História Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P
Tags Drama, Imagine, Incesto, Romance, Vingança
Exibições 282
Palavras 2.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nota básica: neste capitulo a imagem do mesmo mostra uma das ações do G na estoria.
Eaii pessoas, a tia tá de volta, bom, não tenho nada a dizer apenas que o capitulo ta meio nervoso, espero que tenham muitas boas sensações com este capitulo e Boa Leitura!

Capítulo 8 - Vício


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 8 - Vício

P.O.V

 

S/N

 

Eu fiquei paralisada na sala não conseguia reagir naquela situação, ele estava ao meu lado com a mão direita sobre o apoiador do sofá escorando seu rosto sem ao menos me encarar.

 

Naquele instante eu refletia sobre suas ações em relação a mim não sabia se aquilo era cuidado ou algo que irmãos normalmente não fazem, então eu decidir perguntá-lo de uma vez mesmo que isso possa fazer eu sofrer mais ainda.

 

Eu levantei do sofá e fiquei em frente ao mesmo enquanto ele apenas massageava sua testa encarando-me como se nada tivesse acontecido.

 

– O que foi aquilo?? – Perguntei tentando parecer calma.

 

– Aquilo o que? Eu apenas repreendi você. – Disse Ji-Yong; pegando o controle da TV sobre a mesa.

 

– Eu não estou falando sobre isso, mas sim do que houve agora e antes quando eu era criança. – Disse observando o mesmo ligar a TV.

 

– Saia da frente. – Disse ele tentando assistir TV.

 

– Me responda! – Gritei ficando em frente a ele.

 

– Certo, O que você quer saber? – Disse Ji-Yong jogando o controle no chão ficando de pernas cruzas; ele me encarava com raiva.

 

– Sobre o que aconteceu há quatro anos no dia do meu aniversario. – Disse, minhas pernas estavam tremendo de tanto nervosismo.

 

– Explique direito. – Disse Ji-Yong.

 

Não acredito que ele está se fazendo de desentendido! Meu coração estava acelerado, minhas mãos estavam suando como nunca, mas mesmo com dificuldade eu disse:

 

– V-você… F-fez… A-amor… C-comigo.-- Minha voz saiu falhada, pois, estava com muita vergonha.

 

Ji-Yong franziu o cenho, formou-se um sorriso sutil em seus lábios, então ele disse:

 

– Não acredito que a princesinha está tendo sonhos pervertidos com seu irmão. – Ele levantou-se do sofá cruzou os braços. – Que coisa feia mocinha. – Terminou ele balançando a cabeça em sinal de negação.

 

Não acredito que ele disse isso! Consigo ver ele tentando desfaçar o sorriso! Não aguentava mais ficar perto dele, então subi para o meu quarto e comecei a arrumar minhas coisas porque perto dele não fico mais.

 

Estava começando arrumar a minha segunda mala quando ele entrou no quarto ficando escorado na porta de braços cruzados, então ao perceber o que eu estava fazendo ele perguntou:

 

– O que pensa que está fazendo? –

 

– Estou indo embora. – Respondi colocando algumas blusas na mala.

 

Ji-Yong deu uma grande gargalhada e disse:

 

– Você tem algum lugar para ir? –

 

Ele está certo, não tenho um lugar para ir se tivesse não teria vindo para cá e passado por essas provocações, mas o único lugar que me veio a mente era o apartamento do Tio Choi.

 

– Vou para casa do Tio Choi. – Disse fechando a mala e colocando-a no chão.

 

Ji-Yong franziu o cenho mordendo os lábios fortemente.

 

– Como é?! Acha que deixarei você ir para casa de um homem?! Hã?! – Gritou ele vindo em minha direção.

 

Eu estava assustada mesmo assim optei por falar:

 

– Sim! Melhor do que ficar com você! – Não era o que diria, mas essas palavras acabaram saindo dos meus lábios.

 

Ji-Yong pôs as mãos no cabelo bagunçando-os e disse:

– Não acredito que você está fazendo isso comigo. – Ele suspirou. – Você quer me largar certo? Então eu deixarei você ir, mas antes.. –

 

Ji-Yong aproximava-se de mim lentamente eu tentava se afastar caminhando para trás, mas acabei encurralada na ponta da cama.

 

– Eu irei te fazer minha. – Murmurou Ji-Yong me empurrou na cama.

 

– O-o que pensa que está fazendo? – Perguntei vendo o mesmo engatinhar na cama vindo na minha direção.

 

– Já respondi essa pergunta. – Sussurrou Ji-Yong.

