História Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P
Tags Drama, Imagine, Incesto, Romance, Vingança
Exibições 288
Palavras 3.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nota básica: a imagem do capitulo mostra qual roupa que o G está usando em um das cenas.
Voltei rápido dessa vez, certo? Bom pessoal como trouxe o capitulo rápido para vocês não revisei com aquela paciência sabe? então Leiam com carinho! Ah! O nome da personagem Alyson pode se escrever também com dois ss apenas informo isso porque na maioria das vezes é com dois ss, mas o dela é com um. espero que gostem! Boa leitura.

Capítulo 9 - O jogo começa


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena irmãzinha - Capítulo 9 - O jogo começa

 

P.O.V

 

Daesung.

 

– Você disse que iria a escola. – Disse o senhor Choi encarando seriamente S/N que desviava o olhar.

 

Naquele instante Kwon franziu o cenho olhando seriamente para S/N.

 

A situação aparentava estar tensa, o senhor Kwon caminhou até Choi ergueu sua mão para cumprimentá-lo dizendo:

 

– Seja bem-vindo a empresa Kwon. – Fazia-se um sorriso de canto nos lábios do mesmo.

 

– Vamos trabalhar juntos. – Respondeu Choi; apertando a mão de Kwon.

 

– Vocês dois saiam agora. – Disse Kwon referindo-se a nós, então saímos rapidamente do local e S/N mostrava-se chateada com a situação.

 

P.O.V

 

G-Dragon.

 

Meu dia já não havia começado bem, agora com a notícia de que trabalharei ao lado de Choi está me deixando muito mais estressado.

 

– Sente-se. – Disse mostrando a Seung-hyun a poltrona oposta a mesa do escritório.

 

– Então, você comprou a parte da senhora Yang e da S/N? – Perguntei sentando-se na poltrona em frente a mesa.

 

– Sim, mas em relação a parte da S/N quero devolvê-la. – Respondeu Seung-hyun.

 

– Por qual motivo? Você não comprou a parte dela? – Perguntei cruzando as pernas e batucando os dedos da mão esquerda sobre a mesa.

 

– Apenas comprei porque sua mãe só venderia as ações caso eu comprasse as de S/N também, mas agora que é minha quero devolvê-la. – Terminou Seung-hyun.

Tenho certeza que esse desgraçado não conseguiu comprar as ações de Yang tão facilmente assim, provavelmente, ele deve ter feito alguma ameaça ou algo do tipo.

 

– A única coisa que a Yang gosta é de dinheiro, Por qual motivo ela iria dar-lhe as ações dela? Porque vender ela não o fez… aonde está o dinheiro que você deu a ela? – Perguntei encarando friamente Seung-hyun

 

 

Formou-se um sorriso no rosto de Seung-hyun; ele pôs as mãos sobre a mesa, se aproximou do meu rosto e disse:

 

– Parece que sua mãe doou o dinheiro da compra para Sun-Hee. –

 

Não acredito que isto está acontecendo! Que porra está havendo aqui? Yang nunca faria isso lembro muito bem de Sun-Hee ter dito que ela havia rompido a amizade com mesma ou será que era mentira?

 

– Sun-Hee deve está feliz agora, tornou-se rica, não é mesmo? – Perguntei.

 

– Verdade, mas sobre devolver o dinheiro para S/N é porque tenho um carinho especial por ela. – Respondeu Seung-hyun sorrindo.

 

Esse desgraçado está pedindo para ser morto.

 

– Eu havia pensado em comprar as ações dela de volta quanto… – Não venderei as ações, quero devolvê-las. – Interrompeu Seung-hyun.

 

Não aceitarei nada desse desgraçado muito menos S/N.

 

– S/N não precisa, afinal, sou dono de sete terços das ações da empresa. – Disse formando um sorriso de canto.

 

– Além de orgulhoso é controlador por isso perderá a amizade de sua irmã. – Respondeu Seung-hyun levantando-se da poltrona.

 

– Daesung! – Gritei, pois, se não tiver alguém por perto perderei o controle.

 

– Sim, senhor? – Disse Daesung vindo na minha direção.

