História Minha Querida Meio-Irmã - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Personagens Originais
Tags Camren
Exibições 289
Palavras 3.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sobre esse capítulo? Preparem suas emoções, adoro vocês <3

Capítulo 22 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction Minha Querida Meio-Irmã - Capítulo 22 - Capítulo 22

Camila Cabello point of view.

Ela ia voltar para mim?

Coloquei a mão no peito, como se tentando impedir meu coração de sair dele.

A manhã já estava na metade, e a agitação da rotina diária podia ser ouvida da minha janela. O Sol já derramava sua luz por todo o apartamento. Eu já tinha ligado para o trabalho mais cedo, avisando que não compareceria, simplesmente porque precisava terminar de ler o livro naquele dia.

Naquela noite seria a comemoração do aniversário de trinta anos de uma das minhas colegas de trabalho, Allyson, ela era uma mulher de fácil convivência, baixa, cabelos loiros, olhos castanhos e angelicais. Ally foi uma das poucas com que fiz amizade no trabalho, uma amizade mais efetiva. A festa seria em uma discoteca, no centro da cidade, e eu não sabia se conseguiria largar o livro para ir.

Caminhei até a cozinha para pegar um pouco de água e me forcei a comer alguma coisa. Eu precisaria de muita energia para passar para a outra parte.

Ela ia voltar para mim?

Deitei toda encolhida no sofá. Respirei fundo e virei à página.

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Você tem de tratar um vício por uma pessoa, assim como trata a dependência de drogas. Se eu não podia ficar com Camila, então não podia manter contato com ela, porque isso me faria sair do controle.

Nem mesmo telefonar ou mandar mensagens de texto seria possível. Parecia cruel demais, mas eu não seria capaz de suportar nem mesmo o som de sua voz, se não podíamos ficar juntas.

Mas isso não queria dizer que eu não pensava nela todos os dias. Aquele primeiro ano foi um inferno.

Mami não estava melhor do que quando fui para Boston. Ela ficava me interrogando, pedindo informações sobre Mike e Sinuhe. Fuçava a página do Facebook de Sinuhe, e me acusava de ser uma traidora, depois que admiti que minha madrasta não era tão ruim, uma vez que a conhecíamos melhor. Eu não podia sequer mencionar o nome de Camila, minha mãe podia suspeitar de alguma coisa. Ela tinha voltado a tomar pílulas para dormir, e eu tinha de ficar de olho nela como um atirador fica quando tem em sua mira seu alvo.

Eu estava certa, quando assumi que ela não poderia sequer cogitar meu envolvimento com Camila. Era uma triste ironia: Mami estava obcecada por Sinu, e, sem que ela soubesse, eu fiquei obcecada pela filha de Sinu. Formávamos uma dupla muito fodida.

Não havia nenhum dia em que eu não pensasse na minha Camz com outra pessoa. Isso me enlouquecia. Eu estava tão longe e impotente. Ironicamente, uma parte de mim queria estar perto dela, mesmo que fosse para protegê-la como minha irmã, mesmo que nunca ficássemos juntas. Mas, e se alguém a magoasse? Eu não iria nem saber e não ia poder dar uma lição na pessoa. Não podia nem pensar nela tendo relações sexuais com outro alguém. Eu acabaria fazendo um buraco na parede do meu quarto, com apenas um soco, só de pensar nisso.

Então, em uma noite, perdi o controle e enviei uma mensagem, dizendo que sentia falta dela. Pedi que não respondesse. Ela não respondeu, e isso me fez sentir pior. Prometi que nunca mais iria repetir aquele erro.

Minha vida voltou para o ponto exato no qual me encontrava antes de me mudar para Boston: fumar, beber e transar com pessoas que eu não me importava. Eu estava vazia. A única diferença de antes era que, em algum lugar, no meio daquela lama toda, eu desejava mais... Eu a desejava. Ela me fez provar o gosto do tipo de relacionamento que eu vinha perdendo durante todo aquele tempo.

Esperava que aquele sentimento que corroía o meu peito finalmente desaparecesse com o tempo. Mas nunca desapareceu, apenas se intensificou. Acho que, bem dentro de mim, eu sempre senti que, onde quer que estivesse, Camila estava pensando em mim, sentindo-se da mesma forma. Eu sentia isso, e isso me consumiu por anos.

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Dois anos depois, o estado mental de Mami finalmente melhorou depois que ela encontrou alguém. Foi seu primeiro namorado desde que Mike a abandonara. George era libanês e dono de uma loja de conveniência no final da nossa rua. Ele sempre estava na nossa casa, e sempre nos levava pão, massa e azeitonas. Pela primeira vez, a obsessão de Mami para com Mike parecia ter amenizado.