 

Ji-Yong me pressionou na cama e começou a me beija sem parar; ele alternava entre o meu pescoço e meus lábios. Eu tentei sair, mas seu corpo pesava sobre o meu.

 

Enquanto chupava meu pescoço Ji-Yong dizia:

 

– Eu vou deixar uma marca aqui apenas para mostrar a quem você pertence. –

 

Eu tento fazer com que a parte de mim que o odeia prevaleça, porém, a parte das lembranças acabam tomando conta do meu corpo.

 

Ji-Yong ficou no meio das minhas pernas ele tirou a camisa, o cinto e puxou do bolso da calça um preservativo enquanto eu fiquei parada apenas observando suas ações, o que estou fazendo? Essa seria oportunidade de fugir!

 

– Nem pense em levantar. – Sussurrou ele; agora com o corpo em cima do meu.

 

Enquanto me beijava Ji-Yong rasgou o pano fino da minha blusa branca por completo por um momento o mesmo parou e ficou observando o meu sutiã, ele sorriu maliciosamente e sussurrou:

 

– Você é tão linda…--

 

Meu corpo se arrepiava ao sentir sua língua passear por ele enquanto eu apenas arfava com aquilo, de repente, ele tirou meu short, encostou seu rosto ao meu levando sua mão até minha intimidade fazendo leves movimentos por cima da calcinha ele não desviava seu olhar do meu por um segundo enquanto fazia.

 

– Esse seu olhar tímido e inocente é o que me faz desejá-la tanto, se continuar assim não conseguirei deixá-la sair desse quarto esta noite. – Sussurrou Ji-Yong com um sorriso sutil.

 

Ele colocou sua mão por dentro da minha calcinha e pôs seu dedo dentro da minha intimidade fazendo movimentos com ele aquilo fazia-me gemer sem parar enquanto ele apenas sorria vendo minha expressão.

 

– Não aguento mais… estou tão excitado. – Disse Ji-Yong jogando os cabelos para trás

 

Ele tirou sua calça e nos cobriu com um coberto, logo disse:

 

– Eu sei que você é tímida então…-- Ele tampou meus olhos com uma das mãos.

 

Eu sentia seu membro entrar em mim, simplesmente, não conseguia deixar de corresponder a isso meus gemidos saiam junto aos dele.

 

 

Eu ainda estava com os olhos tampados, mas sentia a movimentação leve de seu membro dentro de mim, por um momento, ele tirou sua mão de meus olhos, pois, não estava se aguentando; Ji-Yong segurava com força nos lençõis enquanto fazia os movimentos.

 

O suor de seu rosto escorria sobre minha pele, de repente, ele inclinou sua cabeça para trás e seus gemidos ficaram mais intensos.

 

– Droga… eu que estou sendo fodido aqui? Você é tão… – Dizia Ji-Yong entre os gemidos. – N-não aguento mais… eu vou… --

 

Ji-Yong caiu em meus braços, ele havia chegado ao seu orgasmo.

 

P.O.V

 

No dia seguinte

 

Sun-Hee.

 

– Como você conseguiu seduzir aquela mulher? – Perguntei.

 

– Eu não a seduzi apenas fiz com que assinasse o contrato. – Respondeu ele.

 

– Bom, agora você é dono de três terços da empresa Kwon. – Peguei um maço de cigarro que havia sobre a mesa de centro. – Por que está fazendo tudo isso? – Perguntei.

 

– Ele matou a única coisa que me restava, agora tirarei a única coisa que lhe resta. – Respondeu ele.

 

– Tipo o que? – Perguntei fumando um dos cigarros.

 

– S/N, sua irmã. – Respondeu ele no sofá; de pernas cruzadas.

 

P.O.V

 

G-Dragon.

 

Por que me sinto frustrado ao saber que ela não sente o mesmo por mim? Por que sempre faço coisas imprudentes para poder senti-la por uns instantes? O seu cheiro é tão viciante que me atrai para ela, seus lábios são como uma droga que sou dependente, se eu pudesse largava tudo o que tenho apenas para tê-la como agora em meus braços eu o faria apenas para sentir sua respiração enquanto durmo ao seu lado.

 

Infelizmente terei que deixá-la, pois, o que mais me doí é não ver um sorriso em seu rosto.

 

P.O.V

 

S/N

 

Estava dormindo esparramada sobre a cama parecia ter tido a melhor noite de sono da minha vida, porém, assim que acordei totalmente percebi a verdade, não foi a melhor, mas sim a mais confusa.