 

– Por que está fazendo isso? O que pretende entrando nesta empresa? – Perguntei a Seung que respondeu seriamente:

 

– Não faz muito tempo em que ajudou Seungri em uma guerra de gangues não foi? A família Choi e o grupo do Seungri. – Ele se dirigiu até a porta e ao abri-la pela metade disse: – Meu pai morreu naquela briga. – logo apos foi embora.

 

– O que houve senhor Kwon? – Perguntou Daesung ao lado da poltrona em que estava sentado.

 

– S/N! – Gritei, nisto a mesma entrou no escritório ficando em frente a mesa.

 

– Amanhã quando estiver na escola eu buscarei algumas coisas em casa, Ah! Se você falta novamente não receberá sua mensalidade do mês. – Fechei os olhos, suspirei fundo, pois, queria muito perguntá-la se foi na casa do Seung.

 

– Era apenas isso, pode ir agora. – Mas a gente iria conversa… – Protestou S/N.

 

– Não temos o que conversar, vá para casa. – Terminei com um sorriso, apenas para desfaçar minha melancolia.

 

Assim que ela passou pela porta, ordenei a Daesung que marcasse uma reunião com Seungri, pois, Choi arrumará briga conosco.

 

P.O.V

 

No dia seguinte.

 

Daesung.

 

Hoje vai ser daqueles dias sabe? Uma merda, pois, o senhor Choi começará a trabalhar na empresa prevejo estresse e gritaria vindo do escritório do Senhor Kwon sem contar que o mesmo irá em uma reunião com o Seungri e adivinha quem vai ser o motorista? O curioso disso tudo é a “briga” que o Kwon citou ontem no escritório, agora não entendo o porquê disso sendo que eles são amigos.

 

Estava na hora da reunião, então tentei chegar o mais rápido possível na sala, pois, não quero ser uma das vítimas do senhor Kwon.

 

Ao entrar avistei quase todos até o senhor Choi, mas ainda faltava uma pessoa e certamente era o Senhor Kwon o tempo passava e o mesmo ainda não havia chegado, então o senhor Choi disse:

 

– Ele sempre chega atrasado? – Choi estava em das poltronas da bancada ao lado esquerdo. – Vamos começar a reunião. – Terminou ele.

 

Começar a reunião sem o senhor Kwon? Esse cara realmente quer arrumar briga.

 

– Senhor…vamos…espera.. – Bom dia! – Interrompeu Kwon entrando na sala com sorriso no rosto.

 

Vou começar acreditar na tia da limpeza quando diz que o senhor Kwon é bipolar.

 

Ele sentou na primeira poltrona, jogou as pernas para cima da mesa e perguntou:

 

– O que temos para hoje? –

 

– Senhor, a festa de aniversario da empresa será em breve. – Disse um dos diretores.

 

– Prepare os convites. – Foi breve, Kwon.

 

Enquanto Choi olhava seriamente para o Senhor Kwon o mesmo aparentava não se importar com sua presença.

 

– Senhor você deve apresentar o nosso novo acionista… – Sussurrou a secretaria que está ao lado da poltrona do Senhor Kwon.

 

– Ah! É verdade! – O senhor Kwon levantou-se da poltrona, ergueu o braço apontando para o Choi e disse:

 

– Este é o nosso novo acionista, Choi Seung-hyun. – Choi se levantou no mesmo instante e entre aplausos disse:

 

– Espero fazer um bom trabalho ao lado de vocês e aproveitando a oportunidade…-- Ele pegou o telefone fazendo uma breve chamada dizendo: – Mande ela entrar. –

 

Não demorou muito para a pessoa entrar assim que avistei quem era não aguentei o susto e me escondi atrás do senhor Kwon no mesmo instante ele disse:

 

– O que está fazendo?? – Ele ainda não havia visto a mesma assim que levou seus olhos até a entrada da sala o mesmo proferiu:

 

– Sun-Hee? – Kwon ficou perplexo.

 

– Está é a senhorita Sun-Hee, ela será minha representante no trabalho quando não poder vir. – Terminou Choi que foi recebido com aplausos.

 

Um bipolar e uma psicopata, o que virá para me atormentar desta vez?