George era um cara muito legal, mas quanto mais feliz ela ficava com ele, mais amarga eu me tornava. Tinha desistido da única garota de quem gostava porque pensara que isso deixaria minha mãe destruída, sem qualquer chance de cura. Agora, ela estava feliz, e, eu, me sentindo miserável. E tinha perdido minha doce Camila.

Eu sentia como se tivesse cometido o maior erro da minha vida.

Precisava falar com alguém sobre isso, minha raiva vinha me devorando dia após dia. Eu não mencionei o que aconteceu com Camila para ninguém. A única pessoa em quem eu podia confiar era Greg, o amigo de Mike, que se tornara um segundo pai, para mim.

Durante uma ligação, ele me passou algumas informações: aparentemente, Camila tinha se mudado para Nova York. Ele até tinha o endereço dela por causa da lista de envio de cartões de Natal. Greg tentou me convencer a ir até lá e dizer a ela como me sentia. Eu achava que ela não ia querer me ver, mesmo se ainda gostasse de mim. Tinha a magoado tanto que não compreendia como ela poderia me perdoar. Greg achava que, se eu fosse falar com ela pessoalmente, causaria uma boa impressão.

Apesar dos meus medos, comprei uma passagem para o dia seguinte, que seria noite de Réveillon.

Disse a Mami que ia visitar uma amiga que conheci anos atrás, e comemorar o ano novo na cidade. Eu não falaria nada a ela sobre Camila, a não ser que desse certo.

Às seis horas de voo tornaram-se a experiência mais agonizante da minha vida. Eu só queria chegar lá. Só queria abraçá-la outra vez. Não sabia o que dizer ou o que faria quando colocasse meus olhos nela. Eu nem sabia se ela estava com alguém. Estava indo às cegas.

Era a primeira vez, na minha vida, que colocaria minha vontade em primeiro lugar e seguiria meu coração.

Esperava que não fosse tarde demais, eu queria muito ter a oportunidade de dizer a ela todas as coisas que deveria ter dito três anos antes. Ela nunca soube que eu a amava, na noite em que se entregou para mim.

Se a viagem de avião levou uma eternidade, o trajeto de metrô até o apartamento de Camila pareceu ainda mais frustrantemente longo. Enquanto o trem balançava, cada lembrança que eu tinha dela surgia na minha mente como um filme. Não conseguia não sorrir enquanto pensava nas bobagens que tinha falado para ela e o quão divertido era provocá-la. Camila me fazia feliz. Na maioria das vezes, minha mente viajava até aquela noite em que ela me deu total posse de corpo. Encontra-la parecia ainda mais urgente.

Havia uma senhora me olhando desde o momento que cheguei ao trem. Somente, naquele momento, é que percebi que deveria cumprimenta-la, nem que fosse por educação. Acenei com a cabeça uma vez e ela me deu um sorriso acolhedor.

:- Olá mocinha. – Disse em um tom simpático.

:- Olá.

:- Qual seu nome?

:- Uh, Lauren. Lauren Jauregui, o seu?

:- Lisa Carper. Não querendo ser invasiva Lauren, mas o que pretende fazer na cidade que nunca dorme? – Perguntou curiosa.

Lisa estava sendo um pouco invasiva, sim, mas, se vermos pelo lado positivo, Lisa Carper nunca mais me veria. Não queria ser insensível, mas minha mente dizia que essa adorável senhora não viveria muitos anos para que pudéssemos nos reencontrar. Então, não vi problema para lhe dizer o que, de fato, me trouxe a Nova York.

:- Talvez pareça um pouco confuso para você, senhora Carper, mas estou vindo em busca do amor da minha vida.

:- Isso não é confuso menina Lauren, é um grande prova de amor, eu diria.

:- É confuso por ela ser minha meia-irmã. Confuso por eu a ter abandonado e agido feito uma completa idiota enquanto vivíamos juntas, mas, antes que me julgue, eu a amo. Amo com todas as forças que existem em mim. – Disse, sentindo-me vulnerável perante aquela delicada senhora.

:- Oh, Lauren. A vida é confusa por si só, mas o amor? Não, o amor é algo tão belo e, por incrível que pareça, o amor é simples. Não é necessário muito mais do que pensar para sabermos que estamos amando. Não acho que o fato dessa mulher ser sua meia-irmã, a impeça de amá-la, mas é confuso que tenha a privado de seus sentimentos para com ela. As pessoas merecem saber quando são amadas, menina Lauren. Não cometa o mesmo erro que eu cometi, Lauren.

:- E qual foi o seu erro senhora Carper? – Eu estava, definitivamente, gostando de conversar com Lisa, ela era tão adorável.

