História Minha Querida Meio-Irmã - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 406
Palavras 2.967
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo visando o ponto de vista da Lern no tempo em que ela conheceu a Camz, tá bem legalzinho, até! Espero que gostem! <3

Capítulo 21 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Minha Querida Meio-Irmã - Capítulo 21 - Capítulo 21

Camila Cabello point of view.

Capítulo 15: Camila

Vingança.

Era a única coisa que me fazia aceitar ter de passar parte do ano seguinte vivendo com Mike e sua nova família, enquanto Mami “viajava”.

Meu único consolo era pensar na satisfação que eu teria em tornar suas vidas miseráveis.

Ele iria pagar por deixar minha mãe despedaçada e por me tornar a responsável por catar os pedaços.

Eu já tinha me decidido que a odiava, a filha. Não a conhecia, mas imaginei o pior, baseando-me só no seu nome, que ironicamente rimava com axila.

Camila.

Achei o nome simples.

Podia apostar que o rosto combinava com ele.

No instante em que pus os pés para fora daquele avião, a poluição e o cheiro de Boston pareciam um belo “foda-se” para mim. Tinha ouvido uma música que dizia que a água ali era suja, por isso não fiquei surpresa quando olhei ao meu redor.

Quando finalmente cheguei a casa, recusei-me a sair do carro de Mike, mas estava frio, e meus dedos começavam a congelar. Então, finalmente desisti e arrastei meus pés para dentro.

Minha meia-irmã estava na sala de estar esperando por mim, com um sorriso no rosto. Meus olhos imediatamente pousaram em seu pescoço.

Puta. Merda.

Lembram quando eu quase apostei que o rosto devia ser simples como o nome? Bem, aparentemente eu perdi a aposta. Camila não era simples... Nem um pouco.

Esse detalhe era apenas um pequeno obstáculo em meu plano, e eu estava determinada a não desistir.

Lembrei, naquele instante, de que precisava me manter séria.

Seu cabelo castanho estava preso em um rabo-de-cavalo, e balançava de um lado para o outro, enquanto ela se movia na minha direção.

:- Sou Camila. Prazer em conhecê-la.

Ela cheirava tão bem que dava vontade de comê-la.

Corrigi os pensamentos em minha cabeça: dava vontade de comê-la e COSPI-LA FORA. Não podia perder o foco.

Sua mão ainda estava estendida enquanto ela esperava que eu a cumprimentasse. Eu não queria tocá-la. Isso me faria perder o controle. Mas acabei pegando sua mão, apertando-a com força demais. Eu não esperava que ela fosse tão macia e delicada, como uma patinha de gatinho ou algo assim. Tremi um pouco. Eu a estava deixando nervosa. Bom. Aquilo era um bom começo.

:- Você é diferente... do que eu imaginei.

O que isso significava?

:- E você é bem... comum.

Você deveria ver a cara dela. Por uma fração de segundos pensou que eu ia dizer algo legal. Cortei o mal pela raiz quando adicionei a palavra “comum”. Então, seu lindo sorriso desapareceu e se tornou uma carranca. Aquilo deveria ter me deixado feliz, mas não foi assim que me senti.

Na verdade, ela não era nada comum. Seu corpo era simplesmente perfeito: pequeno, com curvas delicadas. Seu bumbum, perfeitamente redondo, estava enfiado em uma calça de ioga cinza. Não me surpreendia que ela fizesse ioga, tendo um corpo firme como aquele.

E o pescoço dela... Eu nem conseguiria falar sobre ele, mas foi a primeira coisa que eu reparei. Senti uma urgência em beijá-lo, mordê-lo, colocar minha mão ao redor dela... Era uma coisa muito estranha.

:- Você quer que eu te mostre o seu quarto?

Ela ainda estava tentando ser gentil. Eu precisava sair dali antes que arruinasse tudo, então, a ignorei e fui em direção às escadas. Depois de um breve encontro com Sinuhe, a quem eu sempre me referi como madrasta, finalmente, cheguei ao meu quarto.

Depois de Mike me passar um sermão por meia-hora, fumei e ouvi uma música, só para abafar os sons na minha cabeça.

Então, fui ao banheiro para tomar um banho quente.

Derramei um pouco de sabonete feminino na minha mão. Havia uma esponja rosa pendurada em uma ventosa na parede de azulejo. Aposto que era aquilo que ela usava para limpar-se. Peguei-a e esfreguei meu corpo com ela, antes de colocá-la de volta no lugar.

O banheiro estava completamente enevoado. Saí do chuveiro, e estava me secando, quando a porta abriu.

Camila.

Deixei minha toalha cair no chão só para chocá-la. A ideia era fazê-la correr tão rápido que nem chegaria a ver nada.