 

Levantei da cama ficando na ponta da mesma assim que olhei para o chão percebe-se que minhas malas não estavam mais no chão, então eu caminhei até o armário para ver se estavam por lá, não era as malas que estavam, mas sim minhas roupas perfeitamente arrumadas parece que Ji-Yong arrumou-as antes de levantar, então eu segui para cozinha um pouco receosa em encontrá-lo, no entanto, o que avistei sobre a mesa da cozinha não foi apenas o café da manhã, mas também havia um bilhete, então o peguei e li o que estava escrito:

 

Minha princesa, não precisa ir para casa de um desconhecido…

Eu ficarei em um apartamento em Seul, a casa é sua agora, então

Cuide bem dela ah! Eu deixei um lembrete na geladeira com os números

dos encarregados da limpeza e também do Daesung se tiver algum problema

ligue para ele! Seja uma boa garota e nem pense em falta aulas!

Sei que a minha saída não mudará nada, mas poderá ser feliz agora…

Com amor, Kwon Ji-Yong.

 

 

Ao ler a carta escorreram-se lágrimas, pois, eu deveria ir no lugar dele, não consigo entender Ji-Yong, Por que ele saiu sem ao menos se explicar? Seus sentimentos soam tão confusos para mim eu quero entendê-los e talvez me agarrar a eles.

 

Liguei várias vezes para ele, mas o mesmo não atendia, então liguei para Daesung e ao perguntar sobre aonde fica o apartamento do Ji-Yong o mesmo recusou a dizer porque o Ji-Yong o proibiu de falar sobre o assunto, então restava uma alternativa liguei para o Tio Choi:

 

– Oi! Tio, Como está? – Disse ao telefone.

 

– Bem e você? Houve algum problema? – Perguntou Choi.

 

Relutei em dizer a verdade, mas o tio Choi é único que posso contar em relação a conselhos, então decidi ser sincera com ele.

 

– Briguei o Ji-Yong, ele saiu de casa e agora não consigo me comunicar com ele. – Disse entre lágrimas.

 

– Entendo, venha até meu apartamento e veremos o que fazer sobre assunto. – Terminou Choi; desligando a chamada.

 

Me arrumei o mais rápido que pude, logo chamei um táxi e disse ao mesmo aonde era a localização do apartamento do Tio Choi, não sabia exatamente onde era, mas como ele é conhecido na cidade por ser policial não demorou muito para ele encontrar o apartamento.

 

Ao entrar no prédio avistei de frente o Tio Choi na recepção; ele veio até mim dizendo:

 

– Por aqui. – Ele ergueu o braço apontando para o elevador.

 

Quando entrei no apartamento dele o mesmo disse para não me importa com a bagunça, mas ficou bem evidente que o Tio Choi é desorganizado, pois, sua sala estava lotada de: revistas, livros, copos, e recipientes de cerveja espalhados no chão e sobre a mesa de centro, então assim que sentei sobre o sofá o mesmo ficou no sofá oposto ao meu, nisto ele perguntou:

 

– O que ocorreu entre vocês? –

 

Fiquei relutante porque não sabia qual seria sua reação ao saber o que ocorrer entre eu e o meu irmão, mas, de repente, o Tio Choi disse algo imprevisível:

 

– Ele abusou de você? –

 

– Como assim?? – Disse um pouco nervosa.

 

– Quando você foi embora ele me confessou, bom, foi por isso que me afastei dele, não contei a você porque pensei que esqueceria sobre o acontecimento já que era nova. – Terminou ele; escorando-se no encosto do sofá.

 

Eu não disse nada porque estava com muita vergonha, então ele continuou:

 

– Então, você brigou com ele por conta do passado ou houve alguma coisa entre vocês agora? –

 

– A-as duas coisas… – Murmurei, Choi aparentava não gostar da minha resposta.

 

– Então, você quer minha opinião sobre isso, certo? – Perguntou ele colocando as pernas sobre a mesa de centro.

 

Assenti em positivo, então ele disse:

 

– Ele é seu irmão, é evidente que Ji-Yong sente algo por você o problema é se o que ele sente é verdadeiro ou apenas algo passageiro, sem contar que para vocês ficarem juntos seriam um grande problema. – Disse Choi bagunçando os cabelos.

 

– N-não é que eu queira um relacionamento apenas quero resolver este problema de uma vez. – Disse totalmente constrangida.

 

 

– Eu não posso te ajudar com isso pequena. – Choi se levantou do sofá. – Você terá que conversa com ele. – Ele foi em direção a porta.

 

Fiquei quieta, pois, não sabia o que responder.

