História Minha Submissão - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB), The Pretty Reckless
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Taylor Momsen
Exibições 13
Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Oi gentyy

Olha quem resolveu aparecer quase um mês depois.... Isssso euzinha

Eu tenho uma ótima explicação. É que a temporada tem poucos capítulos então decidi dar uma demorada p postar (spoiler)

Obrigada galera de verdade pelas visualizações, pelos comentários e pelos favoritos. São todos importantes. Leitoras fantasmas comentem plss

Então é isso boa leitura
BVBeijos ❤

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Mabel -


Fanfic / Fanfiction Minha Submissão - Capítulo 5 - Capítulo 5 - Mabel -

Droga! Precisava de uma desculpa urgentemente.

- Sim, procurando por você – Consegui responder em um tom de voz firme, encarando-o tranquilamente.

- E em que posso ajudá-la a essa hora da noite? – Ele olhou o relógio e depois voltou a me encarar de sobrancelhas erguidas.

- Hum... Nada demais, apenas um documento que precisa ser assinado hoje, pois o envio tem de acontecer antes das 12 horas. Acabei me lembrando assim que cheguei em casa, então procurei seu endereço e vim aqui lhe avisar que enviei o anexo por e-mail.

Que ele não quisesse conferir seu e-mail agora, ou estaria frita.

- Se deslocou isso tudo apenas para isso, senhorita Mendes? Tentou o celular?

- Caso não tenha notado, não sou loira, senhor Biersack. Não consegui o celular e como minha casa não é tão longe, vim até aqui. Algum problema? Por que não estou entendendo a torrente de perguntas.

- Problema algum – Ele suspirou e desfez a cara de confusão.

Ufa! Acho que o convenci.

- Agora preciso voltar pra casa. Boa noite, Andrew – Olhei por cima de seus ombros e vi que o porteiro nos olhava – Obrigado, senhor.

- Sempre que precisar, senhorita – O homem disse sorridente. Me virei para sair, mas fui impedida por uma mão grande, quente e firme, que me segurou no lugar.

Tesão, fluido, quente e potente, correu por minhas veias e se concentrou em meu baixo ventre, me fazendo estremecer.

- E seu namorado? – A voz dele estava em um tom muito mais rouco. Pigarrei para clarear a voz.

- Que eu saiba não tenho nenhum.

- O carinha da bar, quem é?

- Um amigo, não que isso seja da sua conta. Pode me soltar agora? – Puxei meu braço e ele finalmente me largou.

- Vamos, te levarei em casa, pelo jeito não veio de carro.

- Não precisa se incomodar, tomo um táxi. – Me virei para me afastar, mas ele me segurou mais uma vez.

- Você vai c.o.m.i.g.o – Disse pausadamente. Antes que eu pudesse pelo menos abrir a boca já estava sendo arrastada pela calçada até o carro, onde ele me jogou dentro e fechou a porta.

- Grosso! – Resmunguei, me arrumando. – Caipira, sem classe.

- Pare de me xingar, senhorita Mendes. A culpa é sua por ser tão azeda, estava querendo ser educado e você não me deixou, agora aguente – Ele colocou o cinto e deu partida no carro.

Assim que alcançamos as ruas movimentadas, eu capturei meu iphone e tratei de enviar o tal e-mail falso para ele. Logo depois voltei minha atenção para a estrada, de vez em quando peguei-o me olhando, mas fingi que não vi... Afinal eu também olhei-o bastante enquanto ele dirigia... Assim sério e compenetrado parecia ainda mais bonito. Tinha um perfil delicado e másculo, uma mistura que não tinha visto em homem nenhum. Mandíbula quadrada, nariz fino e reto, olhos grandes e expressivos, boca contornada e carnuda, cabelos de aparência macia... Ele era um pecado de homem.

- Apreciando a vista, Mabel? – Perguntou sem desviar os olhos do tráfego movimentado.

- Não seja presunçoso, Andrew, e nem hipócrita, pois bem que te vi me olhando também.

- Gosto de olhar coisas bonitas – Disse e me olhou de esguelha. Ambos sorrimos, sorrisos tortos.

- Sabe onde moro? – Mudei de assunto propositalmente.

- Sei, sempre passo por aqui na ida pra casa e já a vi entrando diversas vezes em um prédio. Mora muito bem, Mabel.

- Não tão bem quanto gostaria, mas está valendo.

- Humilde como sempre.

- Claro – Ri e ele me acompanhou.

Seguimos em um silêncio confortável até ele estacionar em frente ao meu prédio.

- Está estregue, mas não desça ainda – Ele se livrou do cinto e desceu do carro, rodeando-o para abrir a porta para mim. Segurei sua mão e desci do carro.

- Obrigado pela carona forçada, senhor Biersack.

- Você é um doce, Mabel – Ele capturou minha mão e levou-a até os lábios, beijando-a sensualmente – Até segunda.

- A.. até – Gaguejei vergonhosamente.

Quando um homem, um mero homem já a fez gaguejar, Mabel? Se recomponha!

Me firmei e caminhei rapidamente para dentro do prédio. Precisava de um pouco de distância daquele caipira e daquele charme que estava começando a me afetar mais do que deveria.

(...)

A semana passou-se em um piscar de olhos. Resumindo toda ela?! Fui ao clube com Rhaí no domingo, mas não ficamos lá por mais de 2 horas, estava sem paciência, com a cabeça totalmente em outro lugar. Depois disso foi só trabalho, de segunda a sexta, praticamente 18 horas por dia. Precisávamos fechar contratos, acabar 3 campanhas e dar andamento em mais 2... Foi um inferno!

Estava tão loucamente cansada que por um minuto até a gradeci ao senhor MacCartney por ter contratado o caipira Biersack. Não podia negar que trabalhava muito bem e que estava sendo uma mão na roda essa semana. Além de sua habitual inteligência, ele era engraçado, irritante de uma forma divertida e extremamente sexy.

Não consegui avançar em nada com as minhas pesquisas sobre o senhor Dor, até agora nem sinal de quem ele era.

Olhei impaciente para meu relógio de mesa, e já era quase 7 da noite... ótimo, eu ainda tinha 2 contratos para analisar!

Uma leve batida na porta e logo depois ela estava aberta. Andrew nunca esperava eu responder ‘entre’ – Um caipira enxerido, era isso que ele era.

- Seja rápido – Disse ríspida.

- Claro, docinho – Ele sorriu irônico – Apenas trouxe para assinar isso. – Ele jogou alguns papéis em cima da minha mesa – Ainda ficará aí, hoje é sexta, mulher, sai de trás dessa mesa e vá dar uma volta.

- Por que você não pega o elevador, sai do prédio, vira o quarteirão e vai ver se estou lá na esquina – Ele riu, uma sonora gargalhada. 

- Ok, já entendi, estou indo – Ele procurou alguma coisa no bolso e logo em seguida saiu.

Assim que ele fechou a porta suspirei e sorri. Homem impossível!

Antes de voltar minha atenção para meus papéis notei algo caído no chão, o caipira deixou cair. Me ergui da cadeira para ver do que se tratava e vi que era uma agenda de bolso, assim que peguei-a alguns papéis caíram de lá. Irritada abaixei para pegá-los e.... Paralisei!

Ali, na minha mão, estava um ticket do clube Lust, com a data de uso e o número do quarto – Sempre ganhávamos um daqueles na saída do clube. 
 




Eu tinha achado o senhor dor, finalmente


Notas Finais


O que acharam galerinha?
Como fui? Comentários?

BVBeijos


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