada.

 

Finalmente as aulas haviam acabado quando sai da escola a primeira vista que tive foi do mano escorado na porta do carro de braços cruzados; ele sorria para mim.

 

Ao chegar ao lado dele o mesmo fez carinho nos meus cabelos e me cumprimentou com um beijo na testa fiquei com muita vergonha, pois, todos estavam olhando para nós sem contar que parecia uma cena bem infantil.

 

Não disse nada apenas entrei no banco de trás do carro em silêncio e no meio do caminho tomei coragem para falar sobre a festa.

 

– Como as aulas terminam a tarde, a festa começara as seis da noite. – Disse de cabeça baixa.

 

– Sabe que horas termina? – Perguntou Ji-Yong encarando-me pelo retrovisor.

 

Olhei para o convite e disse: – 23:00 da noite. –

 

– Hum, quero você de volta as meia-noite nem um minuto a mais. – Disse ele virando o carro para esquerda.

 

– As meninas convidaram você para festa então… – Não quero ir princesa. – Interrompeu ele.

 

Não entendo porque fiquei nervosa após ouvir “princesa.”

 

Depois disso a viagem ficou silenciosa e quando cheguei fui direto para o quarto me arrumar assim que terminei fui para a porta na sala, mas ele me parou em frente a porta e disse:

 

– Leve isso com você – Ele bagunçava os cabelos erguendo a mão direita com dinheiro.

 

– Não precisa, eu tenho. – Disse mostrando a carteira.

 

Ele aparentava estar constrangido, pois, me olhava de cima em baixo.

 

– Volte na hora em que eu falei e não volte com um garoto, se o fizer vai apanhar. – Dizia ele com uma expressão assustadora; ele estava com cenho (sobrancelhas) levantados e de braços cruzados.

 

– C-certo. – Disse envergonhada saindo de casa.

 

Não demorou muito para chegar na festa, pois, a casa da Alyson fica duas ruas da minha, então quando cheguei a primeira coisa que avistei foi pessoas bebendo no quintal e se beijando sem contar a música alta, mas o estranho é que todos são menores de idade como a família dela permite isso? Quando perceberam que eu cheguei parecia que todos estavam olhando para mim de deboche, coisa que só pessoas tímidas acham, essa sou eu.

 

Aquilo não era coisa da minha cabeça, pois, alguns deles estavam vindo em minha direção.

 

P.O.V

 

G-Dragon,

 

Não acredito que a minha bonequinha cresceu ela continua a mesma de sempre, mas desta vez ela despertar cade vez mais meu desejo por ela, isto é realmente algo ruim, pois, ela está se afastando de mim e o que me deixa com mais raiva disso tudo é o fato dela chamar o desgraçado do Seung-hyun de Tio Choi e quanto a mim ela trata formalmente.

 

A pouco tempo a mesma foi para uma festa da escola, estou preocupado, pois, ela aparenta ser uma menina tímida e inocente não quero que ela se perca com amizades ruins.

 

Mandei uma mensagem para Daesung e pedi para ele ir ao endereço da festa apenas para verificar o que está ocorrendo, não estou sendo controlador apenas quero proteger a integridade da minha bonequinha.

 

De repente o celular toca, era Daesung ligando de volta.

 

– Senhor, você não sabe o que está ocorrendo aqui. – Disse ele ao telefone.

 

– O que? – Perguntei.

 

– Só em frente a casa está tendo: álcool, cigarros e pegação. – Respondeu Daesung.

 

– Como é? Está dispensado Daesung. – Gritei desligando o telefone. --

 

Ela terá que me explicar tudo quando voltar.

 

P.O.V.

 

S/N.

 

Os veteranos pediram aos novatos que fossem juntos a eles para trás da casa, então eu fiz o que havia dito, nisto a “dona” da escola começou a dizer as regras.

 

– Existem classes na nossa escola que são: os donos, os populares e os nerds. – Disse ela caminhando de um lado para o outro.

 

– Dependendo da atitude de cada um de vocês, escolheremos sua classe. – Terminou Alyson.

 

Havia mais três pessoas além de mim, estávamos em fileira.

 

– Primeiro você, Clara. – Disse Alyson a primeira garota da fila. – Beije o nosso amigo aqui. – Alyson apontava para um garoto que não sei o nome.

 

A menina estava assustada, provavelmente com medo de ser excluída por eles, então ela sem reclamar fez o que Alyson pediu.

 

– Boa garota, será uma das populares se continuar assim pode ir. – Disse Alyson, logo após a menina saiu rapidamente.