 

Choi e Sun-Hee permaneceram quietos até o final da reunião, logo após o término segui o senhor Kwon para fora da empresa, pois, iremos a uma reunião com o Seungri.

 

Não era um lugar muito longe, mas sim um restaurante italiano perto da nossa empresa quando chegamos no local o senhor Seungri já encontrava-se em uma das mesas o mesmo fez um sinal com a taça de vinho sobre a mão direita para Kwon que sorriu para o mesmo ao vê-lo.

 

– Como caminha os negócios? – Disse Kwon ao senta-se na cadeira enquanto eu fiz o mesmo sentando-se ao seu lado.

 

– Fluindo como sempre, Por que me chamou? Estou ocupado essa semana. – Respondeu Seungri bebendo mais um pouco de seu vinho.

 

– Você lembra da briga entre as gangues ano passado? – Disse Kwon lendo o cardápio do restaurante.

 

– Sim. – Suspirou Seungri. – Acontecimento desagradável, Por que falar sobre isso agora? – Perguntou Seungri.

 

A garçonete havia chegado, então os dois pararam a conversa para fazer o pedido assim que o fizeram voltaram ao assunto principal.

 

– O Seung pretende vingar a morte do pai dele. – Informou Kwon.

 

Vingar morte? Em que mundo eu fui parar? Quero voltar a entregar cafezinho na empresa.

 

– Já sabia que isso aconteceria… – Nisto a garçonete chegou com o pedido era um tal de gnocchi nunca tinha ouvido sobre. – Mas ele demorou um pouco para começar a agir. – Terminou Seungri.

 

Me lembrei que estávamos em um restaurante, então decidi alertar o senhor Kwon:

 

– Senhor, não acha melhor falarmos sobre isso em outro lugar? –

 

– Deixa de ser burro Daesung, não vê que isto é um restaurante de mafiosos?--

 

Optei pelo silêncio, então ele continuou:

 

– Chamei-o aqui para alertá-lo sobre isso… – Kwon bebeu um pouco do vindo de sua taça. – Tome cuidado. – Terminou ele.

 

– Desde quando precisei da proteção do G-Dragon? – Seungri soltou um sorriso sutil. -- Tem mais algo que queira dizer? – Perguntou Seungri.

 

O senhor Kwon explicou tudo sobre o que aconteceu entre Choi e ele, então o Seungri disse sua opinião:

 

– Que porra! Se precisar da minha ajuda apenas diga. – Todos nós levantamos das cadeiras.

 

– Certo, está convidado para a festa da empresa. – Kwon se despediu do Seungri e foi para o carro e quem foi pagar a conta do restaurante? Adivinha! Ainda bem que não foi com meu dinheiro.

 

Já estava direcionando o carro para a empresa quando o senhor Kwon pediu para mim ir para casa do mesmo, pois, buscaria algumas coisas na mesma, provavelmente ele está aproveitando que S/N está na escola.

 

Apos chegarmos na frente da casa quando o senhor Kwon estava pegando a chave do portão para abri-lo uma menina gritou do outro lado da rua.

 

– Ji-Yongzinho! – Neste instante olhamos para trás e a expressão do Kwon não foi uma das melhores.

 

– Oi, Alyson. – Friamente o senhor Kwon respondeu a menina.

 

– Meu pai comprou essa casa em frente a sua nos veremos sempre agora! – Dizia ela do outro lado da rua.

 

O senhor Kwon virou as costas para o portão; pôs as mãos sobre a cabeça, revirou os olhos e voltou a encarar a menina.

 

– Isso é ótimo! Até depois. – Disse ele entrando na mansão.

 

Durante o caminho para dentro da casa, não resisti e acabei comentando com o senhor Kwon:

 

– O senhor viu? Ela me ignorou! –

 

– Fique quieto, Daesung. – Disse ele abrindo a porta de entrada.

 

Como sempre, não consigo ter uma conversa normal com o Kwon, mas desta vez entendo que ele está estressado.