Ao invés disso, ela ficou parada, seus olhos grudados no piercing no meu clitóris.

Mas que merda!

Ela nem estava tentando se virar, e seu olhar viajava bem devagar por todo meu peito. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, foi como se ela tivesse acordado e percebido o que estava fazendo. Ela se virou e pediu desculpas.

Àquela altura eu já estava começando a me divertir, então impedi que ela saísse dali.

:- Você age como se nunca tivesse visto uma pessoa nua antes.

:- Na verdade... eu nunca vi.

Ela só podia estar brincando, não é?

:- Que droga para você. Vai ser bem difícil para a outra pessoa, com a comparação.

:- Você é muito arrogante.

:- Diga você. Não deveria ser?

:- Meu Deus... Você está agindo como uma...

:- Uma grande babaca?

Pois é. Isso fez com que ela ficasse calada.

Então, ficou me olhando de novo.

Estava começando a ficar desconfortável.

:- Não há nada aqui, além disso. Então, a não ser que esteja planejando fazer alguma coisa, é melhor que saia e me deixe terminar de me vestir.

Ela, finalmente, foi embora.

Torci para que ela estivesse brincando, se nunca tinha visto uma pessoa nua antes, o que eu tinha acabado de fazer tinha sido uma grande merda.

--------------

Alguns dias depois, eu a ouvi dizer a uma amiga que me achava bonita – super... hiper... bonita – para ser exata. Honestamente, por mais que eu soubesse que causava algum efeito nela, eu não tinha muita certeza se era uma atração física. Então, ouvir isso foi como uma mudança no jogo. O lado bom: eu sabia que podia usar isso em meu benefício. O lado ruim: eu me sentia completamente atraída por ela também, e precisava me certificar de que ela não descobriria isso.

Morar naquela casa se tornava mais fácil a cada dia. Embora eu nunca fosse admitir isso, já não me sentia tão miserável. Longe disso.

Comecei a gostar de fazer pequenas coisas para deixa-la irritada, como roubar todas as suas calcinhas e o seu vibrador. Ok, talvez não fosse uma coisa tão pequena assim. No final das contas, comecei a perceber que a motivação por trás das minhas ações era diferente do que planejara a princípio.

Vingar-me de Mike não era uma prioridade. Agora, eu estava perturbando a vida de Camila só para chamar a sua atenção.

Em uma questão de dias, eu já tinha esquecido meu “plano maligno”.

Em uma tarde, a merda toda se tornou real quando eu, intencionalmente, levei uma garota da escola para o Kilt Café, onde ela trabalhava. Vou admitir: eu não tinha problema para ficar com garotas, e já tinha ficado com algumas das mais bonitas do colégio, só no primeiro mês. Mas todas elas me entediavam. Tudo me entediava, exceto torrar a paciência de Camila.

Ela nunca me entediava.

A primeira coisa que pensei, quando acordei naquela manhã, foi em como eu iria mexer com ela daquela vez.

Aquele dia, no café, não foi uma exceção, mas um ponto inicial – um que não me permitiu voltar atrás.

Camila estava esperando em nossa mesa, e eu estava dificultando as coisas, intencionalmente. No final das contas, ela tentou se vingar jogando molho picante na minha sopa. Quando percebi, engoli a coisa toda só para irritá-la. Por mais que estivesse ardendo pra caramba, eu não demonstraria. Estava tão impressionada com ela que poderia tê-la beijado.

E foi o que eu fiz.

Sob o disfarce de uma retaliação, usei a sopa como desculpa para encurralá-la em um corredor escuro, e fazer o que eu vinha querendo há semanas. Eu nunca vou esquecer o som que ela fez quando eu a agarrei pela primeira vez e tomei posse de sua boca com a minha. Era como se ela estivesse faminta por um beijo. Eu poderia tê-la beijado o dia inteiro, mas precisava fazer com que parecesse que tinha a ver com o molho apimentado, e não com um beijo de verdade. Então, eu, relutantemente, me afastei e voltei para a mesa.

Era difícil e nada bom. Pedi à minha acompanhante para me esperar lá fora para que ela não reparasse.

Eu tinha que fazer com que parecesse que não tinha me afetado em nada, e precisava, rapidamente, reforçar a ideia de que se tratava de uma piada. Eu carreguei uma das calcinhas dela comigo por vários dias, só esperando a oportunidade perfeita para provocá-la. Então deixei a calcinha como parte de sua gorjeta, com um bilhete que sugeria que ela deveria trocar a que estava usando porque a dela deveria estar um pouco molhada.

Eu queria muito ter visto sua reação.

