História Minha Princesa - Capítulo 37


Escrita por: ~

Postado
Categorias Marco Reus
Tags Borussia Dortmund, Futebol!, Marco Reus
Exibições 129
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


~~ POR FAVOR LEIAM A DESCRIÇÃO ~~
Oi gente, tudo bem?
Eu nem consigo expressar tudo que sinto agora. Tenho certeza que todos sabem que o Brasil amanheceu chorando hoje, nossos guerreiros que nos representariam na final da Sul Americana, viraram estrelinhas no céu, o time com mais raça do Brasil, teve um fim trágico, que provocou choro de todos.
Eu acordei às seis da manhã, para estudar. Logo, minha mãe me avisou dessa trágica notícia, eu não sabia quem estava morto ou vivo, mas minha simpatia por muitos jogadores e o clube em geral, deixou-me preocupada o dia inteiro, não consegui fazer as provas do colégio em paz, certamente me abalou tanto que acabou interferindo em meu cotidiano, o que mais me deixa triste é ver como tem gente insensível, meus amigos que converso sobre futebol na escola, preocupados com pontuação no cartola, em próximos jogos. Gente, não eram Atletas, eram vidas, pais, filhos, maridos, irmãos...
Um lindo time que já estava na história, acabou se despedindo de maneira mais triste, presto aqui minha homenagem com essas palavras... O futebol é uma das poucas coisas que fazem da minha vida feliz, em meio há tanta tragédia, perversidade e maldade das pessoas, me divirto escrevendo, assistindo futebol, jogando, lendo... Somente me desligando de uma sociedade perversa consigo estar feliz. Mas agora, o futebol não é a mesma coisa, um dos times que arrancavam sorrisos meus e me fazia rir, acabou se tornando a maior tragédia do futebol moderno.
A vida é curta, pessoal, então aproveitem, realizem seus sonhos, não se estressem tanto, a vida não é somente estudar, trabalhar, mas também se divertir, amar, sorrir, brincar... Tentem achar felicidade em pequenos detalhes, aproveitem o máximo, somos somente humanos, nunca se sabe nossa hora.
Ainda prestarei um momento na fanfic em que homenagearei esses guerreiros que se foram, não sei se lembram, mas a Marcela torce para a Chapecoense.
Muitos nem devem estar lendo, mas se leu até aqui, agradeço muito, tentem levar esse conselho, aproveitem a vida que ela é curta, não se sabe o que vem depois, eu quero acreditar que eles estão jogando futebol e comemorando as belas conquistas num lugar muito melhor e que tenham paz, meus sentimentos aos familiares das vítimas e aos jogadores.
O meu fim de ano será negro, tragédias como essa mostram que a vida é curta, não é somente rosas e risadas, mas nos mostra que ela é curta e preciosa, por isso, nesse capítulo, tentei retratar o melhor lado da vida. O amor, os pequenos momentos com a família.
Eu sinto muito por fazer um texto tão grande como esse, deve estar maior que o capítulo, mas é algo que estava entalado em minha garganta. Sou Galo, mas o clube de hoje é a Chapecoense, que merece todo o apoio e ajuda do Brasil. Hoje, o futebol está representando o gigante Catarinense. <3

Capítulo 37 - A Razão da Vida


Fanfic / Fanfiction Minha Princesa - Capítulo 37 - A Razão da Vida

Assim que chegamos em casa, colocamos os bebês em seus respectivos berços e eu fiz comida para nós. Deixei minha noivinha descansando no sofá, era o primeiro dia que assumiríamos o papel de pai e mãe. E estávamos sozinhos agora.

Eu nunca fui expert na cozinha, então fiz um ovo mexido. Sentamos no sofá, o clima havia mudado tanto. Tantas novidades em minha família, agora eu tinha tudo. Uma família pronta, uma futura esposa. E isso me deixava tão feliz.

-Marco, eu estava pensando... – Marcela falava enquanto comia com calma. – Eu quero doar todo o meu salário para instituições e para quem precisa.

Fiquei intrigado com isso e somente questionei.

-Pra quê isso, meu bem?

-Marco, temos que ajudar quem precisa. Você é milionário e vai dar uma vida de qualidade para nossos filhos sempre... Não tem sentido eu acumular esse dinheiro, quando eu já tenho de tudo.

-Que boa atitude, amor... – Levei nossos pratos para a cozinha, agora era um momento de descanso. Um momento merecido para nós dois, que enfrentamos tanta coisa juntos.

Deitei no sofá e deixei a pequena em meu colo, ficamos abraçados por um longo tempo.

-Lembra como nos conhecemos? – Murmurou Marcela e eu tentei me lembrar.

-Eu li a sua ficha e ia te dispensar... – Respondi com sinceridade – se eu realmente tivesse feito isso, minha vida não teria sentido, agradeço por ter te dado uma chance e voltado atrás... – Beijo sua testa.

