História Minha perdição - Capítulo 6


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Categorias Michael Ballack
Tags Michael Ballack
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Palavras 756
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Amor a nossa maneira...


Letícia on

O que eu poderia dizer daquela noite?Inesquecível.
Mas na manhã seguinte não foi só a ressaca que me atingiu em cheio.

Me levantei com muito cuidado para não acorda-lo,Michael dormia como se estivesse acostumado com a minha cama.
Tomei um banho e pus uma roupa qualquer,sem muita arrumação mas nem por isso desleixada,um short jeans e uma camiseta,prendi o cabelo em um coque mal feito e decidi que precisava comer.

Por força do hábito acabei colocando uma música pra tocar.
Conhecem uma coisa chamada ironia do destino?Pois então,ela se fez presente quando Sam Smith começou a cantar Stay with me.

-Sabe onde eu encontro o resto da minha roupa?
-Que tal no sofá.-Respondi meio rindo quando Michael saiu do quarto.

O clima ficou estranho por um tempo,não culpamos a bebida pois éramos adultos o suficiente para não fazermos tal coisa.

Foi uma noite e pronto,cada um poderia seguir sua vida sem aquela coisa de desejo sexual pelo que é considerado proibido.
Após termos chegado a essa conclusão,Michael se jogou sobre mim e me beijou,pensei em resistir mas acabei me entregando.

Cheguei a residência dos Lahm para a aula de dança de Klaudia.

-Notícia em todo lugar,sua surra na esnobe da Natacha.-Klaudia ria em frente ao notebook.-Nina contou ao Manu que ela fez de propósito.

-Aquela mulher mexeu com a pessoa errada.-Disse enrolando uma mecha de cabelo no dedo.-Não levo desaforo pra casa.

Michael on

Minha cabeça doía,levei as mãos a cabeça e abaixei,lutei muito para não acertar uns tapas em Natacha.
A cada grito dela minha vontade de voltar para os braços de Letícia aumentavam.

-Fala alguma coisa Michael.-Gritou mais uma vez.
-Eu tô cansado de você sabia?-A olhei.-Cansado das suas futilidades,cansado de querer me obrigar a participar da sua vida "perfeita" que não existe.
-A culpa é toda dela,você só ficou assim depois que conheceu ela.

-Letícia.-Disse entre dentes.-O nome dela é Letícia e sim,ela é responsável por eu não querer mais esse relacionamento que a gente tem.

-Você só pode tá de brincadeira,me trocar por uma desqualificada qualquer,sem classe,toda largada,provavelmente filha de empregados de alguém.-Disse as últimas palavras como se isso fosse algo normal de ser dito.-Uma vagabunda de mão cheia.

Meu sangue ferveu e o máximo que pude fazer foi sair daquele quarto,daquela casa,se eu fui até ela?Claro que sim.

Não era muito tarde,bati na porta diversas vezes esperando que aqueles cabelos achocolatados abrisse a porta.
Se antes eu estava perdendo o juízo,agora eu já tinha perdido a cabeça.

Ouvi risos vindo da escada,aquela risada que me trazia calma ao mesmo tempo que me causava arrepios.
Ela ficou estática ao me ver sentado no chão escorado em sua porta.

-Preciso de você.-Disse a ela e deixei escapar um sorriso.-Como antes.
-Tá tudo bem?-Me ajudou a levantar e abriu a porta,entramos e a abracei.
-Agora está.

Esperei que ela tomasse seu banho e por pouco não infartei ao ve-la com uma camisa da seleção,preto contrasta muito bem com a pele e a cor dos olhos dela.

Pediu pizza pra gente e nessa descobri sua paixão por massas,queijo e chocolates,comia muito bem,mas a dança a ajudava a manter aquele corpo perfeito.

-Acho que não devemos mais nos ver.-Disse assim que eu lhe contei o que havia acontecido.-Volta pra sua casa,pra sua vida e vamos em seguir em frente.
-Não é simples assim Letícia,você não sabe o que fez comigo.

Essa conversa nos levou a uma discussão,por mais que eu tentasse me convencer de que era melhor deixa-la,minha vontade era de joga-la naquela cama e não soltar mais.
Mas houve a questão que mais me preocupou,os 17 anos que nos separavam.

-Foda-se o que a sociedade vai pensar,quem decide minha vida e com quem me relaciono sou eu,independente de idade,posição social ou condição financeira,eu me sustento sem depender de ninguém.-Suas palavras me atingiram como um soco.-Vai embora,volta pra tua mulher e volta pra tua vida perfeita aos olhos da sociedade.

-Não foi o que eu quis dizer Letícia,pensei que isso fosse incomodar você.-Suspirei cansado de tanta discussão.-Vou embora.

Soltei as mãos dela e me levantei,caminhei até a saída mas antes que abrisse a porta ela me puxou de volta,olhou nos meus olhos e me beijou.

Letícia on

Eu deveria ser mais forte,deveria deixa-lo ir,mas não pude,mais uma vez estávamos explorando o corpo um do outro e nos entregando ao desejo que vinha nos consumindo.

Dessa vez deixei que ele partisse,disse que se resolveria e que voltaria pra mim,que seria apenas meu por todas as noites.

Estávamos dispostos a viver aquele amor a nossa maneira.


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