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Começamos há passar mais tempo juntas. Ela vinha até o meu quarto para jogar videogame, e eu ficava olhando furtivamente para seu pescoço, quando ela não estava vendo.

Eu ficava lembrando o beijo constantemente, às vezes até mesmo quando estava com outras pessoas.

Eu e Camila ficávamos tomando sorvete juntas, e a vontade de lamber os resquícios de sorvete no canto de sua boca era enorme.

Eu sentia que estava me apaixonando por ela de várias maneiras, e não estava gostando disso.

Não estava apenas atraída, mas ela era a primeira pessoa cuja companhia me agradava.

Precisava me manter no controle, pois não era uma opção ir mais longe com ela. Então eu continuei levando garotas para casa, fingindo que não me importava com Camila.

Isso vinha funcionando muito bem, até que descobri que ela ia sair com um cara: Shawn. O que era uma má notícia. A amiga dela acabou me convidando para ir com eles em um encontro duplo, e eu aproveitei para ficar de olho nos dois.

O encontro foi uma tortura. Tinha de esconder meu ciúme. Fui forçada a ficar sentada e observar enquanto aquele babaca colocava as mãos nela. Ao mesmo tempo, a amiga de Camila, Dinah, ficava em cima de mim, mas eu tinha zero interesse nela, não que ela não fosse uma garota bonita, ela era, mas eu tinha olhos somente para uma latina. Eu só queria levar Camila para casa, em segurança, mas a noite acabou se tornando muito mais intensa do que eu esperava. Antes que terminasse, eu quase mantei Shawn para o hospital, depois de ele confessar que fizera uma aposta com o ex-namorado de Camila que seria capaz de desvirgina-la. Fiquei muito irritada. Nunca na minha vida senti a necessidade de proteger alguém como eu queria protegê-la, naquele momento.

No dia seguinte, Camila retribuiu o favor de uma forma impressionante.

Mike entrou no meu quarto e começou uma de suas investidas abusivas. Ela ouviu tudo e ficou do meu lado de uma forma como nunca ninguém tinha feito. Por mais que eu tivesse fingido estar bêbada demais para lembrar, agarrei-me em cada palavra até que ela o expulsou do quarto.

Pensando bem, tenho certeza de que foi naquele momento que eu me apaixonei por ela.

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Naquele mesmo final de semana, nossos pais viajaram. Foi em um péssimo momento, porque meus sentimentos por ela estavam em seu nível máximo. Inventei uma história sobre um encontro só porque não queria ficar sozinha com ela.

Naquela noite, ela me acordou de um sonho. Eu estava tendo um dos meus pesadelos sobre a noite em que mamãe quase se matou.

Tentei melhorar o clima, porque eu devia estar parecendo uma pessoa louca. Disse algo pra ela como:

:- Como vou saber que não está vindo aqui fazer coisas comigo quando estou dormindo?

Era uma piada.

Mas ela começou a chorar.

Merda.

Eu tinha atingido um novo patamar.

Todas as palhaçadas que vinha fazendo para mascaras meus verdadeiros sentimentos a tinham, finalmente, atingido. Eu tinha de parar, mas, sem os insultos e sem as piadas para me esconder, aqueles sentimentos se tornariam óbvios.

Quando ela fugiu para seu quarto, eu sabia que não conseguiria dormir até que a fizesse sorrir novamente. Tive uma ideia. Por isso, peguei seu vibrador, que vinha escondendo até então, e o levei para o quarto dela. Comecei a lhe fazer cócegas com ele.

Não demorou para que ela começasse a gargalhar. Passamos o resto da noite deitados em sua cama conversando. Foi a primeira vez que eu realmente me abri e cometi o erro de admitir minha atração por ela.

Ela tentou me beijar, e eu cedi. Era bom sentir o gosto de sua boca novamente e não ter de fingir que não era real. Segurei seu rosto e tomei o controle da situação. Disse a mim mesma que nada de mau poderia acontecer, contanto que fosse apenas um beijo. Eu estava quase convencida, quando ela me surpreendeu com palavras capazes de me arruinar.

:- Quero que me mostre como você fode, Lauren.

Surtei e a afastei de mim. Foi à coisa mais difícil que tive que fazer, mas foi necessário. Expliquei a ela que nunca poderíamos ter deixado às coisas chegarem tão longe.

Eu, realmente, tentei manter a distância entre nós. Ainda assim, aquelas palavras perseguiram minha mente à noite, no chuveiro, durante o dia inteiro. Perdi o interesse em outras pessoas, e preferi me masturbar para colocar para fora a tensão que os pensamentos sobre atender ao pedido de Camila, de formas que ela nem imaginava, me causaram.

