História Minha Submissa - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Tags Fairy Tail Fanfics, Hentai Nalu, Nalu, Natsu Dragneel
Exibições 324
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


PRIMEIRA FIC QUE ESCREFO FAIRY TAIL ESPERO QUE GOSTEM

Capítulo 1 - Emprego novo... Nao espera!


– Léo? – ela o chamou mais uma vez, ainda de olhos fechados, ele apertou a mão dela e Lucy quis chorar com aquela imagem – eu estou aqui com você, tá bom?

 

Mais alguns minutos e saiu do quarto de hospital, era agonizante ver um menino feliz e muito alegre, sorridente e divertido, praticamente morto em cima de uma cama de hospital. Ela estava odiando a situação do seu irmão. Não podia ficar ali para sempre, ele precisava de cirurgias e ela não tinha como pagar. Respirou antes de começar andar pelo hospital em busca de algo que chamasse sua atenção.

 

Não sabia quantas vezes tinha entrado e saído da lan house para tirar mais Xerox de seus currículos. Estava começando a achar que Deus não queria ajudá-la de forma alguma. Saiu do hospital ainda segurando a alça da bolsa de lado, preta e vermelha, um pouco rasurada e velha. Fechou os olhos para puxar energia e força de viver ainda naquela cidade, naquele bairro, naquele mundo desastroso.

 

Seu único prazer na vida era cuidar do seu irmão pequeno, de apenas oito anos, feliz e alegre. Trabalhava meio período numa lanchonete perto da escola do pequeno, quando ele saia, ela também terminava seu horário. Era o bastante para viver com ele, até o pequeno começar a demonstrar doenças exageradas e foi então que descobriu tudo. Deixou seu emprego para cuidar do irmão, e tudo foi piorando quando precisou do dinheiro. Ele não podia ficar sozinho, e ela não tinha como deixá-lo. Quando menino foi internado no hospital, ela se desesperou ao ponto de receber calmantes para ficar calma.

 

Agora, a conta estava absurdamente alta, e ela sem nem um real no bolso.

 

*

 

Encarando com firmeza aquela lanchonete velha, Lucy entrou com um sorriso no rosto, ela não deixaria suas tristezas impedirem-na de sorrir para sua família, ou quase família.

 

– Lucy – a voz de sua madrinha a deixou animada e incentivada a pedir ajuda. Ela necessitava de ajuda. – como vai? Onde está Léo? Já saiu do hospital?

 

– vou mais ou menos e ele ainda não saiu do hospital – respondeu desviando olhar. Sua madrinha a abraçou, massageando suas costas e o cabelo cumprido entrançado e bagunçado.

 

– precisa de alguma coisa? Dinheiro? Casa?

 

– sim, mas urgentemente, de um emprego – pediu calma. Mesmo que fosse da mesma família, não se sentia a vontade pedindo dinheiro emprestado se nem tinha como pagar depois. Queria um emprego para ajudar seu irmão.

 

– eu te contrataria, mas já estamos cheios – a mulher passou a mão no rosto de Lucy e deu um sorriso depois. Assim que terminou de falar, uma mulher entrou na lanchonete, sorridente e chamando atenção – Erza? Quanto tempo?

 

 – como vai? – sentou ao lado de Lucy e pediu uma xícara de café amargo – como andam as coisas por aqui?

 

– muito bem – entregou o pedido a mulher – oh está é Lucy, minha afilhada – apresentou a mulher de cabelo ruivo.

 

– Era – apertou a mão de Lucy e a olhou de cima a baixo, estava mais do que obviou as condições da loira. A jovem abaixou a cabeça e virou para sua madrinha – ele está me deixando louca – voltou a olhar para a mulher – é um filhinho de papai muito autoritário.

 

– o que houve dessa vez?

 

– ele me disse que precisava de uma nova garota que o servisse muito bem, já levei várias e ele negou todas elas – a madrinha de Lucy lhe entregou um suco.

 

– O houve com a outra? – Erza explicou que em um dia qualquer, ela faltou, e seu chefe, a dispensou – só porque faltou? Porque ela faltou?

 

– falta de compromisso com o emprego talvez – Lucy quis chorar, porque essa idiota tinha feito isso? Tanta gente precisando de um emprego e ela faltando no seu – mas quem saiu perdendo foi ela, meu chefe paga uma quantia muito alta para não ter motivos pra faltar – Lucy olhou para a mulher ruiva.

