História Minha Princesa - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Marco Reus
Tags Borussia Dortmund, Futebol!, Marco Reus
Exibições 256
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha, e o casal mais fofo do futebol está se aproximando cada vez mais e mais em? :)

Capítulo 7 - Indo ao Hospital


Fanfic / Fanfiction Minha Princesa - Capítulo 7 - Indo ao Hospital

-Haha, quem vê pensa que é craque né – caçoei sem ela ouvir.

A cerimônia acabou e fomos muito bem recebidos, todas receberam aplausos e até mesmo Marcela virou um ícone para a torcida com seu mortal maluco. Uma figuraça essa menina!

O mais engraçado foi que enquanto os jogadores deram uma aquecida antes de retomar a partida, as garotas podiam continuar jogando um pouco nos gramados. Marcela continuou brincando com sua bola sozinha e Mario foi provoca-la, desarmando-a. Porém ela conseguiu pegar a bola de novo e tentou chutar para o gol, mas acabou acertando na nuca do jogador mais famosinho do campo.

Cristiano Ronaldo não parecia estar no seu melhor dia e olhou para ela com uma certa raiva.

E, naquela hora, Marcela foi até ele com medo e pediu muitas desculpas.

‘’... – Ele hesitou um pouco e logo sorriu e acariciou os cabelos da garota que falava a mesma língua que ele. – Tudo bem, não me machucou, não se preocupe’’.

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-CARACA! A MARCELA É MUITO SORTUDA – as garotas do clube morreram de inveja.

Ela abaixou a cabeça e parecia encantada.

-Sério? O que vocês viram nele? – Ergo a sobrancelha enquanto acompanhávamos o segundo tempo e observei-o.

-Ele é lindoo! – Gritaram as meninas.

-Oxe. Você também é caidinha por ele, Marcela?

-... – Ela me encarou com frieza. – Não.

As meninas ficaram horrorizadas e ainda mais irritadas com a brasileira.

-Como não??! Por que não deixou a gente jogar a bola em cima dele, em? Você nem se importou mesmo – elas ficaram inconformadas.

-E-Eu... Nem sabia...

-Ah! Mas o Götze foi brincar com você... Hurghhh que inveja de você, capitã! – Jude apertou as bochechas de Marcela. –Vai me dizer que ele não faz seu tipo??!

-Também não. – Agora todas as garotas ficaram inconformadas.

-E o que faz seu tipo então??!

-... Ninguém – ela respondeu fria.

-Nem o treinador? Huhu – a goleira reserva comentou e todas concordaram.

Há, se ela não gosta desses carinhas deve me achar um cara horrível.

Ela preferiu nem falar nada, mas pareceu um pouco desconfortável.

-Olha o bullying com a capitã em! – Brinco. – Deixem a nossa pequena em paz – pego no ombro dela e sorrio para deixa-la mais tranquila.

Ela deu um sorriso e voltou a olhar para o jogo.

No fim, acabou com um a zero. Com o gol de Kagawa. Não foi dois a zero como estava achando, mas foi ótimo de qualquer jeito.

Já era mais de dez horas. Tinha de levar as garotas para suas casas urgente.

Por sorte, todas moravam em lugares próximos e foi rápido deixa-las em casa.

-Marcela, onde é sua casa?

-É... Acho melhor me deixar aqui mesmo, tenho de ir para o hospital – ela deu uma rápida checada no celular e fez uma feição muito triste.

-Ahn? Aconteceu alguma coisa? – Fico preocupado com a cara que ela fez.

-Não... Mas meus pais estão lá com meu irmão... – O irmão dela definitivamente deveria ter algum problema de saúde.

-Hm... Está bem, a gente te leva lá. Não vou te deixar sozinha na rua há essa hora... – Havia mais duas meninas para deixar em casa e assim que deixamos, eu saí do ônibus com Marcela.

-Vamos deixar o motorista ir para sua casa... – Sorrio – é o St Johannes, né?

-É sim... – Ela se encolhe e parecia preocupada.

-... É meio indelicado de se perguntar, mas... O que seu irmão tem? – Pergunto, pois estava morrendo de curiosidade.

-... – Ela olha para os lados – ele tem Câncer, estamos aqui na Alemanha para ele receber tratamento, mas é bem difícil pagar. Meus pais têm bastante dificuldade. Ele nem vai para a escola... Vive no hospital. Quero ser uma jogadora muito famosa, pois esse é o sonho dele. Vou ter dinheiro o suficiente para curá-lo.

Engulo seco e fiquei com muita pena. Sei o quanto isso é horrível, já visitei muitas crianças com Câncer nos hospitais.

-... E eu acredito nisso. – Sorrio e pego em sua mão para acalmá-la.

-Será que aconteceu algo com ele? – Vejo que ela estava com muito medo e nervosismo enquanto andávamos pelas ruas que estavam quase vazias.

-Calma... Não aconteceu nada, vai dar tudo certo. Se ele estiver bem, gostaria de vê-lo.

Ela sorriu para mim como um sinal de agradecimento.

-Ele é fã do senhor. – Ela ficou muito feliz com minha proposta.

-Me chame de ‘’você’’. Dá a impressão que eu sou velho... – Faço careta. –Ele gosta do Borussia, é?

-Sim! Ele sonha em poder ver algum jogo e também quer te conhecer.

-Que ótimo... Ele deve ser um bom garoto... Ele tem quantos anos? – Pergunto com delicadeza.

-Dezessete.

-Hm... Então vamos logo para encontra-lo. Você parece ter saudade.

-Muita...

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Ainda estávamos a uns cinco minutos do hospital. Andei de mãos dadas com ela para deixa-la mais calma em relação ao irmão e notei como eram pequenas. Ela tinha mãos delicadas.

Alguns fãs nos pararam para dar um oi e pedir uma foto comigo.

-É sua namorada? – Perguntou um garoto, pois estávamos andando de maneira suspeita e perto das onze da noite.

-Er... Não – olho para ele meio confuso. Eu tenho cara de papa anjo por acaso? Sou uns doze anos mais velho que ela. – Bom, foi um prazer te conhecer... – Tive de me despedir, se não chegaríamos lá cinco da madrugada.

Finalmente chegamos no hospital e fui andando com calma ao lado de Marcela. As pessoas nos olharam de jeito meio estranho. Lembrei-me que ainda estava segurando sua mão. Assim achariam que eu era um papa anjo mesmo.

Soltei com delicadeza de sua mão para que ninguém pensasse coisas estranhas, imagina aparece amanhã nos jornais de fofoca ‘’ Marco Reus está namorando menor de idade’’. Achariam que eu sou um tarado.

Aproximo-me de seu rosto, perguntando:

-Onde fica a sala de seu irmão? – Sussurro para sairmos dali.

Ela me levou até a ala em que seu irmão estava.

E lá, encontramos seus pais que estavam na sala de espera.

-Onde estava? – Sua mãe se aproximou extremamente preocupada.

-Não se preocupe, ela estava comigo.



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