:- Eu amei somente um homem durante toda minha vida, Lauren, ele me amou também. Disse-me tantas vezes que me amava, declarou-se para mim incontáveis vezes. Eu não conseguia dizer que o amava, não naquela época, não naqueles tempos, mas eu sabia lá no fundo que, sim, eu o amava com todo o meu ser. Derick servia à marinha. Estávamos em tempos de guerras naquela época. Ele só perguntou uma coisa a mim antes de partir naquele porto em 1939. Se eu o amava. Eu não consegui, simplesmente fiquei em silêncio enquanto o via abaixar a cabeça e soltar um suspiro triste, quando ele a ergueu, deu seu sorriso confiante, sinto tanta falta daquele sorriso. Disse-me que não havia problema, que voltaria para mim e faria com que eu o amasse, eu estava ansiosa por isso, estava ansiosa para sentir a sensação de amar ele, mesmo que hoje eu saiba, naquela época, eu não compreendia. Eu queria sentir o que os romances explicam como amor, a sensação de ter borboletas no estômago. Quando bateram na minha porta, dias antes do natal, em 1944, fiquei extasiada em pensar que era ele, que ele havia voltado para mim, durante o tempo que ficamos separados, compreendi que o que sentia por Derick era amor, no mais puro e singelo sentido. Estava indo até a porta toda sorridente, lembro-me perfeitamente bem de ver duas pessoas devidamente fardadas com o uniforme da marinha, lembro também quando senti a primeira lágrima escorrer por meu rosto. Em suas mãos estavam o uniforme dele e demais pertences, disseram-me que Derick havia dito para que fosse entregue a mim seus objetos. Havia uma carta, ele me pedia desculpas por não ter voltado para mim, à carta estava amassada, talvez ele tenha a escrito enquanto tentavam cuidar de seus ferimentos. Talvez Derick tivesse tido uma morte menos angustiante se eu tivesse dito aquelas três palavras, se eu não tivesse sido covarde por esconder dele meus sentimentos. Eu o amo menina Lauren, mas agora, infelizmente, é tarde demais para que ele saiba. É tarde demais para nós. – Antes mesmo de Lisa Carper terminar sua história eu já me encontrava em prantos, não exageradamente, mas com o rosto cheio de lágrimas, enquanto mordia os lábios para conter os soluços.

:- Lisa, eu sinto muito. Droga, isso é difícil.

:- Não menina Lauren, não é difícil. Difícil é guardar para si um sentimento tão profundo como o amor. Conte a ela, menina Lauren. Não fique em silêncio como eu fiquei há 77 anos. Derick foi meu único amor e eu não o posso ter, mas sua garota ainda está viva, faça-a ser sua, se ela também sentir o mesmo, escreva sua encantadora história de amor, há muito tempo para vocês, mocinha.

O trem havia parado no local em que eu ficaria.

:- Minha cara, eu desejo a você o que não pude ter com Derrick. Não a deixe ir.

:- Não vou senhora Carper, não vou... Obrigada pelo conselho, foi de extrema importância. – dou um beijo em sua testa, limpo as lágrimas em meus olhos e lhe ofereço um sorriso terno. – Adeus Lisa Carper.

:- Adeus Lauren Jauregui. Seja feliz!

Sorri para ela antes de virar as costas e ir atrás dela. Da única pessoa que importava.

Eu precisava chegar até ela.

Quando eu, finalmente, cheguei a seu prédio, chequei duas vezes o endereço que havia anotado em um pedaço de papel. Seu sobrenome, Cabello, estava gravado em uma caixa de correio, ao lado do apartamento 7B, na lista da entrada principal.

Ninguém atendeu. Deixei de lado a ideia de ligar ou enviar uma mensagem de texto, fiquei com medo de ela dizer eu não queria me ver antes que eu tivesse a chance de vê-la. Já tinha ido até ali. Precisava, ao menos, ver o rosto dela.

O restaurante embaixo do prédio dela serviu como ponto de espera perfeito, antes que eu tentasse bater em sua porta novamente.

Bati naquela porta hora após hora, de quatro da tarde às nove da noite. Cada vez que ninguém atendia, eu voltava para o pub Charlie’s e esperava.

Foi às nove e quinze da noite. Eu nunca vou me esquecer do momento em que meu desejo foi atendido.

Eu consegui vê-la.

Mas não da forma como eu queria que acontecesse.

Camila.

Ela vestia uma parca marfim quando entrou no Charlie’s. Mas não estava sozinha. Uma mulher, que parecia muito mais apropriada do que eu para ela, estava com os braços ao redor dela.

A comida gordurosa que eu tinha comido começou a se remexer em meu estômago.

Ela estava rindo, enquanto as duas se sentavam numa mesa no meio do restaurante. Parecia feliz. Sequer reparou em mim, porque estava de costas, uma vez que eu estava sentada em um canto.

