História Minha Princesa - Capítulo 36


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Categorias Marco Reus
Tags Borussia Dortmund, Futebol!, Marco Reus
Exibições 142
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 36 - Família pronta


Fanfic / Fanfiction Minha Princesa - Capítulo 36 - Família pronta

Assim que Marcela e os bebês estavam bem, as visitas vieram.

Miguel foi junto com Mario para conhecer os pequenos e dar presentes para a mamãe.

-São tão lindos... Parabéns para os papais... – Mario sorriu e até pegou os dois no colo, ele e Miguel brincaram com os gêmeos por um tempo. -Owwn... O Thomas é o loirinho, né? Ele é parecido com você, Marco... Tá com cara de que vai defender a Alemanha um dia! Quem sabe jogue comigo...

-É verdade, mas o Ian é fofo e parece com a maninha... – Miguel abraçou a irmã e trouxe para ela chocolates e livros. Olha, maninha... São livros de colorir, você sempre desenhou tão bem... Vai poder passar o tempo enquanto cuida das crianças.

-Obrigado, Miguel... – Ela sorriu.

-Como você vai jogar futebol agora? – Perguntou Götze, preocupado com a carreira de Marcela.

-Com as pernas... – Ela ainda não perdia o bom humor.

-Falo sério, vai aguentar o tranco? Ou vai se aposentar?

-Não, não... Eu quero cuidar dos bebês, e o Marcinho vai me ajudar! Ai dele se não me ajudar e...

Alguém batia na porta, era um toque suave e acabei me impressionando ao ver de quem se tratava.

-Oi... Espero não estar atrapalhando... – Eu conhecia muito bem aquele sorriso meigo.

-Scarlet – que estranho, o que ela fazia aqui? E estava linda... –O que faz aqui?

-Vim dar os parabéns... Eu achei isso incrível... – Ela sorriu e me abraçou, Miguel e Mario engasgaram ao ver isso. Ela deu um beijinho em minha bochecha para cumprimentar e virou-se para minha noiva.

Marcela ficou meio confusa e parecia não saber quem ela era.

-Oi, tudo bem? Prazer... – Ela cumprimentou minha namorada com simpatia.

-Oi, quem é você? – Marcela perguntou inocente.

-Eu sou Scarlet... Sou amiga do Reus... Eu fiquei sabendo de vocês dois e estava curiosa para ver os seus filhos! – Ela não parecia ter outra intenção, então Marcela sorriu e observou-a enquanto brincava com os meninos. –Eles são tão fofos! – Ela acabou pegando rapidamente Ian no colo, ele começou a chorar.

Os dois ficaram paralisados com aquilo, eles sabiam que ela era minha ex, eu tive a infelicidade de falar muitas vezes dela quando nós três estávamos juntos, sempre dizia que ainda gostava dela e muitas bobagens... Eles podem interpretar isso de maneira errada. Ainda mais Miguel, que se preocupa muito com sua irmã.

-Acho que ele está com fome, me desculpa... – Ela colocou o bebê no colo de sua mãe, que por sua vez o amamentou.

-Obrigada... – Ela deu um sorriso leve, o lado bom de Marcela é que ela ia com todo mundo, nem se importava de quem podia ser Scarlet, conversou numa boa e nem perguntou ou algo do tipo.

-Qual o nome dele?

-Esse é o Ian, aquele é o Thomas...

-Ele parece muito com vocês, é tão lindo...

-Obrigado – sorri para ela e resolvi puxar assunto – como você tá?

-Estou muito bem, e com saudades...

Um dos dois engasgaram e acabaram desconversando, resolveram sair dali. O que diabos passou na cabeça deles? Eu estava somente conversando e tentando entender o porque de Scarlet estar ali, era meio estranho e repentino sua visita, mas talvez não seja nada demais, era a décima visita que recebemos naquele dia.

-Vocês formam um casal muito bonito, e uma família muito bonita também... – Ela elogiou e pareceu ganhar simpatia por Marcela – agora tenho que ir, boa sorte para vocês e desculpa vir assim do nada... – Ela se despediu dos pequenos e de Marcela rapidamente.

-Precisa mesmo? Mas acabou de chegar...

-Eu preciso, me desculpa...

-Venha nos visitar algum dia... – Ou Marcela não tinha um pingo de ciúmes por mim, ou ela definitivamente não sabia quem Scarlet era.

Ela se despediu por fim de mim e foi embora, eu acabei ficando confuso com tudo aquilo. Eu acho que havia esquecido dela, mas às vezes o coração batia mais forte quando a via.

E isso era um segredo que ninguém poderia saber, ou eu estaria em maus lençóis. O tempo deveria curar de vez essa ferida, eu estava com Marcela e estava feliz.

-Ela era sua namorada, né? – Marcela finalmente descobriu, tinha medo de que ela percebesse minha reação.

-Sim... –Respondo em tom  de arrependimento.

-Ela é linda... – Murmurou enquanto amamentava o bebê com sinceridade.

-Marcela, não é nada demais, viu? Eu não a via há muito tempo, achei estranho que...

-Tudo bem , Marco... – Ela sorriu e pareceu não ligar muito para isso. –Já tive alguns casinhos...

-QUÊ?! – Nem era pra eu ter essa reação e sim ela, no fim, quem acabou ficando com ciúmes era eu. –Que casinhos, dona Reus?

-Calma, calma... Hehehe é brincadeira... Só queria ver sua reação... – Ela se divertiu ao ver que eu me assustei com sua declaração, mas ainda fiquei com um pé atrás, e se ela já teve namorados e está escondendo de mim? Não havia problema, mas era meio estranho...

-Hunf... É a Scarlet, ela é modelo... – Estava numa tentativa de fazer um ciuminho, parece que funcionou, pois ela acabou ficando meio estranho no resto do dia.

Thomas também mamou, no dia seguinte, ganharíamos alta. Seriam os dias mais longos de minha vida, como era ser pai? Ainda não estou pondo isso em prática, eu teria que cuidar dos bebês e de minha noivinha, além de dar banho.

No fim do dia, recebi os documentos de meus filhotes, ambos receberam certidão.

Então, no dia seguinte colocamos as roupinhas de frio neles, o inverno estava chegando. Ajudei Marcela a se vestir, mas nem poderia andar tanto, já que a cesárea deixou-a muito cansada.

Minha menina andou de cadeira de rodas para facilitar a chegada até o carro, os bebês ficaram em seu colo enquanto eu empurrava os três e levava as bolsas. Então levei minha família até o carro, rumo à nossa casa.

O quarto dos bebês estava arrumadinho, era azul bem claro e cheio de móveis e presentes, estava tudo pronto, isso era sinal de que uma nova vida começava para nós quatro. 



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