História Minha Princesa - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Marco Reus
Tags Borussia Dortmund, Futebol!, Marco Reus
Exibições 97
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Haha, hoje o cap é especial para mim, pois acrescentei uma personagem em homenagem à minha antiga bff... Ela era muito parecida com essa nova personagem da fanfic, e minha parceira no futebol... Nossa amizade era a mesma que a do Marco e Mario, até mesmo no futebol. E isso me dá uma grande saudade... Mas às vezes, amizades acabam </3
Ps: Não brigamos nem nada do tipo kk somente perdemos contato e isso me dá tanta saudade <3

Capítulo 39 - De volta aos gramados


-Está chorando? – Notei que Marcela estava emocionada enquanto dançava comigo. –O que foi?

-Estou feliz.

-Então deveria estar sorrindo. Por que está feliz?

-Porque estou ao seu lado... – Ela continuava chorando, parecia emocionada com a música – essa música me deixa melancólica também, é tão linda... – Assim que ela disse, revelou mesmo que estava chorando.

-Oh, meu deus... – Sequei suas lágrimas e a abracei forte – é linda mesmo... – Beijo sua testa, como sempre fazia, afinal, era difícil alcançar seu rosto sem ter que me curvar um pouquinho, beijar a testa era mais fácil.

Tudo correu bem no fim do dia, foi triste dar uma breve despedida do meu melhor amigo, que foi viajar. Acabei ficando triste e com saudade, eram uma ou duas semanas, mas a saudade falava mais alto.

Alguns meses se passaram e os bebês aprenderam a falar algumas palavras, a primeira palavra de Ian foi ‘’Mamã’’ e do Thomas ‘’Bolussiá’’, pois é, ninguém pensou em mim. E o Thomas falar isso, significava que ia amar muito o time! Que bom, terei filhos aurinegros.

E para nossa felicidade, Marcela conseguiu voltar a jogar futebol aos poucos, então, voltamos nossa carreira juntos, tiramos licença por conta dos bebês, mas agora tudo estava bem.

Conseguimos subir para a primeira divisão e estávamos disputando a Champions League. O tempo passou tão rápido com nossos filhos, Marcela já tinha dezenove aninhos e voltara a jogar.

Estávamos na 16 avos de final. Nosso jogo seria contra o Arsenal. Um dos times femininos mais fortes da Europa.

-Hoje, marcarei um gol para cada um de vocês três. – Ela me beijou e beijou os bebês, que estavam todo alegres e agitados, até colocamos roupinha do Borussia. Eles ficariam com o Lewandowski, que era padrinho deles.

Será que Marcela conseguiria marcar tudo isso? Eu não duvidava... Ela é meio maluquinha e estava com fome de gols e vitórias, há muito tempo.

-Comportem-se – entregamos os babys para o Robert e sua esposa, que cuidariam dele na arquibancada. Vimos de longe que os torcedores ficaram todos felizes ao ver que nossos filhos estavam perto deles, foi tão legal, era de noite e o Signal Iduna Park estava lotado...

Tocou o hino da Champions, estávamos muito ansiosos e logo, a bolinha rolou...

Assim que chegou os quinze minutos, fui surpreendido com um gol de falta que Marcela cobrou. Ela batia faltas melhores do que eu batia.

Fiquei com inveja...

Assim que marcou, fez até dancinha de comemoração e soprou um beijo para os bebês, que estavam quietinhos e pertinhos, pois ficavam na ala mais próxima dos gramados.

Aline, que jogava ao lado de Marcela e era nova no time, acabou marcando o segundo, ela tinha 25 anos.

No segundo tempo, a minha querida capitã marcou o terceiro, e logo em seguida, veio dois gols do time adversário.

Para matar de vez o jogo, Marcela marcou um hat-trick e me olhou convencida, somente dei risada, ela estava ficando boa demais. Nem parece que se recuperou de uma lesão.

E assim, fomos indo longe e longe, a ponto de chegar nas semifinais.

Até que recebi um recado da diretoria, uma jogadora nova havia chegado, também brasileira.

Seu nome era Nicole, conheci ela antes das demais jogadoras, ela era loira e tinha altura média, era parecida com Marcela, em algum aspecto...

Quando Marcela a conheceu, eu acabei levando um susto.

-AHHHHHHH!!! VOCÊ! EU NÃO ACREDITO! – A minha noiva gritou feito louca e as duas se abraçaram por um longo tempo, elas se... Conheciam?

-MARCELA!! QUE SAUDADE!

As duas gritaram, choraram, riram... Houve tanta emoção e conversas confusas entre as duas em Português, que eu não entendi nada.

-Agora podem me explicar que diabos está acontecendo?

-Ela é minha amiga lá de São Paulo, estudamos juntas, é minha melhor amiga. Era ela de quem eu falava! Ela é a melhor jogadora do mundo!

Ergui a sobrancelha ao ouvir isso, será ela tão boa assim?

Ela era uns quinze centímetros maior que Marcela, não fazia meu tipo, particularmente... E tinha cara de cavala e bruta.

E eu entendi por que ela tinha essa cara... Ela era de fato, cavala e bruta!

A janela de transferências havia se fechado e eu fui doido o bastante de deixar Nicole e Marcela jogarem juntas, Nicole jogava no ataque e Marcela era meia.

Assim que chegou os quinze minutos do primeiro tempo, Nicole foi EXPULSA! Em sua primeira partida!

A idiota deu uma baita duma rasteira na jogadora do Atlético de Madrid, que era nosso adversário das semifinais. E ainda xingou a juiz.

Ela era bem indisciplinada, parecia uma Pepe versão mulher, ou um cara que Marcela me apresentou, um tal de Leandro Donizete que jogava em um time brasileiro, chamado Atlético Mineiro, eles jogaram o mundial com o Borussia, no mesmo ano em que eu me aposentei.

Aquele maluco descia a rasteira em todo mundo, até o Götze levou um rodo dele na final do mundial.

E eu ri aquele dia, ri pra caramba!

Eu tinha assistido o jogo, fui com o time até a Arábia.

Até conheci um sujeito bacana desse time, um tal de Luan. Ele era bixado que nem eu, machucava toda hora.

Ah: Ganhamos de 3 a 1. E o Götze e o Donizete saíram na briga. Foi muito engraçado.

O intervalo do jogo chegou e eu fui dar bronca na burra da Nicole, amiguinha estranha que a Marcela foi me arrumar...

-Por que bateu nela?! Se é pra bater, seja mais discreta, pô!

-Você disse isso mesmo, treinador? – As garotas do time ficaram horrorizadas com minha atitude politicamente incorreta.

-Desculpa, ela me irritou... – E Nicole falava um péssimo Alemão.

-O que ela te fez?

-Ah, ela tava falando em um idioma estranho, não sei, acho que era Croata, sei lá... Mas acho que estava rindo de mim.

Coloco a mão na cabeça, será que ela seria uma boa ideia para o clube?

Estava ficando preocupado... Tomara que Marcela não seja influenciada por essa quebradora de joelhos... Eu não queria uma jogadora cavala.

 



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