 

Ele pediu para eu esperar na sala enquanto pegava algumas coisas quando subia as escadas o mesmo murmurou:

 

– Ela é tão desorganizada, olha essa bagunça… –

 

O senhor Kwon estava demorando muito, então pensei que o mesmo precisava de ajuda para empacotar as coisas por isso subi as escadas quando cheguei na porta do seu quarto não o encontrei, então fui até a porta do quarto de S/N nisto observei uma situação meio estranha, pois, o senhor Kwon estava sentindo o aroma do lençol de cama da S/N; ele segurava o lençol em uma das mãos.

 

– Fofoqueiro. – Disse ele vindo em minha direção.

 

Sinceramente, fiquei envergonhado.

 

– Pegue essas caixas e leve-as para o carro, estou esperando. – Dizia Kwon descendo as escadas em direção ao carro.

 

Apos fazer o que ele havia pedido, fechei a porta e formos embora.

 

 

 

P.O.V

 

S/N

 

De todos os dias dessa semana esse foi o que saiu melhorzinho, afinal, Alyson faltou aula mesmo assim estou cansada e deprimida, pois, terei que passar mais um dia sozinha nessa casa, mas isso é culpa minha afinal.

 

Acabei de me lembra da época em que era criança e o mano nunca deixava eu ficar sozinha sempre havia alguém para cuida de mim, hoje ele saí de casa sem nenhuma explicação. O que é isso? Estou sentindo falta dele? Isso não deveria acontecer já que fui eu quem o expulsou.

 

Estava assistindo a um filme na sala quando ouço a campainha tocar fui atender e quando percebi quem era minha autoestima caiu novamente.

 

– Olá S/N, seu irmão está? – Perguntou Alyson observando os dois lados da sala.

 

– Não. – Fui breve.

 

– Eu estava pensando e… não quero briga com você. – Disse Alyson.

 

Pronto, ela quer o Ji-Yong.

 

– Nunca quis briga com você. – Disse com um sorriso forçado.

 

– Certo, estou morando em frente a sua casa se precisar de algo… – Respondeu ela dando tchau enquanto se distanciava da porta.

 

Que droga! Agora a minha inimiga é também minha vizinha, afinal, o que ela queria com o Ji-Yong?

 

P.O.V

 

Dia seguinte.

 

S/N

 

Este sábado está um tédio já são 16:00 e a única coisa que fiz foi estudar para prova, um pouco antes senti vontade de descobrir onde é o apartamento do meu irmão, mas ele não está interessado em comentar sobre o assunto da noite em que dormimos juntos, então deixei quieto.

 

De repente, o telefone sobre a mesa de centro toca, então peguei-o e ao ouvi a voz dele meu coração acelerou, provavelmente, porque não converso com ele desde que saiu de casa.

 

– Estou bem e você? – Disse ao telefone.

 

– Hoje é a festa de aniversario da empresa, será as 20:00 da noite leve alguém com você. – Dizia Ji-Yong ao telefone.

 

Após o mesmo dizer o endereço, simplesmente, desligou o telefone sem dizer mais nada, tudo bem, irei na festa, o problema é quem levarei comigo? Desde do dia em que levei aquela menina para casa não converso mais com ela porque a mesma não está frequentando a escola.

 

E se for obrigatório levar alguém? Droga! Só me resta uma opção: convidar a Alyson para ir comigo.

 

Então como a mesma falou que sua casa era em frente a minha decidi ir até la quando cheguei em frente a porta disse:

 

– Alyson, tem algo para essa noite? –

 

– Sim, minha família foi convidada para a festa da sua família, não sabe que a minha família é afiliada da sua? – Disse ela escorada na porta.

 

– é obrigatório levar alguém? – Perguntei.

 

– Você não frequenta muito festas, certo? – Respondeu Alyson.

 

Concordei, então ela disse:

 

– Claro que não! Ainda mais você que é da família. –

 

– Só queria saber isso mesmo, obrigado. – Disse me despedindo da mesma.

 

Ainda bem que não precisarei levar essa garota comigo.

 

P.O.V

 

S/N

 

Eram 19:30, faltava pouco para a festa nisto chamei um táxi e segui para a mesma cheguei um pouco atrasada, porém, o que me deparei era com um local incrível! Uma mansão em formato quadrado ao meio havia um salão a céu aberto; o chão estava coberto por grama e todas as mesas cobertas com pano branco em cima delas havia pequenos lustres de luz branca.