 

Ela pediu para o outro menino fumar um cigarro e depois a menina teve que ingerir uma bebida com uma mistura doida, logo depois a menina ficou bem estranha, infelizmente havia chegado a minha vez.

 

– Você tem potencial já que é irmã do gostoso do Ji-Yong. – Disse Alyson sorrindo na minha frente.

 

De repente um garoto trouxe uma menina pelo pescoço; ela estava muito machucada.

 

– Bata nessa garota até ela desmaiar. – Ordenou Alyson.

 

– N-não. – Disse em tom calmo.

 

Alyson ficou muito irritada antes de sair ela chegou até mim e disse:

 

– Não irei te bater hoje, mas saiba que você sofrerá muito a partir de hoje. –

 

Não ficaria mais naquela festa após ver aquilo, então decidi ajudar a menina machucada, pois, não sou doida de deixar a mesma aqui sendo que ela não consegue caminhar direito, tive que leva-lá para casa ela me agradeceu e disse para não contar sobre o assunto com ninguém, o que posso fazer? A vida é dela.

 

Quando olhei o relógio já eram meia-noite, então corri o mais rápido possível para casa, mas acabei chegando muito tarde.

 

Assim que pisei sobre a porta da sala avistei o mano na minha frente escorado no sofá olhando para mim com a pior expressão possível e ainda segurava um cinto nas mãos

 

– Que horas são S/N? – Perguntou Ji-Yong franzindo o cenho.

 

– E-eu posso explicar… – Eu perguntei que horas são! – Gritou ele.

 

– 00:50. – Respondi de cabeça baixa.

 

– A festa acaba onze horas e eu ainda mandei você estar aqui as meia-noite e você chega quase uma?! – Gritou Ji-Yong com uma das mãos na cintura e a outra segurando o cinto.

 

– Eu posso explicar.. – Explicar? Você me contou que tinha álcool e cigarros na festa?! – Interrompeu ele.

 

– E-eu não sabia, eu juro. – Disse, minhas mãos já estavam tremendo.

 

– Não minta para mim! Você ficou com alguém na festa?! – Perguntou Ji-Yong agora de braços cruzados e o cinto no ombro.

 

Não aguentava mais, pois, ele não deixava eu explicar, então gritei:

 

– E se sim?! Você não tem nada a ver com isso! –

 

Ele ficou muito irritado; ele estava mordendo os lábios.

 

– È mesmo? Não tenho nada a ver, não é? – Disse Ji-Yong em tom rouco.

 

De repente ele me pegou no colo e me jogou no apoiador do sofá de bruços! Quando tentei sair o mesmo ficou atrás de mim no sofá me pressionando, logo começou a me bater com o cinto no meu bumbum.

 

– Você acha que só porque cresceu um pouquinho pode fazer o que quer?! Hã?! – Dizia ele me batendo sem parar.

 

Eu gritava para ele parar, mas o mesmo me ignorou.

 

– O que você estava fazendo na festa?! – Gritava ele enquanto me batia.

 

Não aguentava mais a dor, então decidi contar a verdade.

 

– Eu fui levar uma garota machucada para casa! Por isso demorei! – Gritei entre lágrimas.

 

Ele parou e se afastou de mim, não liguei para sua presença apenas fiquei chorando feito louca naquela posição, logo após, ele disse algo que não conseguia ouvir direito, pois, ele havia sussurrado:

 

– Realmente vai ficar de quatro enquanto estou atrás de você? –

 

De repente ele veio para trás de mim novamente e começou a me pressionar no sofá fiquei mais nervosa do que estava, pois, ele ficou centímetros do meu rosto e começou a “mordiscar” o meu pescoço colocando suas mãos por dentro da minha blusa meu coração estava acelerado e a única coisa que consegui fazer foi empurrá-lo para trás.

 

Fiquei sentada no sofá paralisada não sabia como reagir aquilo ele ainda estava a centímetros de distância, de repente, ele apoiou sua cabeça no sofá; pôs a mão direita na testa e disse:

 

– Droga! Você é uma tentação desgraçada. – 


Notas Finais


Mereço isso? Bom, tenho uma noticia chata não conseguirei terminar a fanfic no capitulo 10 acho que terei que avançar mais capítulos para não deixar "furos" na estoria, espero que não fiquem tristes com a tia aqui TuT Meu deus, que capitulo foi esse?!!! Será que Choi está atras da protagonista? E alguém por favor explica para essa garota que ele estava excitado logo de manhã! Pessoal obg por lerem até aqui e por favor comentem o que acharam do capitulo isso me inspira e tira meu tedio Fuiii até o próximo capitulo!


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