 

– e agora?

 

– e agora, preciso ir atrás de outra menina até ele aprovar. O chefe é muito exigente. Quer uma garota responsável, que esteja a fim de trabalhar para ele com vontade.

 

– eu posso tentar – Lucy falou antes de sua mente processar alguma coisa. Sua madrinha encarou-a por alguns minutos. Erza a olhou de cima a baixo e ouviu seu celular tocar. Era ele, tinha certeza.

 

– tudo bem, vamos indo porque eu não tenho mais tempo. – pagou o café e puxou Lucy pelo pulso. Entraram em um carro preto estacionado em frente à lanchonete barata – tenho algumas coisas para te informar. Escute com atenção.

 

– sim – disse olhando pra ruiva.

 

– Natsu Dragneel não é um homem muito bom em relacionamentos. Está atrás de uma garota para servi-lo e apenas isso – Lucy concordou movendo a cabeça – evite falar de sua família ele não gosta de saber nada dos seus empregados. E também não fale sobre a dele, e nem fique fazendo perguntas demais.

 

– ok.

 

*

 

Entraram na casa grande assim que saíram do carro, Erza conduziu a moça delicadamente pelo braço sem machucar nada. Parou na porta para deixar sua bolsa e ajeitou o cabelo, voltou a caminhar e subiu as escadas da casa. Lucy não reparava em quase nada, prestava atenção no trajeto até o andar de cima. Caminharam pelo corredor estreito e Erza parou em frente para uma porta branca.

 

– eu vou entrar primeiro, você fica e espera um pouco – a moça concordou e Erza entrou.

 

Como sempre, era difícil manter os pés no chão quando olhava para seu chefe. Apesar de ser bonito, cheio de si e rico, era muito exigente e deixava qualquer mulher maluca, ansiosa para fugir de suas presas. Não era a toa que a empregada que servia Natsu tinha ido embora.

 

– senhor Dragneel? – ela limpou a garganta. O homem levantou a cabeça para vê-la vacilar sobre os saltos – eu trouxe uma garota nova.

 

– trouxe? – ele jogou a caneta em cima da mesa e respirou – faz quatro semanas que você procura por uma maldita mulher.

 

Ela engoliu a vontade de voar em cima dele e estragar o rosto lindo que ele ostentava. Todas as garotas que ela tinha trago, ele negou.

 

– traga, quero vê-la.

 

Erza foi até a porta novamente e trouxe a pequena menina que estava tímida e assustada com o tom de voz que ouviu da porta. Ela parou diante da mesa de madeira marrom e o homem a olhou de cima a baixo. Começou estudando o rosto, era muito bonito, cheio, a pele clara a boca rosada e delineada em um batom nude. Os olhos sem sombra nenhuma e riu quando encarou os olhos negros, tão belos.

 

Levantou rodeando a mesa e parou na frente da menina, desprezou as roupas surradas e a bolsa de lado mal colocada, Lucy tremia enquanto olhava para o homem com medo.

 

– então senhor Dragneel? – Erza perguntou chamando sua atenção. Ele encarou de novo o rosto da menina, e só aceitaria ela no momento porque estava louco para foder alguém e aparentemente ela era bonita. Depois ele procuraria outra mulher para ficar.

 

– esta serve para hoje – virou as costas. Lucy não desviou o olhar dele – comece a procurar por mais – mandou – saia daqui – Erza olhou para Lucy e foi embora.

 

Lucy suspirou e viu o homem encher uma taça de uísque e sentar numa poltrona marrom em um canto escuro do quarto. O melhor de tudo, é que ela tinha conseguido um emprego, e ser empregada de alguém não devia ser tão terrível. Timidamente, ela deu um passo a frente tremendo com o olhar que ele lançava para seu rosto, corpo e alma.

 

– em que posso servi-lo? – perguntou nervosa lutando para conseguir desviar o olhar do dele. Natsu abriu um sorriso safado fazendo ela vacilar os passos que já não estavam firmes.

 

– tira a roupa.


Notas Finais


QUE NATSU CARA DE PAU NE MENINAS?

COMENTEM HEIN! NAO ME DEIXEM NO VACUO.


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