 

O céu estava muito estrelado dava uma sensação de tranquilidade, eu fiquei sozinha em um das mesas fiquei observando os convidados chegarem avistei quando Alyson chegou ela estava muito bonita.

 

Fiquei distraída mexendo no celular quando de repente uma mão pousou em meu ombro ao olhar para trás percebi que era o Tio Choi.

 

– O que uma jovem tão bonita faz aqui sozinha? – Perguntou o Tio Choi.

 

– Apenas você acha isso. – Respondi sorrindo.

 

O cabelo jogado para trás do tio Choi combinou com seu terno preto.

 

– Não convidou ninguém? – Perguntou ele sentando-se na cadeira oposta a minha.

 

– N-não, bom, o senhor agora é acionista da empresa, certo? –

 

Ele assentiu em positivo.

 

– Quando comprou as ações da minha mãe? – Perguntei.

 

Ele relutou em dizer, mas prosseguiu logo depois:

 

– Sim, Lembra que eu falei sobre tomar o lugar do meu pai nos negócios? – Assenti em positivo. – Então, isso faz parte do trabalho. – Terminou ele.

 

De certa forma, o tio Choi não disse como conseguiu comprar as ações da minha mãe.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

Eu estava ao lado do senhor Kwon em uma mesa com algumas pessoas, mas o mesmo não prestava atenção na conversa ele não parava de balança a perna direita e observava fixamente sua irmã conversando com o senhor Choi.

 

– Ela não veio falar comigo… – Murmurou ele pegando um copo de cerveja.

 

O senhor Kwon precisa aprender a desfaçar o seu ciúme.

 

– Talvez seja porque o senhor pintou o cabelo de preto novamente, então ela não percebeu a sua presença. – Disse tentando acalmá-lo.

 

– Hum, como se alguém não fosse reparar a minha presença. – Ele continuou observando os dois; balançando a perna rapidamente enquanto bebia a cerveja.

 

– Eu vou ate lá… – Quando ele se levantaria a menina de antes apareceu na frente do mesmo.

 

– Oi, Ji-Yong. – Disse ela.

 

Sim, ele reparou no corpo da menina eu também, pois, não havia como não reparar.

 

– Como está? – Disse Kwon sorrindo.

 

 

P.O.V

 

S/N

 

– O seu irmão chegou porque não fala com ele? – Perguntou o Tio Choi fazendo um leve sinal para onde Ji-Yong encontrava-se.

 

– Ah! É mesmo! Ele pintou o cabelo? – Disse olhando para a mesa dele, ele fica mais sexy assim o que? Que tipo de pensamento foi esse S/N?

 

– Vou até ele, espere um pouco… – Sem problemas! Conversarei com alguns dos convidados. – Interrompeu o Tio Choi.

 

Fui até a mesa dele, reparei que o mesmo estava ao lado de Alyson tendo uma conversa“ profunda” com a mesma.

 

– Oi, Ji-Yong. – Ele simplesmente não me viu.

 

Assim que voltaria para minha mesa o Daesung reparou na minha roupa e disse:

 

– Nossa! S/N você está tão atraente… – Naquele instante Ji-Yong voltou seus olhos para mim.

 

Alyson e Ji-Yong ficaram me olhando enquanto Ji-Yong reparou no decote do meu vestido; que ficava na perna.

 

Fiquei um pouco constrangida, então disse:

 

– N-não é isso! É apenas a cor vermelha do vestido que é atraente. –

 

Naquele instante senti um arrepio na minha cintura, pois, alguém havia colocado as mãos nela.

 

– Você me deixou esperando. – Disse Choi com um sorriso sutil. (delicado.)

 

A expressão daqueles três eram, vamos dizer, estranha?

 

– Ah! É verdade! – Quando me despedi deles, Alyson fez um “xau” irônico.

 

Estava indo em direção a outra mesa quando o Tio Choi disse:

 

– Sinto muito por agora, parece que você ficou desconfortável. –

 

Acho que ele estava se referindo a segurar na minha cintura, bom, ele está certo.

 

– Sem problemas! – disse chegando na mesa.

 

P.O.V

 

Daesung.