 

– Bom, eu preciso fazer algo… então.. – C-certo. – Interrompi o tio choi seguindo-o para a saída do apartamento, nisto enquanto caminhávamos pelo corredor o mesmo disse:

 

– Sinto muito por não lhe oferecer um café ou algo do tipo sempre faço as refeições fora de casa. – Já estávamos em frente a entrada do prédio.

 

– Não tem problema, eu tenho algumas coisas para fazer também. – Disse sorrindo.

 

– Ainda a tempo para assistir algumas aulas, então vá para escola. – O tio Choi beijou na minha testa, subiu na moto, colocou o capacete e perguntou:

 

– Quer carona? – Não, irei para casa me aprontar para escola. – Respondi.

 

Na verdade, eu menti, pois, iria para a empresa do meu irmão para conversa com ele.

 

– Certo, até mais! – Terminou Choi indo embora.

 

Naquele momento, peguei um táxi em direção a empresa Kwon.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Hoje as coisas estão agitadas na empresa, pois, fomos informados de que o novo dono de três terços da empresa aparecerá durante a reunião, então sabe como é? O faz tudo está correndo por todos os lugares hoje.

 

A secretaria pediu a mim que levasse um relatório para o diretor de finanças, então tive que passar pela recepção para chegar no escritório do mesmo o problema é que enquanto caminhava pelo local avistei de longe a criança S/N conversando com a recepcionista, ela dizia:

 

– Eu não sou uma fã! Posso conversa com ele? –

 

Parece que eles estão a confundindo com uma fã, entendo eles, afinal isto está acontecendo muito ultimamente, então decidir ir até eles e explicar quem ela é.

 

– Por que estão falando dessa forma com a senhorita Kwon? -

 

– Como é? Me desculpe jovem mestre. – Disse um dos seguranças. – Se a senhorita tivesse dito antes… – Terminou uma das recepcionistas.

 

– Não tem problema! – Disse S/N sorrindo. – Ele está ocupado? – Perguntou a mesma.

 

– Haverá uma pequena reunião com ele daqui a pouco com um novo acionista. – Respondeu a recepcionista. – Mas ligarei para dizer que está presente. – Terminou ela pegando o telefone da bancada.

 

Fiquei curioso sobre sua presença, provavelmente, está aqui querendo saber aonde fica o apartamento do Senhor Kwon em Seul, sinceramente, eu queria saber o motivo do mesmo deixar a própria casa.

 

– Bom, está ocupado, mas vou continuar tentando. – Disse a Recepcionista ao telefone.

 

Apos alguns minutos, ele atendeu.

 

– Senhor presidente, sua irmã está aqui na recepção. – Ela fez sinal positivo com a mão esquerda para S/N. – Certo, mandarei ela ir até seu escritório. – Terminou ela.

 

S/N havia entendido o recado da recepcionista, então a mesma me pediu para mostrá-la aonde se encontra o escritório do senhor Kwon, assim que chegamos em frente a porta a mesma me pediu para esperar fora do escritório, pois, queria conversa a sós com o irmão.

 

Não havia ninguém naquela área no momento, então aproveitei a oportunidade para ouvir a conversa de trás da porta.

 

– Você não deveria estar na escola agora? – Perguntou o senhor Kwon.

 

– Sim, mas quero conversa com você. – Respondeu S/N.

 

– Isto não é um lugar apropriado para isso. – Disse Kwon. – Entre logo, Daesung estou vendo a sombra dos seus pés na porta. – Terminou o senhor Kwon.

 

Naquele instante tomei um susto ao ponto de abrir a porta quase caindo, o senhor Kwon balançou para os dois lados a cabeça em sinal de negação; ele encarava-me seriamente.

 

De repente alguém bateu à porta dizendo:

 

– Senhor Presidente. –

 

Kwon suspirou fundo e disse:

 

– O que é? –

 

– O novo acionista está aqui para vê-lo. – Disse a mulher de trás da porta.

 

– Mande-o entrar. –

 

Naquele momento todos ficamos perplexos ao ver a pessoa que entrava no escritório, a expressão do senhor Kwon era hilária enquanto S/N ficou de boca aberta, pois, quem estava no escritório era o senhor Choi. 


Notas Finais


Gentee!! espero que não fique bravos comigo por causa da Atitude do Choi, bom, ele tem seus motivos irei mostra-los mais para frente, bom, comentem sobre o que acharam do capitulo isso me inspira e me tira do tedio até o próximo capitulo! um beijo da tia aqui!! Fui.


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