Seu cabelo estava preso em um coque. Fique olhando enquanto ela tirava a echarpe cor de lavanda que estava usando, revelando a parte de trás de seu lindo pescoço – o pescoço que eu deveria estar beijando naquela noite, depois de dizer o quanto eu a amava.

A garota se inclinou e beijou-a gentilmente no rosto.

Uma voz dentro de mim gritou: Não toque nela!

Os lábios da garota murmuraram as palavras: Eu te amo.

O que eu poderia fazer? Ir lá e dizer: Ah, oi! Eu sou a meia-irmã de Camila. Nós transamos uma vez e eu a abandonei no dia seguinte. Ela parece feliz, e você, provavelmente, a merece, mas eu queria que você saísse e me deixasse assumir daqui.

Meia hora se passou. Vi o garçom lhes trazer a comida. Observei enquanto elas comiam. Vi a garota se inclinar umas doze vezes para beijá-la. Fechei meus olhos e ouvi o som da risada doce de Camila. Nem sei por que fiquei. Só não conseguia deixá-la. Eu sabia que aquela seria a última vez em que a veria.

Dez e quinze da noite. Camila levantou-se de sua cadeira e deixou que ela colocasse o casaco em seus ombros. Ela nunca olhou na minha direção. Nem sei dizer o que faria se ela tivesse me visto. Eu estava entorpecida demais para pensar com clareza.

Observei-a cada segundo até que a porta se fechasse, atrás delas.

Naquela noite, eu vaguei pela cidade e acabei no meio da multidão, na Times Square, observando a bola que marca a virada de ano cair. No meio dos confetes, barulhos e alegrias, eu me perguntava como tinha chegado ali, ainda estava um pouco tonta depois de deixar o restaurante.

Uma mulher desconhecida, de meia-idade, me puxou e me abraçou quando o relógio anunciou a meia-noite. Ela provavelmente não sabia, mas eu precisava de um abraço mais do que em qualquer outro momento.

Lisa Carper ficaria decepcionada da minha atitude, mas eu peguei um avião de volta a Califórnia na manhã seguinte.

Depois de alguns meses, Mike ligou para casa, pela primeira vez em um ano. Casualmente, eu perguntei sobre Camila, e ele me contou que ela estava noiva. Aquela foi a última vez em que mencionei seu nome.

Levou, pelo menos, três anos até que eu realmente conseguisse partir para outra.

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Eu tive de parar. Joguei meu Kindle longe. Meus olhos estavam tão cheios de lágrimas que as palavras começaram a ficar borradas perto do final.

Fechei meus olhos bem apertados, para ver se eu conseguia me lembrar de alguma coisa daquela noite que pudesse ter me dado qualquer ideia de que Lauren estava lá. Ela esteva lá. Como eu não percebi que ela estava bem atrás de mim?

Ela tinha ido me procurar.

Eu ainda não tinha absorvido essa ideia muito bem.

Eu me lembrava daquela noite.

Lembrava-me de que, embora fosse véspera de Ano Novo, passamos o dia inteiro comprando um computador novo para mim.

Lembro-me de que paramos no meu apartamento para deixá-lo lá, e fomos ao Charlie’s para jantar, antes de partirmos para a Times Square para assistir a bola cair.

Lembro-me de que, quando o relógio marcou meia-noite, Ariana me aqueceu com seus beijos.

Lembro-me de ter perguntado por que, mesmo no meio daquela noite mágica, com uma mulher que parecia perfeita e que realmente gostava de mim, tudo que eu queria era Lauren. Eu só conseguia pensar em Lauren: onde ela estaria naquele momento, se estava assistindo às festividades na TV, se estava pensando em mim também.

E durante todo aquele tempo, Lauren estava bem ali.

O destino zombou de nós.

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Nos dois capítulos, ela escreveu sobre encontrar um caminho dentro da carreira, e como acabou se estabelecendo no trabalho social. Ela sentia a responsabilidade de ajudar os outros, especialmente crianças que vinham de lares destruídos, assim como ela.

Apressei-me nos capítulos seguintes, nos quais ela detalhava como conheceu Diane. Foi à única parte do livro em que senti necessidade de avançar com rapidez. O ponto principal era que ela a tinha conhecido no centro de menores, e que saíam bastante depois do trabalho como amigas. Ela se sentira apreensiva sobre se envolver com ela, porque sabia que era o tipo de garota que queria um relacionamento sério. E ela não sabia se estava pronta para isso. Com o tempo, Diane fez com que Lauren se esquecesse de mim, a fez rir, e ela começou a amá-la e a se importar com ela. Foi o primeiro relacionamento sério que teve, e ela planejava pedi-la em casamento. Até que...


Notas Finais


Oi pessoinhas, como vocês estão? Gostaram do capítulo?
Comentem, divulguem pros migxs. Adoro vocês, de verdade <3


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