 

– Ji-Yongzinho… – Disse a menina repetindo várias vezes, chamando-o Kwon que não prestava atenção na mesma.

Ele aparentava estar em conflito interno com ele mesmo.

 

De repente, um dos empregados da festa o chamou:

 

– Senhor está na hora do discurso. –

 

Kwon levantou, pôs as mãos no bolso e caminhou rastejando-se até o palanque; ele mordia os lábios constantemente.

 

Assim que chegou o mesmo deu início ao seu discurso, todos pararam para ouvir o mesmo.

 

– Estamos aqui para celebrar o aniversario da empresa Kwon. – Ele suspirou. – Se chegamos até aqui foi porque… – De repente ele parou e começou a olhar na direção da mesa de S/N quando olhei para trás avistei que Choi havia colocando seu braço no ombro de S/N.

 

– Porque trabalhamos juntos nos momentos mais difíceis – Ele apertava suas mãos com força. – E nos momentos bons também e espero que nosso império continue assim por muito tempo ao lado de vocês, pois, sem vocês ele nunca será o mesmo. – Ele colocou as mãos sobre a bancada do microfone. – Quero agradecer especialmente aos..--

 

De repente alguém começa bater palmas todos olharam para trás era a Sun-Hee.

 

– Belo discurso para uma pessoa tão individualista como você. – Disse ela caminhado no meio do salão em direção a Ji-Yong.

 

– Como é?! – Berrou ele do palanque.

 

– Eu quero fazer uma denúncia. – Disse Sun-Hee; todos os olhares voltaram-se para a mesma.

 

O senhor Kwon estava muito alterado; ele mordia seus lábios ao ponto de escorrer sangue, então decidi ficar ao lado dele no palanque por precaução.

 

– O senhor Kwon participou de uma briga de gangues a um ano traz com relação a drogas. –

 

O senhor Kwon foi até Sun-Hee e perguntou:

– E o que isto tem a ver com a empresa? –

 

Ele realmente consegue ficar calmo quando precisa.

 

– Nada, apenas para mostrá-lo como é desonesto. – Terminou ela com sorriso malicioso.

 

O senhor Kwon trincava os dentes de tanto ódio quando ele iria respondê-la sua irmã apareceu ao lado de Sun-Hee e perguntou:

 

– Você é a mulher que me sequestrou? –

 

– Sim, mas serei aquela que destruirá sua vida. – Respondeu Sun-Hee.

 

De repente, S/N não parecia bem ela pôs as mãos sobre a boca e quando tirou havia sangue em suas mãos no mesmo instante o senhor Kwon apegou no colo caminhado diretamente para dentro da mansão.

 

P.O.V

 

S/N.

 

– Aonde estou? – Perguntei deitada sobre a cama.

 

– Sou Taeyang, o médico da família Kwon. – Ele pôs a mão na minha testa. – Você ainda está na festa. – Terminou ele.

 

– Aonde está meu irmão? Preciso conversa com ele.– Perguntei com a voz fraca.

 

– Ele está no outro quarto. –

 

P.O.V

 

G-Dragon.

 

Porra! Porra! Esses desgraçados estão arramando contra mim! Não posso mais ficar parado apenas porque S/N gosta do Choi terei que tomar providências, Por que ela está doente? Será que Sun-Hee envenenou ela? Como? Quando?

 

Alguém batia à porta.

 

– Você está bem Ji-Yong? – Disse Alyson.

 

– Não posso conversar com você agora. – Disse.

 

Ela se aproximou de mim lentamente, pôs as mãos sobre o meu ombro.

 

– O que pensa que está fazendo? Hã?! – Gritei.

 

– é agora.. – Disse ela, logo após S/N entrou no quarto e Alyson selou meus lábios naquele momento.

 

– M-mano? – Murmurou S/N.

 

 


Notas Finais


Eaii pessoal gostaram do capitulo? Peço desculpas por deixa-lo tão grande assim é porque não quero criar muitos capitulos sabe? Minha opinião sobre este capitulo: achei meio chatinho não sei porque, mas ele precisa existir para estoria continuar, obg por lerem até o final e por favor comentem sobre o que acharam isso me inspira e me tira do tedio bjs da tia e até o próximo capitulo!


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