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Semanas se passaram, e eu fiquei desesperada para voltar a me comunicar com ela de alguma forma. Então, decidi deixá-la ler meu livro. Assim que ela o terminou, escreveu-me um bilhete que guardou em um envelope. Tive medo de ler o que ela tinha escrito, por isso adiei abri-lo.

Então, veio à noite em que tudo mudou.

Camila saiu para um encontro. Eu sabia que aquele cara era inofensivo, então, não estava preocupada com ela, daquela vez. Estava preocupada comigo. Por mais que soubesse que não podia ter Camila, eu queria que ninguém a tivesse.

Observei-o pela janela, enquanto ele entrava segurando flores. Mas que pentelho! Eu tinha de fazer alguma coisa. Quando ele foi até o segundo andar para usar o banheiro, encurralei-o no corredor. Entreguei a ele uma calcinha e disse que Camila a tinha deixado em meu quarto. Foi uma atitude muito estúpida, mas eu estava desesperada.

Irritei-me ainda mais quando ela saiu com ele. Quando me mandou uma mensagem de dentro do carro, pedi a ela que voltasse para casa. Ela pensou que eu estava brincando. Eu não estava. Perdi toda minha força de vontade por um segundo.

Logo depois, o telefone tocou, e eu tinha quase certeza de que era Camila.

Fiquei apavorada ao constatar que não era ela, mas minha mãe.

Ela me ligou para dizer que estava de volta à Califórnia, que tinha sido liberada da reabilitação. Entrei em pânico, porque ela não podia ficar sozinha no estado em que se encontrava. Eu não sabia o que fazer, porque logo soube que teria de voltar imediatamente.

Eu não queria deixar a minha Camz.

Mas tinha de ir.

Enviei uma mensagem de texto pedindo que ela voltasse para casa, que algo tinha acontecido. Ainda bem que ela acreditou em mim.

Sabia que tinha de contar a ela a verdade sobre o porquê de eu ter de ir embora. Quando ela entrou no meu quarto, estava tão linda, usando um vestido azul. Tudo o que eu queria era tomá-la em meus braços e nunca deixá-la partir.

Contei a ela tudo o que podia sobre minha mãe, naquela noite. Ela precisava saber que não era uma escolha minha ir embora.

Tudo estava acontecendo rápido demais. Disse a ela que deveria voltar para seu quarto, porque não podia confiar em mim mesma. Depois de muito reclamar, ela finalmente me ouviu. Eu, realmente, tinha a intenção de fazer a coisa certa e ficar longe dela naquela noite.

Eu estava sozinha e sentindo a falta dela, embora ela estivesse no quarto ao lado. Decidi abrir sua carta, esperando encontrar algumas correções gramaticais e pequenas críticas sobre o meu livro.

Mas ela disse coisas naquela carta que ninguém, nunca, tinha me falado. Coisas que eu precisava ouvir: que eu era talentosa, que eu a tinha inspirado a seguir seus próprios sonhos, que ela me respeitava, que se importava comigo, que não conseguiria parar de ler, que se apaixonara por minha escrita, que tinha orgulho e acredita em mim.

Camila me fez sentir coisas que eu nunca tinha sentido. Ela me fez sentir amada.

Eu amava aquela garota, e não podia fazer nada a respeito.

Sem pensar direito, bati na porta do quarto dela e decidi lhe dar o que ela tinha me pedido.

Não quero entrar em detalhes sobre as coisas que eu e Camz fizemos naquela noite. Para ser honesta, não é algo que me deixe confortável para escrever, já que significou tanto, para mim. Ela confiou em mim a ponto de me dar algo que nunca, ninguém, tivera. Aquela noite foi sagrada, para mim, e eu espero que ela saiba disso.

A única coisa que vou dizer é que nunca vou esquecer certa expressão de seu rosto. Seus olhos estavam fechados, e foi a forma como ela os abriu e o jeito que olhou para mim na primeira vez em que a fiz minha.

Até hoje eu ainda não me perdoei por tê-la deixado na manhã seguinte. Nunca me senti tão ligada a alguém. Ela se entregou por inteiro para mim. Era minha, e eu a joguei fora. Deixei que a culpa e aquela necessidade de proteger minha mãe, para justificar minha existência, vencessem minha própria felicidade.

Acho que Camila nunca compreendeu o quanto eu já a amava bem antes daquela noite.

Enquanto escrevo isto, penso que, o que ela, definitivamente, não sabe, é que mesmo depois de anos, eu ia voltar para ela, mas já seria tarde demais.


Notas Finais


Espero que tenham gostando, linduxxs. adoro vocês, de verdade! Comentem o que acharam, divulguem pros miguxos.


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