-Eu nem acredito em tudo isso, você é meu ídolo, sabe? – Era meio estranho ouvir isso – eu te conheci graças ao meu irmão, que gosta muito de seu futebol, aí virei sua fã... E eu te achava muito fofo. Agora nem consigo acreditar que somos noivos, que estamos construindo uma família, não imaginei que a vida seria tão bela comigo. Marco, eu quero deixar uma marca no mundo, não quero viver à toa... Quero entrar para a história e ser vista como uma inspiração,e sei que com você ao meu lado, vou conseguir tudo isso...

Marcela era tão tímida antes, falava pouco e era bem fria. Mas agora estava mais aberta, sentimental, toda vez usava palavras bonitas... Às vezes me arrepiava ao ouvir tudo isso e via o quanto deveria agradecer por ter uma namorada tão espetacular...

-Meu amor... Eu digo o mesmo, minha vida era boa, mas estava incompleta, ter uma família e motivos para acordar todas as manhãs era tudo que eu precisava, acho que no fim, precisávamos um do outro... – Ficar grudadinho e com a nova mamãe em meus braços era tudo que eu queria no momento.

-Eu estava começando uma vida, e ela estava vazia e meio sem sentido, eu perdi minha juventude e não sou mais uma menina, agora sou mãe, mas foi a melhor coisa que me aconteceu... – Ela pegou em meu braço e deitou sua cabeça em meu peito, descansando.

-Meu bem... – Continuei abraçado com ela, era tão gostoso um momento a sós, agora ela era a pessoa que estaria ao meu lado para sempre. – O que acha da gente tomar um banho quente na banheira? A gente podia fazer uma maratona de Game of Thrones depois e tomar um chocolate quente...

-Boa! – A gente tinha muitas responsabilidades e precisávamos ter maturidade, mas o espírito jovem ainda fazia parte de nós dois.

Tomamos um banho longo e bem gostoso, comemoramos que os bebês já haviam tomado banho e estavam dormindo, então ajudei minha pequena a se vestir e enchemos a sala de cobertores, precisávamos de um descanso e nos desligar da sociedade um pouco.

Tínhamos algo em comum, ambos amavam a série Game of Thrones, tínhamos todas as temporadas. Então começamos a assistir a primeira, logo na metade do quinto episódio, Marcela já dormia como uma pedra. Estava dormindo profundamente em meu colo, com o rosto virado para mim.

-Meu anjo... – Beijei seus lábios e via o quão mágico era vê-la dormindo.

Fiquei sozinho praticamente na sala enquanto assistia o sétimo episódio, então, Marcela acordou com o choro dos bebês.

Levantei do sofá e trouxe para a sala os dois. Marcela sorriu como nunca ao ver os filhos e os abraçou como uma verdadeira mamãe.

-Amorzinhos... Será que estão com fome? – Ela perguntou e o choro continuou, isso deve ser um sim.

Ajudei Marcela a levantar a blusa e amamentar os dois, um mamava em cada seio, ver esse momento de mãe e filho me deixou fascinado, aqueles três pequeninos eram minha família, eu tenho que dar a vida por eles e cuidar dos três em primeiro lugar. Eu tinha uma função grande agora, cargo, profissão ou nada do tipo era tão difícil e trabalhoso quanto ser pai.

-Não tiramos nenhuma foto em família ainda – me lembrei disso e peguei o celular, seria uma primeira ‘’selfie’’ em família. Assim que a amamentação acabou, seguramos nossos pequenos e tiramos uma foto. E essa foi a foto mais importante de nossa vida.

-Depois, teremos mais. – Marcela já foi avisando que ainda queria mais filhos.

-Mais? – Acabei me assustando, ela não estava satisfeita?

-Ainda falta uma menina, para fazer companhia para mim. – Ela foi justificando e acabei concordando com a ideia, faltava uma menina.

-Own, é verdade... – Thomas se remexia entre meus braços. Comecei a fazer brincadeirinhas enquanto ele remexia em meu cabelo.

-Ele tem cara de brabo – Marcinha observou ao ver que Ian olhava para ela mais sério, mas mantinha contato com a mãe. –Meu lindinho tem cara de bravinho, owwwn, lindeza. –Ela começou a beijar o corpinho de nosso pequeno, o que provocou um gritinho vindo dele, parecia de felicidade.

-Ele gritou! Ele já está aprendendo a se comunicar! – Marcela começou a chorar feito louca e eu também, os pequenos tinham poucos dias de vida e já estavam conhecendo a mãe e o pai deles, com quem passariam boa parte da vida. –Marco, eles são perfeitos... Eu não aguento... –Ela chorava muito, de emoção, em meio há tanta tristeza no mundo, os pequenos arrancavam risos e choros de felicidade de nós, ali estava a vida.



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